Engenheiro português é Senador Honorário do Fórum Económico Europeu.
Em cerimónia presidida pelo Presidente da Comissão Europeia, Jean Claude Juncker, o engenheiro português Fernando Branco, membro da Assembleia de Representantes da Ordem dos Engenheiros de Portugal, foi distinguido, este mês, com o título de Senador Honorário do Senado do Fórum Económico Europeu.
Ludwig van Beethoven the Elder, also Ludovicus van Beethoven (January 5, 1712 – December 24, 1773) was a professional singer and music director, best known as the grandfather of the composer Ludwig van Beethoven.
Ludwig van Beethoven was born in Mechelen as the second son of master baker Michael van Beethoven (baptized February 15, 1684 in Mechelen, died June 28, 1749 in Bonn) and his wife Maria Louise Stuyckers (April 24, 1685, Mechelen – December 8, 1749, Bonn). Michael van Beethoven, besides the bakery trade, participated also in the local real estate market and in the purchase and sale of antique furniture and paintings.
Provisoriamente não cantaremos o amor,
que se refugiou mais abaixo dos subterrâneos.
Cantaremos o medo, que esteriliza os abraços,
não cantaremos o ódio, porque este não existe,
existe apenas o medo, nosso pai e nosso companheiro,
o medo grande dos sertões, dos mares, dos desertos,
o medo dos soldados, o medo das mães, o medo das igrejas,
cantaremos o medo dos ditadores, o medo dos democratas,
cantaremos o medo da morte e o medo de depois da morte.
Depois morreremos de medo
e sobre nossos túmulos nascerão flores amarelas e medrosas
A língua lambe as pétalas vermelhas
da rosa pluriaberta; a língua lavra
certo oculto botão, e vai tecendo
lépidas variações de leves ritmos.
E lambe, lambilonga, lambilenta,
a licorina gruta cabeluda,
e, quanto mais lambente, mais ativa,
atinge o céu do céu, entre gemidos,
entre gritos, balidos e rugidos
de leões na floresta, enfurecidos.
Et parce qu’il avait fini d’attendre,
Il n’y avait plus rien à faire,
Ni aujourd’hui, ni demain, ni jamais.
Tout cela lui donnait une vague déception.
C’est ainsi que s’effondrent les rêves.
Nesta data que marca a restauração da independência nacional, perdida em 1580 para Espanha, depois do desaire militar em Alcácer-Quibir e da destruição das forças militares portuguesas, Portugal iniciou um período de 28 anos de lutas e guerras que levaram à assinatura do Tratado de Lisboa, em 1668, no qual Espanha reconhece a nossa independência.
Este facto apenas foi possível, não só pelo reencontrar da nação, mas também porque a Espanha teve de fazer frente a revoltas na Catalunha e Andaluzia, ao mesmo tempo que enfrentava guerras com a Inglaterra, Holanda e França, países que ajudaram o país na sua luta, ainda que de forma dúbia, já que se na Europa apoiavam a luta pela independência, no resto do mundo continuavam a conquistar-nos territórios, como foi o caso de Malaca, Ormuz, Ceilão, Japão, algumas ilhas na atual Indonésia, a maioria das cidades indianas, para a além da maioria das feitorias / cidades africanas (nomeadamente S. Jorge da Mina). Ceuta perdeu-se para os espanhóis.
Esta realidade levou os revoltosos a optar pelo abandono do império do Oriente e a concentrar os seus esforço na recuperação da parte atlântica do mesmo, tendo conseguido recuperar o Brasil, Angola e S Tomé e Príncipe. A opção assumida, decorria da consciência das elites nacionais, que a independência do país apenas seria possível, suportando-se na exploração de territórios coloniais, o que se confirmou nos séculos seguintes. Realidade que implicou a adesão formal à CEE (1986), após a perda das colónias, a última das quais perdida formalmente em 2002.
A luta pela independência deveu-se em grande parte aos prejuízos causados à nobreza e burguesia, pela política implementada por Espanha a partir de 1610 que, prejudicava profundamente as elites económicas, as mesmas que em 1580 permitiram a ocupação espanhola, pelos benefícios que poderiam retirar dessa união. Para além dos prejuízos causados à burguesia, dos cargos e benesses retirados à nobreza, o aumento de impostos (sobre o linho, da sisa, do real da água) sobre a restante população provocou a revolta generalizada.
Para quem não sabe, não se lembra, ou não viveu nos anos 50/60 do século XX. Em nome da realidade histórica. E independentemente de simpatias ou antipatias políticas. Mas é bom saber, ler e reflectir. Belo texto!
Parabéns ao jornalista António Ribeiro.
