Author Archives: Das Culturas
Leonard Cohen | If It Be Your Will
“If It Be Your Will”
That I speak no more
And my voice be still
As it was before
I will speak no more
I shall abide until
I am spoken for
If it be your will
If it be your will
That a voice be true
From this broken hill
I will sing to you
From this broken hill
All your praises they shall ring
If it be your will
To let me sing
From this broken hill
All your praises they shall ring
If it be your will
To let me sing
If it be your will
If there is a choice
Let the rivers fill
Let the hills rejoice
Let your mercy spill
On all these burning hearts in hell
If it be your will
To make us well
And draw us near
And bind us tight
All your children here
In their rags of light
In our rags of light
All dressed to kill
And end this night
If it be your will
If it be your will.
Leonard Cohen | The Partisan
From 1969 album Songs from a room set to images from the Spanish Civil War and World War II
“The Partisan”
I was cautioned to surrender,
this I could not do;
I took my gun and vanished.
I have changed my name so often,
I’ve lost my wife and children
but I have many friends,
and some of them are with me.
An old woman gave us shelter,
kept us hidden in the garret,
then the soldiers came;
she died without a whisper.
There were three of us this morning
I’m the only one this evening
but I must go on;
the frontiers are my prison.
Oh, the wind, the wind is blowing,
through the graves the wind is blowing,
freedom soon will come;
then we’ll come from the shadows.
Les Allemands étaient chez moi (The Germans were at my home)
ils m’ont dit “Résigne-toi” (They said, “Surrender,”)
mais je n’ai pas pu (this I could not do)
j’ai repris mon arme (I took my weapon again)
J’ai changé cent fois de nom (I have changed names a hundred times)
j’ai perdu femme et enfants (I have lost wife and children)
mais j’ai tant d’amis (But I have so many friends)
j’ai la France entière (I have all of France)
Un vieil homme dans un grenier (An old man, in an attic)
pour la nuit nous a cachés (Hid us for the night)
les Allemands l’ont pris (The Germans captured him)
il est mort sans surprise (He died without surprise)
Oh, the wind, the wind is blowing,
through the graves the wind is blowing,
freedom soon will come;
then we’ll come from the shadows.
Leonard Cohen | Suzanne
Joan Baez | The Partisan
They poured across the borders
We were cautioned to surrender
This I could not do
Into the hills I vanished
No one ever asks me
Who I am or where I’m going
But those of you who know
You cover up my footprints
I have changed my name so often
I have lost my wife and children
But I have many friends
And some of them are with me
An old woman gave us shelter
Kept us hidden in a garrett
And then the soldiers came
She died without a whisper
There were three of us this morning
And I’m the only one this ev’ning
Still I must go on
Frontiers are my prison
Oh the winds, the winds are blowing
Thru the graves the winds are blowing
Freedom soon will come!
Then we’ll come from the shadow.
JOAN BAEZ | COMANDANTE CHE GUEVARA
Beijo de amor

É aqui que nos encontramos | DiEM25
Estamos a construir em conjunto um movimento para democratizar a EU. Para o fazer de forma correta precisamos de partilhar informação de forma eficiente entre nós e assegurar que os membros estão no coração da tomada de decisão DiEM25.
Assim, tomámos recentemente algumas medidas para melhorar estas áreas que queremos partilhar contigo. Aqui está o que fizémos:
Demos início à primeira de muitas consultas aos membros para definir a nossa posição quanto a assuntos em específico.
O DiEM25 forma as suas posições políticas como um coletivo. Assim sendo, paralelamente à elaboração da nossa Agenda Progressista para a Europa juntamente com os nossos membros, a semana passada tivemos a nossa primeira consulta a todos os membros para decidir o lado que vamos apoiar nesta situação em específico. O tema foi s o referendo Italiano e 84.54% de vocês votou que o DiEM deverá apoiar o “Não”. Assim, esta torna-se agora a posição pela qual vamos fazer campanha em Itália e internacionalmente.
E na próxima semana iremos pedir aos membros para votar de forma a definir onde é que o nosso movimento se vai situar quanto a trazer conclusões progressistas em relação ao pós-Brexit no Reino Unido. Fiquem atentos.
Lançámos as “Notícias CED” para mostrar o que DiEM25 tem feito a um nível local.
Já sabes que o DiEM25 tem uma rede de coletivos locais (CEDs) crescente na EU com mais de 100 grupos e contando as mulheres e homens que trabalham para confrontar oEstablishment a partir da base para o topo. Mas as pessoas nestes CEDs e o que os coletivos estão a fazer, por vezes não recebem muito tempo de antena.
É por isso que lançámos o “ CED Notícias “ uma nova seção no nosso site que dá destaque ao trabalho incrível das pessoas entusiasmadas do DiEM25. A nossa primeira edição do CED Notícias contem entrevistas com os nossos coletivos de Amesterdão, Barcelona e Boémia do Sul escritas pelo Editor do CED Notícias Reto Thumiger. Confere aqui!
Começámos a publicar sumários das discussões do nosso Coletivo Coordenador
O nosso recém-formado Coletivo Coordenador reúne-se semanalmente através de teleconferência para decidir os próximos passos. Para que, enquanto membro, consigas estar atualizado quanto ao que foi debatido, começámos a publicar sumários destas conferências numa página dedicada a isto na nossa secção de Membros.
***
Em que é achas que o DiEM25 deve focar a sua atenção?
Sempre dissemos que o nosso objetivo é o de agitar a Europa – gentilmente mas de forma firme. Para este fim estamos a planear uma série de eventos de maior dimensão nos próximos meses, com especial atenção às várias eleições nacionais a ter lugar em 2017 (mais informação sobre isto será brevemente divulgada)
Entretanto, também precisamos de nos focar nas campanhas em ação – as batalhas distintas que estão a abrir possibilidades para o nosso esforço de desobediência construtiva! E é aqui que precisamos da tua ajuda.
Quais são as ações e campanhas que o DiEM25 pode começar ou apoiar na tua comunidade? Responde a este email e diz-nos. Poderemos não ser capazes de cobrir tudo o que aparecer mas faremos o nosso melhor!
Carpe DiEM!
Luis Martín
Coordenador de Comunicação
PS – As candidaturas para o primeiro CV (Conselho de Validação) continuam abertas até à meia-noite de Terça-feira, 1 de Novembro. Se queres fazer parte do primeiro CV, candidata-te !
JOAN BAEZ | SINGS WITH DYLAN
Brigitte Bardot | (e a canção “Au Revoir” de (e a canção “Au Revoir” de Gilbert Becaud)
A celebração da vitória

