DiEM25 | Qual deverá ser a nossa posição relativamente ao referendo na Itália?

diem25.2Enquanto estamos a desenvolver em conjunto a nossa vital Agenda Progressista para a Europa, a política da UE continua a tremer, à medida que os poderes instalados tropeçam de crise em crise.

4 de Dezembro será o próximo momento crucial. Os cidadãos italianos votarão num referendo para alterar a Constituição do seu país, algo que terá um impacto europeu muito claro.

No Colectivo Coordenador (CC), temos recebido inúmeros pedidos dos nossos membros para que o DiEM25 tome uma posição sobre se a alteração proposta deve passar, e se deverá fazer campanha para ela!

Uma vasta maioria dos membros e CED’s de Itália têm recomendado um voto no “Não”, e o nosso CC acredita também que a posição do “Não” é mais forte. No entanto, em linha com o objetivo final do nosso movimento para democratizar a tomada de decisões na UE, bem como com a essência pan-europeia de DiEM25, pedimos aos nossos membros em toda a União para votarem em que lado devemos estar: “sim” ou “não”.

Porquê votar “Não”?

Se a emenda passar, ela irá dificultar o processo democrático em Itália. Haverá uma maior concentração de poder nas mãos do governo italiano, reduzindo o papel do Parlamento, e diminuindo a pluralidade, garantindo uma maioria absoluta ao partido com a maioria dos votos. Além disso, a emenda reduzirá o poder das regiões, prejudicando a autonomia local.

Mas de forma mais geral, a emenda seria ainda uma outra expressão da actual demanda da UE para que os governos nacionais fiáveis possam implementar decisões tecnocráticas, sem o incómodo de uma oposição política e discordância organizada. Seria garantir que vamos ver mais do mesmo “Não Há Alternativa”, a retórica que tem caracterizado a postura pós-2008 da UE.

Porquê votar “Sim”?

O Primeiro-ministro italiano, Matteo Renzi, disse que vai renunciar se a emenda for derrotada – o que poderia levar a um período de instabilidade num dos países-chave na Zona Euro. Os defensores do voto no “Sim” também sugerem que a alteração tornará o processo de tomadas de decisão mais rápido e eficiente, bem como reduzir a instabilidade dos governos futuros, garantindo uma maioria absoluta sólida no Parlamento.

Queres mais informações para tomares uma decisão? A LSE tem mais alguns detalhes sobre o que um “Sim” ou um “Não” significaria.

Pronto para votar? Dirige-te à página da votação e faz a tua voz ser ouvida! A votação encontra-se aberta a partir de agora e até à meia-noite de terça-feira, dia 25 de Outubro.
Carpe DiEM!

Luis Martín
Coordenador da Comunicação, em nome do Colectivo Coordenador do DiEM25

PS A partir de agora em diante, publicaremos sumários das discussões semanais do nosso Colectivo Coordenador no nosso site. Já se encontra disponível o sumário do último encontro!

Huitièmes Rencontres euromaghrébines des écrivains | 2 et 3/11 | Argel

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NOS PREMIERS ROMANS
Huitièmes Rencontres euromaghrébines des écrivains

Tous les écrivains se souviennent de leur premier roman comme un moment particulier de leur existence, une sorte de saut dans l’inconnu, le début d’une aventure… Les lecteurs aussi retiennent souvent la lecture de leur premier roman avec émotion, ainsi qu’une porte franchie pour entrer dans le vaste univers de la littérature.
Diverse et disparate, la notion de premier roman exerce une certaine fascination autant sur les publics que les professionnels. Elle revient à interroger l’expérience des premières écritures et lectures ainsi que sur le passage éventuel de l’état de lecteur à celui d’auteur.
Depuis plusieurs années maintenant, le premier roman s’est imposé comme une catégorie à part entière du monde de l’édition avec ses révélations, ses succès critiques et populaires et son lot de déconvenues. Il existe même des salons du livre et des prix littéraires entièrement consacrés aux premiers romans.
Il est remarquable que des premiers romans, écrits à l’aube d’une carrière littéraire et rejetés par les éditeurs, soient publiés une fois établie la notoriété de l’écrivain et connaissent en quelque sorte des succès « à retardement ». Dans ce sens, le premier roman nous interpelle aussi sur les rapports entre écriture et édition et sur la relation entre l’écrivain et ce primo-lecteur qu’est l’éditeur.
Comment dévoiler ce rapport exceptionnel, intime et personnel que nous pouvons entretenir ou même entreprendre avec ce premier roman qui nous a marqué, soit en tant que lecteur, soit en tant qu’auteur ?
Les huitièmes rencontres euro-maghrébines des écrivains au 21e Salon International du Livre d’Alger (SILA) vous donnent rendez-vous, les 2 et 3 novembre 2016, à la salle El Djazair du Palais des Expositions (Pins Maritimes, Alger) autour de ce thème passionnant.
Venus d’Algérie, du Maghreb et d’Europe, des écrivains viendront faire part de leurs expériences, raconter les espoirs et les craintes qui ont accompagné leurs premières publications et relater les dessous de ce passage initiatique.
Ils discuteront avec les lecteurs et lectrices présents au SILA pour explorer ce champ particulier et tisser, au fil des confidences littéraires, les cordes solides du dialogue interculturel entre l’Union Européenne et l’Algérie dans le monde du livre.

