Les Misérables (2012) – I Dreamed A Dream Scene (1/10) | Anne Hathaway é divina !!!

Les Misérables – I Dreamed A Dream: Fantine (Anne Hathaway) sings of her past and the horror of her current desperation.

After 19 years as a prisoner, Jean Valjean (Hugh Jackman) is freed by Javert (Russell Crowe), the officer in charge of the prison workforce. Valjean promptly breaks parole but later uses money from stolen silver to reinvent himself as a mayor and factory owner. Javert vows to bring Valjean back to prison. Eight years later, Valjean becomes the guardian of a child named Cosette after her mother’s (Anne Hathaway) death, but Javert’s relentless pursuit means that peace will be a long time coming.

Pintura de Konstantin Razumov, Pintor russo

Konstantin Razumov (nacido en 1974) crea pinturas en varios géneros, desde Nu hasta paisajes, pero está especialmente refinado con la escritura de retratos de mujeres. Dibujando señoritas encantadoras, la artista no las representa como mujeres modernas, más a menudo la mujer en sus pinturas es una mujer de ensueño que vino de un tiempo diferente, del siglo pasado. El sueño de la mujer en las pinturas del artista es encantador, refinado y femenino.

CONSTANTINO E A ASCENSÃO DO CRISTIANISMO | In Estudos Históricos

Constantino foi um imperador romano que viveu entre os séculos III e IV d.C. Ele é considerado o primeiro imperador cristão, pois foi o responsável por legalizar e favorecer o cristianismo no Império Romano, que até então era dominado pelo paganismo e pela perseguição aos cristãos.

A conversão de Constantino ao cristianismo é um dos eventos mais importantes da história da igreja, pois marcou o início de uma nova era de expansão e influência da fé cristã na sociedade e na política. Segundo a tradição, Constantino se converteu após ter uma visão de uma cruz luminosa com as palavras “in hoc signo vinces” (por este sinal vencerás) antes da batalha da Ponte Mílvia, em 312 d.C., contra o seu rival Maxêncio. Nessa batalha, Constantino saiu vitorioso e se tornou o único governante do Império Romano do Ocidente.

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BARUCH SPINOZA | Tratado da Reforma do Entendimento

Baruch (de) Espinoza (em hebraico, ברוך שפינוזה), também referido como Baruch (de) Espinosa ou Baruch Spinoza[1][2] ou, ainda, na literatura em português, como Bento (de) Espinosa e, após o herem de 1656, como Benedictus de Spinoza [3] (Amsterdão24 de novembro de 1632 – Haia21 de fevereiro de 1677[4]foi um filósofo de origem judaico-portuguesa, nascido nos Países Baixos, filho de uma família perseguida pela inquisição, em Portugal, que se refugiara na Sinagoga Portuguesa de Amsterdão.[5][6]

Um dos primeiros pensadores do Iluminismo[7] e da crítica bíblica moderna,[8] incluindo das modernas concepções de si mesmo e do universo,[9] ele veio a ser considerado um dos grandes racionalistas da filosofia do século XVII.[10] Inspirado pelas ideias inovadoras de René Descartes, Spinoza se tornou uma figura filosófica importante da Idade de Ouro Holandesa. O nome de batismo de Spinoza, que significa “Bem-aventurado”, varia entre as diferentes línguas. Em hebraico, seu nome completo é escrito ברוך שפינוזה. Na Holanda, usava o nome português Bento.[11] Em suas obras em latim e em holandês, usava a forma latina desse nome, Benedictus.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Baruch_Espinoza

“O DESTERRADO”, DE SOARES DOS REIS, por Paulo Marques

Em 1872, com 25 anos, como prova final do pensionato em escultura que realizou em Roma, Soares dos Reis (1847 – 1889) esculpiu em mármore de Carrara “O Desterrado”, sua obra maior, de inspiração classicista (com pormenores naturalistas e românticos perfeitamente conjugados), inspirada nos versos das “Tristezas do Desterro” de Alexandre Herculano.

Sentado num rochedo, um jovem nu, belo e são, com as mãos cruzadas e apoiadas a um lado, costas arqueadas, cabeça pendente numa pose de abandono, com uma lágrima escorrendo-lhe pela face, olha tristemente? solitariamente? saudosamente? meditativamente? alheadamente? melancolicamente? desesperadamente? a espuma das ondas a seus pés. 

À época, mal adivinhava Soares dos Reis que “O Desterrado” viria a ser ele próprio. Desterrado, não no sentido de ter vivido longe, ou de ter sido expulso da sua pátria, mas de ter vivido num espaço e num tempo em que nunca se enquadrou e que nunca o acolheu com a devida gratidão. 

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Quatro grandes líderes de Portugal. Exemplos extraordinários de como se faz grande política

Diogo Freitas do Amaral, Francisco Sá Carneiro, Mário Soares e Álvaro Cunhal

Os quatro souberam rodear-se de grandes quadros militantes, experientes, com vidas profissionais exemplares.

Programa eleitoral da AD para 2024: mudança segura e ambição reformista | PSD/CDS-PP/PPM

Luís Montenegro defende uma “ambição reformista com responsabilidade orçamental e justiça social”, para colocar a economia portuguesa “a crescer como as melhores da Europa” e reduzir a pobreza.

“Estou aqui para vos apresentar a mudança, para vos dar a conhecer o país muito melhor que vamos construir juntos a partir do próximo dia 10 de março”, declarou.

Esta sexta-feira, em Lisboa, na apresentação do programa eleitoral, o líder da AD começou por caracterizar o estado do país: “a cair para a cauda da Europa”, com “baixos salários e baixas pensões”, uma “dramática emigração de jovens qualificados”, um estado que “abandona milhões à pobreza, à exclusão e a desigualdades persistentes”.

“Na AD queremos virar a página do desânimo e do desespero e abrir um tempo de esperança e um tempo de confiança”, acrescentou.

“Ambição”, “sensibilidade social” e “sentido de Estado” são os três grandes princípios orientadores do programa eleitoral da AD, que “oferece aos portugueses uma combinação única de ambição reformista com responsabilidade orçamental e justiça social” e permitirá “criar uma economia produtiva e competitiva, a crescer como as melhores da Europa, e que seja capaz de gerar melhores empregos que paguem melhores salários”.

Luís Montenegro salientou que é preciso pôr termo a “8 anos de governação do Partido Socialista, que governou 22 dos últimos 29 anos”. “O cenário macroeconómico e orçamental é robusto, combina ambição com realismo e prudência”, contrapôs.
“Propomos baixar os impostos, sobretudo sobre o rendimento do trabalho da classe média e dos jovens, e depois também sobre a atividade das empresas – mas sempre com equilíbrio orçamental”, realçou.

Luís Montenegro quer “criar uma economia competitiva”, promover “melhores salários” e “pensões mais altas”, “salvar os serviços públicos, mas sobretudo garantir que todos os portugueses têm mesmo uma resposta no tempo e com a qualidade que merecem na saúde, na educação, na habitação acessível para as famílias, nos transportes, na justiça e na segurança” e “reduzir a pobreza mesmo antes da aplicação de prestações sociais”.

Conhece aqui o Programa Eleitoral da Aliança Democrática.