Sacred songs | Elina Garanca
Roberto Alagna | “Zambra Gitana” | hommage à Luis Mariano
Poema | Blowin’ In The Wind | Bob Dylan
“Blowin’ In The Wind”
How many roads must a man walk down
Before you call him a man?
How many seas must a white dove sail
Before she sleeps in the sand?
Yes, and how many times must the cannon balls fly
Before they’re forever banned?
The answer, my friend, is blowin’ in the wind
The answer is blowin’ in the wind.
Yes, and how many years can a mountain exist
Before it is washed to the sea?
Yes, and how many years can some people exist
Before they’re allowed to be free?
Yes, and how many times can a man turn his head
And pretend that he just doesn’t see?
The answer, my friend, is blowin’ in the wind
The answer is blowin’ in the wind.
Yes, and how many times must a man look up
Before he can see the sky?
Yes, and how many ears must one man have
Before he can hear people cry?
Yes, and how many deaths will it take ‘til he knows
That too many people have died?
The answer, my friend, is blowin’ in the wind
The answer is blowin’ in the wind.
Ode to Joy | Karajan | Berlin Philharmonics
A tragédia dentro da própria tragédia | Inês Salvador
A tragédia dentro da própria tragédia: casais às compras que se tratam por “mor”
– Mor, ó mor, vais ali pesar as cenouras?
– Porra, mor, ’tás aí há meia hora a escolher cenouras!
– Pá, mor, ´tava a ver as meloas…
– Também queres que pese as meloas, mor?
– Não sei, mor, olhó abacaxi… Também ’tá bom…
– Mor, decide-te, ’tou com fome, quero ir jantar!
Por Mor de Deus!
Retirado do Facebook | Mural de Inês Salvador
Eira do Choane | Minde | Pintura de Tiago Madeira Martins
Uma memória ligada à casa que tem este nome (Casa da Memória). Trata-se de um quadro de Tiago Madeira Martins a evocar o descarolamento do milho com a máquina do António Carrada (Lera) na eira do Choane, situada em Minde, frente da actual sede da Junta de Freguesia.

Retirado do Facebook | Mural Casa da Memória
Citação | Platão

Momentos

Outono | Isaac Levitan

Quem aprendeu a gostar, então não gostou | Inês Salvador
Leio por aqui posts “do coração” que me criam imensa perplexidade. Por exemplo, aconteceu a coisa certa com a pessoa errada. Isto quer dizer o quê? Que afinal o bacalhau era pescada? Ora, isto não é possível. O bacalhau ou é ou não é bacalhau. Ah, e tal, amo bacalhau à Brás, mas ando a comê-lo como pescada. E, igualmente complexo, aconteceu a coisa errada com a pessoa certa. Amo bacalhau à Brás, mas ando a comê-lo à Gomes de Sá. Ora, vejamos isto com alguma pedagogia e pragmatismo, bacalhau à Brás é bacalhau à Brás, e, neste sentido, o bacalhau é à Brás e é bacalhau. E, depois, para remediar os azares gastronómicos, dizem que aprendem a gostar. Aprendem a gostar? Aprende-se gostar? Oh que tristeza! Do gostar, ou se gosta ou não se gosta! Mas há meio termo na esmagadora avalanche do se gostar? Um processo de aprendizagem? Uma alfabetização do sentimento? Hoje é a letra “q”, e o que é que aprendemos hoje? O quá-quá do gostar, que é gostar como os patinhos. Um gostar pequenino de bico amarelinho. Oh intrépidas e fulminantes existências! Oh que arrebatamento! Quem gosta do bacalhau, vai à Brás, à Gomes de Sá, à Zé do Pipo e o que o receituário aguentar. E não me macem com aprendizagens. Quem aprendeu a gostar, então não gostou. Foi mais o sento-me já aqui, que não sei se a carruagem da frente já vem cheia. E o que surpreende é isto num país de fadistas, de “olhos rasinhos de água”, que “por uma lágrima tua me mataria”. Opá, ou o fado ou comprar uma bimby, passar pela vida como um irlandês passa por Albufeira, e lá ficar fora de pé, é que só pode ser pior que a crise. Digo eu, sei lá.
Retirado do Facebook | Mural de Inês Salvador
Barcarolle | Anna Netrebko & Elina Garanca | Offenbach Barcarola
Il barbiere di siviglia “Largo al factotum”
Citação | Isadora Duncan
Tu as été sauvage, un temps. Ne te laisse pas apprivoiser.
Isadora Duncan

Les Cabaret Capricho | FÁBRICA DE CULTURA em MINDE | 21 de Outubro
Na próxima Sexta-Feira (21 OUT) pelas 21.30h, a CPM vai promover mais uma excelente noite na FÁBRICA DE CULTURA em MINDE.
Um serão de arte circence e dança com performances e participação das companhias mexicanas “LES CABARET CAPRICHO e OME.
É o último espectáculo da companhia “Les Cabaret Capricho” na longa tornée na Europa e Ásia, e será destinado a Adultos e Crianças.
No After Hours, dois DJs animarão a noite com MÚSICA LATINA Para Pais, Filhos e Avós…. A NÃO PERDER!!!
ENTRADAS : Adultos – 2,5€ | Crianças até 10 anos – GRÁTIS

Carlos Vale Ferraz | Convite | 21 Outubro, 18 h Atrium Solum

Elīna Garanča | Mozart Aria
Elina Garanca + Katarina Witt – GYPSY SONG from Carmen On Ice
Elina Garanca, zarzuela y mas
Sacred songs with Elina Garanca
Elīna Garanča | Granada
Barcarolle – Anna Netrebko & Elina Garanca – Offenbach Barcarola
Dmitri Shostakovich | The Second Waltz
Il Barbiere di Siviglia: “Largo al factotum” (Peter Mattei)
Carmen: “Près des remparts de Séville” (Elina Garanca)
Tine Thing Helseth | A. Marcello: Concerto in C Minor | 1: Andante e spiccato
Citação | Carmen: “L’amour est un oiseau rebelle” (Elina Garanca)
Love is a gypsy child who never, never follows the rules.
Ex-Colégio La Salle | Abrantes | Almoço anual | 29 Abril 2017

