Tudo começou com uma campanha de marketing da marca de preservativos brasileira Olla , que sugeria a implementação do Dia Mundial do Sexo a 6 de setembro de 2008. O dia, que remete para um trocadilho entre o dia 6 e o mês 9, é agora um sucesso que não cai em esquecimento e, pela Internet, corre mesmo um “Manifesto Pelo Dia do Sexo”, que não é ainda oficialmente previsto na constituição brasileira.
A “Festa do Teatro” é um momento cultural de relevo na cidade de Setúbal, proporcionando ao público autóctone e aos visitantes momentos de verdadeiro divertimento, de enriquecimento cultural e de crescimento intelectual, em que o teatro assume o papel de dinamizador de redes de difusão, permitindo a interligação de experiências e a movimentação de espectáculos de carácter profissional.
A festa do Teatro tem como objectivo reunir públicos e artistas em torno de diferentes abordagens, artísticas, cénicas e pluridisciplinares, mundos e criações diferentes através da forma de expressão teatral que não estagnam, que vivem na incessante sede da imaginação. Sempre na tentativa de criar novas formas de potenciar a criação, reflectir sobre o que é feito e visões de novos caminhos a trilhar. Como dizia Raul Brandão: “Nós não somos inutilidades num mundo feito, mas os obreiros de um mundo a fazer.”
Num mundo em que a globalização vigente tem dado passos largos para uma normatização sem diferenças da cultura, em que o idêntico e a mimetização se tornam regra esbatendo todo o brilho e riqueza da pluralidade cultural e visões do mundo, a Festa do Teatro oferece uma programação que mostra a variedade do espectro criativo que existe de norte a sul do país e diferentes abordagens além fronteiras, potenciando hábitos de fruição cultural e apostando na formação de públicos e no desenvolvimento da sua capacidade crítica. Procura também esta verve criativa existente nas periferias, sempre pugnando pelo valor artístico e social das produções nela apresentada. Sempre na partilha de novos caminhos e visões, como afirmava Jorge de Sena “A cultura serve para mostrar a nós próprios que somos melhores do que aquilo que pensamos ser!”
De 24 a 31 de Agosto
Programa
“XV FESTA DO TEATRO”
Festival Internacional de Teatro de Setúbal
AGOSTO
24 – 19h00
. Salão Nobre – Sessão de Abertura
O Piano em Pessoa – Armando Nascimento Rosa e António Neves da Silva – entrada livre
22h – Parque do Bonfim
. Que raio de Mundo – Teatro Regional da Serra do Montemuro – M/6
25 – 22h
. Fórum Municipal Luísa Todi | A noite antes da floresta – Teatro
Estúdio Fontenova – M/16
26 – 22h
Auditório da Escola Sebastião da Gama | Branca de Neve / Leitura
Encenada seguida de conversa com a equipa artística – Uma produção de Paulo Lage – M/16
27 -22h
. Fórum Municipal Luisa Todi | Ensaio ou Café dos Artistas – Teatro dos ALOÉS – M/12
28 – 22h
. Casa da Cultura | Um Precipício no Mar – Artistas Unidos- M/12
23h – Casa da Cultura
. Mostra de Curtas-metragens – Experimentáculo –
Entrada livre
29 – 22h
.Fórum Municipal Luísa Todi | A Estalajadeira – Artistas Unidos – M/12
Apresentação conjunta do Fórum Municipal Luisa Todi e Teatro Estúdio Fontenova
30 – 22h
. Auditório da Escola Secundária Sebastião da Gama | T. 3 – Uma Criação de João de Brito, Wagner Borges e Marta Lapa – M/16
31 – 22h
. Fórum Municipal Luisa Todi | Dos à deux, 2°acto – Dos à Deux / França – M/12
Actividades paralelas:
De 13 a 31 de Agosto .
Café das Artes/Casa da Cultura | Exposição de Fotografia – alusiva a edições anteriores.
De 24 a 31 de Agosto
. Ponto de encontro / (Re)cantos à Festa– Momentos de animação e partilha entre artistas e a comunidade | Café das Artes/Casa da Cultura
O elevador do Arco da Rua Augusta, em Lisboa, vai abrir ao público já no próximo dia 9 de Agosto. O “novo polo de atração turística muito importante” dá acesso a um “amplo terraço” e devolve à cidade “um miradouro extraordinário”. http://www.fb.me/LisboaLive.pt
Agosto é sinónimo de praia, férias, sol e calor, também de viagens, emoções ao rubro, reencontros e revisitações. Viagens metafóricas; o sol como elemento de esperança. O Teatro Rápido não vai de férias, mantém-se de portas abertas, sendo uma boa opção cultural para o mês de Agosto.
Em Agosto assinalamos as estreias no TR de Alexandre Tavares, que encena Diogo Tavares, num texto de Armando Nascimento Rosa; Duarte Grilo, que já tem pisado o palco do TR BAR com Café Improv, faz a sua estreia em Sala com encenação de José Carlos Garcia. Anna Carvalho está de regresso ao TR ao lado de Marta Prieto e ainda a estreia absoluta no TR de Igor Sampaio ao lado de Isabel Damatta, pela mão de Fernarndo Gomes.
Pelo palco do TR Bar teremos o regresso de Eduardo Gaspar com o hilariante trabalho de “Elas Sou Eu” e ainda a continuidade do PFShortsFest.
Em Agosto o TR interrompe a Programação para a Infância, regressando em Setembro!