Uma visão do Brasil contemporâneo | de Kenneth Maxwell | por Adelto Gonçalves

Novo livro do historiador inglês Kenneth Maxwell analisa os caminhos percorridos pelo País nos últimos 12 anos.

                                                             I
               O livro Kenneth Maxwell on Global Trends – an historian of the 18th century looks at the contemporary world (Kenneth Maxwell sobre tendências globais: um historiador do século 18 olha para o mundo contemporâneo), publicado por Second Line of Defense e organizado e editado por Robbin Laird, reúne ensaios que saíram à luz de 2011 a 2023. Conhecedor profundo da história do Brasil e d e Portugal no século XVIII e autor do clássico A Devassa da Devassa (Rio de Janeiro, Editora Paz e Terra, 1977), lançado em 1973 na Inglaterra com o título Conflicts and Conspiracies: Brazil and Portugal, 1750 -1808 (Cambridge University Press), seu primeiro livro, Maxwell, embora seu trabalho basicamente enfoque o século XVIII português, tem acompanhado detidamente a evolução política tanto em Portugal como no Brasil nos últimos tempos.
               Seus textos apresentam uma perspectiva abrangente sobre o mundo moderno e fornecem uma visão da desordem que se constata no planeta nos dias de hoje, mas especialmente se detêm sobre os caminhos que a democracia no Brasil vem percorrendo desde o fim do regime militar (1964-1985).  

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MARIA SHARAPOVA | WIKIPÉDIA

Maria Yuryevna Sharapova (em russo, Мария Юрьевна Шарапова; Nyagan19 de abril de 1987) é uma ex-jogadora profissional de tênis da Rússia e ex-número 1 do ranking da WTA. Seus pais são de HomielBielorrússia, mas mudaram-se para a Rússia em 1986, logo após o acidente nuclear de Chernobil, cidade ucraniana vizinha.[6]

Em janeiro de 2010, a tenista voltou a ser a desportista mais bem paga do mundo, ao renovar o seu contrato com a marca de artigos desportivos Nike, no valor de 70 milhões de dólares (cerca de 48 milhões de euros).[7]

https://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_Sharapova

Somos um País historicamente sem qualquer cultura democrática | António Campos

Mário Soares sabia-o e conhecia a nossa longa história antidemocrática como ninguém.

A sua principal preocupação política era como consolidar a Democracia, num País sem cultura democrática.

No dia 28 de Abril de 1974 ,após a sua chegada do exílio, com Tito de Morais e Ramos da Costa, na reunião em casa de Salgado Zenha, a principal discussão política era como se iam conseguir eleições livres e democráticas.

O primeiro líder político estrangeiro a visitar Portugal, após o 25 de Abril, foi o seu amigo Mitterrand.

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Dublagem em português! Entrevista de Tucker Carlson a Vladimir Putin // Yuliana Titaeva

A tradução realizada por tradutora-intérprete do nível internacional, professora do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Valdes Zenenko, especialmente para a Agência para o Desenvolvimento de Cooperação Bilateral Rússia-Brasil.

CONTACT 56 | Guerre en Ukraine: le narratif s’effondre – Jacques Baud (par Stéphan Bureau)

Fallait-il attendre deux ans et compter les morts par centaines de milliers pour réaliser que la Russie n’allait pas perdre la guerre en Ukraine ? Un constat qui confinait tous ceux qui avaient l’audace de le faire au rôle d’apologiste de Vladimir Poutine. Dans cette perspective, la lecture du réel s’est vite transformée en discours de propagande. La fiche Wikipédia de notre invité, Jacques Baud, ne laisse d’ailleurs pas de place au doute, nous serions en face d’un personnage à la solde de Moscou ! Jacques Baud n’aurait-il pas plutôt annoncé et répété très tôt une vérité que personne ne voulait entendre à l’ouest? Baud a travaillé pour le renseignement stratégique suisse, ancien chef de la doctrine des opérations de la paix de l’ONU, il a aussi collaboré à des programmes de l’OTAN en Ukraine. Selon lui, « la cause ukrainienne est perdue », « Zelensky a fait un pacte avec le diable. » La guerre n’est entretenue par l’Occident que dans l’espoir secret d’affaiblir Moscou. Jacques Baud est l’auteur de plusieurs livres sur le conflit en Ukraine, son plus récent, L’art de la guerre russe est sorti en janvier 2024 aux éditions Max Milo.            

O amor que nunca teve fim | FOTOS E VÍDEOS ANTIGOS in Facebook

O ator que mais doou dinheiro para causas humanitárias na história é Paul Newman.

Doou entre 150 e 175 milhões só até a década de oitenta, e quem sabe quanto doou até o fim da vida. Ele tinha sua própria marca de produtos alimentícios, “Newman’s Own”, que apresentava principalmente molhos para espaguete e molhos para salada. Ao longo dos anos, a empresa obteve lucros de mais de 100 milhões de dólares e doou todo o dinheiro para diversas instituições de caridade. O interessante sobre ele é que o personagem Lanterna Verde foi criado em sua homenagem quando ele tinha 34 anos e que em 1979, aos 54 anos, ficou em segundo lugar nas 24 Horas de Le Mans, a mais antiga corrida de carros esportivos.

Porém, o que mais o fascina é que durante 55 anos esteve apaixonado por uma mulher, a atriz Joanna Woodward. Exatamente 50 anos eles estavam casados, até sua morte, Joan ainda está viva. Eles têm três filhas. Eles se apaixonaram no set do filme “Long Hot Summer”. Ele teve um casamento que não durou, foi infeliz e não se sentia atraente mesmo sendo considerado um símbolo sexual, até conhecer Joan. Ele também brilhou em sua profissão. Ambos ganharam um Oscar.

“Uma vez perguntei a um motorista de Hollywood quem era seu cliente favorito e ele imediatamente disse: “Paul Newman foi muito legal. Ele me questionou sobre minha vida, e sua esposa Joan estava com ele. O cara tinha 80 anos e a beijava o tempo todo. Ele a abraçaria, eles se beijariam e ririam. Inacreditável!” — disse o jovem ator Ansel Elgort.

A filha deles, Melissa, encontrou no sótão de sua casa uma pilha de cartas que seu pai havia escrito para sua mãe há mais de 50 anos. Ela publicou alguns deles em suas memórias. Os dois até tinham sua própria cabana de “amor”.

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Texto copiado de outra postagem, no grupo COISAS ANTIGAS.

O segredo de Espinosa | por Paulo Rezzutti

Ele foi um dos filósofos mais importantes do período barroco. Suas ideias eram tão revolucionárias que ele foi perseguido tanto por católicos quanto por judeus. Mas isso não adiantou, a sua filosofia acabou influenciando até pensadores do século 20. Tudo isso sem nunca ter ensinado numa universidade, porque ele não queria perder a independência de seu pensamento.

CNV = COMUNICAÇÃO-NÃO VIOLENTA MARSHALL B. ROSENBERG

CNV = COMUNICAÇÃO-NÃO VIOLENTA

CNV : uma forma de comunicação que nos leva a contribuir do fundo do coração.

Percebemos as relações numa perspectiva nova quando usamos a CNV para captar, em nós e nos outros, as necessidades mais profundas.

Pela ênfase dada ao conhecimento profundo – o nosso e o dos outros -, a CNV promove o respeito, a atenção e a empatia, e gera o desejo mútuo de contribuir do fundo do coração. 

