A Sala Vermelha, por Maria Helena Manaia

Depois das sombras necessárias, abro hoje as janelas para a luz de Henri Matisse. 

Ele ensinou-nos que a cor é uma forma de libertação e que a arte deve ser como uma poltrona confortável para a mente. Como ele dizia, ‘há sempre flores para quem as quer ver’. Que hoje o nosso olhar escolha o brilho e a cor.

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