De 1 a 31 de Agosto – de 5ª a 2ª
SALA 1 – Cigano de Lisboa
Horário das sessões: 18h00 | 18h30 | 19h00 | 19h30 | 20h00
quinta a segunda | M/12 | 3€
Texto: Armando Nascimento Rosa
Encenação e Cenografia: Alexandre Tavares
Interpretação: Diogo Tavares
Produção: João Pires
SALA 2 – Belo, Feio e Assim Assim
Horário das sessões: 18h05 | 18h35 | 19h05 | 19h35 | 20h05
quinta a segunda | M/12 | 3€
Texto: Adriano Teixeira
Encenação: José Carlos Garcia
Interpretação: Duarte Grilo
Cenografia e Grafismo: Pedro Vercesi
Fotografia de Cena: Luciana Coelho
SALA 3 – Barbona
Horário das sessões: 18h15 | 18h45 | 19h15 | 19h45 | 20h15
quinta a segunda | M/16 | 3€
Texto: Marta Prieto
Encenação e Interpretação: Anna Carvalho e Marta Prieto
Imagem Gráfica, Cenografia e Produção: António Proença Azevedo
Assistência de Produção: Rita Borreccio e Ana Bicker
Espetáculo disponível em em Português; e Italiano (a partir de 17 de Agosto) mediante reserva antecipada para grupos através do 213 479 138 ou tr@teatrorapido.com
SALA 4 – Sol-Ida-Mente… Juntos!
Horário das sessões: 18h20 | 18h50 | 19h20 | 19h50 | 20h25
quinta a segunda | M/12 | 3€
Autor: Tom Lis
Encenação: Fernando Gomes
Interpretação: Igor Sampaio e Isabel Damatta
Produção: Luís de Freitas
Assistência de Produção: João Gouveia
ALEGIA DA CRIAÇÃO | Este trabalho é uma proposta para assinalar a data do nascimento de José Afonso. Será apresentado amanhã, dia 2, na sala da Associação José Afonso e no Café das Artes, na Casa da Cultura, em Setúbal. Trata-se de uma intervenção visual que tenho vindo a desenvolver nas últimas semanas. No início de setembro será apresentada uma publicação – livro de artista – que contará com a participação de vários convidados.
Alegria da criação é um tema de José Afonso, incluída no seu trabalho Galinhas do Mato, que foi o último disco que editou.
Da evolução deste projecto irei dando notícias nos próximos tempos.
Depois de 40 anos ao serviço da Marinha, o antigo submarino “Barracuda” vai entrar em missão civil a partir de 2013, constituindo um núcleo museológico aberto ao público, a instalar na zona ribeirinha do Farol de Cacilhas, em Almada.
O projecto conjunto da Marinha Portuguesa e da Câmara Municipal de Almada, com abertura ao público prevista para o início de 2013, foi firmado hoje em protocolo assinado em Lisboa entre o Chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA), Almirante Saldanha Lopes, e a presiden5te da autarquia, Maria Emília Neto de Sousa.
O “Barracuda”, que foi desactivado em 2009, vai ficar instalado em Cacilhas junto à Fragata D. Fernando II e Glória, constituindo um “pólo museológico” do Museu da Marinha que as duas partes acreditam “contribuirá para a dinamização histórica, cultural e turística desse importante património e, ao mesmo tempo, para a projecção de Cacilhas e Almada”.
Notícia do Público de 19 de Dezembro de 2011, por cá continuamos à espera que o projecto de concretize. O reportagem em vídeo é da RTP.
«O livro procura, primeiro, indagar os pilares americanos e europeus da crise financeira de 2007 e das crises subsequentes, ditas de dívida soberana, incluindo o elemento sempre presente das teorias da conspiração sobre a turbação contínua. Depois, debruça-se o escrito sobre o caso português. Salienta alguns traços relevantes, desde o fim do segundo governo de Sócrates às correntes experiências, em torno da adequação aos memorandos de entendimento com a missão internacional de assistência, vulgo troika, e passa em revista domínios que parecem relevantes.»
Segundo o “Dicionário de História de Portugal” foi Passos Manuel quem fundou a Academia de Belas Artes, referendando os três decretos de 25 de Outubro de 1836, todos relativos à Academia. O primeiro decreto teve por fim criar a Academia, o segundo, colocá-la numa parte do edifício do extinto convento de São Francisco da Cidade, onde ainda hoje existe, e criou uma biblioteca de Belas Artes no mesmo edifício, por último nomeou para os diversos empregos da academia as pessoas constantes duma relação que acompanhava o mesmo decreto.
Esta criação veio no seguimento da Revolução Setembrista e no âmbito de uma alargada reforma do ensino, sendo, desta forma, colocadas em prática as anteriores reformas de Agostinho José Freire. Assim, o então Estado Liberal assume a responsabilidade de centralizar o ensino artístico, anteriormente disperso, sendo-lhe conferido o objectivo de formar os artistas de belas artes e das artes fabris.
A Academia tinha funções honoríficas, culturais e pedagógicas, sendo constituída por docentes proprietários e substitutos, académicos de mérito, académicos honorários e académicos agregados. Entre estes podem-se referir: António Manuel da Fonseca, Joaquim Rafael, André Monteiro da Cruz, Domingos José da Silva, Francisco de Assis Rodrigues, Caetano Aires de Andrade, Benjamin Comte, José da Costa Sequeira, Constantino José dos Reis e José Francisco Ferreira de Freitas.
