Casimiro de Brito | DOZE FRAGMENTOS DO MEU “LIVRO DE EROS OU AS TEIAS DO DESEJO”, TÃO MÍNIMOS QUANTO POSSÍVEL E A IMAGEM DA CAPA DO MEU LIVRO (UM FRESCO DE POMPEIA)

1

A morte não existe. Tudo é sexo e canto.
7

Razão? A razão? Que razão? Estou apaixonado.
27

O sexo é um festim; amar, uma cerimónia.
30

Amor, que amor o de quem o vive sem a lâmpada da loucura?
37

Eros, um deus? Com saudáveis pés de barro.
57

Ela nunca se lavava depois de fazermos amor. Levo-te comigo, dizia.
62

A separação é um deserto quando um só grão de areia já seria dor bastante.
64

A arte de amar, sem ti, não me serve para nada.
86

A paixão (essa que tanto dói) é o golpe de graça do amor.
102

As mil e uma noites – a noite que passei contigo.
108

Amando, separo o bem do mal. Ainda não aprendi a amar.
125

Dói. Dói muito. Mas temos ainda espaço para a dor maior, a do amor.

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