Citação | Goethe

Il n’y avait pas besoin de regards, de mots, de gestes, de contacts : seulement le pur être ensemble.
J. W. Goethe
Natalia Osipova

A maçã

DiEM25 | Qual deverá ser a nossa posição relativamente ao referendo na Itália?
Enquanto estamos a desenvolver em conjunto a nossa vital Agenda Progressista para a Europa, a política da UE continua a tremer, à medida que os poderes instalados tropeçam de crise em crise.
4 de Dezembro será o próximo momento crucial. Os cidadãos italianos votarão num referendo para alterar a Constituição do seu país, algo que terá um impacto europeu muito claro.
No Colectivo Coordenador (CC), temos recebido inúmeros pedidos dos nossos membros para que o DiEM25 tome uma posição sobre se a alteração proposta deve passar, e se deverá fazer campanha para ela!
Uma vasta maioria dos membros e CED’s de Itália têm recomendado um voto no “Não”, e o nosso CC acredita também que a posição do “Não” é mais forte. No entanto, em linha com o objetivo final do nosso movimento para democratizar a tomada de decisões na UE, bem como com a essência pan-europeia de DiEM25, pedimos aos nossos membros em toda a União para votarem em que lado devemos estar: “sim” ou “não”.
Porquê votar “Não”?
Se a emenda passar, ela irá dificultar o processo democrático em Itália. Haverá uma maior concentração de poder nas mãos do governo italiano, reduzindo o papel do Parlamento, e diminuindo a pluralidade, garantindo uma maioria absoluta ao partido com a maioria dos votos. Além disso, a emenda reduzirá o poder das regiões, prejudicando a autonomia local.
Mas de forma mais geral, a emenda seria ainda uma outra expressão da actual demanda da UE para que os governos nacionais fiáveis possam implementar decisões tecnocráticas, sem o incómodo de uma oposição política e discordância organizada. Seria garantir que vamos ver mais do mesmo “Não Há Alternativa”, a retórica que tem caracterizado a postura pós-2008 da UE.
Porquê votar “Sim”?
O Primeiro-ministro italiano, Matteo Renzi, disse que vai renunciar se a emenda for derrotada – o que poderia levar a um período de instabilidade num dos países-chave na Zona Euro. Os defensores do voto no “Sim” também sugerem que a alteração tornará o processo de tomadas de decisão mais rápido e eficiente, bem como reduzir a instabilidade dos governos futuros, garantindo uma maioria absoluta sólida no Parlamento.
Queres mais informações para tomares uma decisão? A LSE tem mais alguns detalhes sobre o que um “Sim” ou um “Não” significaria.
Pronto para votar? Dirige-te à página da votação e faz a tua voz ser ouvida! A votação encontra-se aberta a partir de agora e até à meia-noite de terça-feira, dia 25 de Outubro.
Carpe DiEM!
Luis Martín
Coordenador da Comunicação, em nome do Colectivo Coordenador do DiEM25
PS A partir de agora em diante, publicaremos sumários das discussões semanais do nosso Colectivo Coordenador no nosso site. Já se encontra disponível o sumário do último encontro!
Aeroporto de São Luís do Maranhão | Brasil | Panéis de Azulejo de Péricles Rocha, Alcântara



Granta Portugal
Está quase a chegar mais uma Granta; e muito bem acompanhada.
Escolha o seu livro de oferta aqui: www.tintadachina.pt
Assine aqui: https://goo.gl/hwpdsu
[Oferta limitada ao stock existente. Campanha válida até 13 de Novembro.]

Adoração | Cristina Drios | Lançamento dia 20, às 18h30, na LeYa, Livraria Buchholz

Huitièmes Rencontres euromaghrébines des écrivains | 2 et 3/11 | Argel

NOS PREMIERS ROMANS
Huitièmes Rencontres euromaghrébines des écrivains
Tous les écrivains se souviennent de leur premier roman comme un moment particulier de leur existence, une sorte de saut dans l’inconnu, le début d’une aventure… Les lecteurs aussi retiennent souvent la lecture de leur premier roman avec émotion, ainsi qu’une porte franchie pour entrer dans le vaste univers de la littérature.
Diverse et disparate, la notion de premier roman exerce une certaine fascination autant sur les publics que les professionnels. Elle revient à interroger l’expérience des premières écritures et lectures ainsi que sur le passage éventuel de l’état de lecteur à celui d’auteur.
Depuis plusieurs années maintenant, le premier roman s’est imposé comme une catégorie à part entière du monde de l’édition avec ses révélations, ses succès critiques et populaires et son lot de déconvenues. Il existe même des salons du livre et des prix littéraires entièrement consacrés aux premiers romans.
Il est remarquable que des premiers romans, écrits à l’aube d’une carrière littéraire et rejetés par les éditeurs, soient publiés une fois établie la notoriété de l’écrivain et connaissent en quelque sorte des succès « à retardement ». Dans ce sens, le premier roman nous interpelle aussi sur les rapports entre écriture et édition et sur la relation entre l’écrivain et ce primo-lecteur qu’est l’éditeur.
Comment dévoiler ce rapport exceptionnel, intime et personnel que nous pouvons entretenir ou même entreprendre avec ce premier roman qui nous a marqué, soit en tant que lecteur, soit en tant qu’auteur ?
Les huitièmes rencontres euro-maghrébines des écrivains au 21e Salon International du Livre d’Alger (SILA) vous donnent rendez-vous, les 2 et 3 novembre 2016, à la salle El Djazair du Palais des Expositions (Pins Maritimes, Alger) autour de ce thème passionnant.
Venus d’Algérie, du Maghreb et d’Europe, des écrivains viendront faire part de leurs expériences, raconter les espoirs et les craintes qui ont accompagné leurs premières publications et relater les dessous de ce passage initiatique.
Ils discuteront avec les lecteurs et lectrices présents au SILA pour explorer ce champ particulier et tisser, au fil des confidences littéraires, les cordes solides du dialogue interculturel entre l’Union Européenne et l’Algérie dans le monde du livre.
Mister Man | moda homem
Rua de São Nicolau (Baixa de Lisboa) e Rua Barbosa du Bocage (Campo Pequeno)
http://www.misterman.com.pt