MARSHALL B. ROSENBERG

Parabéns, Mariana | por Francisco Louçã

A Mariana concluiu esta semana a sua prova de doutoramento em economia na Universidade de Londres. Não há muitas pessoas que, tendo o trabalho intensissimo do parlamento ou noutra profissão ou função, tenham a capacidade de trabalho que permite escrever uma tese e para a levar ao juri numa universidade internacional de referência.

Parabéns, Mariana.

Retirado do Facebook | Mural de Francisco Louçã | 25 Abril 2019

Ah o crepúsculo, o cair da noite, o acender das luzes nas grandes cidades | Álvaro de Campos

E a mão de mistério que abafa o bulício 

E o cansaço de tudo em nós que nos corrompe

Para uma sensação exacta e precisa e activa da Vida!

Cada rua é um canal de uma Veneza de tédios

E que misterioso o fundo unânime das ruas.

Das ruas ao cair da noite, ó Cesário Verde., ó Mestre.

Ó do ” Sentimento de um Ocidental” !

Que inquietação profunda, que desejo de outras coisas.

Que nem são países, nem momentos, nem vidas.

Que desejo talvez de outros modos de estados de alma

Humedece interiormente o instante lento e longínquo !

Um horror sonâmbulo entre luzes que se acendem.

Um pavor terno e liquido, encostado às esquinas

Como um mendigo de sensações impossíveis 

Que não sabe quem lhas possa dar…

Álvaro de Campos | (Desenho de Júlio Pomar)

Um povo que fez o que fizemos, tem o dever moral de continuar | in Fogo Preso | Miguel Torga

«(…) Um povo que fez o que fizemos, tem o dever moral de continuar. Não na esteira desfeita das percorridas rotas do passado, mas à proa das imaginosas velas do futuro. Um povo com os oitocentos anos de memória ancestral onde identifica a sua cultura não pode desmemoriar-se numa hora aziaga de confusão e de irreflexão. Que seja a voz transmontana, na sua rude sinceridade, a dar alento ao resto do país. A voz sã, animosa e tenaz de quem nunca soube desesperar. A voz de quem, contra todas as pragas e adversidades, foi sempre capaz de erguer a enxadão olimpos naturais neste chão do extremo Ocidente, e deles repartir, pelos cinco continentes, gotas de um vinho generoso e luminoso como um sol de esperança.»

Retirado do Facebook | Mural de Maria José Diegues

A religião confrontada com a razão crítica | por Anselmo Borges | in DN

Com a Bula Inter Caetera, o Papa Alexandre VI (1493) concedendo aos reis de Castela os mesmos direitos atribuídos aos reis portugueses de invadir, conquistar, combater, vencer e submeter quaisquer territórios e povos inimigos de Cristo, mas com uma diferença: não autoriza explicitamente a escravizar os pagãos (índios). Imagem: D.R. / AB

Afinal, o que justamente nos indigna noutros também já esteve presente, de uma forma ou outra, entre nós. E será que a tentação não continua lá?

Vamos dar exemplos.

Não foi há 1000 anos – muitos de nós ainda se lembram perfeitamente disso – que as mulheres só podiam entrar nas igrejas com o véu e que a missa era em latim, e as pessoas ali estavam durante uma hora ou mais a ouvir e a dizer o que exprimimos no dito: “Para mim, é chinês.”

Tudo indica que, enquanto pôde, o clero controlou a vida sexual dos fiéis, a ponto de o historiador Guy Bechtel afirmar que a fractura entre a Igreja Católica e o mundo moderno se deu essencialmente na teoria do sexo e do amor: “Onde Estaline se detinha à porta da alcova, a Igreja pretendia deslizar para o meio dos lençóis”, pois o diabo estava também, e sobretudo, dentro da cama. A confissão inquisitorial centrada na actividade sexual terá sido causa determinante na descristianização da Europa. Neste sentido, o historiador católico Jean Delumeau afirmou: “As minhas investigações históricas convenceram-me de que a imagem do Deus castigador e vingativo foi um factor decisivo de uma descristianização cujas raízes são antigas e poderosas.” Os homens e as mulheres começaram a abandonar a Igreja, quando recusaram a confissão do seu território sexual, isto é, quando contestaram a invasão do segredo da intimidade, considerado um direito inalienável. Ah! E o carácter hediondo da pedofilia!…

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Ana Cristina Silva | Crónica do mês de Janeiro no Diário de Notícias

Eles não leem. Esta entidade na terceira pessoa do plural são os alunos, sobretudo adolescentes, e a afirmação constitui uma lamentação que ecoa pela sala de professores de dezenas de escolas do país. Se a educação implica, e muito, o exemplo, no contexto deste persistente desabafo que se repete em tantas escolas, talvez não seja descabido perguntar se o verbo ler se aplica com a devida frequência ao desejo leitor dos próprios professores. Eu sei: existe a falta de tempo, as pilhas de testes a corrigir, a burocracia que tantas vezes substitui a possibilidade de conhecer os alunos reais, as viagens entre a casa a escola com quilómetros a mais. Mas ainda assim, permitam-me a provocação: E os professores leem?

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O Aviso | Luís Paixão Martins

O homem que vivia junto ao rio ouviu na rádio que o rio ia inundar a cidade e que os habitantes deviam fugir. Mas o homem disse: Sou religioso, rezo, Deus ama-me e salvar-me-á.

As águas subiram. Veio um tipo num barco e gritou que a cidade estava a ficar abandonada e que devia de fugir com ele pela sua segurança. Mas o homem disse: Sou religioso, rezo, Deus ama-me e salvar-me-á.

Um helicóptero sobrevoou o local e um tipo com megafone gritou que a cidade estava a ficar inundada e que ele devia aproveitar o socorro. Mas o homem disse: Sou religioso, rezo, Deus ama-me e salvar-me-á.

O homem afogou-se. Chegou ao céu e foi interpelar Deus: Porque é que isto aconteceu? Julguei que me amavas.

Deus respondeu-lhe: mandei-te um aviso pela rádio, um helicóptero e um barco”.

The West Wing

Retirado do Facebook | Mural de Luís Paixão Martins | Foto de Ps.pt

“BENDITO FILHO”, ROMANCE DE SILAS CORRÊA LEITE SOBRE A INFÂNCIA DO MENINO JESUS

Em Isaías 9:6, Isaías profetiza que Jesus Cristo viria como um bebê, Jesus é chamado por vários nomes. Miquéias 5:2—Miquéias profetiza que Jesus nasceria em Belém. Mateus 2:4–6.

