Offering fresh insight into the creative processes of a rock’n’roll legend, RONNIE WOOD: ARTIST charts six decades of Ronnie Wood’s art. Genesis is delighted to publish this new guide to Ronnie Wood’s drawing, painting, printmaking and sculpture as as exclusive limited edition book and signed print set. Register your interest to hear more and to receive a complimentary brochure by postal mail.
A mulher, embora queiram fazer dela
um jardim, é uma floresta que não pertence
a ninguém. Res nullius. E o seu sexo,
embora o queiram preencher em cada momento,
é para sempre um locus neminis, um lugar
de ninguém. De passagem, sim: eu passei por lá,
quando nasci
e ficaram saudades, e por isso regresso
sempre que posso. Afável, acolhe-me; outras vezes
fecha-se ou morde e não me deixa morrer no paraíso.
Que bom saber tão pouco do seu mistério
e viver à sombra desta delicada ignorância!
E porque não sei, e porque não aprendi
e não me podem ensinar,
vou sempre regressando em busca desse graal
infinitamente perdido
em lugares inóspitos e outras vezes
amenos: na mais delicada
das florestas. Ou é
um jardim?
Volta e meia deparo aqui no face com posts a desancar na escassez de neurónios do género masculino e no total desinteresse que a minha espécie merece da raça contrária. Para além disso, uma parcela das autoras dos referidos posts colocam-se num pedestal e arvoram-se em virgens ofendidas, alardeando aos sete ventos que andam a ser convidadas para isto e para aquilo. Pessoalmente, já recebi vários convites para cafés ou jantares. A todos disse uma simples palavra – não. E não me senti na pele de virgem ofendida. Que não sou, nunca fui nem pretendo ser. Servem estas linhas para uma leve lembrança a essas falsas beatas, catequistas arrependidas e santinhas de altar – isto é uma rede social, um canal aberto, onde aparece de tudo, inclusive prostituição descarada e gajos menos bem formados, é verdade. Basta pô-los no lugar e, se necessário, bloqueá-los. Sendo o inverso também verdadeiro. É tão simples como isso. Lembremo-nos também que essa coisa de ser gajo e andar no mercado é muito bonita, mas é tudo menos fácil.
Un format de rencontres innovant débarque à Alger en janvier et promet une nuit blanche remplie d’activités culturelles.
« La Nuit des Idées« , c’est le nom de ces rencontres culturelles qui « circulent à travers le monde » et qui feront une halte à Alger du 25 au 27 janvier prochain, à l’initiative de l’Institut français de la ville.
Ouverte à tous les curieux, la Nuit des Idées débutera le 26 janvier à 17h pour se clôre le 27 janvier à 2h du matin, avec à chaque fois et dans chaque lieu, une activité culturelle différente placée sous le thème « un monde commun ».
La cinémathèque algérienne, l’Institut en lui-même, le Centre Diocésain des Glycines sont autant de lieux qui accueilleront la manifestation, et les expositions, conférences et autres projections de prévues pour l’occasion.
Uma memória ligada à casa que tem este nome (Casa da Memória). Trata-se de um quadro de Tiago Madeira Martins a evocar o descarolamento do milho com a máquina do António Carrada (Lera) na eira do Choane, situada em Minde, frente da actual sede da Junta de Freguesia.
O livro “Azulejo em/in Braga – O Largo Tempo do Barroco/The Baroque Period” da autoria da castelovidense Rosário Salema de Carvalho será apresentado amanhã dia 1 de Outubro em Braga. A sessão decorre pelas 16:30 horas no antigo Paço Arquiepiscopal de Braga.
A obra, com 216 páginas, é bilingue (português e inglês) e está prefaciada pelo Professor Vitor Serrão e teve a “coordenação e fotografia” de Libório Manuel Silva.
Rosário Salema de Carvalho é investigadora do ARTIS – Instituto de História da Arte da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde integra o grupo Az – Rede de Investigação em Azulejo, da qual é também coordenadora executiva.
Actualmente desenvolve um projecto de pós-doutoramento (com bolsa da Fundação para a Ciência e a Tecnologia), dedicado à questão das molduras no azulejo barroco, tendo como instituição de acolhimento o ARTIS (Az) e o Museu Nacional do Azulejo.