Croyances historiques, réalités religieuses | Régis Debray

regis

[Hors série Connaissance] Allons aux faits. Croyances historiques, réalités religieuses – Régis Debray. « C’est à renverser de vétustes perspectives qu’invite ce récapitulatif, dérangeant comme un réveille-matin.»

« En me donnant un micro pour deux séries d’interventions, l’une sur l’histoire, l’autre sur la religion, France Culture m’a permis de résumer et clarifier les travaux que je mène depuis maintes années sur diverses affaires temporelles et spirituelles.
Je ne saurais assez remercier sa directrice Sandrine Treiner de m’avoir ainsi donné l’occasion d’apporter ma petite pierre à l’édifice des Lumières, sous l’égide de la devise : “Rendre la Raison populaire”.
Vaste programme, qui exige d’inquiéter nombre de lieux communs, ce qui n’est jamais plaisant. Pourquoi? Parce que nous nous berçons de mots, toujours les mêmes, et que ces mots nous trompent.
L’histoire? Elle est censée nous découvrir la réalité des choses : elle nous dorlote avec de fausses croyances. Les religions? Elles sont censées nous raconter des blagues : bombes et couteaux nous découvrent de rudes vérités. Et si l’opium du peuple n’était pas là où l’on pensait? »

Régis Debray sera :
– le 19 octobre à 8h30 sur France Info pour l’émission “8h30 – Aphatie”
– le 19 octobre encore, à 22h40, sur France 2 dans “Hier, Aujourd’hui, Demain”

Rússia e Alemanha | Carlos Matos Gomes in “Facebook”

fotocarlosmatosgomesO Pacto germano-soviético Molotov-Ribentrop e o apoio da Russia à candidata da Alemanha às Nações Unidas. Pensei que o pacto entre Estaline e Hitler não seria reeditado. Pensei que a Rússia estava suficientemente forte em termos tecnológicos e militares para orientar os seus esforços para Oriente e conter sem necessidade de grande empenho a Europa Ocidental. Que se iria opor à Alemanha (por vezes designada por União Europeia) e iria dar um sinal desse desafio com a rejeição da candidata da senhor Merkel. Enganei-me. A Alemanha e a Rússia necessitam uma da outra e quase pelas mesmas razões que levaram a União Soviética e a Alemanha Nazi ao pacto de 1939. Hoje, como antes da IIGuerra Mundial a então URSS, a Rússia necessita da tecnologia da Alemanha e a Alemanha de hoje, tal como a Alemanha Nazi necessita das matérias primas (gás e metais raros) da Rússia. Ambas as potências entendem, tal como antes da Alemanha Nazi invadir a Polónia, que a França e a Inglaterra se vão manter neutras. Inexistentes. A situação de hoje é essa, a Inglaterra é um Estado dos Estados Unidos e a França é uma memória de grandeza muito inflacionada. A Rússia e a Alemanha vão dividir o chamado Leste Europeu em zonas de influência… O avanço da extrema direita alemã favorece este novo acordo que fica exposto com o apoio de Putin à Merklina para a ONU. Em Inglaterra não há nenhum Churchill, em França não há nenhum De Gaulle, e nos Estados Unidos as perspetivas são assustadoras…

Retirado do Facebook | Mural de Carlos Matos Gomes

DiEM25 | Coletivo Coordenador e Painel Consultivo

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Temos notícias emocionantes para partilhar contigo hoje. Estamos a divulgar as equipas que vão coordenar e guiar o nosso movimento para democratizar a EU – o nosso Coletivo Coordenador  e Painel Consultivo – na sequência de uma votação por milhares de membros DiEM25 espalhados pela Europa.

Alguns destes nomes já te devem ser familiares enquanto membro DiEM25. Outros não necessitam de apresentação.

Noam Chomsky, Elif Shafak, Brian Eno e Zoe Gardner  estão entre as pessoas que vão coordenar as atividades do DiEM25 a partir de hoje. Juntam-se a iniciadores como Yanis Varoufakis, Srećko Horvat e Lorenzo Marsili no nosso Coletivo Coordenador composto de 12 pessoas.

O nosso forte Painel Consultivo inclui o fundador do Wikileaks, Julian Assange, vencedores da Palme d’Or por duas vezes, Ken Loach, o Chanceler Sombra do RU John McDonnell e o compositor pioneiro Jean-Michel Jarre. Juntam-se a um grupo de pensadores influentes e fazedores que tomaram um papel ativo no DiEM25, juntamente com ativistas pela democracia como Dániel Fehér e o Presidente da Câmara Municipal de Nápoles Luigi de Magistris.

Para a lista completa, confere as páginas dedicadas ao Coletivo Coordenador e Painel Consultivo, que incluem fotos e biografias.

