Donovan | Blackbird | Composição de Paul McCartney | Album Branco

Blackbird singing in the dead of night
Take these broken wings and learn to fly
All your life
You were only waiting for this moment to arise

Black bird singing in the dead of night
Take these sunken eyes and learn to see
all your life
you were only waiting for this moment to be free

Blackbird fly, Blackbird fly
Into the light of the dark black night.

Blackbird fly, Blackbird fly
Into the light of the dark black night.

Blackbird singing in the dead of night
Take these broken wings and learn to fly
All your life
You were only waiting for this moment to arise,oh
You were only waiting for this moment to arise, oh
You were only waiting for this moment to arise

Maputo – Mozambique – malabarismo contemporâneo

Seis malabaristas moçambicanos levam a sua arte ao Festival de Teatro de Avignon.

Thomas GUERINEAU est un artiste formé en jonglage, danse, acrobatie et mime. Passionné par les arts d’Orient et d’Afrique, il a rencontré six jeunes mozambicains, à Maputo, la capitale. Avec eux, il a questionné les enjeux de certains rites et pratiques artistiques de ce pays. Le travail mis en place a permis à ces jeunes d’exprimer leur singularité.

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Alhan Wa Chabab | Celia | Musique de Takfarinas

Je ne suis pas Algérienne mais moi aussi j’adore l’Algérie. Un pays magnifique : sa musique langoureuse souvent mais aussi magique car elle vous envoûte. On en a l’exemple avec cette superbe chanson et la chanteuse met tellement bien en valeur les vêtements et les bijoux de là-bas. Quant aux paysages, ils sont multiples et tellement variés. J’ai eu la chance de le parcourir de la côte (Tlemcen, Cherchell, Timgad et ses ruines romaines,) jusqu’à Hassi Messaoud, par Oran, Mascara, Laghouat et en remontant par Blida, Sidi, Biskra, Blida, Alger, Sidi, Tizi Ouzou, sans oublier la merveille des merveilles au milieu des Sables : GHARDAIA. Vraiment sublime. (Andrée Angibaud)

Inéditos de Mário Laginha em homenagem a José Saramago e Fernando Pessoa

No dia 18 de Novembro de 2015, na companhia de Alexandre Frazão e Bernardo Moreira, o pianista Mário Laginha subiu ao palco do Pequeno Auditório do CCB para um concerto que tinha como título “A Biblioteca dos Músicos” e que integrava a programação dos Dias do Desassossego’15.

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Joana Carneiro | Maestrina portuguesa desassossega Londres

Espetáculo multimédia baseado no “Livro do Desassossego” vai mexer com a capital britânica

joana carneiro

O coração, se pudesse pensar, pararia.” Mais de três décadas depois de ter sido revelado ao mundo, “O livro do desassossego” chega esta quarta e quinta-feira a Londres, num espetáculo multimédia do holandês Michael Van der Aa e que será conduzido pela maestrina portuguesa Joana Carneiro.

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A biblioteca de Eco e os cinco minutos de jazz | Francisco Louçã in Blog “Tudo Menos Economia”

francisco louca02 - 200As evocações homenegeatórias a Umberto Eco destacaram o filósofo que devolveu a curiosidade à filosofia, o escritor que se divertiu com os seus romances (havia nele um Salgari que nunca escondeu e que norteou a sua busca das terras incógnitas) e o homem cívico que compreendeu que a força de Berlusconi era só a nossa fraqueza, nossa, dos cidadãos desprotegidos perante o tumulto comunicacional e a perda de identidades que a pós-moderna cosmologia impõe. A vertigem do efémero era o ódio de Eco, como se pode compreendê-lo. Eco, como, entre nós, Eduardo Lourenço ou João Martins Pereira, ou Augusto Abelaira, ou Urbano Tavares Rodrigues, era o Montaigne de um tempo novo que ainda brande a modernidade contra o culto do flash, da cosmética e do pronto-a-vestir que dá conforto às transumâncias ideológicas.

Por isso mesmo, a biblioteca era a sua vida. Mas não qualquer biblioteca. Sem labirintos, como a do Nome da Rosa, embora talvez com esconderijos, porque os há sempre, uma biblioteca pessoal não deve ter mais de trinta mil livros, dizia Eco para si mesmo. É muito livro, não sei se ele os pensava poder ler todos, mais os que lá não estão e passam por nós. Na verdade, ler esses livros não é a medida de um bibliotecário, é simplesmente viver com eles, com o gosto da novidade, com o espírito do coleccionador, com o fascínio das ideias escondidas: quando lemos um bom livro nunca terminamos de o ler.