Inauguração
Inaugurada em 1837, os estatutos da Academia foram elaborados e redigidos por uma comissão presidida pelo tenente-coronel do Real Corpo de Engenheiros João José Ferreira de Sousa, director das Aulas Régias, e da qual faziam parte: Joaquim Rafael, José da Cunha Taborda e André Monteiro da Cruz, pintores, José António do Vale e Francisco Vasques Martins, professores de Desenho, João Maria Feijó e José da Costa Sequeira, arquitectos, Francisco de Assis Rodrigues, escultor, que também era secretário, João Vicente Priaz e Benjamin Comte, gravadores.
Estes estatutos foram posteriormente “corrigidos e adicionados” por uma nova comissão composta por três membros da Academia Real das Ciências: o bispo-conde D. Francisco de S. Luís (posteriormente cardeal Saraiva), Francisco Pedro Celestino Soares e José Cordeiro Feio.
Instalada no antigo convento quinhentista de São Francisco da Ci¬dade, confiscado em 1834 através dos decretos anticlericais, a Academia tinha inicialmente como funções: a formação de novos artistas, a identificação, a classificação, a inventariação, a conservação e o restauro das obras artísticas com o intuito de promover o desenvolvimento das belas artes e dos estudos arquitectónicos, a preparação de exposições e conferências, entre outras.
No reinado de D. Luís, com o decreto de 22 de Março de 1862, a Academia de Belas-Artes passa a ser designada por Academia Real de Belas-Artes, sendo que, em 1881, houve uma reforma no ensino artístico, a qual ratificou algumas inovações curriculares já antes introduzidas, dando-se a separação entre a Escola de Belas-Artes de Lisboa, com fins didácticos, e a Academia Real de Belas-Artes propriamente dita, com fins culturais.
Em 1882, integrada no Conselho de Arte e Arqueologia, surge a Comissão dos Monumentos Nacionais, presidida pelo arquitecto Possidónio da Silva, à qual se seguiram sucessivamente novas comissões, até que, a 9 de Dezembro de 1898, surge uma nova reestruturação organizacional e é criado o Conselho Superior dos Monumentos Nacionais, basicamente com as mesmas competências das comissões anteriores, fazendo parte deste Conselho os inspectores das belas artes de Lisboa e do Porto, os inspectores das Academias das belas artes, o inspector dos serviços de obras públicas, o conservador do museu nacional e os professores de arquitectura das Academias das belas artes. Este Conselho estava incumbido de estudar, classificar e inventariar os monumentos nacionais, de consultar e propor ao Governo as providências necessárias à guarda, conservação, reparação e exposição pública dos monumentos, de instruir, projectar ou propor as respectivas reparações, apropriações, aquisições e destinos do património, bem como de promover a propaganda e o culto público pela conservação e pelo estudo dos monumentos, velando pelos mesmos.
A Academia e a República
Em 1911 a Academia Real de Belas-Artes é extinta pelo Governo Provisório da República, sucedendo-lhe a 29 de Maio de 1911 o Conselho de Arte e Arqueologia (1.ª Circunscrição), com objectivos semelhantes, especialmente na conservação, administração e valorização dos monumentos e museus portugueses, sendo este por sua vez extinto a 7 de Março de 1932.
Com o Decreto n.º 20 977 de 1932, a Academia é restaurada sob o nome de Academia Nacio¬nal de Belas-Artes, por iniciativa do então ministro da Instrução Pública, Gustavo Cordeiro Ramos. Participaram também nesta instituição José de Figueiredo, também fundador do Museu Nacional de Arte Antiga, Reinaldo dos Santos, Raul Lino, José Luciano Freire, Teixeira Lopes, Xavier da Costa, Sousa Lopes, José Pessanha, Afonso Lopes Vieira, entre outros.
A galeria da Academia de Belas¬-Artes formou-se a partir de pinturas e outras obras de arte provenientes dos antigos conventos, maioritariamente da zona Centro e Sul de Portugal, os quais foram extintos em 1834. Pelo facto de se ter reunido este espólio no antigo Convento de São Francisco da Cidade aí foi instalada a Academia, juntamente com a Biblioteca Pública. Devido à falta de instalações as pinturas foram sendo colocadas em salas e corredores. Sousa Holstein reorganizou a galeria em salas para o efeito, sendo estas abertas ao público em 1869.
Os Museus Centrais
Em 1881 Delfim Guedes arrendou o Palácio Pombal, na Rua das Janelas Verdes, hoje Museu de Arte Antiga, com o intuito de se realizar a Exposição Retrospectiva de Arte Ornamental Portuguesa e Espanhola. Este edifício foi comprado pelo Estado, sendo a sua abertura oficial a 12 de Junho de 1884, sob o nome de Museu Nacional de Belas-Artes e Arqueologia, concretizando o objectivo de nele instalar o que então se designava por “Museus Centrais”, ficando entregue à Academia, nessa altura, a direcção e orientação do Museu.
Com a primeira República o Museu deixa de depender da Academia. As colecções de arte moderna foram retiradas do Museu Nacional de Belas-Artes em 1911 para serem instaladas no Convento de São Francisco da Cidade, no então criado Museu Nacional de Arte Contemporânea (actual Museu do Chiado).
Em termos de instalações a Academia permaneceu nos dois pisos inferiores do Convento de São Francisco da Cidade (Decreto de 9 de Maio de 1837), à excepção de toda a zona nascente do mesmo edifício, confinado com a Rua de Serpa Pinto, a qual foi destinada para as instalações do Museu Nacional de Arte Contemporânea, criado nesta data, albergando ainda a Biblioteca Pública e, em 1875, as instalações do Governo Civil de Lisboa.