Por fim, fica atento ao nosso site para informação relacionada com  o evento do próximo sábado em Londres, com os nossos amigos de Outra Europa é Possível  (o link para a transmissão direta ainda será anunciado). Eles juntam-se à luta para recuperar a nossa democracia e manter o nosso movimento forte – um dos elementos essenciais da agenda deste evento.

Carpe DiEM!

Luis Martín
Coordenador de Comunicação.

PS: Remember that DiEM25´s Validating Council is now open for nominations. If you would like to be considered for this important body, apply!

Carlos Mineiro Aires crítico face ao anteprojecto do CCP (Código dos Contratos Públicos)

Mineiro Aires - 200“Confuso”, “complexo”, “salomónico”, foram alguns dos adjectivos com que o bastonário da Ordem dos Engenheiros caracterizou o anteprojecto de revisão do Código dos Contratos Públicos (CCP), no debate promovido na sede nacional da Ordem dos Engenheiros, em Lisboa. Com o objectivo de obter contributos a enquadrar num documento de posicionamento que remeterá ao Governo relativamente a esta proposta, que está em discussão pública até 23 de Setembro, a OE realizou esta sessão de debate, cuja abertura coube a Carlos Mineiro Aires.

“Eu acho que a Ordem, de alguma forma, tem de assumir (…) uma posição forte e veemente nesta ocasião que é dada para a discussão pública” deste documento, destacou Carlos Mineiro Aires no início da sua intervenção, frisando que são -“e continuarão a ser” – os engenheiros “os principais utilizadores deste código”, sendo, simultaneamente, “as suas principais vítimas”, uma vez que o documento actual “não é um documento simples”, mas sim “complexo”.

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One very simple, but radical, idea: to democratise Europe | Yanis Varoufakis

diem - 200Dear friends,

After last night’s shock result, for which we must hold responsible the European establishment’s deep contempt for democracy and reason, DiEM25 is more important than ever. It is our democratic movement that will have to forge the bonds of pan-European solidarity necessary to pick up the pieces from the EU’s disintegration.

  • Brussels-Berlin-Frankfurt (the triangle of real power) will no doubt double down on authoritarianism-with-austerity and just offer a few inconsequential sticks and carrots along the way. We need to confront them before they destroy everything
  • Meanwhile, the London Tories are in disarray, as is Labour. DiEM25 must be present throughout the UK and Europe, pushing in the direction of anti-austerity, anti-racism and toward a pan-European anti-Brussels block.

I ask all of you, comrades, that you become involved, that you share our message widely: through Twitter, Facebook, other networks and email as well as offline. It is pivotal that you help transmit our sense of urgency and get as many people as possible to support DiEM25’s agenda for a democratic, social and open Europe.

Let us not allow what happened last night demoralise us. On the contrary, let’s strengthen our stance, let’s go out to defend it and promote it now more than ever.

Our time has come and it is essential to involve ourselves with all our strength.

Regards

Yanis Varoufakis

Colégio La Salle | Barcelinhos | Barcelos | Portugal

Nascido em 1952 como escola de formação dos Irmãos de La Salle, desde 1981 que obteve contrato de associação com o Ministério da Educação e abriu portas com duas turmas do 5.º Ano.  Hoje tem 18 turmas, do 5.º ao 12.º Ano.

A Congregação de S. João Baptista de La Salle é uma Comunidade de homens bons. De grandes educadores e formadores. Cultos e humanistas. Abertos ao mundo.

“Hoy, la gran familia de La Salle consta de 5 000 Hermanos, que junto con 84 000 educadores y numeroos colaboradores laicos ayudan en cerca de 1 000 centros educativos en 80 países. Ochocientos cincuenta mil alumnos, niños, jóvenes y aun adultos, reciben la mejor educación posible en las aulas de La Salle.”

https://www.facebook.com/colegio.lasalle.1

Colégio

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La Salle - Barcelinhos

ASSOCIAÇÃO DE ANTIGOS ALUNOS DE LA SALLE DE PORTUGAL | CONTRATO DE ASSOCIAÇÃO | COMUNICADO

la salle - 200Na sequência da publicação do Despacho Normativo 1-H/2016 e da intenção do Governo em reduzir significativamente o número de turmas das escolas com Contrato de Associação, a Direção da Associação de Antigos Alunos de La Salle, em defesa do projeto educativo do Colégio La Salle de Barcelos, apela a que:

1) – Sejam respeitados os contratos de associação celebrados por um período de 3 anos letivos, e contesta que os mesmos contratos se refiram apenas às turmas em início de ciclo em 2015/2016.

2) – Seja permitida a continuidade do projeto educativo do Colégio, que acolhe crianças de todos os extratos sociais, incluindo crianças desinseridas do meio familiar ou em situação de risco social chegando, na maioria dos anos letivos, aos 60% de alunos com Apoio Social Escolar.