Não me sinto o mais indicado para tecer loas a Fidel Castro. Não é que ele não as merecesse e garanto-vos que merecia mesmo! Liderar um país que era miserável em 1960 contra os interesses da mais agressiva superpotência mundial, e tudo isso a apenas 150 quilómetros de Key West (Miami), que em matéria de valores e de estilo de vida é uma espécie de América ao quadrado, não há-de ter sido nada fácil. É aliás obra de gigante, isso podem crer. Nacionalizar os sectores monopolistas americanos (hotéis de luxo, batota casineira, tráfico de droga, prostituição à escala industrial, banca, produção e distribuição de electricidade e exclusivo das comunicações) sem pagar nada aos donos daquilo tudo foi uma empreitada e pêras! Logo a seguir convém lembrar as tentativas de assassinato, a nojenta aventura da Baía dos Porcos orquestrada pela CIA, a questão irresolvida de Guantánamo e, sobretudo, o escandaloso boicote comercial que deixou o país à míngua de tudo, incluindo os sobressalentes indispensáveis para manter máquinas e equipamentos em estado operacional. Muita gente não sabe, ou já esqueceu, que o embargo não era só anti-Cuba, era também contra todas as companhias do mundo inteiro que teimassem em manter negócios com Cuba, em exportar para Cuba, em voar ou navegar para lá, entidades às quais era automaticamente vedado ter relações comerciais com companhias americanas. Uma chantagem política miserável, inumana e desproporcionada, que pretendia esmagar um povo inteiro e estimulá-lo à insurreição contra os seus dirigentes. De maneira que os EUA transformaram-se eles mesmos, a propósito de Cuba, numa imensa “baía dos porcos”.
❝ É preciso endurecer, sem perder a ternura, jamais.
— Che Guevara, no livro “Sem perder a ternura: pequeno livro de pensamentos de Che Guevara”. Rio de Janeiro: Record, 1999
§
❝ Se você é capaz de tremer de indignação cada vez que se comete uma injustiça no mundo, então somos companheiros.
— Che Guevara, no livro “Sem perder a ternura: pequeno livro de pensamentos de Che Guevara”. Rio de Janeiro: Record, 1999
§
❝ O caminho é longo e em parte desconhecido; conhecemos nossas limitações. Faremos, nós mesmos, o homem do século XXI.
— Che Guevara, no livro “Sem perder a ternura: pequeno livro de pensamentos de Che Guevara”. Rio de Janeiro: Record, 1999
§
❝ Deixe-me lhe dizer, com o risco de parecer ridículo, que o verdadeiro revolucionário é feito de grandes sentimentos de amor.
— Che Guevara, no livro “Sem perder a ternura: pequeno livro de pensamentos de Che Guevara”. Rio de Janeiro: Record, 1999
§
❝ A universidade deve ser flexível, pintar-se de negro, de mulato, de operário, de camponês ou então ficar sem portas, e o povo invadirá a Universidade e a pintará com as cores que quiser.
— Che Guevara, no livro “Sem perder a ternura: pequeno livro de pensamentos de Che Guevara”. Rio de Janeiro: Record, 1999
Com um pouco de atraso o DiEM25 constituíu o seu primeiro Conselho de Validação. Vê a lista de membros aqui. O Conselho de Validação tem várias tarefas de acordo com os Princípios Orientadores, um deles o de votar em nome dos membros quando uma decisão tem de ser tomada de forma muito rápida. Contudo, quando há tempo suficiente, devemos continuar a ter votações por todos os membros como nomeadamente occorreu aquando da nossa posição política face ao processo do Brexit.
Os resultados do nosso voto interno acabaram de chegar.
Das quatro opções disponíveis que podes rever aqui ( para não membros: aqui), a opção A foi a que teve mais votos com 32.07%. A opção B ficou em segundo lugar com 27.74%, em terceiro lugar a opção D com 23.54% e finalmente a opção C teve 16.65%.
Face a isto, as opções A&B serão agora votadas numa segunda volta para decidir qual será a posição do DiEM25 quanto ao processo do Brexit.
Ambas as opções estão a favor de um acordo entre Londres e Bruxelas segundo o qual dois anos após a ativação do Artigo 50, entraria em vigor um acordo ao estilo do acordo com a Noruega que duraria pelo menos até à próxima legislatura do Parlamento Britânico. Desta forma, o veredicto dado relativo ao Brexit pela população Britânica é respeitado enquando, por outro lado, um periodo de estabilidade é assegurado durante o qual o próximo Palamento – um eleito com um mandato para o fazer – poderá concluir os acordos Britâncios pós-Brexit com a UE.
A diferença entre ambas as opções ( A e B) reside na obrigatoriedade do compromisso ou não de a PM Theresa May e o seu governo terem um acordo como o estabelecido entre a UE e a Noruega. Se tal não sucedesse o DiEM25 não apoiaria/ou apoiaria na mesma a activação do Artigo 50.