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LE CHANT DES PARTISANS | Anna Marly

Le chant des Partisans – interprété par Anna Marly
Née le 30 octobre 1917 à Saint-Pétersbourg, pendant la Révolution russe au cours de laquelle son père fut fusillé, Anna Betoulinsky quitte la Russie pour la France au début des années 1920 avec sa mère, sa sœur et sa nounou. À l’âge de treize ans la nounou lui offre une guitare. Ce cadeau dont elle ne se séparera jamais va bouleverser sa vie.

Quelques années plus tard, elle prend le nom d’Anna Marly (patronyme trouvé dans l’annuaire) pour danser dans les Ballets russes avant d’entamer une carrière de chanteuse dans les grands cabarets parisiens. Anna Marly connaît un nouvel exode en mai 1940 qui la mène, via l’Espagne et le Portugal, à Londres en 1941 où elle s’engage comme cantinière au quartier général des Forces françaises libres de Carlton Garden. C’est là qu’elle compose, à la guitare, en 1942, les paroles russes et la musique de son Chant des partisans. L’année suivante, toujours à Londres Joseph Kessel et Maurice Druon écrivent les paroles françaises de ce chant. Le Chant des partisans, « La Marseillaise de la Résistance », fut créé en 1943 à Londres. Immédiatement, il devint l’hymne de la Résistance française, et même européenne. Il est aussi un appel à la lutte fraternelle pour la liberté : « C’est nous qui brisons les barreaux des prisons pour nos frères » ; la certitude que le combat n’est jamais vain : « si tu tombes, un ami sort de l’ombre à ta place ».

Devenu l’indicatif de l’émission de la radio britannique BBC Honneur et Patrie, puis comme signe de reconnaissance dans les maquis, Le Chant des partisans était devenu un succès mondial. Anna avait choisi de siffler ce chant, car la mélodie sifflée restait audible malgré le brouillage de la BBC effectué par les Allemands.

Heros | David Bowie

I, I will be king
And you, you will be queen
Though nothing will drive them away
We can beat them, just for one day
We can be heroes, just for one day

And you, you can be mean
And I, I’ll drink all the time
‘Cause we’re lovers, and that is a fact
Yes we’re lovers, and that is that

Though nothing, will keep us together
We could steal time, just for one day
We can be heroes, for ever and ever
What d’you say?

I, I wish you could swim
Like the dolphins, like dolphins can swim
Though nothing, nothing will keep us together
We can beat them, for ever and ever
Oh we can be heroes, just for one day

I, I will be king
And you, you will be queen
Though nothing will drive them away
We can be heroes, just for one day
We can be us, just for one day

I, I can remember (I remember)
Standing, by the wall (by the wall)
And the guns, shot above our heads (over our heads)
And we kissed, as though nothing could fall
(Nothing could fall)
And the shame, was on the other side
Oh we can beat them, for ever and ever
Then we could be heroes, just for one day

We can be heroes
We can be heroes
We can be heroes
Just for one day
We can be heroes

We’re nothing, and nothing will help us
Maybe we’re lying, then you better not stay
But we could be safer, just for one day

Oh-oh-oh-ohh, oh-oh-oh-ohh, just for one day

David Bowie | Heroes

David Bowie  nome artístico de David Robert Jones, Brixton, Londres, 8 de janeiro de 1947Manhattan, 10 de janeiro de 2016) foi um cantor,compositor, ator e produtor musical inglês. Por vezes referido como “Camaleão do Rock” pela capacidade de sempre renovar sua imagem, tem sido uma importante figura na música popular há cinco décadas e é considerado um dos músicos populares mais inovadores e ainda influentes de todos os tempos, sobretudo por seu trabalho nas décadas de 1970 e 1980, além de ser distinguido por um vocal característico e pela profundidade intelectual de sua obra.

Embora desde cedo tenha realizado o álbum David Bowie e diversas canções, Bowie só chamou a atenção do público em 1969, quando a canção “Space Oddity” alcançou o quinto lugar no UK Singles Chart. Após um período de três anos de experimentação, que incluem a realização de dois significativos e influentes álbuns, The Man Who Sold the World (1970) e Hunky Dory (1971), ele retorna em 1972 durante a era glam rock com um alter ego extravagante e andrógino chamado Ziggy Stardust, sustentado pelo sucesso de “Starman” e do aclamado álbum The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars. Seu impacto na época foi um dos maiores cultos já criados na cultura popular.  Em 1973, o disco Aladdin Sane levou Ziggy aos EUA. A vida curta da persona revelaria apenas uma das muitas facetas de uma carreira marcada pela reinvenção contínua, pela inovação musical e pela apresentação visual.