3) – Não se interrompam os acordos e protocolos estabelecidos, no sentido de proporcionar escolaridade assistida de modo particular a jovens institucionalizados do Lar de Acolhimento – Colégio S. Caetano de Braga – tendo em conta que foi o Centro de Segurança Social de Braga a patrocinar esta solução, e que mereceu a autorização da Direcção Regional de Educação do Norte. Desde o início desse protocolo aumentou, significativamente, o sucesso escolar dessas crianças e jovens com a obtenção de diversas licenciaturas.

4) – Igualmente apela-se a que se prossiga o protocolo estabelecido com a Casa do Menino Deus, de Barcelos, pelo qual as crianças institucionalizadas dessa instituição frequentam a escolaridade obrigatória no Colégio La Salle.

5) – Seja respeitada a liberdade de escolha das famílias, em particular as de menor rendimento.

6) – Que seja levado em conta algumas referências históricas:

– O Colégio La Salle começou a funcionar no ano lectivo de 1981-1982, sempre numa basa de gratuitidade. Nessa altura não havia qualquer outra escola pública ou privada nem em Barcelinhos nem em nenhuma freguesia barcelense da  margem esquerda do rio Cávado. Constituiu um regozijo público a instauração do ensino nesta área geográfica.

– Quando o Ministério da Educação decidiu abrir a Escola Preparatória Rosa Ramalho, a pedido do Ministério, os dois primeiros anos funcionaram nas instalações do Colégio La Salle, a título gratuito.

Sendo o Estado uma pessoa de bem e de bom senso, estamos convencidos que honrará este passado de colaboração.

Finalmente:

1) – A Associação de Antigos Alunos de La Salle congratula-se com a Assembleia Municipal de Barcelos, pelo apoio inequívoco prestado ao Colégio La Salle.

2) – Os Antigos Alunos de La Salle estão convencidos, pela sua própria experiência, que os valores cultivados neste colégio imprimem um carácter único e próprio à formação humana e académica dos seus alunos, contribuindo para uma sociedade justa, coesa e desenvolvida.

Barcelos, 5 de Maio de 2016.

Carlos Borrego, Presidente da Direcção da Associação de Antigos Alunos La Salle de Portugal.

29 ABRIL | ARTSPACE JOÃO CARVALHO | APRESENTAÇÃO DO JAZZMINDE 2016

O ARTSPACE foi o local eleito para a apresentação oficial do 12º Festival de Jazz de Minde no dia 29 de Abril de 2016. Um moderno espaço onde o artista JOÃO CARVALHO expõe a sua espectacular obra, e onde a arte se irá encontrar com o jazz.

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Aguarelas II | Alfredo Roque Gameiro | 04 de Abril de 1864 – 04 de Abril de 2016

Há 152 anos, nasceu, em Minde, um menino a quem deram o nome de Alfredo. Os seus pais chamavam-se Ana de Jesus e Silva e Manuel Rey Roque Gameiro.
Este menino foi, mais tarde, o grande aguarelista Alfredo Roque Gameiro. O museu que, em Minde, lhe é dedicado, apresenta-vos a imagem de 3 trabalhos notáveis, de sua autoria: os retratos dos seus pais e o auto-retrato.

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The talk is over | It’s time to act | DiEM25

Diem25Dear Member,

Last night something special happened. Something big. Our movement truly started to  take form with our first assembly in Rome. There, we shared our first action plans – plans that you, as one of the first to join DiEM25, are part of.
Europe is now at a crucial point: the EU either embraces democracy or it disintegrates. Without transparency, democracy fails. When there’s too much secrecy, governments can make dodgy deals, never held to account because their citizens don’t know what’s happening before it’s too late.
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Fronteira regressa a Castelo Branco entre os dias 7 e 9 de abril.

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A quarta edição do Fronteira — Festival Literário de Castelo Branco acaba de ser anunciada. Numa edição em que irão debater-se antagonismos e cumplicidades entre a ficção e a poesia, nas letras como na música, cabe a autores como Manuel Alegre, Matilde Campilho, José Eduardo Agualusa,Inês Pedrosa, Nuno Júdice ou Luís Represas o papel de paladinos de uma ou outra facção. Ou até de ambas.

Da programação do Fronteira 2016 fazem parte mesas de debate, lançamentos de livros, apresentações e homenagens, ficção e poesia maldita, histórias contadas em verso, visitas às escolas e uma feira do livro, com os limites entre prosa e poesia a marcarem o tom do Festival.

Entre os dias 7 e 9 de abril, o Festival Literário de Castelo Branco regressa para discutir as fronteiras entre prosa e poesia, mantendo um pé de cada lado. Será o prosador um poeta sem capacidade de síntese? Será o poeta um prosador com tiques de preguiça? Uma embaixada de autores munidos de passaporte literário estão preparados para ensaiar as respostas a estas perguntas.

Acompanhe as novidades na página de facebook do Fronteira.
Pode consultar a programação completa no press kit disponível aqui.

Para mais informações:
comunicacao@booktailors.com

O Fronteira — Festival Literário de Castelo Branco é uma iniciativa da Câmara Municipal de Castelo Branco, com produção executiva da Booktailors — Consultores Editoriais.

