José Pacheco Pereira | (…) o caminho para a desobediência civil | In blog “ABRUPTO”

kjhhHoje é um dia em que a politiquice, a pura coreografia política, a ilusão, o dolo, vão atingir limites de insulto a todos os portugueses que estão a empobrecer. Esta dança entre Passos Coelho e Portas (e deliberadamente escrevo antes de Portas falar) é a utilização da comunicação social e de alguns truques demasiado conhecidos para “todos se sairem bem”, com o objectivo de nos distrair e enganar. É corrrupção das mentes, tão grave quanto a dos bolsos, é exactamente tudo aquilo que desagrega velozmente uma democracia. Metáforas habilidosas, recursos semânticos de um autor de títulos de soundbyte, frases que pretendem ser virais, desculpas apresentadas como vitórias, imagem, imagem, imagem, vaidade, vaidade, vaidade. E pequenez disfarçada de esperteza.
O combate contra o governo incompetente, arrogante e destruidor que temos, que vive do medo das pessoas de perderem o mais básico da sua vida, vai acabar por ter mais do que uma dimensão política, vai ter uma dimensão de dever, de obrigação, uma dimensão ética. Com este tipo de coerografias dolosas, sem respeito por ninguém, sem sentido de responsabilidade, e muito menos de estado, está-se a abrir o caminho para a desobediência civil. E estou a dizer exactamente o que quero dizer.

5 thoughts on “José Pacheco Pereira | (…) o caminho para a desobediência civil | In blog “ABRUPTO”

  1. Este Governo nao tem legitimidade para continuar a Governar por se ter extinto ao fim đe seis meses đe Governacao, se o Sr. Presidente da Republica tivesse agido đe harmonia com aš suas competencias conforme a situacao do Pais o exigia e a situacao dos Portugueses o pbrigavam.Todos estes Adiamentos tem piorado a situacao do Pais, irreversiveis em determimados assuntos Nacionais, tais como, economia, desemprego, đe novos e quarentoes , limitativo a empregabilidade.

  2. E agora o que fazer? Vamos ficar parados á espera que o governo caia, que se demita ou o presidente da república dissolva a assembleia e convoque novas eleições? Vamos deixar que os partidos políticos ditos de esquerda se aproveitem do nosso descontentamento para irem para o poder e, de outra forma, perpetuarem a nossa miséria e sofrimento?
    Não será que estamos fartos de 50 anos de fascismo e de mais de 30 anos de desgovernação e corrupção depois do 25 de Abril? Não será que estamos fartos de ver o país ser completamente destruído e vendido lançando o povo português para a mais abjecta miséria e transformando-nos em criados dos outros povos?
    Não será que estamos fartos de ver políticos que antigamente defendiam em alto e bom som a democracia popular, os interesses dos trabalhadores, eram contra a entrada de Portugal na União Europeia, pois sabiam que isto ia acontecer, e agora estão nos partidos que nos tem levado para a maior das misérias e sofrimento, tendo inclusive alguns se retratado, dizendo que as ideias de uma sociedade melhor e mais justa eram desvaneios da juventude? De políticos que quando chegou a hora da descolonização fugiram a sete pés deixando os povos das ex-colónias ao deus dará, sendo assim responsáveis pelas centenas de milhares de mortos que houve e ainda há nesses países?
    Não acham que está na altura de mostrar ao mundo e acima de tudo a nós próprios que não somos um povo a quem se pode humilhar e espezinhar impunemente? Não acham que chegou a altura de acabar com esta merda toda e iniciarmos um caminho em que os interesses da população trabalhadora e os de Portugal como nação independente sejam privilegiados?
