Trailer de ”Melancolia” Legendado

Trailer legendado do filme ”Melancolia”, com Kirsten Dunst e Charlotte Gainsbourg. Justine (Kirsten Dunst) e Michael (Alexander Skarsgård) estão celebrando seu casamento em uma festa suntuosa na casa de sua irmã (Charlotte Gainsbourg) e cunhado (Kiefer Sutherland). Enquanto isso, o planeta, Melancolia, está se dirigindo em direção à Terra. Direção de Lars Von Trier.

Com a devida vénia à Autora.

brumasdesintra

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No filme África Minha (uma jóia de Sydney Pollack), há uma parte em que MerylStreep, que encarna na tela a personagem da escritora dinamarquesa Karen Blixten, na sua angustiada aventura (no Quénia) com a plantação de café (criada pelo marido sem o seu consentimento) que, desde o início, tinha tudo para não ter um resultado brilhante, derivado à escassez de água na zona e à altitude em que fora plantado.Tentando salvar esse investimento onde fora aplicado todo o seu dinheiro, Karen faz de tudo o que humanamente é possível, pensando triunfar contrariando a Natureza. Com a ajuda dos muitos empregados da fazenda, consegue ter uma reserva -uma espécie de lago artificial- com água desviada de um rio próximo.

Durante uns tempos a plantação é regada e, no seu tempo, os bagos de café começam a formar-se. Tudo parecia correr bem até uma madrugada em que a reserva de água, desviada do seu curso se revolta e salta vencendo (sem esforço) a barreira de sacos, pedras e areia que a aprisionava. Todos lutavam para travar essa fúria da Natureza mas aí, completamente esgotada, Karem põe um pé sobre uma rocha e, encharcada, exausta, diz:

Chega. Parem. Não adianta

Derrotada, olha para a água rebelde que quebra todas as barreiras e, vitoriosa, sai (saudosa) ao encontro de um leito que lhe pertence.

Esta água nunca deixou de viver em Mombaça! (Maria Elvira Bento)

 

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Downton Abbey Power Rankings

Bluestockings Magazine

As the new Mad Men season aired last spring, Grantland writer Mark Lisanti wrote “Power Rankings” for each weekly episode, ranking the top ten most powerful characters that really held their own, characters that had the nerve do something bold and unprecedented. I set out to do the same with America’s new favorite period piece television obsession Downton Abbey, a Masterpiece Theater series created by Julian Fellowes. The series depicts the lives of the British aristocratic Crawley family and their servants at their country estate, Downton Abbey. Seasons one and two are set between April 1912 and December 1919, during which great world events shape the lives of the people at Downton and the British social hierarchy in general. These events include the sinking of the Titanic, WWI and the Spanish influenza epidemic.

The series begins with Lord Robert Crawley, head of the Downton estate, receiving news of the…

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Com a devida vénia ao autor.

Cidadania & Cultura

Clube do Filme - exemplos

O Clube do Filme (em inglês: The Film Club) é um livro do escritor canadense David Gilmour (homônimo do guitarrista do Pink Floyd), lançado em 2007, que trata da educação dada pelo próprio autor a seu filho adolescente, trocando a escola regular pelo compromisso de assistir três filmes por semana. Traduzido e lançado no Brasil em 2009 pela Editora Intrínseca, o livro foi o oitavo mais vendido no Brasil, naquele ano, na categoria “Não-ficção“, conforme levantamento da revista Veja.

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RAINER WERNER FASSBINDER

Com a devida vénia ao autor.

MASCARA DE CERA

capa-rainer-werner-fassbinder-o-mundo-no-arameMuito antes de “Matrix” ou “Avatar”, Rainer Werner Fassbinder apresentou esta história que nos remete para a possibilidade de realidades paralelas.
Depois da II Guerra Mundial, da ameaça nuclear e dos grandes avanços tecnológicos, o cinema, se já pensara a ideia de homem-máquina nos seus alvores (de Georges Méliès a Fritz Lang, que o fizera de forma sublime em “Metropolis”), após essa experiência limite do terror, volta a interrogar-se sobre as fronteiras do progresso e as suas implicações em filmes como “2001 – Odisseia no espaço” (Stanley Kubrick, 1968), “Laranja mecânica” (Stanley Kubrick, 1971), “Solaris” (Andrei Tarkovsky, 1972) ou “Blade runner” (Ridley Scott, 1982).

É neste plano que parece, em grande medida, enquadrar-se também “O mundo no arame”, longa metragem de 1973 de um dos grandes realizadores alemães do pós-guerra, Rainer Werner Fassbinder, a partir de agora disponível em dvd, na espantosa edição restaurada que já tinha iluminado as salas…

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Depardieu : “La Russie est une grande démocratie”

Dans une lettre aux médias russes, l’acteur fait une grande déclaration d’amour à son pays d’accueil.