Prémios e Publicações
A Academia Nacional de Belas-Artes tem diversas actividades, podendo-se destacar, publicações como: “Os Primitivos Portugueses”, “O Manuelino” de Reinaldo dos Santos, de saída periódica o “Inventário Artístico de Portugal” referente à inventariação por distritos de diversas obras distribuídas entre arquitectura, escultura, pintura e artes decorativas, ou uma publicação se¬mestral ou anual, o “Belas artes: revista e boletim da Academia Nacional de Belas Artes”.
A biblioteca da Academia Nacional de Belas-Artes possui milhares de volumes, sendo uma referência na arte portuguesa. A Academia Nacional de Belas-Artes possui também uma galeria de arte, na qual se expõem obras de interesse artístico e histórico.
O sistema de concursos e a atribuição de prémios produziam um elemento dinamizador da progressão da aprendizagem. Desta forma existiram concursos anuais de Desenho incidindo nas áreas do desenho de figura. Os concursos trienais eram realizados para as áreas de arquitectura, escultura e pintura histórica, sendo estas posteriormente articuladas com as exposições, também estas trienais. Mais tarde deu-se a substituição do regime de concursos por um sistema de exames finais no Curso de Desenho.
No seguimento da prática usada no reinado de D. João V e por D. José I, estavam previstas para a Academia de Belas de Lisboa bolsas de estudo para complemento da formação no estrangeiro.
Após um processo de diversos anos de discussão de regulamentos de bolsas, o então Vice-Inspector da Academia de Lisboa, Francisco de Borja Pedro Maria António de Sousa Holstein consegue aprovar, em 1865, o regulamento, sendo que no ano lectivo de 1866/1867 efectuou-se a partida para Paris dos primeiros bolseiros.
Os prémios e bolsas de estudo concedidos anteriormente pela Academia Nacional de Belas-Artes, em cumprimento do Decreto-Lei n.º 28003 de 31 de Agosto de 1937 – prémios Anunciação, Lupi, Ferreira Chaves, Soares dos Reis, José Luciano Freire, Rocha Cabral, Barão de Castelo de Paiva e Júlio Mardel e subsídio de viagem do legado dos Viscondes de Valmor – deixaram de corresponder, pela sua definição, à realidade artística do final do século XX. Assim, segundo o Decreto-Lei n.º 42, de 25 de Janeiro de 1983, e respectivo regulamento, os prémios anuais passaram a ser somente dois – o prémio Investigação e o prémio Aquisição.
A Insígnia
No ano de 1937, pela Portaria n.º 8630 de 20 de Fevereiro, é aprovada a insígnia destinada aos vogais da Academia, a qual é composta por uma medalha dourada, suspensa por um cordão com o respectivo passador. No anteverso da mesma, é figurada uma mulher jovem, realizada ao natural, que representa a Academia, e, em plano afastado, a figura do mármore pentélico do Museu de Atenas, cópia da estátua que Fidias esculpiu para o Parthenon, no reverso figura a legenda “Academia Nacional de Belas-Artes” e uma coluna dórica, adornada com livros e utensílios de escultura, pintura e arquitectura.
A 2 de Dezembro de 1982 foi aprovada, em sessão plenária da Academia, uma Medalha de Mérito abrangendo as classes de ouro, prata e bronze, com vista a galardoar pessoas singulares ou colectivas, nacionais ou estrangeiras, por actos considerados relevantes em prol da vida académica, artística ou cultural.
Em 1982 através do edital n.º 51 da Câmara Municipal de Lisboa, houve uma mudança toponímica do local, passando a designar-se Largo da Academia Nacional de Belas¬-Artes.
A 10 de Fevereiro de 1987 os estatutos da Academia Nacional de Belas-Artes de Lisboa foram renovados. Segundo a Portaria n.º 80, de 10 de Fevereiro de 1987, a Academia é uma instituição de utilidade pública, dotada de personalidade jurídica, sob a tutela da Secretaria de Estado da Cultura.
Ao longo da sua existência a Academia tem-se evidenciado pelo seu apoio à divulgação cultural e à formação de novos intérpretes culturais nas mais diversas áreas, quer através da atribuição de bolsas de estudo, para estudar em Portugal e principalmente no estrangeiro, quer através dos prémios que fomenta anualmente. Os últimos estatutos aprovados para a Academia indicam o mesmo caminho.
175 anos de existência
Prestes a comemorar 175 anos de existência, a Academia Nacional de Belas Artes, situada ao Chiado, em Lisboa, aguarda maior atenção dos poderes públicos para a sua conservação e dos documentos históricos que ali se encontram.
Um mestre dos espaços, equilíbrio e cor, sem nunca suspender o movimento para perpetuar um instante. Um contar de histórias em camadas que se sobrepõem. Uma pintura para se ler.
Um espaço no roteiro cultural português a não perder.
Em 1211, D. Afonso II herda um reino devastado por uma grave crise interna, intensificada pela oposição à sua sucessão. Ao contrário dos seus antecessores, talvez pelos seus graves problemas de saúde, não se envolve diretamente em grandes campanhas militares nem mesmo na conquista de Alcácer do Sal, deixando para outros o domínio da guerra. El-rei escolhe outras alternativas para impor a sua autoridade, revelando-se um estadista fora do comum, com uma grande visão política e estratégica, tomando decisões fundamentais e inovadoras na boa governação e consolidação administrativa do reino.
A realização das primeiras Cortes em Portugal, no primeiro ano de reinado, marca de imediato o rumo da política nacional, promulgando várias medidas destinadas a garantir o direito de propriedade. A promoção das inquirições por todo o reino, a criação do notariado e a sistematização de registos de chancelaria são ações que fomentam a supremacia da justiça régia e a autonomia do poder do monarca.