    Eu acho que sim. Acho que está na altura de mostrar que não somos palhaços e nem gostamos e sofrer. Que não gostamos de ser dominados por ninguém. Que somos pessoas de brandos costumes mas que em situações destas temos colhões para lutar. Que não gostamos que nos tirem o pão da boca e entrem na nossa casa e digam que a casa agora é deles, correndo com a gente de aqui para fora. Que não queremos correr com os patrões mas que há que impor leis de maneira a que eles pensem mais naqueles que lhes dão o lucro, que produzem tudo e que hoje não têm nada. Que queremos mais patrões como o Nabeiro. Que não queremos fuga de capitais. Que não queremos acabar com os políticos mas sim com os corruptos e a corrupção exigindo penas extremamente pesadas para eles. Que não nos queremos isolar do mundo mas queremos ser respeitados como país soberano. Que queremos voltar a ser um país industrializado. Que não queremos ver a nossa agricultura destruída e o mercado inundado por produtos estrangeiros. Que queremos os nossos estudantes a verem um futuro no fim dos cursos. Que não queremos ver imigrantes altamente qualificados a trabalhar nas obras mas queremos sim aproveitá-los para o desenvolvimento do país. Mas também queremos correr com aqueles imigrantes que só vêm para cá roubar e dizer mal de Portugal. Que não queremos ver os antigos colonizados a se tornarem nossos colonizadores. Em suma queremos uma sociedade mais justa onde a cada um seja exigido segundo a sua capacidade e dado segundo a sua necessidade.
    E como conseguir isto?
    Antes de mais temos de nos organizar. Talvez criar um partido novo. Com gente honesta e do povo. Os partidos que temos já mostraram que não fazem nada por nós. Só assim poderemos derrubar este governo sem que a seguir vá para lá um PS ou outro qualquer fazer a mesma merda. Temos de trazer os militares honestos para o nosso lado, pois são eles que têm as armas. Sem eles não conseguiremos nada e eles sem nós só conseguirão uma ditadura militar.
    Temos de sair da União Europeia pois ela não é mais que uma tentativa de criação de um novo império alemão.
    Temos de prender julgar e condenar com penas pesadas toda a gente responsável por esta situação sem fazermos uma caça ás bruxas. Temos de acabar com a política das cunhas e compadrio, empregando as pessoas pela sua capacidade e não pelas suas amizades ou cor política.
    Temos de reconstruir a nossa indústria, desenvolvendo a existente, criando novas e fazendo renascer algumas. Para isso é fundamental aproveitar os nossos recursos naturais e a qualidade dos nossos produtos. Ajuda financeira a quem tiver novas ideias inovadoras para o desenvolvimento da economia
    Sobre a que estão dos impostos queria partilhar o que me foi divulgado pelo meu amigo José Valdez, pois estou completamente de acordo:
    ”Um Rei, um Povo! A vontade de vencer!
    pág- 300
    O Imposto sobre o trabalho é uma aberração, se alguém se esforça e tem brio no trabalho, não deve ser castigado por isso pagando mais imposto que alguém que não faz nada pelo contrário deve haver incentivos a estas pessoas pois são os dinamizadores da sociedade, da economia os geradores de emprego. O Imposto sobre a produção é outra loucura que dificulta a criação de empresas, quando se tem de pagar para poder instalar uma empresa e prejudica gravemente os agentes geradores de riqueza. O imposto sobre a poupança também deve ser abolido de forma a incentivar a acumulação de riqueza nas famílias e consequentemente no país. Por fim o imposto sobre o investimento deve ser não só abolido como criminalizado pois quem quer tomar riscos de investir não deve de forma alguma ser penalizado com impostos, pelo contrário deve ser acarinhado e incentivado. Em substituição destes impostos aberrantes o estado usará de forma de imposto justo para fazer face às suas necessidades são eles:IVA ou seja o imposto sobre o consumo. IPP imposto poluidor pagador este imposto deve ser aplicado a tudo o que gerar poluição, por exemplo através das taxas de CO2 produzir um kg de carne gera x de CO2 logo ao valor da carne é agregado este imposto IJAT Imposto sobre jogos, álcool e tabaco, todos os vícios tem der ser altamente taxados por aumentarem os factores de doença, dessa forma sobrecarregarem o estado na assistência de saúde a estas pessoas viciadas. ISI imposto sobre importações este imposto visa proteger a produção nacional e deve ser variável de acordo com a natureza dos bens importados. O estado receberá o mesmo em receita, só que vai receber de forma justa.”