PORTUGAL NA GRANDE GUERRA | Entrar na Guerra | por Carlos de Matos Gomes

gm - 200Portugal entrou na Grande Guerra para manter uma utopia – a de que tinha um império colonial a defender – e para salvar outra – a da que implantara uma jovem República progressista, democrática e igualitária.

A questão primeira não é a da entrada de Portugal na Grande Guerra. É a Grande Guerra. Ao ver as fotografias das “grandes figuras” que lançaram a Europa na Grande Guerra, ocorre-me sempre uma pergunta: que queriam estas macabras figuras de bigodes, botas altas, capacetes e bonés? Que figurões são estes? As fotografias dos “grandes” da Europa, engalanados como porteiros de hotel, sentados, de perna cruzada, tanto podiam ser a de quem mandou para fogueira para aí uns dez milhões de europeus, como a de banqueiros reunidos para mais uma golpada financeira, como a de um gangue antes do assalto. Até, na melhor das hipóteses, podia ser a de um grupo de velhos depravados num bordel. Faltam as raparigas, é claro.

A Grande Guerra foi precedida por um bacanal de kaiseres e Kzares, de reis e de presidentes, de generais e industriais. Essas negras figuras tinham uma palavra na cabeça e babavam-se: Império. Mandaram matar pelos impérios em áfrica e na Europa como quem come tremoços com imperiais.

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No desfile do Filipe Faísca | Inês Salvador

Ines - 200Scroll no feed e são fotos e mais da Manuela Moura Guedes no desfile do Filipe Faísca. Ninguém pediu, mas vou dar a minha opinião, que é para isso que me serve esta página neste órgão de comunicação social. Mais precisamente, para dizer o que me apetece, mesmo quando ninguém perguntou e, também, quando podia ficar calada.
Gosto das meias e dos sapatos. Não gosto do vestido. Não desgosto exatamente do modelo, mas a confeção não parece boa, cai mal, assenta mal, as mangas não são mangas, são mangoilas. O tecido não parece adequar-se ao modelo. É demasiado espesso e “armado”, o resultado parece um “abat-jour”. Sendo que o Faísca faz coisas giras, muitas giras, às vezes, mas desta vez não parece ter corrido tudo bem.
A Manuela Moura Guedes é o que é, nem me dou ao trabalho de mais considerações, mas as pernas estão boas. Bem boas, é o que parece nas fotos. Já os comentários à idade da Manuela Moura Guedes para andar a passar modelos não me parecem nada bons. Moralistas, bacocos, imbecis, provincianos, de pequeno mundo e da completa falta dele, fora do prazo na capacidade de progredir em valores e ideias. Do preconceito, da mediocridade, da mesquinhez, enfim, da raiz de todos os males que é a estupidez.
Muito se pode apontar à Manuela Moura Guedes, mas nunca o andar a passar modelos aos 60 anos. Nem a ela nem a mulher nenhuma, nem a homem nenhum. Pela idade nunca. Pela idade não há nada a apontar às pessoas. Cada um tem a que tem, não é uma escolha que se faz. Queremos uma longa vida, desejamos aos outros uma longa vida, se não é para viver, é para quê, afinal?
Façam o favor de não antecipar a morte às pessoas. Façam o favor de não antecipar a vossa própria morte. Vivam e deixem viver.

Inês Salvador in Facebook (copiado sem autorização, mas com a devida vénia)

O Rio Com Regresso – Ensaios Camilianos | Maria Alzira Seixo

maria alzira seixo - 200
Este conjunto de estudos é constituído por dez ensaios que analisam individualmente aspectos bastante diversos, mas todos eles importantes, da obra de um dos maiores prosadores da literatura portuguesa, Camilo Castelo Branco. Nele se encontram de igual modo tratados temas mais amplos, como o lugar da novela camiliana no panorama histórico-literário português ou a problemática do feminino na obra do escritor, e tópicos mais aprofundados que dizem respeito a um determinado texto, como a análise da personagem Maria Moisés da novela homónima do segundo volume das Novelas do Minho. Este é, pois, um livro que tanto pode interessar aos apreciadores da obra do escritor, como também a todos aqueles que se dedicam ao estudo da ficção no geral e de aspectos da teoria da narrativa e do romance em particular.

A Noite não é eterna | Ana Cristina Silva

acsilva - 200A Roménia, sob o jugo do ditador Nicolae Ceausescu, atravessa um dos piores períodos da sua história, com a sua população a enfrentar a fome e dominada pelo terror. Seguindo as orientações do Presidente para a criação de um exército do povo no qual os soldados seriam treinados desde crianças, Paul, um ambicioso funcionário do partido, decide levar de casa o filho de três anos e entregá-lo aos cuidados do Estado. Quando a mãe se apercebe do desaparecimento do pequeno Drago, o desespero já não a abandonará, bem como o firme desejo de acabar com a vida do marido.
Correndo riscos tremendos, Nadia não desistirá, porém, de procurar o menino, ainda que para isso tenha de forjar uma nova identidade, de fazer falsas denúncias, de correr os orfanatos cujas imagens terríveis chocaram o mundo e até de integrar uma rede que transporta clandestinamente crianças romenas seropositivas para o Ocidente. Mas será que o seu sofrimento pode ser apaziguado enquanto Paul for vivo? Enquanto o ditador for vivo?