A opção A , insiste na condicionalidade, isto é, não dá o nosso consentimento ao governo conservador para prosseguir o fim da liberdade de movimentos e outros direitos importantes no momento em que o Artigo 50 é activado.
A opção B apoia a activação do artigo 50 de forma incondicional e evita a questão: Se a activação do artigo 50 for derrotada pelo Parlamento visto que a PM May recusa comprometer-se com um acordo provisório do tipo-Noruega , não significaria isto que o Reino Unido ficaria na UE contra a escolha dos que votaram?
Uma ampla seleção de publicações da Fundação Gulbenkian sobre vários temas, incluindo textos clássicos, coleções de cultura portuguesa e catálogos de exposições, vão estar à venda até 23 de dezembro a preços reduzidos. Não perca os livros do dia e as apresentações.
Não temos política colonial, nem um espírito colonial, nem um método colonial.
Henrique Galvão, em Huíla. Relatório de Governo. 1929, confessa que não temos política colonial, nem um espírito colonial, nem um método colonial. Porque esta falta de uma doutrina colonial resulta em grande parte da ausência de uma Política Colonial, e a falta de uma e outra, eliminam, de entrada, a possibilidade de ideias coloniais práticas e eficientes. Fica sempre tudo à mercê das ideias dos governantes que passam, dado que cada ministro da pasta dispõe de ideia própria para governar as possessões ultramarinas, mas esta não é transmitida aos governadores, uma vez que estes também dispunham de ideias próprias, e o fenómeno vai reproduzindo-se em toda a escala hierárquica até ao mais simples amanuense. Uma situação que permite que tudo seja possível – até bons governos!
Henrique Carlos Mata Galvão (1895-1970).
Participa no golpe dos Fifis (1927). Deportado para Angola.
Governador de Huíla (1929). Organiza a Exposição Colonial Portuguesa no Porto (1934).
Deputado. Diretor da Emissora Nacional (1935). Lança a Exposição Colonial do Mundo Português (1940). Inspetor superior da administração colonial.
Discurso parlamentar (22 de janeiro 1947). Fuga da prisão (1959). Assalto ao paquete Santa Maria e coordenação da operação de desvio de um avião da TAP (1961).
Fidel, um grande homem. Acabou como ditador e é preciso dizer que começou por acabar com um ditador, Fulgencio Batista. Com qualidade rara, a coragem, cortou com a sua própria situação de privilegiado e arriscou a liberdade e a vida. Aqueles que amocharam em situações semelhantes – e em Portugal ainda há gerações em que a escolha foi posta – deveriam não se esquecer de que houve um Fidel que fez o que eles deveriam ter feito e não fizeram. Que os tíbios reconheçam: “Honra aos que souberam dizer não quando o não era necessário e nós não estivemos à altura de o dizer.” E depois podiam, com mais mérito, criticar o Fidel liberticida. Acresce ainda que para lutar contra a ditadura Fidel não pôde contar com o exemplo da admirável América: ela era madrinha de Batista e madrasta de Cuba. Longe de Deus, não sei, mas tão próximo dos Estados Unidos – naqueles tempos, pelo menos – era mais difícil ser democrata. Poder tomado, Fidel tirou partido do seu jeito para o simbólico: caqui, charuto, barbas… Ora, os ícones – que se mostram muito, por definição – têm de função mais própria escamotear. Esse Fidel das fotografias romantizou o que foi; e ajudou a enganar sobre o que aí vinha. Os factos acabaram por ser: o ditador Fidel assassinou muitos e a todos os seus compatriotas tirou a liberdade. Ao combatente de grande causa, honra. Ao tirano, vergonha. E a todos nós, uma lição de história.
Ferreira Fernandes in Diário de Notícias 28-11-2016
Com a morte de Fidel Castro, desaparece uma das últimas grandes figuras que marcaram o século XX. Dirigente da única revolução socialista vitoriosa no Ocidente, enfrentou o maior poder da nossa era, o de Washington, e resistiu a invasões e agressões militares, a inúmeras tentativas de assassinato, ao bloqueio permanente e a todas as pressões. Fidel sai da vida como um vencedor.
À frente de um pequeno exército guerrilheiro, de apenas cinco mil homens e mulheres (só tinha sobrevivido uma dúzia quando desembarcaram do Gramna para iniciar a luta), conquistou Havana porque o povo não tolerava mais aquela combinação de ditadura e máfia dos casinos, a subserviência e a miséria que alimentava a corte de Fulgêncio Batista. A revolução cubana tinha essas raízes na esperança de uma vida digna e é por isso que, ao contrário de outros regimes, manteve uma base popular tão expressiva e se tornou um exemplo continental.