LER MAIS: https://pt.wikipedia.org/wiki/David_Bowie

Homenagem a André Carneiro | Itaú Cultural‏

O poeta arrudA e o músico Peri Pane conduzem o espetáculo Confissões do Inexplicável, uma homenagem-performance a André Carneiro, morto em outubro de 2014 e considerado um dos grandes autores de ficção científica do Brasil. Os convidados Luiz Bras, Eunice Arruda, Carlos Rosa, Ava Rocha, Elisa Band e Joana Egypto celebram a obra do autor com leituras de textos, música, dança e VJing.

Com curadoria de Marcelino Freire, o AuTORES EM CENA transforma escritores em atores. Em vez de leituras, o evento propõe espetáculos teatrais baseados nos textos dos autores.

Apresentação gravada no programa AuTORES EM CENA em 19 de junho de 2015, no Itaú Cultural, em São Paulo/SP.

Fabrizio De André & Vinicio Capossela – Valzer Per Un Amore (London Symphony Orchestra)

Quando carica d’anni e di castità
tra i ricordi e le illusioni
del bel tempo che non ritornerà,
troverai le mie canzoni,
nel sentirle ti meraviglierai
che qualcuno abbia lodato
le bellezze che allor più non avrai
e che avesti nel tempo passato.

Manon ti servirà il ricordo,
non ti servirà
che per piangere il tuo rifiuto
del mio amore che non tornerà.

Ma non ti servirà più a niente,
non ti servirà
che per piangere sui tuoi occhi
che nessuno più canterà.

Ma non ti servirà più a niente,
non ti servirà
che per piangere sui tuoi occhi
che nessuno più canterà.

Vola il tempo lo sai che vola e va,
forse non ce ne accorgiamo
ma più ancora del tempo che non ha età,
siamo noi che ce ne andiamo
e per questo ti dico amore, amor
io t’attenderò ogni sera,
ma tu vieni non aspettare ancor,
vieni adesso finché è primavera.

FOLI – todas as coisas têm ritmo.

A vida tem ritmo e está em constante movimento. A palavra para ritmo (nas tribos Malinké) é Foli. É uma palavra que abrange muito mais do que o tocar tambor, o baile, ou o som.  Encontra-se me cada parte da vida quotidiana. Neste filme não só se escuta e se sente o ritmo, também o vemos. 
É uma extraordinária mistura de imagem e som que alimenta os sentidos e nos recorda a todos o essencial que é.

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Festival de Jazz de Minde | 11.ª edição | 8,9 e 10 de Maio 2015

jazzmindeO norte-americano Leburn Maddox abre, na sexta-feira à noite, a 11.ª edição do Festival de Jazz de Minde, iniciativa que tem palco principal numa antiga fábrica têxtil nesta vila do concelho de Alcanena.
O programa de sexta-feira inclui ainda a banda espanhola The Blast e uma “Jam Blues Star Fest”, “com muitos músicos nacionais e de Espanha liderados por Pedro Tatanka”, afirma a organização deste certame no distrito de Santarém.

No sábado, além da estreia nacional do projeto “Wonder Wheel”, de André Fernandes com Mário Laginha, o vibrafonista Jeffery Davis apresenta “LiftOff”, projeto iniciado em 2001 com Óscar Graça (piano).

O Festival de Jazz de Minde nasceu de uma homenagem feita em 2004 ao mestre Jaime Chavinha, mas a aceitação do público fez com que, cumpridas 10 edições, “seja considerado e referenciado como um dos melhores festivais de jazz da zona centro do país”, sublinha a organização.

“Muitos e bons músicos já passaram pelos palcos do JazzMinde, e, degrau a degrau, o festival tem vindo a pautar-se como um evento de prestígio e grande qualidade artística, com uma atmosfera muito `sui generis` e com um público muito entendido e entusiasmado”, realça a nota de apresentação do festival.

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Prémios Jovens Músicos 2015

Ant2_PJM2015Decorrem as inscrições para o prémio Jovens Amigos 2105 promovido pela Antena 2.

A Rádio e Televisão de Portugal, através da Antena 2, organiza em 2015 a 29ª Edição do Prémio Jovens Músicos (PJM), destinado a músicos portugueses e a músicos estrangeiros residentes em Portugal.