    ”Criação de um imposto a favor do trabalhador. O estado deve eliminar o IRC e transformar este imposto numa colecta a favor do trabalhador. Esta ideia simples fará com que os trabalhadores, se sintam motivados, pois quanto mais lucro geraram na sua empresa, mas recebem no final do ano deste imposto. O estado não perde nada, porque os trabalhadores ao terem mais dinheiro consomem mais, o que o estado perde em IRC ganha em IVA. Mais, se o estado der capacidade de fiscalização das empresas aos trabalhadores, diminuirão brutalmente as fugas ao fisco, pois o trabalhador terá todo o interesse em manter a gerência da empresa debaixo de olho, de forma a haver lealdade na altura de apuramento deste imposto a favor do trabalhador”
    Nacionalização da banca e criação de bancos auto sustentáveis. Severas medidas contra a especulação financeira. Fiscalização apertada sobre as grandes instituições financeiras. Penas pesadas para os especuladores e outros vigaristas
    Nacionalização de sectores vitais á economia e Portugal como, por exemplo o sector energético
    Temos de desenvolver a nossa agricultura, acabando com a importação de produtos estrangeiros que podemos produzir cá.
    Temos de apoiar e desenvolver a ciência dando mais apoios aos centros de investigação existentes e criando novos
    Temos de apontar a educação para um caminho que nos dê técnicos altamente especializados que ajudem a desenvolver o país.
    Temos de manter boas relações com os outros povos baseada numa política de não interferência nos assuntos internos de cada um
    Mas acima de tudo temos de acreditar em nós. Acreditar que somos capazes. Abandonar a mentalidade de coitadinho e que os outros é que são bons. Temos de ir á luta ou então seremos um povo e uma nação em vias de extinção.
    Não se conformem nem deixem mudar só o balde,
    Vamos á luta!

  3. Podemos ir á luta mas que adianta se todos os politicos são iguais pois em cem há um honesto, eles só querem encher o bolso deles ,e esvaziar o do trabalhador. Sim o do trabalhador honesto, se o politico se alimentasse, como eu e outros mais, que só podem contar com o que ganham e o pouco o salário minimo é para pagar os impostos ao Estado e do pouco que sobra é para comer batatas com azeite e alguma galinha que cria e, verdura que cultiva. Pois é mas come azeite e batatas, fruta só a que colhe nas suas poucas arvores. Sou sincera, eu gostava muito de vez em quando, comer uns iogurtes e outras coisa mais mas se eu fizer isso falta-me o dinheiro para pagar as minhas contas e como não gosto de rabos de palha, isto é se me entende, porque anda o pobre num mês de dezembro das suas féris a picar no gelo, frio e chuva, a apanhar a azeitona para poder comer o seu azeite, isto é para quem tem ainda algum pé de oliveira,mas muitos pobres nem isso têm e acabam por passar fome e frio. Muitos têm vergonha de pedir pois nunca se viram nesta situação. Os politicos só olham para o umbigo deles e não se lembram dos que passam fome já não há palavra como no tempo dos meus antepassados aí sim havia palavra. não tinha luxos mas andava-se sempre de barriga cheia, limpinhos e de cabeça erguida . Pensem um pouco na gente que passa fome e frio, Deus não criou o homem para isto, Deus pôs o homem na terra ignorante para abrir os olhos e fazer bem à humanidade mas, pelos vistos o homem ainda está muito atrasado a esse respeito só olha para a frente e para os lados não vê nada ou se vê, ignora.

  4. E enquanto eles “brincam aos joguinhos de poder” a maioria de nós agonia.
    Mas cuidado, senhores políticos, este Povo que dizem de brandos costumes, já ganhou uma Guerra Cívil e cometeu regicídio.
    Não queiram acordar um vulcão adormecido.

  5. VAMOS LUTAR POR UM FUTURO PARA OS NOSSOS FILHOS E PORTUGAL
    Desde muito novo, concretamente desde os 13 anos, que, influenciado pelo meu irmão que é 4 anos e meio mais velho que eu, tenho ideias contra todo o tipo de opressão e exploração de quem trabalha. Aos 17 anos fui preso pela PIDE/DGS mas estive lá pouco tempo devido a ser menor. Quando aconteceu o 25 de Abril senti uma alegria muito grande pois pensava que vinha aí o princípio do fim da exploração de quem trabalha. Saí para a rua, escrevi e distribuí panfletos, pendurei-me em postes e subi a árvores para fazer discursos e tentar influenciar as pessoas a lutarem e tentarem transformar o golpe de estado numa verdadeira revolução que permitisse ás pessoas que trabalham terem uma vida digna. Deixei de estudar e comecei a trabalhar porque achava e acho que só quem trabalha no duro e sente a exploração pode ser um verdadeiro revolucionário. Infelizmente a 25 de Novembro houve um contra golpe que abriu caminho para o descalabro que se vive hoje em dia. Os militares considerados de esquerda, com medo de uma guerra civil, conjuntamente com os partidos ditos de esquerda, acobardaram-se e não fizeram frente ao Jaime Neves e companhia. Simplesmente desistiram abandonando aqueles que diziam defender, os trabalhadores e a população em geral, ao deus dará.