Fidel nunca dependeu estritamente de Moscovo: tentou criar a Tricontinental para desenvolver uma acção internacionalista autónoma, desencadeou sem autorização do Kremlin a operação militar para salvar Angola da invasão sul-africana – e venceu o mais poderoso exército de África, contribuindo assim para a futura derrota do apartheid – e prosseguiu uma política latino-americana baseada na estratégia de criação de um ciclo anti-imperialista. Também é certo que, noutros casos, se submeteu a razões de conveniência (Havana, como Moscovo e Pequim, opôs-se à independência de Timor). Em qualquer caso, a sua independência reforçou a posição de Cuba.
Durante estas décadas, Cuba sofreu de tudo: um bloqueio destruidor, uma vinculação económica aos interesses da URSS que lhe impôs a monocultura do açúcar e, depois, uma transição difícil, sem petróleo e sem indústria. Sobreviveu, com grande custo, mas constituindo uma notável excepção na América Latina, com níveis de desenvolvimento distantes de outros países e com resultados notáveis, sobretudo na medicina e educação. Internamente, manteve um regime de partido único, o que se impôs sempre contra a capacidade de expressão popular e de mobilização democrática, mas, ao contrário da história trágica da URSS e da mortandade de comunistas e opositores que foi a marca de Estaline, permitiu e até estimulou formas de diversidade cultural de que são exemplo a publicação dos livros de Leonardo Padura (leu “O Homem que Gostava de Cães” ou os seus romances policiais?) ou o cinema crítico (por exemplo, “Morango e Chocolate”, de Tomas Alea em 1994, no auge do período mais difícil da economia cubana). Foi portanto uma liderança popular e marcante.
Marcelo Rebelo de Sousa, homem de direita, resumiu tudo ao dedicar a sua visita a Cuba ao esforço de conseguir um encontro com Fidel. Agora, terminou esta história que nunca absolve, mas que compreende e que luta pela memória.
(este texto foi publicado a 12 Novembro 2010; reproduzo-o agora pela mesma razão, falar aos amigos e dedicá-lo a quem me ensina toda a vida; a foto é de 1991, com João Salaviza)
Não sei como agradecer as generosas mensagens que me mandaram. Mas lembro-me de algumas coisas que a vida me tem ensinado.
Sei que tenho uma dívida. Estive uns breves dias preso em Caxias com alguns amigos, por causa de um protesto contra a guerra na passagem do ano de 1972. Desses camaradas, um deles, que já morreu, Francisco Pereira de Moura, só o voltei a encontrar muito mais tarde, quando regressei à faculdade. Tinha sido convicto católico conservador, membro da Câmara Corporativa, mas olhou para o seu país e fez frente à ditadura. Foi por isso o primeiro candidato da oposição, foi preso, voltou a ser preso. Foi demitido de professor universitário. Chegou ao 25 de Abril, foi libertado e foi ministro, e saiu quando achou que o seu tempo tinha chegado, para voltar a dedicar-se à sua paixão, o ensino. Ele sabia da dívida que tinha para com o país, o trabalhador explorado, o pobre, a mulher sem direitos, as pessoas sem dignidade. E sabia que essa dívida se paga sempre, de todas as formas. Eu sei que todos temos essa dívida.
A nudez da realidade. Estive ontem na apresentação deste livro – A Guerra nos Balcãs – do general Carlos Branco. Que diz ele? Que a informação sobre este conflito foi uma mistificação, uma mentira que os media propagaram às opiniões públicas por encomenda dos governos dos países que originaram o conflito e são responsáveis pelos massacres. Exemplos, o genocídio de Sbrenica, não foi um genocídio, mas uma mortandade deliberadamente provocada pelo governo muçulmano da Bósnia, com a cumplicidade dos governos ocidentais. O jiadismo começou na Bósnia, com a criação de um estado islâmico patrocinado pelos países da NATO… É de ler e de arrepiar. Aquilo que se lê neste livro tem duas lições principais: não acreditem no que os grandes meios de comunicação dizem sobre os conflitos, desde a desagregação da Juguslávia ao que acontece hoje na Síria. Não acreditem na liberdade e independência dos grandes meios de informação: são apenas instrumentos da guerra que os seus governos desencadeiam e alimentam. Leiam este livro arrepiante. O autor foi observador militar da ONU na Juguslávia de 1994 a 1996, monitor eleitoral nas eleições na Bósnia, pertenceu à Divisão Militar do secretariado da ONU, foi porta-voz da NATO no Afeganistão, diretor da divisão de segurança e cooperação militar no estado-maior internacional da NATO, sub-diretor do Instituto de Defesa Nacional, entre outros cargos. O livro foi apresentado pelo embaixador Seixas da Costa… Eu tive a satisfação de cumprir um dever de consciência ao dar um modestíssimo contributo para que este livro viesse a público…
Retirado do Facebook | Mural de Carlos Matos Gomes
there are worse things than
being alone
but it often takes decades
to realize this
and most often
when you do
it’s too late
and there’s nothing worse
than
too late.