Colocar-se no lugar de uma criança – o que ela pensa, reflete; como se expõe, como reage, manifestações etc. – e escrever sobre o Menino Jesus, seu tempo, espaço e lugar; seu entorno, inclusive, só mesmo sendo uma espécie de poeta pensador, sentidor. Ser Poeta é uma forma de se continuar menino? O pai do autor descendente de judeu, cristão novo oriundo de Ilha da Madeira, Portugal. A mãe do autor cristã, com origem ancestral africana (Angola) e ainda indígena (Tupi-Guarani). Dessas somas surgiu o escritor que, premiado em verso e prosa, formou-se, e ainda atuou a defender os fracos e oprimidos, os bem-aventurados. Nesse retrospecto, o Bendito Filho é só mais um mavioso projeto. Invencionice. Lépida imaginação, mas, antes de tudo, arte literária para aqui escrever sobre céus e terras. Professor, blogueiro e escritor premiado em verso e prosa, sabe que escrever é isso: colocar a alma para respirar luz, aliás, “salmar” a alma. Nem toda infância é igual, mas, a do Menino Jesus, bendito fruto, certamente que foi bem diferenciada. Foi nessa época de meninice que o ser humano Jesus começou a formar a sua persona? O que ele iria ser quando crescesse, quando jovem, e até mesmo o adulto do futuro, já passa rigorosamente por essa época. Como foi com Jesus? Ler para crer. Os jorros de historietas, ou, feito este romance em contações, diz da vida familiar de Jesus; alguns suportes de vivências para a sua missão espiritual fora de casa. Depois, pregando os Evangelhos que, afinal, mudaram o mundo e a vida na terra, e deram um sustentáculo para os canteiros da chamada Fé Cristã, no espírito do Cristianismo.

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Esculturas em Madeira | Peter Demetz (1969)

O artista italiano dá vida à madeira, um material que a maioria de nós acha duro e sem vida. Suas esculturas de madeira de pessoas são incrivelmente realistas. Seu controle preciso e perfeito da anatomia humana faz com que suas imagens pareçam pinturas ou esboços.

https://onlinegallery.art/nl/blog/ongelofelijk-realistische-houten-sculpturen-door-peter-demetz-523/

El Estado nació de la violencia! Maquiavelo, Hobbes, Spinoza, Locke VII Filosofía moderna

El estado nació de la violencia, de la necesidad de regular el caos y la anarquía. Así el estado se convierte en el único que puede ejercerla por el bien de los individuos. La filosofía política como la conocemos actualmente tiene sus orígenes en cuatro autores muy importantes: Maquiavelo, Hobbes, Spinoza, Locke.

Pedra Filosofal – António Gedeão

Eles não sabem que o sonho
é uma constante da vida
tão concreta e definida
como outra coisa qualquer,
como esta pedra cinzenta
em que me sento e descanso,
como este ribeiro manso,
em serenos sobressaltos,
como estes pinheiros altos,
que em oiro se agitam,
como estas aves que gritam
em bebedeiras de azul.

Eles não sabem que o sonho
é vinho, é espuma, é fermento,
bichinho alacre e sedento,
de focinho pontiagudo,
que foça através de tudo
num perpétuo movimento.

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A poesia não se inventou para cantar o amor Eça de Queirós, in ‘A Correspondência de Fradique Mendes’

A poesia não se inventou para cantar o amor — que de resto não existia ainda quando os primeiros homens cantaram. Ela nasceu com a necessidade de celebrar magnificamente os deuses, e de conservar na memória, pela sedução do ritmo, as leis da tribo. A adoração ou captação da divindade e a estabilidade social, eram então os dois altos e únicos cuidados humanos: — e a poesia tendeu sempre, e tenderá constantemente a resumir, nos conceitos mais puros, mais belos e mais concisos, as ideias que estão interessando e conduzindo os homens. Se a grande preocupação do nosso tempo fosse o amor — ainda admitiríamos que se arquivasse, por meio das artes da imprensa, cada suspiro de cada Francesca. Mas o amor é um sentimento extremamente raro entre as raças velhas e enfraquecidas. Os Romeus, as Julietas (para citar só este casal clássico) já não se repetem nem são quase possíveis nas nossas democracias, saturadas de cultura, torturadas pela ansia do bem-estar, cépticas, portanto egoístas, e movidas pelo vapor e pela electricidade.

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Geração Ronaldo | por Carlos Matos Gomes

Uma das possíveis formas de emprateleirar gerações — de “fazer” História — é recorrendo à taxionomia, a ciência que se ocupa da organização de grupos de seres vivos com base nas suas semelhanças e diferenças.

A taxionomia histórica tem recorrido a uma classificação dos seres humanos por gerações: geração dos babyboomers, os do pós Segunda Guerra, e depois há para todos os gostos: geração X, Y, Z, alfa, millennialwoke, de 70, aqui em Portugal até a ‘geração rasca’. Eu tenho a minha tabela privativa, que inclui a geração da ‘cena’ — termo que integra a novilíngua, revelador da diminuição drástica do vocabulário destas novas espécies geracionais, que acabarão a falar com os polegares nos ecrãs tácteis, prevejo, sem qualquer drama — dos alunos, ou de um aluno ou de frequentador ou frequentadores da Universidade Católica que agarrou ou agarraram num jornalista do jornal Expresso e o retiraram preso por braços e pernas da sala onde o doutor André Ventura, chefe do partido Chega, ia proferir uma conferência sobre a sua visão do mundo.

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O poeta Silas Correa Leite escreveu o livro de disparates poéticos do ‘H 2 O P U S’ durante a pandemia da COVID

O que gera o fantasma são as fomes […].

A queda repentina do horizonte […].

O tiro pelas costas, a escuridão […].[ Millôr Fernandes ]

Colha o dia.

Acredite o mínimo possível no futuro.[ Homero ]

A dor é constitutiva de nosso ser e de nossa vida.

E é por isso que, por vezes, a gente escreve.

[ João Anzanello Carrascosa ]

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Carta divulgada em Davos. Mais ricos do mundo pedem mais impostos sobre fortunas | in RTP

Estão entre os mais ricos do mundo, também por isso participam no Fórum Económico Mundial, e querem que os líderes mundiais tomem “medidas para fazer face ao dramático aumento da desigualdade económica” para evitar consequências “catastróficas para a sociedade”. Em carta aberta apresentada na cimeira, afirmam que a luta por “impostos mais justos não é radical”.

“É uma exigência de um regresso à normalidade com base numa avaliação sóbria das atuais condições económicas”, escreveram os signatários de 17 países.

“Somos as pessoas que investem em startups, moldam os mercados de ações, fazem crescer os negócios e promovem o crescimento económico sustentável. Somos também as pessoas que mais beneficiam do status quo”, reconhecem ainda.

Contudo, consideram que: as desigualdades a nível global atingiram “um ponto de viragem e o custo para a nossa estabilidade económica, social e ecológica é grave e aumenta todos os dias”.

“Precisamos de ação já”, exigem os signatários, nos quais se incluem a herdeira da Disney, Abigail Disney, o ator Brian Cox e a norte-americana Valerie Rockefeller. “O nosso pedido é simples: pedimos que nos imponham mais impostos, a nós os mais ricos da sociedade”.

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‘Alucilâminas’: a poética do desespero | Nova obra de Silas Corrêa Leite | por Adelto Gonçalves 

Nova obra de Silas Corrêa Leite homenageia a poeta, romancista e contista norte-americana Sylvia Plath

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            Com versos inspirados na obra da poeta, romancista e contista norte-americana Sylvia Plath (1932-1963), Silas Corrêa Leite (1952) acaba de lançar Alucilâminas: poemas plathônicos versos atemporais da redoma de vidro de Sylvia Plath (Cotia-SP, Editora Cajuína, 2023), em que trava um diálogo com aquela que é considerada uma das mais celebradas escritoras do Ocidente, ainda que só tenha chegado a essa condição depois de cometer suicídio, em Londres, na flor de seus 30 anos.
Repetindo o que Herberto Helder (1930-2015) e Hilda Hilst (1930-2004) já fizeram com versos de Luís de Camões (c.1524-c.1580) e Fernanda Young (1970-2019) com versos de Florbela Espanca (1894-1930) e Ana Cristina César (1952-1983), reproduzindo palavras destes autores em peças poéticas sem recorrer ao uso de itálico ou de notas de rodapé, Silas constrói poemas em que conserva o tom confessional de Sylvia Plath, chegando a um ponto em que não se sabe quem seria o verdadeiro autor do texto.