No próximo dia 26 de julho, pelas 17 horas, serão apresentadas, no Centro Ciência Viva Rómulo de Carvalho, as obras História da Ciência na Universidade de Coimbra (1772-1933) e História da Ciência Luso-Brasileira: Coimbra entre Portugal e o Brasil, editadas por Carlos Fiolhais, Carlota Simões e Décio Martins.
A apresentação estará a cargo de Fernando Seabra Santos.
“São Cadernos espelhados uns nos outros, de algum modo autónomos, embora estejam interligados. Vêm de vários tempos, circunstâncias e lugares, podem encaixar-se como matrioscas ou fugir em todas as direções como fagulhas. Formarão, eventualmente, no fim, uma constelação? Não tenho nenhuma certeza.”
São registos de geometria variável, sem a rigidez cronológica das memórias ou a objectividade do “eu” biográfico. “A liberdade de uma escrita solta, ao sabor do acaso”.
Esta sexta, Teolinda Gersão apresenta o seu mais recente livro nas conversas Muito cá de casa, na Casa da Cultura de Setúbal. António Ganhão, do PNet Literatura, vai moderar.
O Muito cá de Casa é uma iniciativa da DDLX e da Câmara Municipal de Setúbal – Divisão de Cultura, e conta com a colaboração de PNet Literatura, livraria Culsete e BlogOperatório.
ANTÓNIO COSTA tem o maior gosto em convidar V. Exa. para a sessão em que apresentará publicamente a sua recandidatura à presidência da Câmara Municipal de Lisboa.
Na mesma sessão serão apresentados os cabeças de lista à Assembleia Municipal de Lisboa e às novas 24 freguesias. Será igualmente apresentado o Mandatário da candidatura JUNTOS FAZEMOS LISBOA.
A apresentação pública da Candidatura à CM de Lisboa de ANTÓNIO COSTA.
A presença de todos é importante para a afirmação de apoio a ANTÓNIO COSTA e à candidatura JUNTOS FAZEMOS LISBOA, na preparação do futuro da nossa cidade.
Não falte, todos são necessários, porque JUNTOS FAZEMOS LISBOA!
O Rui Zink e eu (Raquel Varela) fizemos os cálculos e achamos que o valor do PIB permite comer bifes todos os dias, mal-grado Isabel Jonet e Ulrich acharem que não aguentam ver a população a passar tão bem. Mas, como 8,5 milhões de portugueses ainda não foram a nenhuma manif, quisemos contribuir para os convencer, misturando 3 doses (des) equilibradas de verdade sobre as contas públicas, o absurdo da via para o empobrecimento e humor…porque na vida quem não ri das fraquezas vive claramente abaixo das suas possibilidades.
Vamos levar «Uma Modesta Proposta…», a qualquer canto de Portugal, dependendo claro do nosso tempo, do vinho que nos oferecerem ao jantar e da paciência dos portugueses – dizem as boas notícias que assim que os portugueses resolverem imitar os turcos ou os brasileiros, esta stand-up perde toda a oportunidade, facto que o Rui e eu não deixaremos de celebrar!
Raquel Varela, Historiadora, Investigadora do IHC (FCSH-UNL)
Rui Zink, Escritor, Professor FCSH-UNL
Design: Pedro Páscoa, Foto: Naoki Tomasini
AVISHAI COHEN EM PORTUGAL??? SIM!!!
Não é no CCB, não é no Pavilhão Atlântico, não é na Casa da Música,… . É em MINDE!!
JAZZMINDE SUMMER FEST – 5 e 6 JULHO
info + bilhetes – WWW.JAZZMINDE.COM
Este livro fala-nos da dor da perda. Da dor para a qual não existe um suplente no banco, pronto a entrar para repor o equilíbrio. Este livro não é sobre futebol.
Com um impecável sentido de humor e não menos brilhante sentido de observação, Rui Zink mostra-nos como os portugueses discorrem dobre os fatos fundamentais da sua vida com o recurso a frases feitas. Como se estas frases fossem um arremedo para a nossa falta de cultura. Uma incultura que nos impede de refletir ou de nos expressarmos pelas nossas próprias palavras.
O autor confidencia-nos ser uma pessoa dividida entre a pulsão artística e a intervenção cívica. Este livro é uma proposta assertiva que se mantém pertinente treze anos após a primeira edição.
Dia 4 de Julho pelas 18:30, na LIVRARIA CENTÉSIMA PÁGINA em BRAGA, a escritora Cristina Carvalho vai animar uma sessão com os seus dois livros mais recentes, “Rómulo de Carvalho/António Gedeão – Biografia” publicado por Editorial Estampa em Outubro de 2012 e “MARGINAL” publicado por Planeta Manuscrito em Março 2013.
Apareçam, o espaço é fantástico e o debate será animado.
“Um rapaz a arder” de Eduardo Pitta, vai ser o tema das conversas Muito Cá de Casa a decorrerem esta sexta, dia 28, pelas 22:00 na Casa da Cultura de Setúbal.
Eduardo Pitta, poeta, romancista, crítico literário e ensaísta vai apresentar o seu último livro. As memórias de um percurso de vida de 1975 a 2001 que acompanham os principais eventos do nosso tempo, balizados entre a independência de Moçambique e o 11 de Setembro de 2001. Tudo sem saudosismo e com a elegância de um relato depurado, o essencial de um olhar estranho ao Meio.