Eric Clapton | Love In Vain
“Love In Vain”
With a suitcase in my hand.
Lord, I followed her to the station
With a suitcase in my hand.
Well, it’s hard to tell, it’s hard to tell,
When all your love’s in vain.
All my love is in vain.
When the train pulled up to the station,
I looked her in the eye.
When the train pulled up to the station,
I looked her in the eye.
I was lonesome, I felt so lonesome,
And I could not help but cry.
All my love is in vain.
Well, the train it left the station
With two lights on behind.
Well, the train it left the station
With two lights on behind.
Well, the blue light was my blues,
The red light was my mind.
All my love is in vain.
Oh oh,
Oh, Willie Mae.
Oh oh oh oh oh,
Oh, Willie Mae.
Oh oh oh oh oh,
Oh vee oh woe.
All my love is in vain.
Bob Dylan | Just Like a Woman
Tonight as I stand inside the rain
Ev’rybody knows
That Baby’s got new clothes
But lately I see her ribbons and her bows
Have fallen from her curls
She takes just like a woman, yes, she does
She makes love just like a woman, yes, she does
And she aches just like a woman
But she breaks just like a little girl
She’s my friend
Yes, I believe I’ll go see her again
Nobody has to guess
That Baby can’t be blessed
Till she sees finally that she’s like all the rest
With her fog, her amphetamine and her pearls
She takes just like a woman, yes
She makes love just like a woman, yes, she does
And she aches just like a woman
But she breaks just like a little girl
And I was dying there of thirst
So I came in here
And your long-time curse hurts
But what’s worse
Is this pain in here
I can’t stay in here
Ain’t it clear that
Yes, I believe it’s time for us to quit
But when we meet again
Introduced as friends
Please don’t let on that you knew me when
I was hungry and it was your world
Ah, you fake just like a woman, yes, you do
You make love just like a woman, yes, you do
Then you ache just like a woman
But you break just like a little girl
Isle of Wight 1970 | Leonard Cohen
You can hear the boats go by, you can spend the night forever
And you know that she’s half-crazy but that’s why you want to be there
And she feeds you tea and oranges that come all the way from China
And just when you mean to tell her that you have no love to give her
Then he gets you on her wavelength
And she lets the river answer that you’ve always been her lover
And you know that she will trust you
For you’ve touched her perfect body with your mind
And he spent a long time watching from his lonely wooden tower
And when he knew for certain only drowning men could see him
He said all men will be sailors then until the sea shall free them
But he himself was broken, long before the sky would open
Forsaken, almost human, he sank beneath your wisdom like a stone
And you think you maybe you’ll trust him
For he’s touched your perfect body with her mind
She’s wearing rags and feathers from Salvation Army counters
And the sun pours down like honey on our lady of the harbor
And she shows you where to look among the garbage and the flowers
There are heroes in the seaweed, there are children in the morning
They are leaning out for love and they wil lean that way forever
While Suzanne holds her mirror
And you know that you can trust her
For she’s touched your perfect body with her mind
Bonjour Tristesse | Françoise Sagan
“Mon père exécutait des mouvements de jambes compliqués pour faire disparaître un début d’estomac incompatible aves ses dispositions de Don Juan”.
Um livro extraordinário [vcs]

O esquecimento como arma política – I | José Pacheco Pereira | in Jornal “Público”
A direita é hoje uma entusiasta do investimento público, do fim da austeridade, de uma baixa generalizada de impostos, em particular para os mais ricos, do acelerar de “reversões” de medidas que ela própria tomou como sendo temporárias no IRS e — espante-se! — pouco entusiasta do controlo do défice e da execução orçamental, coisas “menores” que são obsessão deste Governo.
O esquecimento é uma poderosa arma política que compõe a panóplia de mecanismos orwellianos que são uma parte importante da acção político-mediática dos nossos dias. O esquecimento é muito importante exactamente porque faz parte de um contínuo entre a política e os media dominado por um “jornalismo” sem edição nem mediação centrado no imediato e no entretenimento, com memória abaixo de passarinho. Ele vive hoje dos rumores interpares nas redes sociais, de consultas rudimentares no Google e não se dá ao trabalho sequer de ir ler ou ver como se passaram os eventos sobre os quais escreve e fala, há um ou dois anos. O tempo mediático é cada vez mais curto e isso é uma enorme oportunidade para uma geração de políticos assessorados por “especialistas em comunicação”, agências de manipulação e uma rede de influências no próprio círculo jornalístico, em que cada vez mais existe uma endogamia de formações, de habilidades e ignorância, de meios e métodos, e de confinamento social e cultural.
Humor logo pela manhã | Inês Salvador
Quem são estas pessoas que, ao sábado de manhã, enxameiam o feed de imagens de jogging por campos verdejantes e orvalhados, fitness, work outs e afins em salas de ginásio e vistas de pés cansados à beira mar? Não sabem ficar em casa? Dormir a manhã na cama? Arrastarem-se para o sofá da sala e lá ficar a comer torradas a pingar manteiga? Com franqueza, há gente muito estranha.
Retirado do Facebook | Mural de Inês Salvador
Most of the Time | Bob Dylan
I’m clear focused all around
Most of the time
I can keep both feet on the ground
I can follow the path
I can read the sign
Stay right with it when the road unwinds
I can handle whatever
I stumble upon
I don’t even notice she’s gone
Most of the time.
Most of the time I wouldn’t change it if I could
I can make it all match up
I can hold my own
I can deal with the situation right down to the bone
I can survive and I can endure
And I don’t even think about her
Most of the time.
Most of the time I’m strong enough not to hate
I don’t build up illusion ‘til it makes me sick
I ain’t afraid of confusion no matter how thick
I can smile in the face of mankind
Don’t even remember what her lips felt like on mine
Most of the time.
I wouldn’t know her if I saw her
She’s that far behind
Most of the time I can even be sure
If she was ever with me
Or if I was ever with her
Most of the time I’m halfway content
Most of the time I know exactly where it went
I don’t cheat on myself I don’t run and hide
Hide from the feelings that are buried inside
I don’t compromise and I don’t pretend
I don’t even care if I ever see her again
Most of the time.
Lettres à Anne (1962-1995) | François Mitterrand