Elina è fra i più grandi mezzo-soprano di tutti i tempi. Con Anna Netrebko (soprano) e Janine Jansen (violinista), una delle tre più grandi (e belle) artiste contemporanee. E’ un privilegio poterla ascoltare.
Faz agora um ano que fui desenhar o Festival Literário Tabula Rasa. Foram 5 dias espectaculares de conferências, conversas, passeios, encontros e desencontros. Nunca publiquei estes desenhos por isso deixo aqui alguns das centenas de desenhos de um fim de semana que mudou a minha vida…literalmente.
[Alexandre Esgaio]
É bom que se lembre…. e já agora que não se fique só pela sessão de 2015. Haja vontade e bom senso! E respeito, já agora!
No início deste mês tivemos um debate no nosso fórum sobre qual deveria ser a posição do DiEM25 para garantir um resultado progressista na fase pós Brexit do Reino Unido. O debate produziu quarto opções e agora precisas de votar naquela que devemos adotar! Esta vai tornar-se a nossa posição oficial para formular a nossa estratégia política no Reino Unido.
Precisas de mais informação? Para te inspirares aqui está o que o Yanis já disse sobre este assunto do pós-Brexit no fórum e por vídeo.
Preparado/a para votar? Vai até à página de membros e faz ouvir a tua voz! A votação está aberta até à meia-noite de Sexta, 25 de Novembro.
Carpe DiEM!
Luis Martín
Coordenador de Comunicação, em nome do Colectivo Coordenador do DiEM25
PS Na passada terça-feira o Yanis teve um debate ao vivo com o CED de Hamburgo intitulado “ Porquê o DiEM25?” Ouve o seu discurso aqui!
O jornalista Valdeck Almeida de Jesus é um dos convidados de encontro que acontece na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, de 29 de novembro a 04 de dezembro, promovido pela Associação Internacional dos Poetas.
Poeta e escritor, Valdeck Almeida fará uma palestra sobre ‘A resiliência das minorias no Brasil’, leitura de poemas e lançamento do livro ‘Poesias ao Vento: vinte poemas de amor e uma crônica desesperada’, com texto em português e espanhol, tradução da venezuelana Gladys Medía e revisão do poeta colombiano Júlio Bustos. A coletânea foi ilustrada pelo grafiteiro baiano Zezé Olukemi e relata uma paixão iniciada através de cartas que evoluiu para redes sociais e telefone, mas jamais se concretizou. “Este livro foi baseado em minha memórias afetivas, e atravessa mais de trinta anos de inspiração e desejo e, na verdade, a personagem principal é a fusão de duas pessoas. Uma morava em Uberlândia-MG e trocamos correspondências. A outra, mora em Salvador-BA, é natural de Uberlândia também, mas eu nunca a encontrei pessoalmente”, esclarece o poeta. Os textos refletem esse amor não concretizado, agora tornado público, mas a identidade das musas o poeta guarda em segredo.
Os jornalistas começam sempre como repórteres, mas são poucos aqueles que se mantém na função até o fim da carreira porque a maioria acaba como editor ou até mesmo editor-chefe, sem contar aqueles que, atraídos pelo mundo dos negócios e da política partidária, aceitam participar do tráfico de influência e passam a ocupar cargos públicos ou assessorar canastrões ligados ao poder. De fato, raros são aqueles que continuam a viver o dia-a-dia das ruas ou a participar do cotidiano das populações marginalizadas e a escrever sobre suas esperanças e desilusões.
Ivete Carneiro, nascida em Versalhes, na França, mas portuguesa de quatro costados, jornalista do Jornal de Notícias, de Lisboa, desde outubro de 1993, constitui um desses raros exemplos, pois se mantém incólume nesse caminho há mais de duas décadas. Licenciada em Comunicação Social na Escola Superior de Jornalismo do Porto em 1994, desde logo fez a sua opção pelos pobres e desvalidos da terra. Em 2004, frequentou o curso de Jornalismo em ambientes hostis e técnicas de primeiros socorros da Centurion Risk Assesment Services, na Inglaterra.
Une représentation éblouissante des arias pour voix féminines dans l’opéra baroque « Bajazet » de Vivaldi de ma divine enchanteresse Elïna Garanča du bel canto. Dirigé et mise en scène par le remarquable violoniste Fabio Blondi, la tragédie musicale est jouée par son petit orchestre original EUROPA GALANTE, utilisant des instruments anciens pour reproduire avec maestria le timbre particulier de l’époque. Avec la souplesse de la tessiture de sa voix mezzo pleine et douce, en écho avec le chant du premier violon, est rythmiquement exhalée, scandé avec finesse du fond sa gorge avec des intensités et tonicités du raffinement variée de la musicalité particulière de Vivaldi. La virtuosité des modulations subtiles sur tout le registre des couleurs de son suprême lyrisme, son admirable expressivité vocale rentrait en charmante euphonie avec les variétés des timbres rares des instruments anciens à corde, le clavecin, le basson et les adorables participations des hauts bois baroques. Peter, son « Cavalier de Prose » enchanté.