    Desiludido com a situação e também impelido pelo espírito de aventura e desejo de conhecer novos países próprio da juventude comecei a correr mundo. Tive em muitos países e muitos anos sem regressar a Portugal. Em 1991 quando pela 1ª vez regressei ao nosso país, tive um choque muito grande ao ver que antigos ‘camaradas’ meus que se diziam de esquerda e do lado dos trabalhadores estarem inseridos em partidos como o PSD e o PS. Alguns deles eram ou foram membros dos sucessivos governos que temos tido Mais desiludido fiquei. Mas como havia ainda trabalho com fartura mais uma vez dei corda aos sapatos e fui para outros países. Deixei de pensar na política e não me preocupei muito com Portugal pois via as pessoas a trabalhar e mais ao menos felizes da vida. Não me apercebi da cama que eles nos estavam a preparar.
    Como a maior parte das pessoas não percebi que a entrada na União Europeia foi o principio da destruição de Portugal. As pessoas andavam todas contentes porque entrava dinheiro a rodos no país que permitia que os bancos nos emprestassem dinheiro para comprarmos casas e carros e ter uma vida melhor. Mas a entrada desse dinheiro tinha um preço. A submissão aos interesses de países como a Alemanha e França. Grandes companhias como a Mague Uma empresa de metalomecânica ao nível das melhores do mundo), a Sorefame (lembram-se das carruagens que vemos nos filmes americanos? Pois muitas delas foram feitas na Venda Nova), a Equimetal (especialista a fazer turbinas que eram na maior parte das vezes compradas pelos italianos), A Lisnave (na altura considerada uma das melhores empresas de reparação naval do mundo) e muitas outras como a Cometna, a Covina, etc., foram desaparecendo para que os alemães, italianos e franceses pudessem ter mais espaço de manobra com as companhias deles.
    A entrada na moeda única destruiu a indústria têxtil e muitas outras pois com o alto valor do euro não podiam concorrer com os indianos e chineses. Muito antes já a famosa lei Barreto tinha destruído a reforma agrária e com isso a nossa agricultura. Com a entrega dos latifúndios aos grandes latifundiários deixou-se de ter trigo e outras culturas para termos coutadas de caça ou simplesmente serem deixados ao abandono. E existem muito mais exemplos da destruição sistemática da indústria, agricultura e pescas do nosso país. Mas não foi só a entrada na UE e no euro que começou a destruir o nosso país. Entraram biliões no nosso país. Dinheiro que podia, se bem utilizado, ter contribuído para a criação de novas indústrias e desenvolvimento do nosso país. Mas quem nos tem governado tem tido sempre a preocupação de encher os seus bolsos assim como os dos seus amigos estando-se nas tintas para Portugal e para os portugueses. Ah!…Fizeram alguma coisa. Fartaram-se de construir auto estradas e outras infra estruturas. Só que elas não servem para nada pois não temos produtos para escoar e vender. Mas, como ia dizendo, esqueceram-se duma coisa. É que esse dinheiro tinha de ser pago. E que sem indústria não há produção de riqueza. E que sem produção de riqueza não há maneira de pagar. Também se esquecerem que sem industria, agricultura e pescas não há trabalho. E que sem trabalho há desemprego e não há dinheiro. E que sem dinheiro não há consumo e portanto não há comércio. Concluindo: não há economia!
    Então os nossos governantes tiveram uma ideia genial. Foram pedir dinheiro ao FMI. Estes disseram sim senhor mas agora somos nós que mandamos e vocês vão fazer as coisas como nós queremos. Mais vão ter de pagar isso tudo com juros altíssimos. Os nossos governantes como bons lacaios que são disseram que não há problema. Somos bons pagadores.
