Cientistas em choque: Partículas que “conversam” instantaneamente para além do Universo!

Imagine isto: mede uma partícula na Terra e, no mesmo instante, a sua gémea no outro extremo do universo “sabe” o que ela é. Sem telefone, sem sinal, sem atraso — apenas uma ligação instantânea. Isto não é ficção científica. Chama-se emaranhamento quântico, uma ligação misteriosa que intriga até as mentes mais brilhantes. Os cientistas testaram-no vezes sem conta, provando que estas partículas estão ligadas de maneiras que desafiam a lógica quotidiana. Não consegue enviar mensagens mais rápido do que a luz, mas desafia tudo o que pensávamos saber sobre o espaço, o tempo e a própria realidade. Será que o universo está secretamente a “falar” consigo mesmo?

Fonte: Einstein, A., Podolsky, B., & Rosen, N. (1935). Can Quantum-Mechanical Description of Physical Reality Be Considered Complete?

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Scientists in Shock: Instant “Talking” Particles Beyond the Universe!

Imagine this: You measure a particle on Earth, and at the exact same moment, its twin at the other end of the universe “knows” what it is. No phone, no signal, no delay—just instantaneous connection. This isn’t science fiction. It’s called quantum entanglement, a mysterious link that baffles even the sharpest minds. Scientists have tested it time and again, proving these particles are connected in ways that defy everyday logic. It can’t send messages faster than light, but it challenges everything we thought we knew about space, time, and reality itself. Could the universe be secretly “talking” to itself?

Source: Einstein, A., Podolsky, B., & Rosen, N. (1935). Can Quantum-Mechanical Description of Physical Reality Be Considered Complete?

O GIGANTE ASIÁTICO DESTRONOU OS EUA: A CHINA JÁ É A PRIMEIRA POTÊNCIA CIENTÍFICA DO MUNDO

Os dados confirmam isso de quase todos os ângulos. A China superou os EUA. em volume total de publicações, em percentagem dos papers mais citados (top 1%), em patentes registradas e, desde 2024, também em gastos totais com pesquisa e desenvolvimento. A hegemonia científica americana das últimas sete décadas chegou ao fim.

📚 Em 2024, a China publicou 37.273 artigos em revistas da Nature Index contra 31.900 EUA. Apenas quatro anos antes, em 2020, os americanos estavam 53% à frente. China cresce para 18% ao ano em publicações de elite, enquanto os EUA avança apenas 2,3%.

🧪 Liderança em disciplinas estratégicas também é chinês. Produz 2,5 vezes mais pesquisa do que os EUA. em química, 1,7 vezes em ciências físicas e 1,2 vezes em ciências da Terra. Em inteligência artificial, segundo o Index 2026 de Stanford, lidera em publicações, intimações e patentes totai.

Em patentes, o domínio é absoluto. Até março de 2026, a China acumula 5,53 milhões de patentes de invenção em vigor e mantém o primeiro lugar mundial por anos consecutivos. Em 2024 bateu recorde com 70.160 pedidos de PCT internacionais.

💼 E no dinheiro o impensável já aconteceu. Em 2024, a China gastou 1,03 bilhões de dólares em I&D contra 1,01 bilhões nos EUA. , medidos em paridade de poder de compra. Enquanto Pequim cresceu 9,7%, Washington apenas 3,4%. A administração Trump propõe mais cortes na NSF e NIH, aprofundando a lacuna. O século americano da ciência acabou oficialmente. 

ADSAICA presente na assinatura do Termo de Aceitação do Programa “Crescer com o Turismo”

A ADSAICA – Associação de Desenvolvimento das Serras de Aire e Candeeiros marcou presença na cerimónia de assinatura do Termo de Aceitação, que decorreu hoje, dia 27 de abril, em Évora, no âmbito da candidatura apresentada ao Programa “Crescer com o Turismo”, promovido pelo Turismo de Portugal, na presença do Secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Pedro Machado e do Ministro da Economia e Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida.

A assinatura contou com a representação de Eduardo Manuel Ferreira Amaral, Presidente da Direção da ADSAICA, bem como de Rui Anastácio, Presidente da Câmara Municipal de Alcanena, Luís Filipe Santana Dias, Presidente da Câmara Municipal de Rio Maior, e José Manuel Martins dos Santos, Presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e da Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo.

O documento será ainda assinado pelos Presidentes das Câmaras Municipais de Ourém, Alcobaça, Santarém e Torres Novas, bem como pelo representante da Entidade Regional de Turismo e da Agência Regional de Promoção Turística do Centro, reforçando o caráter colaborativo e intermunicipal da iniciativa.

A assinatura destes contratos constitui um marco relevante para o desenvolvimento sustentável e estruturado do setor turístico em Portugal. O programa “Crescer com o Turismo” visa apoiar iniciativas que reforcem a competitividade dos territórios, valorizem os recursos endógenos e promovam uma oferta turística diferenciadora.