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Olympia | Édouard Manet | Técnica  óleo sobre tela, 1863 | Dimensões  130,5 × 190 | Localização  Museu d´Orsay, Paris

Olympia é uma pintura realista de Édouard Manet. Foi pintada em 1863, mede 130,5 por 190 centímetros e está no Museu d’Orsay em Paris.[1] Foi selecionada para o Salon de Paris em 1865 e lá exibida.

O quadro mostra uma mulher nua (“Olympia”) deitada em uma cama, enquanto uma serva lhe traz flores. Foram modelos Victorine Meurent e Laure. O olhar direto de Olympia causou choque e espanto quando a pintura foi exibida pela primeira vez, porque um certo número de detalhes na pintura a identificavam como uma prostituta. O governo francês adquiriu a pintura em 1890 após uma subscrição pública organizada por Claude Monet.

Conteúdo

O que chocou o público contemporâneo não foi a nudez de Olympia, nem a presença de sua empregada totalmente vestida, mas o seu olhar de confrontação e uma série de detalhes identificando-a como uma semi-mundana ou prostituta. Estes incluem a orquídea em seus cabelos, sua pulseira, brincos de pérola e o xaile oriental em que ela repousa, símbolos de riqueza e sensualidade. A fita preta em volta do pescoço, em contraste com sua carne pálida, e seu chinelo solto sublinham a atmosfera voluptuosa.[2] “Olympia” era um nome associado a prostitutas na década de 1860 em Paris.[3]

Precedentes : A pintura foi inspirada na Vênus de Urbino de Ticiano, que por sua vez tem referência na obra Vênus Adormecida de Giorgione.

Vasco Núñez de Balboa, o primeiro europeu a ver o Oceano Pacífico

Em 15 de janeiro de 1519, Vasco Núñez de Balboa, o primeiro europeu a ver o Oceano Pacífico, foi decapitado. Marco da exploração que foi possível graças às instruções dos guias indígenas.

Em uma expedição complicada cheia de pântanos, chuvas e inimigos, eles fizeram o seu caminho para o que ele chamou de Mar do Sul (Oceano Pacífico). Fernando, o Católico, depois de ouvir as boas novas, reconheceu Núñez de Balboa como o descobridor do Mar do Sul e o governo do Panamá e Cohíba. No entanto, foi a partir deste momento que a inveja e a traição afetaram as façanhas do explorador. Pedro Arias Dávila entraria em cena e as disputas pelas terras recém-descobertas criaram uma inimizade entre os dois exploradores.

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CONTRA A RÚSSIA, MARCHAR, MARCHAR! | por Carlos Fino | in Facebook

À medida que nos aproximamos do segundo aniversário da guerra entre a Rússia e a Ucrânia, multiplicam-se os artigos de opinião e análise tentando fazer o ponto da situação. 

Isto é perfeitamente compreensível. O que espanta, entretanto, é que, pelo menos até agora, as opiniões expressas entre nós nos media convirjam num só sentido: a necessidade de continuar a sancionar a Rússia e armar a Ucrânia com armas sempre mais poderosas e de maior alcance.

O DN, este fim de semana, é paradigmático – publica, logo no mesmo dia (!), duas colunas assim intituladas:

“A guerra da Ucrânia em 2024 – resistir e (re)construir (rapidamente) as condições para a derrota da Rússia”, da autoria do tenente-general Marco Serronha, do Europe’s War Institute;

e

“Ano Novo: Fazer sair a Rússia da Ucrânia sem mais demoras” (sic)

da autoria de Victor Ângelo, um conselheiro em segurança internacional, que sempre evoca a sua condição de ex-secretário-geral-adjunto da ONU.

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Fórum Económico Mundial arranca amanhã em Davos: o que é, quem vai estar presente e quanto custa | in SAPO Executive

A Davos sign sits atop a hotel roof ahead of this year’s World Economic Forum in Davos, Switzerland.

O próximo Fórum Económico Mundial (WEF), em Davos, na Suíça, tem arranque marcado para esta segunda-feira (14-01-2024): mas por que motivo todos querem viajar, o que pretendem alcançar e o fórum está aberto a qualquer pessoa?

Em primeiro lugar, onde e o que é?

O 54º evento anual em Davos vai decorrer durante cinco dias na estação de esqui suíça e vai atrair líderes empresariais globais, políticos e organismos internacionais para falar sobre tudo, desde tensões geopolíticas até à ascensão da Inteligência Artificial.

Em edições anteriores estiveram presentes os líderes políticos dos Estados Unidos, do Reino Unido, França, Alemanha e China.

Quem vai estar presente?

Os ministros do Reino Unido, Jeremy Hunt e Rachel Reeves, já confirmaram a presença. Entre os participantes da esfera política global estão o número 2 chinês, Li Qiang, e o presidente francês, Emmanuel Macron, que vão fazer discursos especiais. Macron será o único líder do G7 presente no evento deste ano.

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José Pacheco Pereira | Atribuição do Prémio Vasco Graça Moura – Cidadania Cultural

A Temas e Debates felicita o historiador José Pacheco Pereira pela atribuição do Prémio Vasco Graça Moura – Cidadania Cultural.

O autor de Álvaro Cunhal – Uma Biografia Política – de que estão publicados quatro volumes –, As Armas de Papel – Publicações Periódicas Clandestinas e do Exílio Ligadas a Movimentos Radicais de Esquerda Cultural Política (1963-1974) Crónicas dos Dias do Lixo foi distinguido pela Estoril Sol pelo seu empenho na «defesa do interesse público quanto à preservação do património cultural».

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Novo Aeroporto de Lisboa | Aeroporto Mário Soares? | Fica a sugestão | Wikipédia

Mário Alberto Nobre Lopes Soares GColTE • GCC • GColL (LisboaCamões7 de dezembro de 1924 – LisboaSão Domingos de Benfica7 de janeiro de 2017) foi um advogado e político português que ocupou os cargos de Primeiro-Ministro de Portugal de 1976 a 1978 e de 1983 a 1985 e de Presidente da República Portuguesa de 1986 até 1996.