Les lettres de celui qui fut deux fois président de la République nous dévoilent des aspects totalement inconnus d’un homme profondément secret que chacun croyait connaître.
En 1962, un homme politique français de quarante-six ans rencontre à Hossegor, chez ses parents, une jeune fille de dix-neuf ans. La première lettre qu’il lui adresse le 19 octobre 1962 sera suivie de mille deux cent dix-sept autres qui se déploieront, sans jamais perdre de leur intensité, jusqu’en 1995, à la veille de sa mort.
Deux lettres, parmi des centaines, témoignent de la constance de cet amour.
15 novembre 1964 : « Je bénis, ma bien-aimée, ton visage où j’essaie de lire ce que sera ma vie. Je t’ai rencontrée et j’ai tout de suite deviné que j’allais partir pour un grand voyage. Là où je vais je sais au moins que tu seras toujours. Je bénis ce visage, ma lumière. Il n’y aura plus jamais de nuit absolue pour moi. La solitude de la mort sera moins solitude. Anne, mon amour.»
Et la correspondance prend fin le 22 septembre 1995 : « Tu m’as toujours apporté plus. Tu as été ma chance de vie. Comment ne pas t’aimer davantage?»
Bob Dylan | Prémio Nobel de Literatura
Croyances historiques, réalités religieuses | Régis Debray

[Hors série Connaissance] Allons aux faits. Croyances historiques, réalités religieuses – Régis Debray. « C’est à renverser de vétustes perspectives qu’invite ce récapitulatif, dérangeant comme un réveille-matin.»
« En me donnant un micro pour deux séries d’interventions, l’une sur l’histoire, l’autre sur la religion, France Culture m’a permis de résumer et clarifier les travaux que je mène depuis maintes années sur diverses affaires temporelles et spirituelles.
Je ne saurais assez remercier sa directrice Sandrine Treiner de m’avoir ainsi donné l’occasion d’apporter ma petite pierre à l’édifice des Lumières, sous l’égide de la devise : “Rendre la Raison populaire”.
Vaste programme, qui exige d’inquiéter nombre de lieux communs, ce qui n’est jamais plaisant. Pourquoi? Parce que nous nous berçons de mots, toujours les mêmes, et que ces mots nous trompent.
L’histoire? Elle est censée nous découvrir la réalité des choses : elle nous dorlote avec de fausses croyances. Les religions? Elles sont censées nous raconter des blagues : bombes et couteaux nous découvrent de rudes vérités. Et si l’opium du peuple n’était pas là où l’on pensait? »
Régis Debray sera :
– le 19 octobre à 8h30 sur France Info pour l’émission “8h30 – Aphatie”
– le 19 octobre encore, à 22h40, sur France 2 dans “Hier, Aujourd’hui, Demain”
Citação | Charles Bukowski
Devemos sempre tentar, é melhor ter decepções que arrependimentos.
Charles Bukowski

O Nobel de Literatura e Bob Dylan | Fernando Tordo
Assim como se toda a gente lê-se à brava, e principalmente em Portugal, vai de acabar com o resto do Bob Dylan e alegar que parece mentira que continuem a embirrar com o Lobo Antunes. Ainda há apenas um dia, um político que num determinado momento se demitiu de primeiro-ministro – enxovalhado também por todos os famosos “matemáticos ” portugueses por não saber fazer contas – viu-se içado como bandeira da eficácia, do conhecimento, da bondade, da experiência, enfim, o homem certo no lugar certo. Ainda foi no meu tempo de vida que vi um cantautor ser laureado Prémio Nobel da Literatura. E depois? Qual é a tão extraordinária surpresa? O malandro do Saramago não escrevia tão mal que nem sequer sabia o que era pontuação? Francamente. Andam 3 milhões de portugueses a ler tudo de fio a pavio do Lobo Antunes e agora vêm com aquele gajo da gaita dizer que o tipo é bom a escrever? Cantigas? Mas o que é essa merda?
Retirado do Facebook | Mural de Fernando Tordo
Bob Dylan | Nobel Prize for Literature | by Joan Baez

The Nobel Prize for Literature is yet another step towards immortality for Bob Dylan. The rebellious, reclusive, unpredictable artist/composer is exactly where the Nobel Prize for Literature needs to be.
His gift with words is unsurpassable. Out of my repertoire spanning 60 years, no songs have been more moving and worthy in their depth, darkness, fury, mystery, beauty, and humor than Bob’s. None has been more of a pleasure to sing. None will come again.
Joan Baez
(photo credit: Ken Regan)
Ce que fut l’Alger ottoman avant que la France coloniale n’en détruise les deux-tiers

Elle s’appelait Djazaïr des Beni Mezghenna, du nom de la tribu amazighe qui y habitait, puis Djazaïr Ethaaliba, en référence à une tribu hilalienne arabe qui s’y est établie à partir du 13 et 14è siècle. Elle deviendra Al-Djazaïr tout court, les îles. Nom que les français ont légèrement adapté à leur langue : Alger.
Une ville bâtie en forme d’amphithéâtre à la mode grecque antique depuis qu’Alger. Pour Athènes, notre capitale se nommait : Icosium. Au 18è siècle, durant la période ottomane, de 100.000 à 120.000 habitants y vivaient, musulmans en majorité mais aussi des dizaines de milliers de juifs et de chrétiens. La plupart, musulmans et non musulmans, étaient venus de différentes et lointaines contrées.
La ville donnait sa chance à ceux qui n’en n’avaient pas eu dans leurs pays de vivre dans la dignité : italiens, albanais, turcs, grecs… y ont exercé le pouvoir du fait de cette ouverture. On pouvait y devenir des Pachas du pays à l’instar de Hadj Hussein Mezzo Morto, Hadj Hassan Veneziano, Corso, Arnaout et d’autres.
Alger disposait d’infrastructures bien meilleures que celles des grandes villes méditerranéennes ou mondiales. Elle était dotée de plus de 60 cafés dont les plus célèbres étaient Al Qahwa El-kebira, EL-Qahwa Esseghira, Qahwet Laariche… Ses habitants se sont abreuvés et rassasiés dans des fontaines publiques encore plus nombreuses que ses cafés.
Elle disposait de 33 hammams à une époque où des rois en Europe ne connaissaient pas encore ce que c’étaient les toilettes. Elle pouvait dormir tranquille grâce aux 12.000 soldats répartis entre 8 casernes qui veillait bien à sa sécurité contrairement à la thèse galvaudée par certains sur “l’occupation turque “.