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L’acteur français Gérard Depardieu a confirmé jeudi avoir fait une demande de passeport russe et s’est dit ravi qu’elle ait été acceptée par le président Vladimir Poutine, qui lui a accordé plus tôt dans la journée la citoyenneté, dans une lettre diffusée par une chaîne de télévision russe.

“Oui, j’ai fait cette demande de passeport et j’ai le plaisir qu’elle ait été acceptée. J’adore votre pays, la Russie, ses hommes, son histoire, ses écrivains”, a déclaré l’acteur de 64 ans dans cette lettre diffusée en français par la chaîne russe Pervyi Kanal.

Voici l’intégralité de la lettre de Gérard Depardieu : 

“Oui j’ai fait cette demande de passeport et j’ai le plaisir qu’elle ait été acceptée.

J’adore votre pays la Russie, ses hommes, son histoire, ses écrivains.

J’aime y faire des films où j’aime tourner avec vos acteurs comme Vladimir Mashkov.

J’adore votre culture, votre intelligence.

Mon père était un communiste de l’époque, il écoutait Radio Moscou ! C’est aussi cela, ma culture.

En Russie il y fait bon vivre. Pas forcément à Moscou qui est une mégapole trop grande pour moi.

Je préfère la campagne, et je connais des endroits merveilleux en Russie.

Par exemple, il y a un endroit que j’aime, où se trouve le Gosfilmofond, dirigé par mon ami Nikolai Borodachev.

Au bord des forêts de bouleaux, je m’y sens bien.

Et je vais apprendre le russe.

J’en ai même parlé à mon président, François Hollande. Je lui ai dit tout cela.

Il sait que j’aime beaucoup votre président Vladimir Poutine et que c’est réciproque.

Et je lui ai dit que la Russie était une grande démocratie, et que ce n’était pas un pays où un Premier ministre traitait un citoyen de minable.

J’aime bien la presse, mais c’est aussi très ennuyeux, car il y a trop souvent une pensée unique.

Par respect pour votre président, et pour votre grand pays, je n’ai donc rien à ajouter.

Si je veux ajouter encore sur la Russie, une prose qui me vient à l’esprit…

Que dans un pays aussi grand on n’est jamais seul,
Car chaque arbre, chaque paysage portent en nous un espoir.
Il n’y a pas de mesquinerie en Russie, il n’y a que des grands sentiments.
Et derrière ces sentiments beaucoup de pudeur.

Dans votre immensité, je ne me sens jamais seul,

Slova Rossii !!

Spasibo !”

 

FONTE:  http://www.lepoint.fr/societe/depardieu-je-vais-apprendre-le-russe-03-01-2013-1608322_23.php

Raging bull-Memorable movie moments

Raging bull remains a masterpiece of cinemotagraphy,style and acting. Director martin scorsese believed it to be his last film and so he spent overtime editing it and getting every minute right. It really shows.

In this memorable moment, Jake la motta is facing his long time rival Sugar ray robinson for the title. While he begins to fight well at first, troubles in his personal life begin to haunt him and he allows sugar ray robinson to pummel him with no regard for his health or his title. The most memorable parts of this moment is Jake defiance towards the end as he mocks sugar ray for not being able to knock him down, the short sharp shots that almost represent the different punches and the pace of the fight and the imagery as the blood pours from the ropes right at the end.

Special mention should also go to both robert de niro and joe pesci who gave amazing performances, especially de niro who put on vasts amounts of weight to become the older overweight la motta towards the end of the film.

Morreu Joaquim Benite (1943-2012) por Lauro António in Blog “Lauro António apresenta”

Morreu um amigo. Quando assim é, difícil se torna sequer falar. Fomos muito próximos durante muito tempo. Ambos críticos, eu de cinema, ele de teatro, no “Diário de Lisboa”. Lá pelos anos 60. Ambos apaixonados pelo que escrevíamos. Fizemos depois carreiras diversas, mas lado a lado. Ambos apaixonados pelo que fazíamos. Acompanhei a sua actividade sempre com redobrado interesse, pela qualidade das suas propostas, mas também com o olhar de amigo que gosta de ver o amigo afirmar-se por mérito próprio. Sei que ele me seguia com igual emoção. A emoção que nos unia quando nos encontrávamos, aqui e ali, no Famafest que eu dirigia em Famalicão, onde fez parte do Júri Internacional em 2010, ano em que foi igualmente homenageado, no Teatro Municipal de Almada que dirigia e onde encenava espectáculos que ficarão na nossa recordação, no Festival que superiormente dirigia, um dos melhores da Europa no campo do teatro. Benite partiu mas o seu trabalho, consistente e coerente, a sua alegria de viver, o seu forte abraço, esses ficarão, triste consolação numa carreira brilhante que se finou. Que o exemplo não se cale. Por isso aqui fica um abraço para a Teresa, os filhos e também para o Rodrigo, seu assistente durante anos.
Perguntaram-lhe se achava que ficaria na História. Respondeu: “Os encenadores nunca ficam na história. Só os escritores, como o Shakespeare. Sabe, acho que vale a pena viver para nos divertirmos. Lutar por coisas, para cumprir missões, não. O teatro é um sinal de civilização que está na origem da sociedade. Até nos animais. Quando chego a casa, o meu cão faz uma dança que parece egípcia, pá. São rituais de representação. Mas o teatro não tem missão nenhuma. É uma coisa que as pessoas fazem porque gostam e as outras vêem porque lhes dá prazer”.
É tudo verdade. Mas ficarás na História, claro!

