Lei de Proibição da Superinteligência Artificial. Bernie Sanders

O senador Bernie Sanders do Vermont, juntamente com o representante Greg Casar do Texas, apresentou a Lei de Proibição da Superinteligência Artificial.

Esta legislação busca uma proibição permanente do desenvolvimento ou implementação da superinteligência artificial, definida como um sistema de IA que ultrapassa a performance cognitiva humana em quase todas as áreas ou possui capacidades suficientes para destruir ou desempoderar a humanidade, incluindo a derrubada do governo federal.

A proposta trata tais tecnologias como uma ameaça existencial comparável às armas nucleares, argumentando que as principais empresas de IA reconheceram ter perdido o controle de sistemas cada vez mais poderosos.

Além da proibição aberta, a medida impondría uma pausa imediata no desenvolvimento avançado de IA até que um novo Departamento de IA, em nível de governo, seja estabelecido e implementado rigorosas regras de segurança, processos de revisão de modelos e monitoramento contínuo de capacidades perigosas como a submissão de comandos de desligamento.

Os indivíduos que violam as proibções podem enfrentar até vinte anos de prisão, enquanto as empresas serão sujeitas a uma pena de morte corporativa envolvendo a força dissolvente. 

A legislação direciona ainda mais os Estados Unidos a seguir acordos internacionais com o objetivo de prevenir a criação de IA superinteligente em qualquer lugar do mundo.

Sanders enfatizou que o futuro da humanidade não deve ser deixado nas mãos de poucos líderes da Big Tech e que o Congresso deve agir antes que seja tarde demais.

Fonte: Relatório oficial do Gabinete do Senador Bernie Sanders, 23 de setembro de 2026. 

Stephen Hawking e o seu legado

História de thedailydigest.com
 

Londres, outubro de 2018. No telão gigante do Museu da Ciência, uma voz metálica e instantaneamente reconhecível começa a falar. O público sabe que a voz está morta há seis meses, e ainda assim, pelos próximos minutos, é como se Stephen Hawking estivesse de volta ali, na sala, falando diretamente com os presentes.

Não se tratava de um truque ou de qualquer filmagem de arquivo antiga. Era o encerramento de um livro que Hawking havia deixado inacabado, concluído por sua família e publicado sob o título “Breves Respostas para Grandes Questões”.

Escondida em suas páginas estava uma reflexão que eventualmente se tornaria, para grande parte da imprensa britânica, o resumo definitivo de tudo o que o físico pensava sobre o universo, a existência e o lugar que ocupamos nele.

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Inteligentemente, António Guterres entregou a responsabilidade de pregar o multilateralismo na ONU ao Presidente do Brasil, Lula da Silva.

António Guterres entregou literalmente a responsabilidade de pregar o multilateralismo na ONU ao presidente brasileiro, rendendo-se à atuação sem igual de Lula no palco internacional. Diante da falência crônica das instituições globais e da decadência absoluta das potências ocidentais que tentam impor sua vontade na base da força, o secretário-geral da organização reconheceu abertamente que a liderança do Brasil tornou-se a única bússola moral capaz de guiar o planeta para longe do abismo unipolar. Essa passagem de bastão simbólica nos corredores da diplomacia internacional expõe a fragilidade de um modelo ocidental esgotado, que já não consegue sequer disfarçar sua incompetência diante dos grandes desafios humanitários e ambientais do nosso tempo.

A profundidade desse movimento revela o triunfo incontestável do Sul Global sobre décadas de hegemonia baseada em coerção, sanções econômicas e guerras híbridas. Enquanto os falcões de Washington e seus aliados tropeçam em discursos vazios de superioridade, a atuação de Lula na ONU destacou-se pela coragem cirúrgica de expor a perversidade de um sistema internacional que prioriza a bilionária fabricação de armamentos de morte enquanto condena milhões de seres humanos à fome e à miséria nas periferias do mundo. Ao assumir o manto do multilateralismo, o estadista brasileiro consolida o papel do Brasil como o grande polo de articulação das nações soberanas que rejeitam o papel de quintal do império.

Este marco histórico sela a derrocada definitiva da arquitetura de poder ditada pelo Ocidente e abre caminho para a consolidação irreversível da multipolaridade. O império agoniza sob o peso de sua própria insolvência financeira, da desdolarização galopante e do repúdio global à sua sanha imperialista, enquanto a diplomacia da cooperação e do respeito mútuo ganha o centro do palco mundial. A história está a ser reescrita diante dos nossos olhos, provando que o futuro pertence aos líderes e povos que escolhem construir pontes de dignidade e soberania, e nunca aos tiranos decadentes que apostam na tirania para tentar salvar um mundo que já virou pó.