O ator José Nobre participa com a leitura de excertos de “Um rapaz a arder” e de alguns poemas do autor. António Ganhão, do site PNet Literatura, colocará algumas perguntas e tentará moderar a conversa entre os presentes.
O Muito cá de Casa é uma iniciativa da DDLX e da Câmara Municipal de Setúbal – Divisão de Cultura, e conta com a colaboração de PNet Literatura, livraria Culsete e BlogOperatório.
É um romance sobre a dor maior que é a perda de um filho e a acção que isso exerce nos que ficam. Um livro sobre pessoas e o grau de humanidade que nelas habita. Ou não.
Rui Zink e António Jorge Gonçalves, o autor do romance e o autor das ilustrações de O SUPLENTE, falam do trabalho conjunto e do que há de novo nesta edição que saltou agora para o terreno de jogo. Falarão de muitas coisas MENOS de futebol. O SUPLENTE não é sobre futebol. É outra coisa, que não esbanja meios e devia provocar manifestações. É escrita a sério. À Rui Zink.
Cascais, Porto e Lisboa são os cenários desta ficção policial contada de modo escorreito, sem ambiguidade. Autarquias, autarcas, firmas de construção e empresários, offshores, políticos, grandes escritórios de advogados, figuras execráveis, comportamentos agoniantes, ambições rasteiras, avidez torpe, violência sexual, sexo comprado, a podridão e a corrupção sufocantes que levam as sociedades ao vazio e os Estados à dissolução. Mas o livro tem também o contrário edificante, dissonante, frágil e cercado nesse pântano.
Qualquer semelhança com alguma situação real é absolutamente improvável e, a verificar-se, seria, claro, uma incrível coincidência.
NO ATELIÊ DO ARTISTA | António Jorge Gonçalves vai ter os seus desenhos expostos – Bem dita crise -, na Casa da Cultura, até à próxima quinta-feira. Sexta-feira abre nova exposição. Ricardo Crista mostra pinturas recentes. Assunto sério. Voltaremos a falar de Ricardo e do seu trabalho. Mas ficam para já avisados: estas pinturas são para ser vistas.
A Dobra do Crioulinho é o novo título de Luís Carmelo. A obra trata da vida numa pacata vila do interior de Portugal que é perturbada por vários acontecimentos que desembocam no regresso do Crioulinho. O lançamento tem data marcada para dia 31, sexta-feira, pelas 19h na Praça Verde da Feira do Livro de Lisboa. A edição é da Quidnovi.
Pequenos filmes de conteúdo sexual e romântico vão ajudar investigadores da Universidade do Porto (UP) a medir a amplitude de pulsação e a vasocongestão vaginal das mulheres para realizar uma nova investigação sobre resposta sexual do género feminino.
O estudo experimental sobre “Preditores da resposta sexual feminina”, orçado em 90 mil euros e financiado pela Fundação da Ciência e Tecnologia (FCT), vai medir o nível de excitação fisiológica nas mulheres com recurso a curtas películas cinematográficas com cariz sexual e com a duração de três minutos, explicou à Lusa Pedro Nobre, coordenador do SexLab’, o primeiro laboratório de investigação em sexualidade humana em Portugal, e o espaço onde vai decorrer a investigação.
“Vamos mostrar dois filmes sexualmente explícitos, para além de filmes neutros, que são documentários, e onde basicamente vamos querer testar algumas hipóteses que nos podem ajudar a explicar quais são os factores que determinam a resposta sexual”, informou, referindo que “o grande objectivo” deste estudo é perceber que “variáveis psicológicas” mais determinam, ou que são mais importantes, na determinação da resposta sexual em mulheres e homens”.
A investigação vai recorrer-se também de um “fotopletismógrafo vaginal”, ou seja, um instrumento que mede a vasocongestão e a amplitude de pulsação vaginal quando as mulheres estão a visualizar os filmes pornográficos.
Segundo Pedro Nobre, esta é a segunda fase de um estudo que já arrancou com voluntários homens entre os 18 e os 50 anos e cujo modus operandis foi idêntico ao estudo das mulheres, recorrendo a filmes de conteúdo sexual e ao “indium gallium gauge”, ou seja um medidor de tumescência peniana que avalia as mudanças na circunferência peniana.
Esta primeira fase foi financiada em 80 mil euros pela FCT.
Segundo Pedro Nobre, há estudos clínicos que têm mostrado que homens e mulheres com disfunções sexuais – disfunção eréctil nos homens e perturbações do desejo, excitação ou do orgasmo nas mulheres -, se explicam, de forma significativa, por causa de factores psicológicos, designadamente as crenças sexuais.
As crenças são uma das variáveis mais estudadas e o resultado de algumas experiências em laboratório mostram que as “mulheres e os homens que têm problemas sexuais têm crenças disfuncionais, ou seja, têm ideias sobre a sexualidade que são muitas vezes inadequadas, irrealistas, erradas, mas que não deixam de acreditar nelas e que por outro lado são muitas vezes crenças que predispõem o desenvolvimento de problemas sexuais”, afirmou o especialista, acrescentando que “quem tem mais crenças está mais em risco”.
O estudo “Preditores da resposta sexual feminina”, arranca este mês e conta para já com 30 mulheres voluntárias, maioritariamente jovens universitárias.
O SexLab está actualmente a angariar voluntárias entre os 18 e os 40 anos para participarem no novo estudo, e as voluntárias ganham, cada uma, 30 euros em vales de compras numa multinacional.
