Roger Penrose, Prémio Nobel em 2020. A alma é eterna!

Roger Penrose, vencedor do Prémio Nobel da Física de 2020 pelo seu trabalho sobre os buracos negros, defende uma visão ousada da realidade. De acordo com a sua teoria da cosmologia cíclica conforme, o universo não tem princípio nem fim: percorre uma sucessão infinita de ciclos cósmicos.

Paralelamente, com o médico Stuart Hameroff, desenvolveu a teoria “Orch OR” (Redução Objectiva Orquestrada), que sugere que a consciência emerge de processos quânticos nos microtúbulos do cérebro. Para Penrose, esta consciência não é destruída com a morte, mas dissolve-se no universo, unindo-se a uma forma de eternidade. Uma abordagem científica que liga a física quântica, a cosmologia e a questão da alma.

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Fontes da informação citada: Futura Sciences + Universidade do Arizona

“Não quero acreditar. Quero saber.” — Carl Sagan

Carl Sagan expressa a importância de procurar o conhecimento através da evidência, do raciocínio e da curiosidade, em vez da crença cega. Acreditar sem questionar pode limitar a compreensão, enquanto o desejo de saber realmente incentiva a exploração e a descoberta.

A ciência, a aprendizagem e o pensamento crítico são construídos sobre a formulação de perguntas e a testagem de ideias, em vez de aceitar afirmações sem provas. Esta citação reflete honestidade intelectual e a coragem de procurar a verdade, mesmo quando esta desafia os pressupostos existentes.

A verdadeira compreensão vem da observação, da aprendizagem e da investigação contínua. O conhecimento expande-se quando as pessoas permanecem curiosas e de mente aberta, em vez de se contentarem com respostas fáceis. A busca da verdade requer paciência, humildade e a vontade de admitir a incerteza enquanto se continua a aprender. 🔭

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Steve Jobs (1955-2011) – O Valor da Voz Interior, in mural de Maria Helena Manaia, Facebook

Uma das minhas referências que jamais será esquecido. 

Num mundo cheio de distrações, as suas palavras continuam a ser um guia necessário:

“O teu tempo é limitado, então não o gastes a viver a vida de outra pessoa. Não caias na armadilha do dogma – que é viver com os resultados do pensamento de outra pessoa. 

Não deixes o ruído da opinião alheia sufocar a tua voz interior. 

E mais importante, tem a coragem de seguir o teu coração e a tua intuição. Eles de alguma forma já sabem o que tu realmente queres tornar-te. 

Tudo o mais é secundário. Que saibamos honrar o nosso tempo e a nossa verdade.”