Neste contexto, destaca-se o projeto de desenvolvimento do produto turístico “Aire e Candeeiros”, centrado no Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros. A iniciativa pretende criar um destino unificado e sustentável, envolvendo sete municípios, com foco na valorização dos recursos naturais e culturais da região, contando com um apoio não reembolsável de 981.000,00 €.

O projeto aposta no turismo de natureza, através da criação e qualificação de trilhos pedestres, rotas cicláveis e da promoção de produtos locais, contribuindo para consolidar o território como um destino eco-responsável e de referência a nível nacional.

O sortilégio da arte e da moda, por Guilherme d’Oliveira Martins, Presidente do Conselho das Artes do Centro Nacional de Cultura, in DN

Chega até nós o eco da relação íntima de Calouste Gulbenkian com o seu tesouro artístico, o cofre das maravilhas da Avenue Iéna: “Aí em deslumbrada solidão, admirava a beleza artesanal de um colar, de um alfinete de peito; a cintilação de uma esmeralda, de um rubi, de uma safira, a pureza de um diamante azul; ou ainda o requinte de uma guarnição de renda francesa ou veneziana, os folhos e entremeios usados pelas nobres damas de outrora.”

Quem o diz é Madame Chaunet, guardiã fiel da preciosa coleção. Desde a primeira moeda adquirida pelo jovem colecionador às preciosidades Lalique, é um mundo fantástico que se encontra no Museu. No ambiente requintado da exposição Arte & Moda podemos usufruir do secreto prazer que levou Gulbenkian a fazer a demonstração de que a moda nasce do paradoxo da permanente oscilação entre a singularidade e a coletividade.

Os diálogos são surpreendentes. Um bordado de Sarah Burton para Givenchy encontra-se com uma caixa lacada japonesa; um vestido Delphos de Fortuny e um modelo de Azzedine Alaïa revelam as sublimes divindades de Sir Edward Burne-Jones; o verde Nilo como cor da moda de oitocentos revela uma jarra de porcelana chinesa do período Qianlong, junto a um vestido de Balmain; o fantástico vestido Magnificent Gold, de Guo Pei, demonstra como uma máscara funerária egípcia do século IV a. C. ainda projeta a sua força transcendente; e o vestido de baile de Worth ilumina a senhora Lowndes-Stone no célebre retrato de Gainsborough.

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Congresso dos EUA ovaciona Carlos III, que defendeu multilateralismo, democracia e Estado de Direito, citando Dickens, Wilde e Lincoln, in Expresso

Num discurso com notas de humor e muitas evocações históricas, o monarca do Reino Unido deixou subtis recados ao seu anfitrião, Donald Trump. Houve menção ao caso Epstein, um embaraço para ambos, e por isso muito oblíqua

Carlos, terceiro do seu nome a sentar-se no trono do Reino Unido, foi também o terceiro a pisar o solo dos Estados Unidos da América (EUA), apesar de já ser o décimo monarca britânico desde que a antiga colónia se independentizou, em 1776. Só ele e a mãe, Isabel II, tiveram a honra de discursar perante o Congresso, órgão legislativo do país. Um e outro saíram-se bem: ela a 16 de maio de 1991; ele passados quase 35 anos, esta terça-feira. E, entre outras coisas, lembrou que já antes de haver EUA, dezanove soberanos britânicos tinham estudado os assuntos do Novo Continente, ao longo de quatro séculos.

Numa preleção de meia hora, o rei mostrou humor desde o começo, com citações de escritores britânicos e um apelo, esse bem sério, à manutenção da “relação especial” e da aliança de valores que une duas nações unidos por uma parceria “nascida da disputa, mas nem por isso menos forte”. Várias vezes interrompido por ovações do hemiciclo, repudiou a ideia de “descarar tudo o que tem sustentado [tal união] nos últimos 80 anos”.

“Como disse Oscar Wilde, ‘Hoje temos realmente tudo em comum com a América, exceto, é claro, a língua”, afirmou o rei logo à partida, logo depois de ter agradecido a hospitalidade do Estado que comemora, este ano, 250 anos de soberania. “Equilibrando forças contrárias e indo buscar força à diversidade, uniram 13 colónias dispersas para forjar uma nação com a ideia revolucionária de ‘vida, liberdade e a busca da felicidade”, descreveu, numa alusão ao multilateralismo que nem sempre abunda em Washington.

Para ler este artigo na íntegra clique aqui

Johan Cruyff visto por colegas de futebol

Franz Beckenbauer:

“Johan Cruyff wasn’t just a player. He was a philosophy.”

Michel Platini:

“Before Cruyff, there was football. After Cruyff, there was a completely different kind of football.”

Marco van Basten:

“Cruyff had the greatest football brain in the history of the game.”

Eric Cantona:

“Cruyff was the man who changed football forever.”

Arrigo Sacchi:

“Cruyff transformed how football is played, thought about, and understood.”

Pep Guardiola:

“Cruyff built the cathedral of Barcelona. Our job is simply to preserve it.”