Consulte o regulamento aqui.

Yaybahar de Görkem Şen

O Yaybahar é um instrumento acústico criado por Gorkem Sen. Elementos ressonantes, cordas e molas helicoidais constituem a estrutura do instrumento com uma sonoridade hipnótica e envolvente.

Neste vídeo, sem qualquer tipo de pós-produção, podemos assistir, no início, à exploração das potencialidades acústicas do instrumento e depois a interpretação de uma peça. Vale a pena deixar passar os primeiros minutos deste vídeo e aguardar pela peça musical que Gorkem Sen interpreta.

Algumas peças de Gorkem Sen aqui.

Festival Materiais Diversos 2014 | Apresentação | 1 de Setembro – 18h00 – Fábrica de Cultura – Minde

materiais
O Festival Materiais Diversos decorre de 18 a 27 de Setembro e temos muito gosto em convidá-lo/a para a conferência de imprensa do próximo dia 1 de Setembro, às 18h00, na Fábrica de Cultura, em Minde. Queremos partilhar consigo os pormenores desta programação de Dança, Teatro e Música que preencherá durante duas semanas Minde, Torres Novas, Alcanena e Cartaxo com uma nova vida.

A 6.ª edição do FMD\2014 será a mais internacional apresentada até hoje. Mas terá também dois espectáculos desenvolvidos com a comunidade e um conjunto de actividades paralelas como conferências, workshops, cinema e DJs.

A conferência terá a presença do director artístico do FMD\2014, Tiago Guedes, e de artistas do Festival.
Por favor, confirme a sua presença até 29 de Agosto através deste email ou contacte:
Assessoria de Imprensa – Tiago Mansilha
(+351) 91 558 66 35
tiago.mansilha@materiaisdiversos.com

Trompete | ANA BEATRIZ MENEZES GANHA CONCURSO EM LONDRES

ana beatriz menezes 200A jovem trompista Ana Beatriz Menezes venceu o 1º Prémio no concurso “International Horn Society Premier Soloist Competition”, em Londres. Os concorrentes foram seleccionados através de gravação, currículo e carta de recomendação. Apenas cinco concorrentes conseguiram chegar a final, que decorreu perente um júri de trompistas como Froydis, Jeffery Nelson e Susan McCullough.

Ana Beatriz Menezes nasceu em Minde, em Abril de 1992. Frequenta actualmente o Mestrado em Ensino da Música, com a especialização em Trompa, na Escola Superior de Música de Lisboa, sob orientação do professor Paulo Guerreiro.

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The Beat Hotel

Beat-Hotel-2

A poesia da Beat Generation foi o motivo para a festa. Festa que aterrou em grande delírio naquele palco do Teatro do Bairro. André Gago convoca os protagonistas: Allen Ginsberg, Gregory Corso, Lawrence Ferlinghetti, William S. Burroughs, Jack Kerouac. Mas o fantasma de Jim Morrison passou por lá sem ser anunciado. Aliás, os fantasmas daquela gente toda andaram por ali num reboliço. As diferenças misturaram-se em saudável convívio. André Gago deu voz e corpo a um projecto que evoca os recitais que abriam os concertos dos grupos urbanos de referência na vida cultural de Nova Iorque e São Francisco nos anos cinquenta do século passado. Foi há bocadinho. Há coisas que não morrem. Ficam. Pairam. Charles Bukowski conta histórias destes extraordinários eventos no livro Mulheres, por exemplo. É por lá que afiança que a literatura aperfeiçoa a realidade.

André Gago e seus companheiros de performance — André Sousa Machado, Edgar Caramelo, Fausto Ferreira, Tiago Inuit e Vj Pedro Blanc — fizeram isso neste magnífico espectáculo: aperfeiçoaram uma realidade que conhecemos dos relatos escritos e de um ou outro registo gravado. Mas fizeram esta abordagem com apetites de contemporaneidade. A interpretação de André Gago é soberba. André é um actor soberbo.

Foi no Teatro do Bairro, no Bairro Alto, que testemunhei este recital único. Mas eles vão andar por aí. Não os percam de vista.