Une ville où l’on étudie
La ville a prié dans plus de 120 mosquées, zaouïas et mausolées, dans des synagogues et des églises. Les enfants de la ville ont appris à lire et écrire dans les medersas, les zaouïas, les midrashim (écoles juives). Ils ont lu également dans les “ouarraqates” (librairies) au quartier Al-qissariyya, destination des étudiants, des instruits et des savants.
La ville disposait de souks réputés dans toute la méditerranée qui s’étendaient de Bab Azzoun à Bab El Oued, sans compter les marchés dans les quartiers (houmates) comme les magasins de Sidi Abdallah, au bas du quartier de Sidi M’Hamed ou ceux de Ben Rabha, au mur de Soustara.
Au cœur d’El Bahdja, comme on appelait la ville, il y avait de nombreux fondouq (hôtels/auberges) et des cabarets et des tavernes pour égayer les voyageurs, les commerçants ou tout simplement des gens de passage de toutes nationalités.
Hors des murs, des Tagarins à Bouzaréah, de Bab El Oued, de Marsa Eddabbane (Pointe Pescade) ou de Djenane Mustapha Pacha (Champs de manœuvres et Telemly) mais aussi à Djenane Mustapha Pacha (Champs de manœuvres et Télémly) Hydran, Bir Mourad Raïs et Bir Al Khadem, il y avait des jardins et des vergers splendides, des villas et des palais.
Telle était Alger au temps de sa splendeur et de sa gloire… Je le dis et le rappelle pour ceux qui ne la connaissent et ne la voient qu’à travers les yeux de ceux qui en ont détruit les deux-tiers durant les premières années de l’occupation coloniale au nom d’une prétendue mission civilisatrice…
L’Algérie avant l’occupation française

Plage de Bab El Oued et l’enceinte est de la ville d’Alger, “Qaa Essour”
Je me suis souvent demandé à quoi pouvait ressembler l’Algérie avant la prise d’Alger par les Français en juillet 1830.
J’ai pu enfin assouvir ma curiosité grâce à un petit livre édité en 1960, c’est à dire au paroxysme de la guerre d’indépendance.
Ce petit livre, “Histoire d’un parjure”, on le doit à un Français, Michel HABART, qui a basé son travail sur les écrits laissés par les Généraux de la Conquête.
Voici ce que disent de ce pays, tel qu’ils l’ont vu avant d’y mettre le feu et d’y répandre le sang, quelques-uns de ces criminels :
Colonel Saladin : “Rien de comparable en Europe à la région de Blida.”
Saint Arnaud : “La Kabylie est superbe, un des pays les plus riches que j’aie jamais vus.”
Gentry de Bussy : “Pays couvert d’arbres fruitiers de toutes espèces, jardins cultivés jusqu’à la mer, grande variété de légumes grâce à un système d’irrigation très bien entretenu par les Maures.”
Je suppose que vous auriez sans doute aimé naître et grandir à cette époque où l’Algérie, sans pétrole et sans gaz, se débrouillait plutôt bien et offrait du bonheur.
Ce bonheur, elle ne se contentait pas de l’offrir à ses enfants. L’étranger qui s’y aventurait finissait toujours par y rester et à s’y faire adopter.
L’attraction exercée par ce pays était telle, d’ailleurs, signale Michel HABART, que les capitaines de navires accostant au port d’Alger interdisaient aux matelots de descendre à terre de peur de les voir s’évanouir dans la nature.
Mieux que cela ! De nombreux soldats espagnols désertaient leurs garnisons d’Oran et venaient s’installer à Alger en qualité d’esclaves, condition qu’ils jugeaient plus humaine que celle qui était la leur dans l’armée d’occupation.
Je gage qu’à cette époque-là on était à un million de miles marins de penser qu’un jour viendrait où des Algériens affréteraient des rafiots pour fuir leur Eldorado.
Guerra Colonial ou Guerra do Ultramar? | José Pacheco Pereira in Blog “As Brumas da Memória”

Nathalie Cardone | Comandante Che Guevara Hasta Siempre | 09/10/1967
Ernesto Che Guevara foi assassinado em 9 de outubro de 1967
Ry Cooder | Paris, Texas ||| Duas mulheres

Ignore, sorria e vá em frente

Cadeira Portuguesa | Outros Olhares | João Paciência, Arqº
Em exposição na Casa Museu Guerra Junqueiro no Porto até 6 Novembro

Assumir o desenho da cadeira portuguesa, depurado na sua essência conceptual de dois tubos dobrados que se encontram num eixo que define a superfície de sentar, que se fecha na curvatura das costas.
Assumir este conceito, como se de um “esqueleto” se tratasse, já estável na sua ergonomia, e encontrar agora uma nova “roupagem” que a transforme num cadeirão mais representativo para utilizar no interior do espaço habitacional (cadeira de mesa de jantar mais formal ou representativo, cadeirão de apoio em Zona de dormir, ou em complemento de Zona de estar).
A nova imagem define-se a partir da materialização planimétrica dos dois arcos que definem os apoios de braços, as costas e os pés traseiros, que se propõem absorver o “esqueleto” tubular, em dois planos almofadados e forrados a pele branca.
Costas e assento, definem-se como entidade própria entre estes dois planos de 0,06 m de largura, igualmente estofados em pele branca.
Esta ideia permite ainda encarar a “cadeira portuguesa original”, como se fosse o “Chassis” de suporte de outros acessórios “Carnagem” com diferentes cores e materiais, que o comprador pode escolher consoante o local ou ambiente, personalizado com logotipos ou outros temas gráficos, diversificando a imagem numa possível produção em massa, como produto industrial que é.
Estudou-se igualmente uma solução de capa mais simplificada, remetida apenas para os braços e as costas acima da zona de sentar, abrindo o leque de possibilidades cromáticas e de materiais transparentes, protegendo ao mesmo tempo deste modo a estrutura metálica base, do aumento de temperatura causado pelo sol em zonas exteriores.
Brooke has something to say to Theresa May
Tango Pasion ARGENTINA
Rússia e Alemanha | Carlos Matos Gomes in “Facebook”
O Pacto germano-soviético Molotov-Ribentrop e o apoio da Russia à candidata da Alemanha às Nações Unidas. Pensei que o pacto entre Estaline e Hitler não seria reeditado. Pensei que a Rússia estava suficientemente forte em termos tecnológicos e militares para orientar os seus esforços para Oriente e conter sem necessidade de grande empenho a Europa Ocidental. Que se iria opor à Alemanha (por vezes designada por União Europeia) e iria dar um sinal desse desafio com a rejeição da candidata da senhor Merkel. Enganei-me. A Alemanha e a Rússia necessitam uma da outra e quase pelas mesmas razões que levaram a União Soviética e a Alemanha Nazi ao pacto de 1939. Hoje, como antes da IIGuerra Mundial a então URSS, a Rússia necessita da tecnologia da Alemanha e a Alemanha de hoje, tal como a Alemanha Nazi necessita das matérias primas (gás e metais raros) da Rússia. Ambas as potências entendem, tal como antes da Alemanha Nazi invadir a Polónia, que a França e a Inglaterra se vão manter neutras. Inexistentes. A situação de hoje é essa, a Inglaterra é um Estado dos Estados Unidos e a França é uma memória de grandeza muito inflacionada. A Rússia e a Alemanha vão dividir o chamado Leste Europeu em zonas de influência… O avanço da extrema direita alemã favorece este novo acordo que fica exposto com o apoio de Putin à Merklina para a ONU. Em Inglaterra não há nenhum Churchill, em França não há nenhum De Gaulle, e nos Estados Unidos as perspetivas são assustadoras…
Retirado do Facebook | Mural de Carlos Matos Gomes
5 Outubro 1910 | Portugal