A pele de Cavaco e os milagres de Marcelo | ALEXANDRA LUCAS COELHO in Público 13-03-2016

alexandra lucas coelhoPortugal, que não é um fado, continua a viver com a ilusão dos eleitos.

1. Portugal largou Cavaco como se mudasse de pele. Nenhuma transição desde o fim da ditadura gerou este alívio, quase uma libertação nacional. Marcelo tomou posse do momento, impaciente de optimismo e ecumenismo: apaziguar, unir, sorrir, curar. Descendo a minha rua, vi lágrimas no meio do povo, aos pés da Assembleia. No item empatia, foi a passagem do zero para a maioria absoluta. E aí vai Portugal para a Primavera de 2016, cheio de fé renovada.

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“CONTOS IMPERFEITOS” | Cristina Carvalho

contos imperfeitos(…)
Os guilros são os donos deste mundo. Os guilros elevam-se até às gárgulas do Mosteiro, lá no alto, nos pináculos. As gárgulas riem-se às gargalhadas, assobiam, cantarolam e velam, velam sempre por detrás das suas carantonhas malévolas lembrando que o diabo existe, lembrando as pessoas que o diabo toma muitas formas. Gárgulas e guilros conhecem o mundo.
As gárgulas aparam a água que escorre dos céus; os guilros dessedentam-se nessas águas para poderem esvoaçar, sôfregos, à volta de outras raparigas que, por sua vez, dançam na praça e enlouquecem os homens, seja isto ontem ou hoje ou amanhã.
Depois, de repente, inesperadamente, começam a debandada na direcção da serra que existe por detrás das casas, por detrás das árvores, na direcção da serra presente ao longe. Abandonam o Mosteiro. A terra treme.
Sempre aos gritos desvairados, esvoaçando pelos céus agora escurecidos, os guilros desaparecem. Deixam um rasto de incompreensão, de susto, de trevas.
Cheira ao pó da eternidade. Depois, a porta pesadíssima, enorme do Mosteiro fecha-se sobre mim que ainda continuo sentada ali nas lajes em frente. Permaneço na mesma posição há centenas e centenas de anos. Tal como as vozes e os gestos dos pedreiros indiferentes ao desenrolar dos tempos.
Para eles é que vão os meus murmúrios. Para os construtores das gárgulas de todos os templos.

Cristina Carvalho – excerto de “OS GUILROS E AS GÁRGULAS DO MOSTEIRO”, conto incluído no livro “CONTOS IMPERFEITOS”, uma publicação de Arquivo – Bens Culturais em Fevereiro de 2016

Inês Salvador | Mercado Biológico, Vegans e Paleolíticos

ines - 150Fui ao Mercado Biológico e ai que maravilha, por coincidência era tudo biológico! Carnes, peixes, mariscos, pão, bolos, fruta, vinhos, água, chás, cafés, detergentes, produtos para a higiene íntima, maquilhagem, etcetera, etcetera. Havia leitões que tinham largado os campos e feito maratonas para chegar à loja e desmaiar nas vitrinas ainda com as bolotas na boca, mexilhões que tinham vindo a cavalo em polvos, que percorreram a ciclovia na ponta dos tentáculos para caírem de cansaço dentro da arca frigorífica, perdizes que voaram para dentro da loja e foram sentar-se nas prateleiras dos congelados já depenadas, pães com os grãos de trigo e centeio ainda descascarem-se dentro da embalagens, água a correr da nascente mascarada de garrafa de plástico, óleos de todas as espécies e origens do que é oleoso, sacos de algas, sacos de lodo, sacos de tanta e tanta coisa, e sacos de papel reciclado para levar tudo.

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O Bicho-de-Sete-Cabeças | História de uma eleição democrática | de Carmen Zita Ferreira com Ilustração de Sandra Serra

o bicho de sete cabecas - 150Livro com uma pedagogia recomendável a todos os adultos….
Um livro fantástico e de uma pedagogia incrivel. De facto o livro é recomendável para alunos que tenham formação civica mas sinceramente, este livro deve ser lido por todos os patrões, directores, executivos, politicos.. quem tem um cargo de chefia devia ler e interiorizar a mensagem deixada pela autora, de forma a que consiga fazer a diferença.

A crise da social-democracia | MANUEL LOFF in “Público”

manuel lof - 150A tão discutida crise da social-democracia (SD) – não, não estou a falar da que Passos Coelho redescobriu há dias… – observa-se hoje, a partir de Portugal, com uma experiência de governo tão original quanto a atual, de forma substancialmente diferente da visão desoladora com que ela emerge à escala internacional. Depois da sua viragem ideológica dos anos 80 no sentido de um social-liberalismo (liberal na economia e nos costumes, social na preservação de políticas de redistribuição desde que não ponham em causa a recomposição do capitalismo internacional em nome da competitividade), a SD perdeu uma grande parte da sua capacidade de representação política, sobretudo entre os que dependem de um salário e os setores sociais que, avessos a mudanças estruturais do capitalismo, não deixam de acreditar na função reguladora das políticas sociais.