É doutorada em História, especialidade em História da Arte, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (2012), com a tese intitulada A pintura do azulejo em Portugal [1675-1725]. Autorias e biografias – um novo paradigma. Em 2007 defendeu o Mestrado em Arte, Património e Restauro, na mesma faculdade, com a dissertação “…por amor de Deus. Representação das Obras de Misericórdia, em painéis de azulejo, nos espaços das confrarias da Misericórdia, no Portugal setecentista”.
Tem desenvolvido investigação na área do património e, principalmente, na área da Azulejaria Portuguesa, com vários artigos publicados em revistas científicas nacionais e internacionais.
Une femme avec une jarre.
امرأة مع جرة
A woman with a urn.
Tout dans cette peinture montre la beauté et le travail quotidien de la femme kabyle notamment dans le style vestimentaire constellé de bijoux kabyle en argent, en email et au corail rouge et cette jarre traditionnelle qui décrit la tâche de l’eau dont les femmes allaient récupérée quotidiennement aux sources ou dans les fontaines.
Everything in this painting shows the beauty and the daily work of the kabyle woman especially in the kabyle dress style studded silver jewelry, enamel and red coral and this traditional jar that describes the task of water which women were recovered daily to sources or fountains.
Le temps est trop lent pour ceux qui attendent,
Trop rapide pour ceux qui ont peur,
Trop long pour ceux qui sont dans la peine,
Trop court pour ceux qui se réjouissent,
Mais pour ceux qui aiment, le temps c’est l’éternité.
“Qu’y a-t-il de plus léger qu’une plume ? La poussière. Et de plus léger que la poussière ? Le vent. Et de plus léger que le vent ? La femme. Et de plus léger que la femme ? Rien.” (Alfred de Musset – “La quenouille de Barbeine” – 1835)
Tes yeux sont si profonds qu’en me penchant pour boire
J’ai vu les soleils y venir se mirer
S’y jeter à mourir tous les désespérés.
Tes yeux sont si profonds que j’y perds la mémoire.
HISTÓRIAS EM PONTO DE CONTAR – 20 desenhos de AMADEO DE SOUZA – CARDOSO
MARIA ALBERTA MENÉRES e ANTÓNIO TORRADO escreveram este livro, lançado em Portugal pela editora ASSÍRIO E ALVIM
Se na maior parte dos casos as ilustrações servem de complemento ao texto, nestas Histórias em Ponto de Contar a situação é a inversa. Assim, o ponto de partida para a narrativa são os vinte desenhos de Amadeo de Souza – Cardoso, ligados pelo texto que, como se adverte desde o início, não quer limitar aquilo que vemos, mas apenas fornecer uma interpretação possível. Para saborear tantas vezes quantas a imaginação quiser.
Profondamente ispirato dai pittori del barocco, in particolare Caravaggio, ed altri antichi maestri del Romanticismo, dell’Accademismo e del Simbolismo, quali: David, Ingres, Girodet, Gericault, Gleyre, Bouguereau, Moreau, Redon, Rops, ed altri.
Le sue opere sono già presenti in tutto il mondo in importanti collezioni pubbliche e private.
Inspired by artists of the baroque in particular Caravaggio, and other ancient masters of Romanticism, Academicism and Symbolism of such as David, Ingres, Girodet, Gericault, Gleyre, Bouguereau, Moreau, Redon, Rops, and others.
His works are already present in the world’s most important public and private collections.
O ARTSPACE foi o local eleito para a apresentação oficial do 12º Festival de Jazz de Minde no dia 29 de Abril de 2016. Um moderno espaço onde o artista JOÃO CARVALHO expõe a sua espectacular obra, e onde a arte se irá encontrar com o jazz.
Há 152 anos, nasceu, em Minde, um menino a quem deram o nome de Alfredo. Os seus pais chamavam-se Ana de Jesus e Silva e Manuel Rey Roque Gameiro.
Este menino foi, mais tarde, o grande aguarelista Alfredo Roque Gameiro. O museu que, em Minde, lhe é dedicado, apresenta-vos a imagem de 3 trabalhos notáveis, de sua autoria: os retratos dos seus pais e o auto-retrato.
“Beleza é um critério e um juizo humano. Desaparecido o sujeito que tem tal critério ou formula tal juizo, o mundo poderia ficar tal qual é, mas como afirmar que, sem o homem, continuaria a ser belo? Belo para quem?”
O Beijo de Klimt está no Velvedere na Áustria.
Não sei se alguma vez terá visitado Damasco
sem ser pela mão virtual de Tamman Azzam.