DiEM25 | Coletivo Coordenador e Painel Consultivo

Temos notícias emocionantes para partilhar contigo hoje. Estamos a divulgar as equipas que vão coordenar e guiar o nosso movimento para democratizar a EU – o nosso Coletivo Coordenador e Painel Consultivo – na sequência de uma votação por milhares de membros DiEM25 espalhados pela Europa.
Alguns destes nomes já te devem ser familiares enquanto membro DiEM25. Outros não necessitam de apresentação.
Noam Chomsky, Elif Shafak, Brian Eno e Zoe Gardner estão entre as pessoas que vão coordenar as atividades do DiEM25 a partir de hoje. Juntam-se a iniciadores como Yanis Varoufakis, Srećko Horvat e Lorenzo Marsili no nosso Coletivo Coordenador composto de 12 pessoas.
O nosso forte Painel Consultivo inclui o fundador do Wikileaks, Julian Assange, vencedores da Palme d’Or por duas vezes, Ken Loach, o Chanceler Sombra do RU John McDonnell e o compositor pioneiro Jean-Michel Jarre. Juntam-se a um grupo de pensadores influentes e fazedores que tomaram um papel ativo no DiEM25, juntamente com ativistas pela democracia como Dániel Fehér e o Presidente da Câmara Municipal de Nápoles Luigi de Magistris.
Para a lista completa, confere as páginas dedicadas ao Coletivo Coordenador e Painel Consultivo, que incluem fotos e biografias.
Por fim, fica atento ao nosso site para informação relacionada com o evento do próximo sábado em Londres, com os nossos amigos de Outra Europa é Possível (o link para a transmissão direta ainda será anunciado). Eles juntam-se à luta para recuperar a nossa democracia e manter o nosso movimento forte – um dos elementos essenciais da agenda deste evento.
Carpe DiEM!
Luis Martín
Coordenador de Comunicação.
PS: Remember that DiEM25´s Validating Council is now open for nominations. If you would like to be considered for this important body, apply!
Mister Man | Multibrand Man Shop | Lisboa www.misterman.com.pt

Arabesque | Ourém/Olivais
A Academia Arabesque foi fundada em 2010 pela bailarina e professora Yolexis Santana Vila. Hoje com duas escolas e um trabalho sólido na formação de jovens bailarinos é uma referência para quem sente a dança como uma forma de estar na vida.







Rosário Salema de Carvalho | Azulejo em Braga | Lançamento 1 Outubro 2016 | in “Notícias de Castelo de Vide”
Sinais dos Tempos

Cyd Charisse “The Gal With The Yallar Shoes” – 1956
Chuck Berry | C’est la vie
Keith Richards & Jerry Lee Lewis
Jerry Lee Lewis | Great Balls Of Fire / Whole Lotta Shakin’ Going On
Baryshnikov in America – Push comes to shove Part1
Baryshnikov in America – Push comes to shove Part 2
John Travolta / Uma Thurman
El anuncio erótico que muestra todas las vergüenzas de la sociedad española
Une femme kabyle avec une jarre | Algérie
Une femme avec une jarre.
امرأة مع جرة
A woman with a urn.
Tout dans cette peinture montre la beauté et le travail quotidien de la femme kabyle notamment dans le style vestimentaire constellé de bijoux kabyle en argent, en email et au corail rouge et cette jarre traditionnelle qui décrit la tâche de l’eau dont les femmes allaient récupérée quotidiennement aux sources ou dans les fontaines.
Everything in this painting shows the beauty and the daily work of the kabyle woman especially in the kabyle dress style studded silver jewelry, enamel and red coral and this traditional jar that describes the task of water which women were recovered daily to sources or fountains.
(Peintre | رسام | Paintor : Gustave Clarence Rodolphe Boulanger)

Citando Vergílio Ferreira
Há uma desproporção enorme entre a minha urgência e a lentidão de tudo.
Vergílio Ferreira

FOLIO | Festival Literário Internacional de Óbidos

Citando José Saramago

Museu Vida de Cristo | Museu de Cera | Fátima, Portugal
“Iracema” | Resumo e análise do livro de José Alencar | in “Guia do Estudante”
Escrito em prosa poética, esse romance é um dos principais representantes da vertente indianista do movimento romântico e traça uma espécie de mito de fundação da identidade brasileira
A narrativa de Iracema estrutura-se em torno da história do amor de Martim por Iracema.
Diferentemente do que ocorre em outros romances de José de Alencar, como O Guarani, o enredo de Iracema é aberto a interpretações. A relação entre Martim e Iracema significa a união entre o branco colonizador e o índio, entre a cultura européia, civilizada, e os valores indígenas, apresentados como naturalmente bons. É uma espécie de mito de fundação da identidade brasileira.
Conferência “O regresso dos intelectuais em tempo de crise”