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Renascer | Maria Isabel Fidalgo

O tempo nos devora
e pouco se demora
em nós a primavera
mas há sempre uma ilha
e a linfa vacilante
entre a música e a luz
no caudal ligeiro
que a corrente leva.
Bom é jorrar na margem
que se julgava estagnada
um jato de água
que devolve à paisagem
o encanto da vertigem
um alento de tempo
que ficou suspenso
no pulsar da aragem.

maria isabel fidalgo

(Running along the beach- Joaquin sorolla )

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SITUAÇÃO ACTUAL DA LIVRARIA ESPAÇO ULMEIRO | Balanço nº1:28/2/2016

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1. Foi inesperada e reconfortante a reacção ao nosso “alerta” sobre a real possibilidade de encerramento da Livraria passados quase 47 anos sobre o seu início na Av. do Uruguai, 13A, em Lisboa, (Benfica). Agradecemos a todas e a todos os que nos visitaram.
Hoje acreditamos um pouco mais na possibilidade do “milagre” do renascimento deste projecto livreiro e editorial.

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Lettre de Vladimir Nabokov à Véra | “Je t’aime, je te veux, j’ai insupportablement besoin de toi…”

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Vladimir Nabokov (1899-1977), sulfureux écrivain d’origine russe et américain d’adoption, est notamment connu pour ses romans Lolita (1955), La Méprise (1934) ou Feu Pâle (1962). Il rencontre Vera Slonim en mai 1923 et fait d’elle sa dactylo et sa traductrice avant de l’épouser en 1925. En plus de lui dédier la quasi-totalité de ses œuvres, Nabokov lui adresse également des lettres d’amour d’une rare beauté.

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Victor Hugo | J’ai donc dit qu’il fallait aimer le peuple.

Victor_Hugo - 150Victor Hugo (26 février 1802 – 22 mai 1885) est un homme aux multiples facettes : écrivain, féministe, socialiste etc. Mais l’auteur des Misérables est surtout un humaniste. Chacun de ses combats ont été avant tout motivés par le besoin de remettre l’homme au centre de la vie politique et sociale. Dans cette lettre qu’il adresse au rédacteur de La Ruche populaire et ouvrier, l’homme de Lettres clame haut et fort l’importance d’adopter un regard universel sur l’essence de l’homme, peu importe son origine sociale.

 

 

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Joana Carneiro | Maestrina portuguesa desassossega Londres

Espetáculo multimédia baseado no “Livro do Desassossego” vai mexer com a capital britânica

joana carneiro

O coração, se pudesse pensar, pararia.” Mais de três décadas depois de ter sido revelado ao mundo, “O livro do desassossego” chega esta quarta e quinta-feira a Londres, num espetáculo multimédia do holandês Michael Van der Aa e que será conduzido pela maestrina portuguesa Joana Carneiro.

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Correntes d’Escritas distinguido pelo Ministério da Cultura

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Póvoa de Varzim, 24.02.2016

A Sessão Oficial de Abertura do 17º Correntes d’Escritas decorreu, esta manhã, no Casino da Póvoa, com a presença do Ministro da Cultura, João Soares. Como habitualmente, foram anunciados os vencedores dos Prémios Literários 2016 e lançada a Revista Correntes d’Escritas 15, dedicada a António Lobo Antunes.

O Ministro da Cultura, assumindo-se como um “homem do livro”, revelou que foi “com enorme entusiasmo e imenso prazer” que aceitou participar no Correntes d’Escritas. Reconheceu o “trabalho notável” que é desenvolvido pela Câmara Municipal da Póvoa de Varzim ao longo dos últimos 17 anos, transformando o Correntes no “maior evento ibero-americano de literatura”. João Soares destacou o papel de Manuela Ribeiro, organizadora do Encontro, e por isso fez questão de lhe entregar a Medalha de Mérito do Ministério da Cultura nesta cerimónia.

João Soares transmitiu que “o Correntes d’Escritas tornou a Póvoa conhecida do Cabo Bojador até ao estreito de Magalhães, pelo menos. De facto, tornou-se um festival internacional de grande prestígio para toda a literatura ibero-americana”.

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Cristóvão Colon – Nobre Português | Fernando Branco

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Em Setembro de 1476, na costa do Algarve, ocorreu uma batalha naval entre uma frota luso-francesa e outra genovesa.