Nota do Teatro Municipal de Almada:

O encenador Joaquim Benite, director do Teatro Municipal de Almada e do Festival de Almada, faleceu esta noite, na sequência de complicações respiratórias motivadas por uma pneumonia. O fundador da Companhia de Teatro de Almada preparava a estreia absoluta em Portugal de Timão de Atenas, de Shakespeare, que representaria o seu regresso à actividade após um período de ausência dos palcos por motivo de doença. O País perde assim um dos seus mais prestigiados encenadores, ligado ao movimento de renovação do Teatro português no período que antecedeu e que se seguiu à Revolução de 1974.
Joaquim Benite nasceu em Lisboa em 1943. Começou a trabalhar como jornalista, aos 20 anos, no jornal República. Posteriormente fez parte da redacção do Diário de Lisboa e foi chefe de redacção dos jornais O séculoO diário. Foi crítico de teatro no Diário de Lisboa e em diversas revistas e publicações.
Em 1971 fundou o Grupo de Campolide e estreou-se na encenação com O avançado centro morreu ao amanhecer, de Agustin Cuzzani. Com a peça Aventuras do grande D. Quixote de la Mancha e do gordo Sancho Pança, de António José da Silva, ganhou, no ano seguinte, o Prémio da Crítica para o melhor espectáculo de teatro amador.
Em 1976, no Teatro da Trindade, transformou o Grupo de Campolide em companhia profissional. Em 1978 asua companhia instala-se em Almada, cidade de onde não mais sairia, e que transformou num dos principais focos teatrais do País, cujo expoente máximo será porventura o Festival de Almada, criado em 1984, e que em 2013 terá a sua 30ª edição. Em 1988, Joaquim Benite inaugura o primeiro Teatro Municipal dessa cidade, e em 2005 é finalmente concluído o projecto do novo Teatro Municipal de Almada — num edifício da autoria de Manuel Graça Diase Egas José Vieira —, que se tornou num dos principais teatros do País.
Tendo criado mais de uma centena de espectáculos, Joaquim Benite foi responsável pela estreia em teatro de José Saramago, de quem dirigiu A noite (1979) e Que farei com este livro? (1980 e 2007). Encenou ainda obras de Shakespeare, Molière, Brecht, Lorca, Bulgakov, Camus, Adamov, Gogol, Beckett, Albee, Neruda, Thomas Bernhard, Sanchis Sinisterra, Antonio Skármeta, Pushkin, Peter Schaffer, Marguerite Duras, Dias Gomes, Nick Dear, O’Neill, Marivaux, Feydeau, Almeida Garrett, Gil Vicente, Raul Brandão, entre muitos outros.
Entre os seus últimos trabalhos contam-se: Que farei com este livro, de José Saramago(2007); as óperas A clemência de Tito, de Mozart (2008), O doido e a morte(2008) e A rainha louca (2011), de Alexandre Delgado; O presidente, de Thomas Bernhard (2008);Timon de Atenas, de Shakespeare (Festival de Mérida, 2008); A mãe, de Brecht (2010); Tuning, de Rodrigo Francisco (2010); Troilo e Créssida, de Shakespeare (2010); e Hughie e Antes do pequeno-almoço, de Eugene O’Neill (2010).
Entre os numerosos prémios e distinções com que foi distinguido, Joaquim Benite foi agraciado com as Medalhas de Ouro dos Municípios de Almada e da Amadora, e as Medalha de Mérito Cultural do Ministério da Cultura e Mérito Distrital do Governo Civil de Setúbal. Foi-lhe também atribuído o grau de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique; os graus de Cavaleiro e Oficial da Ordem das Artes e das Letras de França; e o grau de Comendador da Ordem do Mérito Civil de Espanha.
FONTE:  http://lauroantonioapresenta.blogspot.pt/2012/12/morreu-joaquim-benite-1943-2012-morreu.htmlJoaquim benite