Conferência “O regresso dos intelectuais em tempo de crise”
Dia 27 de Setembro, às 18h30, no Restaurante, no Piso 7 do El Corte Inglés.
A conferência de abertura, dirigida pelo Professor Mário Mesquita, contará com o Professor Eduardo Lourenço como principal orador.
Será razoável dizer que, após o tempo do “declínio (ou desaparecimento) dos intelectuais”, estamos na fase do “regresso dos intelectuais”? A admitirmos esse “regresso” do início do século XXI, retomar-se-ão as sucessivas configurações do “intelectual liberal”, do “intelectual orgânico”, do “intelectual comprometido” e do “intelectual específico”? Ou a figura dominante será a dos coletivos – centros de investigação, “think tanks”, organizações não governamentais e outras ? Que lugar desempenha a nova configuração do “intelectual mediático” (ou apenas do “intelectual nos media”)? Qual a sua relação (ou sobreposição) com outros “intermediários culturais”, em especial com os jornalistas? Qual a fronteira, se existe, entre intelectuais e especialistas? Esta sucessão de perguntas estará presente neste ciclo de conferências, num tempo em que o desenvolvimento da sociedade em rede significa, paradoxalmente, multiplicação de atores no espaço público e falta de referências.
Inscrições disponíveis, no Ponto de Informação no piso 0 do El Corte Inglés Lisboa ou através do e-mail relacoespublicas@elcorteingles.pt
Tapada de Mafra | Cristina Carvalho
Este livro divide-se em cinco partes distintas,
O Sagrado
O Dia Intervalo
A Noite
O Fogo e o Renascer
Existe um rapaz que um dia conheceu, num passeio de fim de semana, a Tapada de Mafra. Desde então nunca mais deixou de lá ir. Conheceu todas as aves, conversou com muitos animais, trepou às árvores mais altas, viajou na noite acompanhado de um dos seus maiores amigos, o bufo real Elvis; enfrentou os mistérios da floresta nocturna e diurna, percorreu caminhos, cercados, colinas e vales, decifrou e aprendeu a conhecer e a distinguir plantas e flores, os sons dos ribeiros, as vozes da mata. Percebeu as quatro estações, distinguiu o dia da noite, os sinais da noite, as movimentações dos astros, as manhas dos bichos maiores. Compreendeu a complexidade da vida e aproximou-se da morte no dia em que a Tapada de Mafra ardeu quase completamente, no ano de 2003, num dos maiores incêndios jamais vistos até então. Uma sucessão de histórias todas relacionadas com a floresta e seus habitantes, desde o brilho fantástico de uma nuvem de pirilampos à majestade do mais secreto lobo; desde a suave canção do riacho à força do trovão absoluto. O rapaz aprendeu a conhecer e a estimar o planeta Terra, esse ponto de luz que vibra e estremece entre outros milhares de pontos de luz no firmamento visível. Aquele onde nasceu e onde vai morrer.
As fotografias são de Nanã Sousa Dias
Capa e ilustrações de Teodora Boneva
Dia de lançamento a anunciar.
Afinal a diaba sempre chegou em setembro | Francisco Louçã in “Público”
Na falta do Diabo, venha a diaba.
Passos Coelho bem avisou: é em setembro que chega o demo. E, se não chegou, então mais vale apregoá-lo, alguém acreditará. Ou, como mandam os spin doctors, se há um incêndio em minha casa é melhor atear fogo à cidade porque assim ninguém nota – ninguém nota nem as sondagens tristes, nem a sordidez do apadrinhamento por Passos Coelho do livro do Saraiva, nem a dificuldade de ter candidatos autárquicos, nem o desgosto de não ter havido sanções até agora.
Mariana Mortágua tem então mais uma medalha ao peito: conseguiu juntar de novo o PSD e o CDS, o que não estava nada fácil. Conferência de imprensa conjunta, vociferação, ataque pessoal, tudo como seria de esperar. Afinal, uma pequena taxa sobre os patrimónios imobiliários de mais de um milhão de euros é “ilegal, imoral e inconstitucional”, isto dito pelos ex-governantes que impuseram sem eficácia um imposto de selo de 1% sobre os patrimónios imobiliários de mais de um milhão de euros. Vê-los portanto rasgarem as vestes, porque o investimento vai morrer, porque os franceses se vão embora, porque os Vistos Gold já ninguém os quer, porque os poupadinhos vão ficar prejudicados, porque as heranças serão devastadas, tudo seria comovente se tivesse sentido. Pois que não, como é que se viu, uma deputada discutir soluções fiscais, então não é que ela tomou de assalto o Terreiro do Paço, oh da guarda?
Citação | Mariana Mortágua
“A primeira coisa que acho que temos de fazer é perder a vergonha de ir buscar dinheiro a quem está a acumular dinheiro. Quando estamos a apresentar taxas sobre grandes patrimónios ou grandes rendimentos estamos a fazê-lo porque queremos diminuir as desigualdades mas também porque dizemos que uma sociedade estável não é uma sociedade que permite uma acumulação brutal de capital nos 1% do topo”. [Mariana Mortágua]
Homens Bons | Arturo Pérez-Reverte
Arturo Pérez-Reverte nasceu no ano de 1951 em Cartagena.
Licenciado em Ciências Políticas e Jornalismo, trabalhou durante doze anos no jornal Puebloe nove nos serviços informativos da Televisão Espanhola (TVE), sendo especialista em temas de terrorismo, tráficos ilegais e conflitos armados.
Foram muitos os prémios que ganhou na área da reportagem, nomeadamente o Prémio Astúrias de Jornalismo pela cobertura para a TVE da guerra da ex-Jugoslávia.
Há já alguns anos, este jornalista de profissão dedica-se exclusivamente à literatura.
Na Europa do século XVIII, dois homens viajam em segredo. A sua missão? Levar para Espanha algo proibido: os 28 volumes da Enciclopédia Francesa de D’Alembert e Diderot. A delicada tarefa está nas mãos do bibliotecário don Hermógenes Molina e do almirante don Pedro Zárate, membros da Real Academia Espanhola. Mas estes dois académicos estão longe de imaginar as peripécias que os aguardam…
Da Madrid de Carlos III à Paris libertina e pré-revolucionária, com os seus cafés e tertúlias filosóficas, don Hermógenes e don Pedro embarcam numa intrépida aventura, repleta de heróis e vilãos, intrigas e incertezas. Com o rigor a que já nos habituou – e baseando-se em acontecimentos e personagens reais, Arturo Pérez-Reverte transporta-nos para a magnífica era do Iluminismo, quando a ânsia de liberdade derrubava a ordem estabelecida, e dá-nos a conhecer os heroicos homens que quiseram mudar o mundo com os livros.
Um romance sobre fé e razão, Teologia e Ciência, sombra e luz.
Cyd Charisse + Blythe Walker | SONG TO THE MOON
Gene Kelly and Cyd Charisse Erotic Dance
O ataque às Humanidades a favor de um mundo pior | José Pacheco Pereira