Na batalha, segundo a biografia de C. Colon, este salva-se a nado e chega à costa portuguesa, onde começa então a vida conhecida do Almirante. Na mesma batalha, o cronista real Rui de Pina, refere por outro lado, apenas o desaparecimento de um capitão naval, fidalgo português.Este facto suscitou-me alguma suspeição e levou-me a realizar uma longa investigação histórica sobre a vida daquele fidalgo luso.Neste livro, depois de se analisar as mais de cinquenta coincidências encontradas entre a vida do fidalgo e a de C. Colon, deixa-se ao leitor a decisão sobre quem foi de facto este nobre português e… sobre a hipótese de o poder confirmar.

Ver aqui:  Chiado Editora

Le mouvement illusoire de Bernie Sanders | par Chris Hedges

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Article original publié en anglais sur le site de truthdig.com, le 14 février 2016.
Christopher Lynn Hedges (né le 18 septembre 1956 à Saint-Johnsbury, au Vermont) est un journaliste et auteur américain. Récipiendaire d’un prix Pulitzer, Chris Hedges fut correspondant de guerre pour le New York Times pendant 15 ans. Reconnu pour ses articles d’analyse sociale et politique de la situation américaine, ses écrits paraissent maintenant dans la presse indépendante, dont Harper’s, The New York Review of Books, Mother Jones et The Nation. Il a également enseigné aux universités Columbia et Princeton. Il est éditorialiste du lundi pour le site Truthdig.com.

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Bernie Sanders, qui s’est attiré la sympathie de nombreux jeunes universitaires blancs, dans sa candidature à la présidence, prétend créer un mouvement et promet une révolution politique. Cette rhétorique n’est qu’une version mise à jour du « changement » promis en 2008 par la campagne de Barack Obama, et avant cela par la Coalition National Rainbow de Jesse Jackson. De telles campagnes électorales démocratiques, au mieux, élèvent la conscience politique. Mais elles n’engendrent ni mouvements ni révolutions. La campagne de Sanders ne sera pas différente.

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La Souveraineté du People | Guillaume Erner | Gallimard

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La souveraineté du people – Guillaume Erner. La meilleure façon de saisir une société, c’est de comprendre ses obsessions. La nôtre est obsédée par la célébrité.

Ce livre cherche à comprendre pourquoi, et comment, la notoriété est devenue un objectif suprême. À cet égard, il s’est produit plus qu’une évolution : une révolution. Comment le narcissisme a-t-il pu ainsi triompher de l’humilité? Certes, jadis, la gloire était encensée. Mais la célébrité n’est pas la gloire, les people ne sont pas des héros. Tenter de saisir cette rupture, c’est saisir la nature de notre époque.
Pourquoi les people suscitent-ils autant d’attrait? Leur présence dépasse aujourd’hui de loin la presse spécialisée. Ils ont envahi Internet, et même les journaux les plus sérieux se penchent aujourd’hui sur leur sort. Alors que les people ne sont célèbres que pour leur célébrité, l’attention dont ils bénéficient ne cesse de croître. Cet essai vise à comprendre un tel paradoxe. Pour ce faire, il convoque un univers bien éloigné de celui de Nabilla et de Justin Bieber : celui des sociologues qui, de Weber à Simmel, se sont attachés à expliquer la modernité. Car les people constituent le parfait résumé de notre époque. Comprendre le rôle qu’ils jouent auprès de nos contemporains permet de mieux comprendre notre société. Ce nouveau culte de la célébrité pour elle-même révèle la condition des anonymes, depuis l’individualisme contemporain jusqu’au consumérisme. À travers le people, c’est le peuple qui est éclairé.

Lisez les premières pages : bit.ly/211fkhR

Welcome to DiEM25! | One very simple, but radical, idea – to democratise Europe

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Welcome to DiEM25!

Since our launch on 9th February in Berlin, many have joined DiEM25. Thank you for being amongst the first to do so!

Ideally, we should all get together to welcome each other to DiEM25!

Alas, Europe is too large to allow this.

Europe may be very large but it is not powerful enough to withstand the destructive forces that are tearing the EU apart.

The reason? With their incompetence and authoritarianism, the EU establishment have turned Europeans against it.

Whatever we may think of the EU, its disintegration today threatens the peoples of Europe with a (post)modern version of the 1930s.

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APELO AOS AMIGOS DO EPHEMERA | José Pacheco Pereira

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Neste momento, o ritmo das ofertas e das aquisições semanais subiu muito, e tem havido um crescente número de voluntários para trabalhar no ARQUIVO / BIBLIOTECA. Torna-se necessário uma espécie de entreposto em Lisboa, onde se possa recolher material, dar-lhe um primeiro tratamento e organização e ter um posto de digitalização. Por isso, precisamos da cedência de um espaço que não precisa de ser muito grande, com condições mínimas para que se possa fazer estes trabalhos, ou pro bono, o que seria ideal para não agravar as despesas, ou com uma renda nominal. De nossa parte, podíamos fazer pequenas obras de manutenção, garantir os gastos de electricidade e água e cuidar da segurança do espaço. Há por toda a cidade espaços vazios, lojas e pequenos apartamentos vagos, que podem servir para este objectivo,. A acessibilidade é também importante. O período da cedência seria de cerca de dois anos.

Obrigado.