“Estamos todos numa solidão e numa multidão ao mesmo tempo”.
Zygmunt Bauman
O sociólogo polonês Zygmunt Bauman declara que vivemos em um tempo que escorre pelas mãos, um tempo líquido em que nada é para persistir. Não há nada tão intenso que consiga permanecer e se tornar verdadeiramente necessário. Tudo é transitório. Não há a observação pausada daquilo que experimentamos, é preciso fotografar, filmar, comentar, curtir, mostrar, comprar e comparar.
O desejo habita a ansiedade e se perde no consumismo imediato. A sociedade está marcada pela ansiedade, reina uma inabilidade de experimentar profundamente o que nos chega, o que importa é poder descrever aos demais o que se está fazendo.
Em tempos de Facebook e Twitter não há desagrados, se não gosto de uma declaração ou um pensamento, deleto, desconecto, bloqueio. Perde-se a profundidade das relações; perde-se a conversa que possibilita a harmonia e também o destoar. Nas relações virtuais não existem discussões que terminem em abraços vivos, as discussões são mudas, distantes. As relações começam ou terminam sem contato algum. Analisamos o outro por suas fotos e frases de efeito. Não existe a troca vivida.
Ao mesmo tempo em que experimentamos um isolamento protetor, vivenciamos uma absoluta exposição. Não há o privado, tudo é desvendado: o que se come, o que se compra; o que nos atormenta e o que nos alegra.
O amor é mais falado do que vivido. Vivemos um tempo de secreta angústia. Filosoficamente a angústia é o sentimento do nada. O corpo se inquieta e a alma sufoca. Há uma vertigem permeando as relações, tudo se torna vacilante, tudo pode ser deletado: o amor e os amigos.
“Estamos todos numa solidão e numa multidão ao mesmo tempo”. Zygmunt Bauman
Zygmunt Bauman é um sociólogo polonês. Serviu na Segunda Guerra Mundial pelo exército da União Soviética e conheceu sua esposa, Janine Bauman, nos acampamentos de refugiados polacos. Wikipédia
I saw jesus on the cross on a hill called calvary
“do you hate mankind for what they done to you? ”
He said, “talk of love not hate, things to do – it’s getting late.
I’ve so little time and I’m only passing through.”
Passing through, passing through.
Sometimes happy, sometimes blue,
Glad that I ran into you.
Tell the people that you saw me passing through.
I saw adam leave the garden with an apple in his hand,
I said “now you’re out, what are you going to do? ”
“plant some crops and pray for rain, maybe raise a little cane.
I’m an orphan now, and I’m only passing through.”
Passing through, passing through …
I was with washington at valley ford, shivering in the snow.
I said, “how come the men here suffer like they do? ”
“men will suffer, men will fight, even die for what is right
Even though they know they’re only passing through”
Passing through, passing through …
I was with franklin roosevelt’s side on the night before he died.
He said, “one world must come out of world war two” (ah, the fool)
“yankee, russian, white or tan, ” he said, “a man is still a man.
We’re all on one road, and we’re only passing through.”
Olhai os poderosos do mundo e reflictam. É necessário estabelecer, desde já, os Direitos Universais da Carneirada.
1 – A carneirada deverá ter direito a pasto suficiente, para que não morra de fome;
2 – A carneirada deverá ter direito a um redil, de escolha do seu pastor;
3 – A carneirada tem direito a manter a cabeça sobre o corpo, independentemente do uso que lhe dá;
4 – A carneirada pode ser tosquiada, desde que lhe seja mantida lã suficiente para que não morra de frio;
5 – Ninguém poderá inibir o balir da carneirada, mesmo que haja total indiferença aos “més-més” e à interpretação dos mesmos;
6 – Mais do que um dever, é um direito do carneiro ser escolhido para imolação;
7 – Cada grupo de carneiros deverá ter direito a um cão pastor e “perceber” que ele está presente para sua protecção e segurança;
8 – Se o pastor tiver “patrões” ocultos a carneirada pode adorar esses “patrões” como se de o pastor se tratasse;
9 – A carneirada tem direito à procriação e à multiplicação do rebanho, desde que eduque os carneirinhos nos são princípios enunciados pelos pastores e de que não faça deles coisa sua;
10 – Sempre que a carneirada julgue ter razão poderá dar um “mês-més” mais altos, sem que nunca questione as soluções do pastor;
11 – A carneirada tem direito a um cantinho de pasto, desde que pague taxa de relva, taxa de ocupação de terra, taxa de rega, taxa de sol sobre a eira e taxa de ventilação de ar puro;
12 – É livre a circulação da carneirada, dentro dos limites do arame farpado definido pelos pastores;
13 – A carneirada tem o direito de escolher periodicamente o menos mau dos pastores e a fazer ensaios entre os mais improváveis para essa tarefa.