Não nego a mão do artista apenas o espaço.
O Beijo dourado nas paredes neutras do museu
atrai os olhares digitais do mundo moderno
e nada me diz do mundo que é o seu.
Neste aqui as flores parecem mais verdadeiras
no caos das pedras (que perderam morada
que parecem ter fugido ou pedido asilo
quando da destruição não se espera nada)
e o abraço mais sentido.
A tragédia de tudo isto é não passar de arte
e não veja mais do que uma morada morta
quem passar por aquela parte.
Neste momento, o ritmo das ofertas e das aquisições semanais subiu muito, e tem havido um crescente número de voluntários para trabalhar no ARQUIVO / BIBLIOTECA. Torna-se necessário uma espécie de entreposto em Lisboa, onde se possa recolher material, dar-lhe um primeiro tratamento e organização e ter um posto de digitalização. Por isso, precisamos da cedência de um espaço que não precisa de ser muito grande, com condições mínimas para que se possa fazer estes trabalhos, ou pro bono, o que seria ideal para não agravar as despesas, ou com uma renda nominal. De nossa parte, podíamos fazer pequenas obras de manutenção, garantir os gastos de electricidade e água e cuidar da segurança do espaço. Há por toda a cidade espaços vazios, lojas e pequenos apartamentos vagos, que podem servir para este objectivo,. A acessibilidade é também importante. O período da cedência seria de cerca de dois anos.
Ombres portées. Leur représentation dans l’art occidental – E. H. Gombrich. Alors que les ombres portées sont, en général, utilisées pour attirer l’attention du spectateur, l’historien de l’art souligne et analyse ici leur relative rareté dans l’art occidental.
Traduit de l’anglais par Jeanne Bouniort. Préface de Neil Mac Gregor, introduction de Nicholas Penny. Première parution en 1996.
Il s’agit de regarder autour de soi pour remarquer les ombres projetées par les objets sur les surfaces environnantes, aussi bien en plein jour qu’à la lumière artificielle. Les artistes se servent des ombres portées pour attirer l’attention sur l’éclairage du tableau et pour donner plus de solidité aux objets qui interceptent la lumière. Ces ombres peuvent révéler la présence de quelqu’un ou de quelque chose en dehors de l’espace du tableau. Pourtant, comme le souligne E. H. Gombrich, elles n’apparaissent que çà et là dans l’art occidental, qui a plutôt tendance à les oublier ou à les éliminer.
Muitos parabéns à Escola de Calceteiros da Câmara Municipal de Lisboa, representada numa exposição a decorrer no Japão com o seu trabalho em calçada artística portuguesa. A oportunidade surgiu durante a visita às instalações da Escola de Midori Nakamura, japonesa a viver em Lisboa e a trabalhar na área do azulejo. O trabalho foi desenvolvido pelo formando Vítor Graça e inicialmente o pedido consistia em fornecer documentação escrita e fotografias de calçada. Porém, assumiu os contornos de um trabalho inédito e único até à data.
Viva Lisboa!
Retirado do Facebook, mural do Dr. Fernando Medina, Presidente da Câmara Municipal de Lisboa
Portrait d’un artiste qui fût à la fois peintre, sculpteur, publicitaire, qui côtoya et inspira nombre d’artistes de son époque.
Véritable génie, il s’imposa comme maître du dadaïsme puis du surréalisme et révolutionna l’art moderne.
Doué pour la provocation, autant que pour cultiver sa propre image, il a choqué ses contemporains, les a émus ou enragés, mais il ne laissait pas indifférent.
La série entière Les Femmes d’Alger a été achetée par Victor et Sally Ganz par la galerie Louise Leiris à Paris en juin 1956 pour 212 500 $.
La plupart des peintures individuelles de la série sont aujourd’hui exposées dans des musées ou font partie de collections privées.
Le 11 mai 2015, la version dite « O » est acquise pour 179,3 millions de dollars (soit 115 millions de livres sterling ou 125 millions d’euros), et devient ainsi le tableau le plus cher de l’histoire lors d’une vente aux enchères.
Neste vídeo podemos assistir à apresentação desta multifacetada artista que recorre a uma relação extrema com a sua obra, procurando a harmonia entre os diversos elementos, materiais e discursivos.
Step Up 4 Revolution: Art Gallery Flash The MOB, Live Art Scene. Quando a arte se faz em suporte vivo. Dança, música e cor, no seu esplendor e plasticidade próprio das artes performativas.