Político de profissão e vocação, co-fundador do Partido Socialista, a 19 de abril de 1973, Mário Soares iniciou na juventude o seu percurso político, integrando grupos de oposição ao Estado Novo, primeiro como militante de base do Partido Comunista Português e membro de outras estruturas ligadas ao PCP, o MUNAF e o MUD, tendo sido cofundador do MUD Juvenil — e depois na oposição não comunista — Resistência Republicana e Socialista, que funda com dissidentes do PCP e através do qual entrará para o Diretório Democrato-Social. Pela sua atividade oposicionista foi detido 12 vezes pela PIDE — cumprindo cerca de três anos de cadeia (AljubeCaxias e Penitenciária) — e, posteriormente, deportado para São Tomé.[1] Permaneceu nessa ilha até o governo de Marcello Caetano lhe permitir o regresso a Portugal, sendo, posteriormente às eleições de 1969 — nas quais Soares foi cabeça-de-lista pela CEUD em Lisboa — forçado a abandonar o país, optando pelo exílio em França.[2]

No processo de transição democrática subsequente ao 25 de Abril de 1974 Mário Soares afirmou-se como líder partidário no campo democrático, contra o Partido Comunista, batendo-se de forma intransigente pela realização de eleições. Foi ainda Ministro de alguns dos governos provisórios — destaca-se sobretudo o facto de ter sido Ministro dos Negócios Estrangeiros, logo no I Governo Provisório, associando-se ao processo de descolonização, qualidade em que dirigiu o processo de rápida independência e autodeterminação das províncias ultramarinas, processo esse que ficou para sempre como o ponto menos consensual do seu percurso político.[3]

Vencedor das primeiras eleições legislativas realizadas em democracia, Soares foi Primeiro-Ministro dos dois primeiros governos constitucionais, o I e II governos constitucionais, este último de coligação com o CDS. A sua governação foi marcada pela instabilidade democrática — nomeadamente, pela tensão entre o Governo e o Presidente da República — Conselho da Revolução — pela crise financeira e pela necessidade de fazer face à paralisação da economia ocorrida após o 25 de Abril, que levou o Governo a negociar um grande empréstimo com os EUA. Ao mesmo tempo, foi um período em que o Governo, e Soares em particular, se empenhou em desenvolver contactos com outros líderes europeus, tendentes à adesão de Portugal às Comunidades Europeias.

Líder da oposição entre 1979 e 1983, no ano de 1982, Mário Soares conduziu o PS ao acordo com o PSD e o CDS (que então formavam um governo chefiado por Francisco Pinto Balsemão) para levar a cabo a revisão constitucional de 1982, que permitiu a extinção do Conselho da Revolução, a criação do Tribunal Constitucional e o reforço dos poderes da Assembleia da República.

Foi, de novo, Primeiro-Ministro do IX governo, do chamado Bloco Central, num período marcado por uma nova crise financeira e pela intervenção do FMI em Portugal, e pela formalização da adesão de Portugal à CEE.

Depois destas experiências governativas, Mário Soares viria a ser Presidente da República durante dois mandatos, entre 1986 e 1996 — venceu de forma tangente, e à segunda volta, as eleições presidenciais de 1986, contra Diogo Freitas do Amaral, e com larga maioria as de 1991, em que contou não só com o apoio do PS como do PSD, de Cavaco Silva. Sendo o primeiro civil a exercer o cargo de Presidente da República, deixou patente um novo estilo presidencial, promovendo a proximidade com as populações e a projeção de Portugal no estrangeiro; sendo marcado ao mesmo tempo pela tensão política com os governos de Cavaco Silva e pelo polémico caso TDM (Teledifusão de Macau).[2]

https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1rio_Soares

Bernie Sanders avisa: se não apresentar “propostas radicais” para a “classe trabalhadora” Biden vai perder para um Trump “vingativo” in Jornal Expresso

“a realidade apoia Bernie Sanders”

Em 2016, Bernie Sanders reuniu um exército de jovens eletrizados com as suas promessas de maior igualdade social e tornou o “socialismo democrático” uma coisa aceitável para muitos num país com medo da esquerda. Foi ele quem convenceu Biden a colocar na agenda os pozinhos mais progressistas que acabaram por ficar como marca do primeiro mandato: mais investimento nas energias verdes e em infraestrutura pública. Sanders, com 82 anos, em entrevista ao “The Guardian”, deixa um novo aviso ao democrata para este ano de eleições: ou fala das soluções para quem está a perder poder de compra, ou perde para um Trump ainda mais sedento de poder.

Bernie Sanders é, sem necessidade de contraditório, o mais conhecido político progressista norte-americano vivo. Tentou duas vezes ganhar a nomeação democrata para a presidência, falhou por ser considerado pelo partido como demasiado à esquerda. Sempre foi o arauto das más notícias, algumas soavam mesmo apocalípticas, mas, como escreveu a revista “New Yorker” sobre o senador do estado do Vermont num perfil que publicou recentemente, “a realidade apoia Bernie Sanders”.

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A DESCOBERTA DO CORPO | SIMONE DE BEAUVOIR

“Desde que lhes desvendara o seu mistério, os livros proibidos amedrontavam-me menos; muitas vezes deixava demoradamente cair o meu olhar nas aparas de jornais pendurados nos W.C.. Foi assim que li um fragmento de folhetim em que o herói pousava sobre os seios brancos da heroína os seus lábios ardentes. Esse beijo queimou-me: simultaneamente macho, fêmea e “voyeur”, dava-o, recebia-o e enchia-me os olhos. Decerto, se senti uma tão grande emoção era porque o meu corpo já tinha despertado, mas os meus devaneios cristalizaram-se nesta imagem e não sei quantas vezes a evoquei antes de adormecer. Inventei outras: interrogo-me de onde as extraía. O facto de marido e mulher dormirem quase despidos na mesma cama não tinha bastado até então para me sugerir o abraço ou a carícia: suponho que os inventava a partir das minhas próprias necessidades, pois fui durante algum tempo o alvo de desejos torturantes; virava-me na cama com a garganta seca, chamando por um corpo de homem que viesse contra o meu corpo, por mãos de homem que tocassem a minha pele.

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HIPÁCIA DE ALEXANDRIA | Helena Vasconcelos, Humilhação e Glória

«Hipácia (o nome significa “a maior”) de Alexandria foi uma matemática distinta, especialista em álgebra e mecânica. Nasceu em 370 d.C. e era filha de Teon, um professor da Universidade de Alexandria que era filósofo, astrónomo, matemático e diretor do museu. Hipácia viveu sob o jugo do Império Romano, cuja jurisdição compreendia o Egito e, evidentemente, Alexandria, centro do conhecimento. Mas a sua formação pode dizer-se que era grega, o que a torna ainda mais fascinante. Foi a tradição do racionalismo grego que levou os seus estudos suficientemente longe para que se tornasse aquilo que o seu pai desejava para ela e que ela própria se propunha alcançar: um ser perfeito que combinava em si um corpo e uma mente perfeitamente sãos. Ao que parece, Hipácia era extremamente bela e igualmente talentosa, tendo partido para Atenas, ainda muito jovem, para estudar com Plutarco. Quando regressou a Alexandria, a sua fama ultrapassava as fronteiras do mundo antigo. Era conhecida por conseguir decifrar os mais complicados problemas matemáticos, sendo consultada amiúde pelas mais brilhantes cabeças do mundo. 

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Poesia | Lado a Lado | Gonçalo Bastos | por Maria Isabel Fidalgo

Tem 17 anos, gosta de poesia e tem uma cultura invulgar. Ama as estruturas clássicas e a linguagem erudita.

Não é meu aluno, mas, se ainda lecionasse, como gostaria que fosse! 

Digam da vossa justiça.

É o Gonçalo Bastos .Está no décimo segundo ano, no Colégio D. Diogo de Sousa, e ama a  Palavra e a sua música. É uma promessa!