    Andavam ás voltas todos enrascados a pensar como pagariam, pois não havendo produção de riqueza não há dinheiro, quando o genial Gaspar teve uma ideia genial. Eureka disse ele. Já tenho a solução. Vamos roubar os portugueses. Aumentamos os impostos, criamos impostos especiais, roubamos as pensões aos reformados, despedimos os funcionários públicos, pomos as pessoas a trabalhar por ordenados inferiores ao ordenado mínimo, vendemos o pouco que o país ainda tem em nome dele e já está. Enchemos os nossos bolsos, permitimos que os nossos amigos patrões roubem á descarada os seus empregados para eles poderem também pagar-nos impostos (claro que os patrões são perdoados quando não pagam) ajudamos os nossos amigos banqueiros porque são eles que nos sustentam e tentamos tapar os olhos aos portugueses com a desculpa da crise e que a culpa foi do PS. Claro que vamos ser corridos nas próximas eleições. Mas isso que se lixe pois já estamos podres de dinheiro e os que vierem a seguir que se desenrasquem.
    Claro que o PS vai ganhar as eleições. E aí que vai acontecer? Vira o disco e toca o mesmo. Vão dizer que o PSD destruiu isto tudo, que temos de honrar os compromissos com o FMI e vão também roubar-nos e enganar-nos. Contam com o facto das pessoas se terem esquecido que foi o Mário Soares que começou a destruir Portugal e do Sócrates ao pé do Passos ser um santinho. Entretanto os betinhos do Bloco de Esquerda e o PCP vão mandando bocas contra o estado de coisas e convocando algumas manifestações que é para também irem mantendo os seus lugares e comerem na mesma mesa que os outros. Com as manifestações e bocas pode bem este governo. Mesmo que haja greves gerais o governo também não se preocupa muito pois sabe que não há indústrias que elas possam afectar. A nível dos transportes fazem requisições civis e vão colmatando as lacunas. Também sabem que a maioria dos portugueses tem carro.
    Estamos assim entregues á bicharada. Hoje quem nos governa é o crime institucionalizado. Ele é um polvo cujos tentáculos começam no governo, passando por todos os partidos, Assembleia da República, presidente da república, autarquias, sistema judicial e até sistema de saúde. Somos governados por um bando de gângsteres, uma autêntica máfia política cuja única intenção é roubar o povo e destruir Portugal o mais que puder. E vão revezando-se nos assentos. Uma vez és tu. Outra vez sou eu.
    Isso, se não for feito nada, vai levar á desintegração de Portugal e á extinção dos portugueses. Por isso temos de nos unir e lutar. Temos de nos organizar e utilizar formas de luta violenta. È absolutamente necessário para a nossa sobrevivência que exterminemos (e quero dizer isso mesmo, exterminar), toda a classe política e toda a máquina governativa. É preciso destruir isso tudo para eliminar de vez o cancro. E construir tudo de novo com pessoas do povo e honestas que saibam o que é trabalhar no duro. É preciso criarmos leis duras para combater todo o tipo de corrupção. É preciso fomentar a honestidade, o amor a Portugal e ao seu povo como virtudes e não males. Para isso temos de começar a organizarmo-nos e unirmo-nos. Temos de deixar para trás a mentalidade de o que importa é eu safar-me e os outros que se lixem pois é isso que eles querem. Querem ver-nos á porrada uns com os outros. Temos de começar a arranjar armas e começar a convencer os militares que o dever deles é estar ao lado do povo e defender Portugal. Só unidos, organizados e de forma violenta (infelizmente) é que conseguiremos mudar o estado de coisas. Nós não precisamos de um novo 25 de Abril. Precisamos de uma revolução a sério. E devemos fazer isso porque queremos um Portugal independente e livre, onde todos possam trabalhar e ter uma vida digna. Onde os reformados não sejam deitados para o lixo e possam ter um fim de vida digno e em paz assim como todos possam ter acesso á saúde (sim porque hoje a saúde é um luxo) e á saúde. Quem não for cobarde, ame Portugal e queira dar um futuro digno aos filhos que diga presente para começarmo-nos a organizar e iniciar a luta.

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