José Teófilo Duarte – blogOpertório

ramblin’ on my mind | autor: Robert Johnson | versões

Lyrics | Robert Johnson

I got ramblin’, I got ramblin’ on my mind
I got ramblin’, I got ramblin’ all on my mind
Hate to leave my baby, but you treats me so unkind

I got mean things, I got mean things all on my mind
Little girl, little girl, I got mean things all on my mind
Hate to leave you here, babe, but you treats me so unkind

Runnin’ down to the station, catch the first mail train I see
(spoken: I think I hear her comin’ now)
Runnin’ down to the station, catch the old first mail train I see
I got the blues about Miss So-and-So and the child got the blues about me

And I’m leavin’ this mornin’, with my arm’ fold’ up and cryin’
And I’m leavin’ this mornin’, with my arm’ fold’ up and cryin’
Hate to leave my baby, but she treats me so unkind

I got mean things, I’ve got mean things on my mind
I got mean things, I got mean things all on my mind
I got to leave my baby, well, she treats me so unkind

10 anos de Naifa

A Naifa celebrou os seus 10 anos de existência com um concerto no Tivoli. Eduardo Pitta esteve presente, estas são as suas palavras:

A Naifa fez 10 anos. Como o tempo passa. Ontem, no concerto do Tivoli que celebrou a data, uma sala cheia vibrou com dezoito canções, uma delas «Rapaz a Arder», a partir do meu poema. Mas foi com duas canções míticas de Ary dos Santos, «Tourada» e «Desfolhada», que a sala (cheia de caras conhecidas) veio abaixo. Parabéns à Mitó Mendes, ao Luís Varatojo, à Sandra Baptista e ao Samuel Palitos.
(Eduardo Pitta, no facebook)

Citando Paulo Dentinho | Sobre o Festival da Canção

A música é um adereço para expor o grotesco ou será o contrário? O vencedor(a) do festival da Eurovisão venceu porque tem uma bela voz e uma bela canção ou porque é uma coisa extravagante? A Miley Cyrus canta bem, mas porque precisa de simular um broche a uma pila enorme num concerto? Ou porque necessitará a Rihanna de roçar a peida nas paredes como se estivesse com cio? Coitado do Brahms e do Schubert! No tempo deles não havia disto.

Mas é Bonito, de Geoff Dyer

«O único livro sobre jazz que alguma vez recomendei aos meus amigos. Uma pequena joia.» Keith Jarrett

A partir do modo como ouve a música de Charles Mingus, Thelonious Monk, Bud Powell, Art Pepper, Chet Baker, entre outros, e a partir de uma série de fotografias de músicos e formações, Geoff Dyer improvisa e ficciona oito variações como se fossem, cada uma delas mas também em conjunto, um romance.

Cético quanto à validade das contribuições da crítica musical para o desenvolvimento do jazz, Geoff Dyer resolveu «inventar» um género que servisse de porta de entrada a este universo em que não é possível destrinçar a obra artística da vida de quem a criou: um registo fluido entre a ficção e biografia, entre a crítica e o relato impressionista. Partindo de factos, de entrevistas e de fotografias, Dyer improvisa e cria, não como um escritor, mas como um músico de jazz, como alguém que sucumbiu à magia desta forma espontânea.

A Seta – André Sardet e Mayra Andrade

A Seta é o tema de André Sardet, interpretado em parceria com Mayra Andrade, composto para a banda sonora do filme Sei Lá.

Sei Lá é baseado no livro com o mesmo título de Margarida Rebelo Pinto, publicado em 1999. Joaquim Leitão realiza e Tino Navarro é o produtor.

Do elenco fazem parte Leonor Seixas, Ana Rita Clara, Patrícia Bull, Gabriela Barros, António Pedro Cerdeira, Pedro Granger, Rui Unas e Rita Pereira.

O enredo aborda a vida de uma mulher de 30 anos que tenta recompor-se de um desgosto amoroso.

Royal Philharmonic Orchestra | Royal Albert Hall

Royal Philharmonic Orchestra

Looking ahead to Christmas 2014 yet? Well, we are! You can now book tickets for John Rutter’s Christmas Celebration 2014!

Conducted and presented by John Rutter himself and performed by the Royal Philharmonic Orchestra, you can enjoy this festive favourite by singing along to the world’s favourite carols with a 100+ orchestra and choir and by listening to timeless Christmas classics, all in the magnificent surroundings of the Royal Albert Hall.

With 9 months until Christmas (wow!), this magical, winter treat is not to be missed, so get booking!

Book tickets for the matinee (3pm): http://www.royalalberthall.com/tickets/royal-philharmonic-orchestra/john-rutter-christmas-matinee/default.aspx

Book tickets for the evening show (7.30pm): http://www.royalalberthall.com/tickets/royal-philharmonic-orchestra/john-rutter-christmas-evening/default.aspx

Photo from John Rutter’s Christmas Celebration 2013 – credit goes to Nick Rutter.