Lado a Lado 

Senhor, Senhor, concede-me uma musa

de ricas feições, pele rubra de vinho!

Concede-ma já, tão linda e difusa,

que eu… ah, ‘inda não sei amar sozinho!

Confia-me essa flor que usa, confusa,

sua fragrância intrusa, alva de linho,

não p’ra sorver de nosso ninho a escusa,

mas para o dom de si, áureo caminho!

Vivamos sobre a Morte, bons vadios,

mártires até que a sombra venha e tolha

nossas rugas, bons pios, maus feitios!

Morramos sobre a Vida, velha folha

outonal, despojada de seus brios!

Enlacemos as mãos – é nossa escolha!

Franz Beckenbauer, o Kaiser | por Luís Aguilar

Tudo em Beckenbauer é grande e portentoso. Até o nome. Experimentem dizer: Franz Beckenbauer. Mesmo para quem nunca ouviu falar (e esses têm de ser multados), é toda uma sonoridade que nos deixa em sentido. Sílaba por sílaba, mostra que está ali alguém maior do que a vida. A alcunha futebolística também representa essa enormidade. Kaiser (imperador) foi um dos maiores de sempre. Campeão do mundo como jogador e treinador, o homem que (re)inventou a posição de líbero e revolucionou o futebol. Sempre com uma liderança digna dos melhores e mais bravos comandantes. Imparável mesmo quando partiu a clavícula nas meias-finais do Mundial de 1970, frente à Itália, e continuou a jogar. Seria “apenas” mais um capítulo na história do homem que se transformou em lenda. | Retirado do Facebook | Mural de Luís Aguilar

INFLUENCERS | Tiago Salazar

Ando fascinado com esta actividade, sobretudo depois de ter sido apontado (por um influencer renomado) como um notável influencer de costumes. Fui debruçar-me sobre os meus escritos e tive que concordar: sou um influencer. E qual é a minha influência? Em primeiro lugar, exorto ao tratamento cuidado da língua, um órgão sublime de possibilidades. Uma língua afinada e afiada (e fluente) faz magia e milagres. Depois, incito os meus influenciados à prática da arte do Amor que inclui uma sexualidade sã e aprazível para ambas as partes. Fomento ainda a baterem-se pelos direitos básicos e a votarem, nem que seja em branco, pese embora não veja a política dissociada da mentira. Há quem exiba decotes e seios e pernas e saltos altos e as bordas de reentrâncias. Eu exibo manuais hindus ou nórdicos como o Kamasutra ou o Kalevala. Tudo acaba por levar a uma certa influência.

Günther Anders – ′′ A obsolescência do homem ′′ 1956″

“Foi em 1956 que o filósofo judeu alemão Günther Anders escreveu esta reflexão.

′′Para sufocar antecipadamente qualquer revolta, não deve ser feito de forma violenta. Métodos arcaicos como os de Hitler estão claramente ultrapassados. Basta criar um condicionamento coletivo tão poderoso que a própria ideia de revolta já nem virá à mente dos homens. O ideal seria formatar os indivíduos desde o nascimento limitando suas habilidades biológicas inatas…

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Uma viagem ao fim do mundo | de Paulo Roberto Pereira | por Adelto Gonçalves

Capa, lombada, quartacapa e orelhas do Livro “Atas do Quinto Seminário da Primeira Volta ao Mundo: a Estadia da Frota no Rio de Janeiro”

Ensaios mostram como a expedição de Fernão de Magalhães/Juan Sebastián Elcano foi o ponto de partida para o atual processo de globalização.
     I
            O Rio de Janeiro foi o primeiro porto visitado nas Américas pela expedição empreendida pelo navegador português Fernão de Magalhães (1480-1521) e pelo espanhol Juan Sebastián Elcano (1476-1526) em 1519-1522, que entraria para a história como a primeira viagem de circum-navegação mundial.  Para celebrar esse acontecimento de cinco séculos que trouxe uma nova visão do mundo e comprovou que a Terra é redonda, foi realizado o Seminário Internacional do 5º Centenário da Primeira Volta ao Mundo, nos dias 12 e 13 de dezembro de 2019, no auditório do Museu Histórico Nacional, n o Rio de Janeiro, com palestras de historiadores do Brasil, Espanha, Portugal, Argentina, Chile, Peru e Uruguai e o apoio do Instituto Camões, de Lisboa, e do Instituto Cervantes, de Madrid, e dos consulados desses países.

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A Inquisição na Europa e nas Américas

A Inquisição foi uma instituição criada pela Igreja Católica para perseguir ideias que pudessem perverter o cristianismo. Além de defender a fé católica, a Inquisição acabou sendo usada para perseguir inimigos políticos e engordar os cofres de reis e de religiosos. Ela não ficou só restrita à Europa, ela se espalhou junto com os espanhóis e portugueses por suas colônias e chegou até o Brasil, onde teve no Padre Antônio Vieira um forte inimigo.

Vénus de Urbino (1538) | óleo sobre tela de Ticiano

Vénus de Urbino (1538) é um óleo sobre tela de Ticiano. Exibe o nu de uma jovem identificada como Vénus, deitada numa espécie de cama sumptuosa. A obra se encontra na Galleria degli Uffizi em Florença. A pose é baseada na Vénus Adormecida (c. 1510) de Giorgione, que Ticiano completou e que por sua vez está no Pinacoteca dos Mestres Antigos, em Dresden. A pintura foi financiada por Guidubaldo II, duque de Urbino. Vénus de Urbino inspirou designadamente a pintura Olympia de Édouard Manet.

Pacheco Pereira: “Vamos assistir a duas grandes traições. 2024 é dos anos mais perigosos das nossas vidas”

No último Princípio da Incerteza do ano, José Pacheco Pereira revelou aqueles que são os seus maiores receios para 2024. Um mundo que vai a eleições e que, no seu entender, será palco de “duas grandes traições.

RTP | Igreja insta partidos a fazerem propostas concretas para que eleitores não votem por raiva

“As eleições que se aproximam exigem propostas assertivas e conteúdos programáticos compreensíveis para que se possa, a nível nacional, discutir projetos e apresentar soluções. Só assim os cidadãos podem ser levados a optar pela adesão a projetos concretos e não a votar pela raiva ou desilusão ou, pior ainda, a não votar”, lê-se na mensagem de Ano Novo hoje divulgada pela CEP.

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Ansiedade Americana | Joseph E. Stiglitz | DN

As eleições presidenciais dos Estados Unidos serão, quase de certeza, o acontecimento dominante do próximo ano. Salvo algo inesperado, é provável que vejamos uma reedição da competição entre Joe Biden e Donald Trump, com o resultado perigosamente incerto. Um ano depois, as sondagens nos principais estados indecisos dão vantagem a Trump.

As eleições serão importantes não apenas para os Estados Unidos, mas para o mundo. O resultado poderá depender das perspetivas económicas para 2024, que por sua vez dependerão em parte da evolução da última conflagração no Médio Oriente. O meu melhor palpite (e o pior pesadelo) é que Israel continuará a ignorar os apelos internacionais para um cessar-fogo em Gaza, onde 2,3 milhões de palestinos estão desamparados há décadas. O que vi durante uma visita no final da década de 1990, como economista-chefe do Banco Mundial, foi suficientemente doloroso, e a situação só piorou desde que Israel e o Egito impuseram um bloqueio total, há 16 anos, em resposta à tomada do enclave pelo Hamas.