Música: Stellamara – Prituri Se Planinata (NiT GriT Remix).
Manuel João Vieira resolveu ilustrar a poesia erótica de Bocage. Vai mostrar os desenvolvimentos desse trabalho na Festa da Ilustração. A exposição abre na próxima quinta-feira, dia 18, às 22 horas, na galeria da Casa Bocage.
Em Setúbal decorre a. Vários espaços expositivos mostram o que há de melhor na ilustração nacional.
Uma oportunidade de acompanhar a obra de Joaquim Pessoa, poeta, letrista e artista plástico.
«… julgo que a poesia tem, também, a obrigação de palpar o mundo, de estar atenta aos sintomas e ajudar ao diagnóstico.»
Joaquim Maria Pessoa (Barreiro, 22 de fevereiro de 1948), conhecido por Joaquim Pessoa, é um poeta, artista plástico, publicitário e estudioso de arte pré-histórica português.
Um devaneio alimentado durante trinta anos. O intricado credível de cidades imaginadas num planeta possível. Sem legendas ou sinalética, não existem vetores que conduzam o visitante recém-chegado. Todas as direções lhe estão abertas: a descoberta transforma-se uma experiência pessoalíssima. O tricotado destas cidades, onde podemos reconhecer ruas, bairros, zonas agrícolas, marinas, aeroportos, estádios de futebol e até uma base militar, não seguiu um plano premeditado. Como todas as cidades, o seu traçado foi crescendo, evoluindo de acordo com o gosto dos tempos. Zonas históricas foram arrasadas para dar lugar a novas e largas avenidas. Em exposição na galeria Abysmo. O autor considera a possibilidade de organizar visitas guiadas. A não perder.
A exposição do centenário do nascimento de António Dacosta (Angra do Heroísmo, 1914 – Paris, 1990) acompanha a publicação do catálogo raisonné digital do artista – primeiro catálogo digital produzido sobre um artista português e iniciativa pioneira na área da investigação artística e das novas plataformas digitais. Visitar aqui: www.dacosta.gulbenkian.pt
JOSÉ RUY — 70 ANOS A DESENHAR | José Ruy começou a publicar desenhos regularmente na imprensa há setenta anos. Assinalam-se hoje19 dia 19. Publicou o seu primeiro desenho no semanário O Mosquito. Publicação muito popular na altura, que mostrava histórias em capítulos, assinadas por vários autores. José Ruy nunca mais parou. Passeou o seu talento pelas mais prestigiadas páginas da imprensa ilustrada. Mas não ficou por aí. Desenvolveu intenso trabalho pessoal. Desenhou inúmeros álbuns, contando as histórias da História de Portugal.
Em Fevereiro e Março deste ano andou por Setúbal. Fez uma exposição de um seu trabalho a reeditar — Fernão Mendes Pinto e a sua Peregrinação —, na galeria da Casa Da Cultura | Setúbal, e foram promovidos vários encontros com todos os que o quiseram ouvir. Convívios memoráveis.
Plantei a semente da palavra
Antes da cheia matar o meu gado
Ensinei ao meu filho a lavra e a colheita
num terreno ao lado
[José Afonso]
NO ESTRADO DA ALEGRIA | A criação não depende apenas de conceitos, imagens ou da procura de novos caminhos. Pode resultar de uma compreensão da realidade com todas as práticas: erros, desvios, acidentes e entendimentos de experiências vividas. A criação não é um programa de variedades, é um diálogo sério sobre a realidade. Criar é fazer uma nova ilustração do mundo. O mundo precisa permanentemente de coisas novas. Mas o mundo pode ser a mesa onde estão sentados os nossos cúmplices. Digo eu, e, muito sinceramente, é por aí que respiro.
ABRIL ILUSTRADO | A exposição abre na próxima sexta-feira, dia 5 de setembro, a partir das 22 horas. Contará com a presença de alguns ilustradores e poetas participantes no projecto.
“Falaremos desta ideia e falaremos de poesia. A poesia que ilustra esta significativa exposição. Apareçam.”, José Teófilo Duarte.
A inocência do olhar permite ver no esboço a obra-prima que ainda não foi criada. O artista Telmo Pieper recria, em obras de arte digital, os seus desenhos de infância. Os desenhos de quando tinha 4 anos de idade funcionam, vinte anos mais tarde, como esboço das suas obras. Saiba mais aqui.