Nas últimas semanas temos lançado uma série de ações para te manter mais informado/a acerca das atividades do DiEM25. Tens agora acesso a resumos das discussões semanais do Coletivo Coordenador e uma nova secção no nosso site com atualizações quanto ao que estão a fazer os CEDs na Europa.
Agora queremos ter uma conversa mais direta contigo sobre o que estamos a fazer juntos e de que forma. Portanto, começando este fim-de-semana, os membros DiEM25 podem conversar ao vivo com os membros do Coletivo Coordenador.
Sábado 12 de novembro 12:30 CET o nosso membro do CC Lorenzo Marsili estará connosco por uma hora para responder às vossas questões e para debater assuntos que te são importantes (faremos o mesmo com os outros membros do CC no futuro).
Queres participar? A conversa vai estar disponível neste link – guarda-o e certifica-te que te juntas a Lorenzo e a outros membros do DiEM25 este fim de semana.
Conversamos então brevemente e Carpe DiEM!
Luis Martín
Coordenador de Comunicação
PS A nossa discussão quanto à posição pós-BrexitDiEM25 está a acontecer agora no Fórum, Junta-te agora para contribuir – vamos pedir aos membros para votarem na próxima semana.
Era bom alisar seu traseiro marmóreo
e nele soletrar meu destino completo:
paixão, volúpia, dor, vida e morte beijando-se
Em alvos esponsais numa curva infinita.
Era amargo sentir em seu frio traseiro
a cor de outro final, a esférica renúncia
a toda a respiração de amá-la de outra forma.
Só a bunda existia, o resto era miragem.
A “Europa” morreu há muito e hoje os portugueses não passam de um incómodo e de um prejuízo para a Alemanha e para os países que dependem dela. Nem assim Portugal percebe que não é e nunca foi europeu.
Segunda-feira
Dizem que por pressão de Angola e dos negócios do petróleo, Portugal aceitou a Guiné Equatorial (um antigo protectorado espanhol) na CPLP. A Guiné Equatorial é uma ditadura, governada desde 1979 à maneira norte-coreana, por um indivíduo chamado Teodoro Obiang e pelo filho Teodorino Obiang, um gangster internacional procurado pela polícia francesa. Neste paraíso dos direitos do homem continua a existir pena de morte e a máquina de repressão que produz para o pai Teodoro maiorias de 98 por cento dos votos. Muito bem, não se pode pedir perfeição a toda gente.
A honest video of Latvian opera star Elina Garanca during recording of Mozart’s ” La clemenza di Tito” .
In early 2006, she stars in “La Clemenza di Tito” for a second time — only that she’s Sesto, the opera’s main character, instead of appearing on a side track. The reactions leave no room for interpretation: Elina Garanca is now being hailed as the best mezzo on the planet and dame Joan Sutherland, who carried that title herself in her prime, praises her exuberantly: “She has a superb voice and the natural born appearance of a diva”It is only shortly after, that Michael Lang comes knocking on her door.
Quero falar-vos de Kohl e de Mitterrand. Hirtos, sobretudo negro, mãos dadas, olhar perdido no vazio, 70 anos volvidos sobre o massacre. A França e a Alemanha irmanadas na memória de uma tragédia.
Por mais fotos que se façam dos testemunhos de horror que o viajante encontra numa visita a este célebre campo de concentração nazi, não existe mais intensa experiência do que sentir aquele silêncio. Um silêncio cheio de ausentes-presentes.
Nem os pássaros cantam em Auschtwiz, ainda medrosos dos gritos, das lágrimas, do martírio de tantos milhões de inocentes, sacrificados por gente hedionda. Quem ali entrar, deixa de acreditar em Deus. Não pode ter concebido monstros tão ignóbeis tão longe da humanidade. Porém, é o silêncio que nos devolve a ideia de Deus. Aquele estranho e infinito silêncio feito de pranto, lágrimas, dor, e tanto sofrimento que se torna lição sobre a crueldade e chegam-me aos ouvidos as palavras de Hemingway, ao ouvir um sino longínquo, ‘não perguntes por quem os sinos dobram. Eles dobram por ti’
Retirado do Facebook | Mural de Ivo Filipe de Almeida
Leandro Karnal (São Leopoldo, 1º de fevereiro de 1963) é um historiador brasileiro, atualmente professor da UNICAMP na área de História da América. Foi também curador de diversas exposições, como A Escrita da Memória, em São Paulo, tendo colaborado ainda na elaboração curatorial de museus, como o Museu da Língua Portuguesa em São Paulo.
Graduado em História pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos e doutor pela Universidade de São Paulo, Karnal tem publicações sobre o ensino de História, bem como sobre História da América e História das Religiões.