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Cartas do Confinamento de 23 de Março a 1 de Maio de 2020 | Tiago Salazar e Frederico Duarte Carvalho

Âncora Editora

«Dois escritores, nascidos no mesmo ano, com carreira no jornalismo, um em Lisboa e outro no Porto, correspondem-se durante os primeiros 40 dias do confinamento de 2020. As missivas são uma maneira de enfrentar e manter a sanidade durante a Pandemia.


E falam de amores, traições, sexo, dinheiro, poesia, família, política e do sentido da vida – ou da sua falta. Uma escrita pura e dura, sem rodeios. Há esperança e desespero. Ninguém sabe se vai ficar tudo bem. Tiago Salazar e Frederico Duarte Carvalho deixam-nos um documento histórico e que irá perdurar para além do tempo.»

ANNUS | Tiago Salazar

Sou de fazer balanços (incluindo das ancas), mas não só ao findar de um ano. Faço-o todos os finais de dia na companhia de um short robusto ou um pyramid, uma caneta, papel e o ecrã de fundo da CMTV.

Ontem, por exemplo, foi um dia fixe. Fiz um tour com um casal de franceses interessados, que me elogiaram o acento da Bretanha, riram e escutaram as histórias deste e daquele ilustre, a leitura do arranque magistral do poema de Voltaire sobre o desastre de Lisboa (terramoto de 1755), as diabruras de Pangloss no bas fond de Alfama e ainda deram pourboir.

Depois, fui dormir a sesta e deixei-me estar horas perdidas (ou ganhas) na cama. Li as notícias da Bola, assisti aos jogos dos rivais azuis e brancos e vermelhos (e pensei no porquê de todos aspirarem à Liga Inglesa ou Árabe) e encerrei o dia com uma garrafa de Magos e um Clint Eastwood dos primórdios do Oeste. Folheei a História de Portugal do John dos Passos e trouxe-a para agora me entreter antes de ir mostrar as formosuras e tragédias de Belém, o Restelo e a Ajuda.

Levo uma vida pacata. Sosseguei a passarinha com a consciência de que a limpeza do Caminho é a única ocupação digna de registo. Não significa que esteja aposentado do ramo da curiosidade. Com conta, peso e medida, como se querem os dias, os meses e os anos.

Retirado do Facebook | Mural de Tiago Salazar

“CRUCIFICAÇÃO DE SÃO PEDRO” de Caravaggio (Michelangelo Merisi)

Exposta na Capela Cerasi de Santa Maria del Popolo em Roma, onde está preservada juntamente com a “Conversão de São Paulo”. As duas obras foram encomendadas a Merisi pelo monsenhor Tiberio Cerasi em 1600.

Como no caso de São Paulo, a “Crucificação” é também uma segunda versão do trabalho encomendado. Ao contrário da “Conversão”, a tela original não sobreviveu ao tempo. A razão? Parece que as dimensões foram reduzidas ao trabalho que já tinha começado.

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O QUE ACONTECEU COM OS 12 APÓSTOLOS? | in ESTUDOS HISTÓRICOS

Os doze apóstolos de Jesus foram escolhidos por ele para serem suas testemunhas e continuarem a sua missão de pregar o evangelho a todas as nações. Após a morte e ressurreição de Jesus, eles receberam o Espírito Santo no dia de Pentecostes e começaram a anunciar a boa nova em Jerusalém e em outras regiões. No entanto, eles também enfrentaram perseguições, prisões, torturas e martírios por causa da sua fé. Segundo algumas tradições, este foi o destino de cada um deles:

1 – Pedro: Era o líder dos apóstolos e o primeiro papa da Igreja. Ele pregou em Jerusalém, na Samaria, na Antioquia e em Roma. Foi preso e crucificado de cabeça para baixo por ordem do imperador Nero, por volta do ano 64 d.C. Seu túmulo está na Basílica de São Pedro, no Vaticano[^1^][1].

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Pepe Escobar: Maravilhas da Ásia Central e a Grande Parceria Eurasiática / Yuliana Titaeva

O analista geopolítico e jornalista internacional brasileiro, Pepe Escobar, fala sobre o conceito da “Grande Eurásia”: * Integração eurasiática como expressão prática da geopolítica continental; * Crescimento econômico do Uzbequistão e do Cazaquistão; * O novo “grande jogo” na Ásia Central; * O papel da Rússia no processo de “integração de integrações” e no estabelecimento de uma nova ordem mundial. Além disso, neste episódio, há muitas informações interessantes sobre o passado e o presente da VDNKh, a principal exposição da União Soviética e Rússia.

Pepe Escobar: A igreja ortodoxa mais fabulosa da Rússia // Yuliana Titaeva. Legendas em português.

Construída em homenagem ao 75º aniversário da vitória do exército soviético sobre a Alemanha fascista, a catedral tornou-se um símbolo espiritual da Rússia, glorificando o maior triunfo da vida sobre a morte. Fatos interessantes: Os degraus da catedral são feitos a partir de armas de troféu derretidas da Wehrmacht! A arquitetura cativante da catedral é executada no estilo russo-bizantino; Dois níveis, altura de 96 metros, 5 cúpulas; 18 sinos, o peso do maior é de 18 toneladas; A área do complexo é de 11.000 metros quadrados. O templo tornou-se o mais caro da Rússia, com um orçamento total superior a 6 bilhões de rublos (mais de 66,5 milhões de dólares). Os portões monumentais principais do complexo ostentam o lema “Ninguém é esquecido, nada é esquecido”.

Glória e Tragédia de Gorbatchov | Diogo Freitas do Amaral

Gorbatchov não foi um pensador político original, mas antes um governante que procurou fazer— e conseguiu quase até ao fim — a primeira transição conhecida, na História, do maior Estado totalitário comunista de sempre para um Estado de Direito Democrático.

E conseguiu praticamente tudo, embora tenha sido apeado do Poder a poucos dias do triunfo final.

Democratizou a U.R.S.S., libertou a Europa de Leste e inspirou dezenas de países na África e na Ásia (entre os quais, todas as ex-colónias portuguesas que se tinham tornado independentes em 1974-75).

A alma é imortal? A ciência responde | Modelo Quântico de Consciência proposto por Stuart Hameroff e Roger Penrose (1990)

Redução Objetiva Orquestrada

  1. O comportamento microscópico da matéria é de natureza quântica.
  2. Consciência baseada no comportamento quântico de proteínas (Tubulinas) ou função cognitiva dos microtúbulos.
  3. É possível interpretar o mundo quântico como não consistindo de nada definido até que alguém o observe.
  4. O que observamos não é a natureza propriamente dita, mas a natureza exposta ao nosso modelo de questionamento.
  5. Consciência é uma propriedade intrínseca do elétron.
  6. Baseia-se no fenômeno “Condensação de Bose” – a baixas temperaturas, um grande número de moléculas se comporta identicamente.
  7. A liberação de neurotransmissores é um processo probabilístico que seria descrito apenas pela física quântica.
  8. Não existe evidência concreta de que a física quântica seja necessária para explicar a consciência.

https://thedailydigest.com/pt-pt/archivo/a-alma-e-imortal-a-ciencia-responde/