Uma “animação original” através de intervenções criativas de 100 artistas e eventos culturais em mais de dez locais emblemáticos de Abrantes são as propostas da iniciativa “180 Creative Camp”.
A história de Portugal, na versão do Estado Novo, estava reduzida a uma versão muito simplificada, ao nível da ladainha popular, apropriada à sua divulgação por um povo analfabeto.
Dos reis, já muito se sabia se conhecêssemos os seus cognomes: D. Afonso Henriques, o conquistador; D. Dinis, o lavrador; D. João II, o príncipe perfeito.
Uma história de fácil apreensão e que contribuía de forma eficaz para a construção da identidade do homem novo português.
Salazar, em entrevista a António Ferro, defende como prioridade sobre o ensinar toda a gente a ler, a formação das elites que enquadradas pelas massas atacariam os verdadeiros problemas do país.
Para o povo, o ensino da história numa versão infantilizada era mais do que suficiente. As elites formavam-se nas universidades, aí se cuidaria da nossa história.
I wanted to express my regret for not being able to make the show at JazzMinde on Sunday. The band and I got stuck in Toulouse, France due to the aircraft not arriving in time. I was very disappointed and felt horrible about it. Thanks for understanding and let’s do it very soon.
Yours truly, Avishai Cohen
A Sala de Âmbito Cultural do El Corte Inglés (7º piso), em Lisboa, acolhe dia 14 (terça-feira) às 18:30, o lançamento do mais recente livro do Pedro Almeida Vieira. A apresentação desta obra estará a cargo do advogado Francisco Teixeira da Mota.
O livro, editado pela Planeta Manuscrito, constitui a continuação de narrativas sobre crimes históricos (depois de «Crime e Castigo no País dos Brandos Costumes», publicado em 2011), desta feita abordando crimes económicos, rebeliões, motim e assassinatos (ou tentativas) de figuras de Estado. Ou seja, o povo português afinal nunca foi sereno…
Estão abertas as inscrições para o Curso de Escrita Criativa – nível 1, com António Pacheco e a participação especial de Afonso Cruz. As sessões decorrerão nas instalações do Ginásio Clube Português. Aceda ao link para mais informações.
CASANOVA EM LISBOA | António Mega Ferreira imaginou uma visita de Casanova a Lisboa. Conta-a neste livro que agora vai apresentar na Casa da Cultura, em Setúbal. A sessão abrirá com a audição de uma faixa musical escolhida pelo autor. O actor José Nobre participa com a leitura encenada de um texto do livro.
O director Carlos Vaz Marques quer publicar um inédito de um autor desaparecido por cada número, mas a própria revista encomendará textos a autores de língua portuguesa.
O primeiro número da edição portuguesa da revista literária Granta, que sairá em Maio, irá publicar inéditos de Fernando Pessoa, disse esta sexta-feira à Lusa o jornalista Carlos Vaz Marques, que a dirige.
A publicação de cinco sonetos de Fernando Pessoa, apresentados pelos investigadores pessoanos Jerónimo Pizarro e Carlos Pitella-Leite, insere-se no primeiro objectivo da revista, que “é o de publicar bons textos literários inéditos”, disse Carlos Vaz Marques.
Referindo-se à publicação dos sonetos de Pessoa, Vaz Marques afirmou tratar-se de “uma revelação absoluta” que “já justificaria, por si só, este primeiro número da edição portuguesa da Granta”.
Segundo o responsável, há o interesse em publicar um inédito de um autor desaparecido por cada número, mas a própria revista encomendará textos a autores de língua portuguesa.
Para quem vive num apartamento e sonha com uma pequena horta ou mesmo um jardim.
Pode sempre optar por uma solução vertical. Uma parede e algum sol é quanto basta, depois é só soltar a imaginação. De flores a plantas aromáticas, do chá aos morangos… cor e vida.
A escritora Cristina Carvalho (n. 1949) vai falar da sua carreira e trabalho literários numa sessão que decorre a 14 de março, em Londres, a convite do Camões Centre for Studies in Portuguese Language and Culture do King’s College London.
Apresentada pela diretora do centro, Luísa Pinto Teixeira, a escritora que acaba de lançar em fevereiro um novo romance, Marginal, em que aborda «uma época onde a liberdade sexual se começou a afirmar e as mulheres começaram a conquistar a sua independência na sociedade portuguesa», debaterá com Maria José Homem Ribeiro, leitora do Camões, IP, e responderá a perguntas do público.
Autora de vários romances, Cristina Carvalho, filha da escritora Natália Nunes e do professor e poeta Rómulo de Carvalho, tem também publicado em revistas e jornais, nomeadamente no Jornal de Letras e revista Egoísta.
Publicou o seu primeiro livro, Até Já Não É Adeus, em 1989. Em março de 2009 saiu o romance O Gato de Uppsala, e mais recentemente, publicou, entre outras obras, Nocturno, um romance biográfico sobre Chopin, A Casa das Auroras e Lusco-Fusco. Algumas dos seus romances estão integrados no Plano Nacional de Leitura.
Fátima Condeço inaugurou na sexta feira, dia 22 de Fevereiro, a Exposição de Fotografia intitulada “Hoje não…” na Galeria Municipal de Almeirim.
Professora de Ciências Naturais na Escola 2, 3 Febo Moniz em Almeirim mas com a fotografia com hobby, despertou desde cedo o interesse por fotografar não o fazendo por negócio ou faturação mas sim por puro prazer. Premiada a nível nacional por diversas vezes, conta no seu portefólio a exposição fotográfica comemorativa do 55º aniversário do jornal O Almeirinense em 2010.