Neste trecho de uma palestra, o professor fala da tirania e sobre a religião que surge para “tornar suportável o insuportável”. Discorre ainda sobre a cascata de tirania de que se vale o tirano para estelecer-se.
As the European Commission is currently reviewing the EU budget, the Greek and Italian Prime Ministers have warned the Visegrad Group (V4) – Poland, the Czech Republic, Slovakia, and Hungary – that they will veto their access to structural funds.
Athens and Rome demand the V4 group to comply with the European Commission’s mandatory refugee relocation plan put forward a year ago.
The plan envisages the relocation of 160,000 asylum seekers from Greece and Italy across the bloc. The European Commissioner for Migration, Dimitris Avramopoulos, told the Polish Rzeczpospolita on Thursday that the European Commission remains committed to the plan.
From Athens, the Prime Minister Alexis Tsipras said on Thursday that “if a member state does not want to adhere to the agreement, it will be a good idea to cut – or at least limit – it’s funding from Brussels.”
Speaking to Italy’s public broadcaster, RAI1, on Tuesday, Matteo Renzi said he would veto EU funds to countries that refuse to comply with the mandatory relocation plan. “We give 20 billion (euros) to Europe so that we can get back 12 — and if Hungary, the Czech Republic, and Slovakia want to preach at us about immigrants, allow Italy to say that the system is no longer working.”
“If you build walls against immigrants, you can forget about seeing Italian money. If the immigrants don’t go there, the money won’t go there either,” Renzi clarified.
The European Commission requested from Italy “clarifications” on its 2017 budget. Italy responded that it will have a higher budget deficit this year to meet the cost of refugees from arriving in Italy via the Mediterranean from North Africa. Up until October 2016 Italy had received 155,000 refugees.
Também escreveu muita poesia das ruínas. Poemas sobre Beirute, sobre a cidade como inferno. Cidades onde a guerra e a violência são uma constante.
Isso está ligado também ao monoteísmo. A visão monoteísta do mundo deformou as relações do homem com o homem, do homem com a natureza, do homem com o além da natureza. Deformou tudo. O monoteísmo colonizou o nosso cérebri e não podemos ver a realidade do universo se não nos libertarmos desse fechamento do mono teísmo. É esse actualmente o nosso grande problema, não apenas no mundo árabe mas também no mundo ocidental.
A certa altura diz que o nosso tempo “não sabe ler senão o livro do assassínio”.
Não posso imaginar que o ser humano, que foi criado à imagem de Deus, seja selvagem, e mais selvagem do que os animais selvagens. Mesmo o animal selvagem só mata os outros animais para se alimentar, mas um ser humano mata outro ser humano por maldade.
Essa desumanidade não o desencorajou?
Não, eu acredito no ser humano, acredito no Homem. Mas as culturas monoteístas tornaram-se prisões contra a alegria, contra o corpo, contra a criatividade, contra tudo. O grande combate intelectual do mundo é saber como ultrapassar o monoteísmo e a sua cultura. É esse o nosso problema comum.
Elīna Garanča é uma mezzo-soprano letã. Wikipédia
Nascimento: 16 de setembro de 1976 (40 anos), Riga, Letónia
Cônjuge: Karel Mark Chichon (desde 2006)
Filhas: Catherine Louise Chichon, Cristina Sophie Chichon
(…) Mas a sua verdadeira recompensa está no próprio ato de lamber. Sem essa prática, constante e repetida, a sua existência não tem qualquer sentido. Eles são a contraparte da vontade de bajulação de personagens “importantes” cujos enormes umbigos – e as lambidelas diárias – os fazem sentir-se muito mais importantes do que realmente são.
No Portugal antigo, nos tempos da sociedade rural e do paroquialismo, era a “graxa” que dava “lustro” aos mais poderosos. Mais tarde surgiram os “lambe-botas”; e atualmente, é o tempo dos “lambe-cus”. A espécie não é obviamente um exclusivo do “habitat” lusitano. Mas não tenho dúvidas de que por cá ela germinou, floresceu e hoje multiplica-se a olhos vistos. Isto porque aqui encontra as condições ideais para a sua multiplicação. Os atuais lambe-cus são descendentes dos “lambe-botas”. Não deixa, no entanto, de ser curioso, e aparentemente paradoxal, que os lambe-botas (os pais dos lambe-cus) tenham sido tão combatidos, quase exterminados, com a restauração da democracia, e depois ressurgiram tão vigorosamente. À medida que o regime democrático se foi acomodando às suas rotinas burocráticas e, posteriormente, começou a ser corroído por dentro, eles brotaram das entranhas e estão agora por todo o lado. Digamos que a corrosão da democracia está em correspondência direta com o aumento dos lambe-cus. Porque será que isto ocorre e porque será que o país se tornou um “viveiro” tão fértil para esta espécie?