A exposição “Hoje não…” compõe-se de uma mostra de 22 fotografias em redor do retrato, a temática vista no olho até ao extremo do nem por isso. Mais um evento cultural em Almeirim divulgando assim o trabalho desta talentosa cidadã.
Este evento decorre até dia 30 de Março e conta com o olhar atento de todos os visitantes.
No próximo sábado, dia 23 de fevereiro, às 15h, no Atelier de Desenho e Pintura, abrirá ao público a exposição. A função das mantas como proteção contra o frio, mantém-se. Hoje, abrem-se novas oportunidades da sua utilização.
No entanto, mantemos os padrões, a textura, a matéria-prima (lâ 100% portuguesa), os processos de tingimento e de fabrico, sempre a pensar na qualidade e beleza das verdadeiras “Mantas de Minde”.
Venha descobrir os novos produtos.
A entrada é livre.
Começa hoje à noite, na Póvoa de Varzim, a 14ª edição do Festival Literário Correntes d”Escritas que este ano vai homenagear os escritores Urbano Tavares Rodrigues e Manuel António Pina.
A edição deste ano contará com a presença de mais de 50 escritores (de Portugal, Angola, Espanha e Brasil), tradutores, editores, designers, ilustradores, jornalistas que se vão espalhar por várias escolas da cidade, por mesas redondas, onde se vai debater literatura, e pelos vários lançamentos de livros que decorrem durante os três dias que dura o evento.
Este ano serão muitas as estrelas do firmamento literário de a marcar presença no festival. Entre eles estarão a brasileira que venceu o último prémio Saramago, Andrea del Fuego, os espanhóis Ignácio Martínez de Píson, Susana Fortes e Domingo Villar, os portugueses , António Mega-Ferreira, Vasco Graça Moura, Valter Hugo Mãe, Hélia Correia, Rui Zink, Richard Zimmler ou Nuno Camarneiro (prémio Leya) num evento em que a poesia estará em destaque.
João Tordo, José Eduardo Agualusa, Margarida Fonseca Santos, Patrícia Reis, Filipa Melo, Margarida Martins, Paulo Querido, Possidónio Cachapa, Valesca de Assis, Wu Yipei, Paulo Simões, Joaquim Paulo Nogueira, Miguel Real e António Carlos Cortez.
Este é um livro que conta a história – curta mas cheia de grandes episódios – da Filarmónica Fraude, uma banda de rock portuguesa que marcou o fim dos anos 60 com um disco profundamente revolucionário, Epopeia, cuja real importância só agora começa a ser verdadeiramente entendida.
Oferta de CD
com 4 temas inéditos
14,00 €
Não Ficção/Música
Nas livrarias a 21 de Fevereiro
Guerra e Paz
O Livreiro da Esperança – uma homenagem das gentes do livro aos livreiros portugueses, muito esquecidos e nem sempre compreendidos na sua fundamental função de editores da leitura – foi instituído em 2012 e homenageou o livreiro Jorge Figueira de Sousa, da Livraria Esperança, no Funchal.
O Encontro-Livreiro homenageia, em 2013, os livreiros
Caroline Tyssen e Duarte Nuno Oliveira Livraria Galileu – Cascais
O diploma «Livreiro da Esperança 2013» será entregue no IV Encontro Livreiro, a realizar na tarde do dia 7 de Abril, domingo, na Livraria Culsete, em Setúbal.
A Livraria Galileu, que completou 40 anos de vida no passado dia 22 de Dezembro de 2012, é um exemplo de sonho transformado em realidade, de persistência, de esperança e de grande confiança no futuro do livro, da leitura e das livrarias.
No mês em que se comemora o Dia de São Valentim, o Teatro Rápido oferece-lhe quatro peças de 15 minutos para ser apaixonar. Sob o tema de Por Amor, tudo aqui vai ser permitido. Porque ninguém gosta de estar sozinho, porque todos sonham em encontrar a outra metade da laranja. O problema é quando os sonhos se tornam realidade. Sim! Porque às vezes os sonhos concretizados revelam ser o maior problema…
Tiago Torres da Silva volta a escrever e encenar no TR, desta vez com os atores Fernanda Neves e João Passos. Assinalamos também o regresso de Ana Saragoça enquanto autora do texto que Rosa Villa encena e interpreta ao lado de Hugo Costa Ramos. O TR recebe em estreia Cristina Areia com encenação de João Ricardo e Lídia Muñoz pela mão de Miguel Graça. Um leque de nomes a não perder!
ICS-Instituto de Ciências Sociais – Sala Polivalente – Av. Professor Aníbal de Bettencourt, 9 – 1600-189 Lisboa – Portugal
Entrada livre.
Inscrição obrigatória através do mail comfuturo.economia@gmail.com.
O “Assunto/Subject” da mensagem deve referir ACÇÃO DE FORMAÇÃO PARA JORNALISTAS.
O mail deve conter:
– Nome profissional
– Órgão de comunicação para onde trabalha
– Área profissional / Secção
– Mail
– Telefone
– Um parágrafo especificando as razões por que esta formação lhe interessa.
Esta acção de formação destina-se não apenas a jornalistas de Economia mas a todos os jornalistas que sentem necessidade de reforçar os seus conhecimentos de Economia para compreender melhor o contexto social, político e económico onde se movem.
FORMADORES
Carlos Farinha Rodrigues – ISEG-UTL
Ricardo Paes Mamede – ISCTE-IUL
Eugénia Pires – Universidade de Londres
A formação está limitada a DOZE formandos. A selecção será feita com base no perfil dos formandos.