O melhor de Verdi | 150 minutos de música clássica


TRACKLIST:
00:00:00 – La Donna E Mobile (Rigoletto) 00:02:21 – Chorus Of The Hebrew Slaves (Nabucco) 00:06:20 – Overture (La Forza Del Destino) 00:09:27 – Un Di Felice (La Traviata) 00:12:55 – Merce, Dilette Amiche (I Vespri Siciliani) 00:16:27 – Brindisi (La Traviata) 00:19:24 – Di Quella Pira (Il Trovatore) 00:21:18 – Anvil Chorus (Il Trovatore) 00:23:58 – Stride La Vampa! (Il Trovatore) 00:26:26 – Ritorna Vincitor (Aida) 00:33:51 – Dio, Che Nell’alma Infondere (Don Carlo) 00:38:29 – Prelude (La Traviata) 00:42:20 – Caro Nome (Rigoletto) 00:48:15 – O Don Fatale (Don Carlo) 00:52:56 – Celeste Aida (Aida) 00:57:57 – Ernani, Involami (Ernani) 01:00:35 – Di Tu Se Fedele (Un Ballo In Maschera) 01:03:54 – Morro, Ma Prima In Grazia (Un Ballo In Maschera) 01:08:35 – Quando Le Sere Al Placido (Luisa Miller) 01:12:11 – Grand March (Aida) 01:17:08 – Dies Irae (Messa Da Requiem) 01:19:30 – Pace, Pace, Mio Dio! (La Forza Del Destino) 01:25:06 – Questa O Quella (Rigoletto) 01:27:01 – Bella Figlia Dell’amore (Rigoletto) 01:30:58 – Ave Maria (Otello) 01:35:47 – Parigi, O Cara (La Traviata) 01:40:07 – Ah, La Paterna Mano (Macbeth) 01:42:35 – Squilli, Echeggi La Tromba Gerriera (Il Trovatore) 01:45:22 – O Carlo, Ascolta (Don Carlo) 01:49:32 – Ingemisco (Messa Da Requiem) 01:53:04 – Come In Quest’ora Bruna (Simon Boccanegra) 01:56:39 – Brindisi (Macbeth) 02:00:05 – O Patria Mia (Aida) 02:05:29 – La Mia Letizia Infondere (I Lombardi) 02:07:51 – Lo Sguardo Avea Degli Angeli (I Masnadieri; soprano: Montserrat Caballé) 02:11:45 – Solenne In Quest’ora (La Forza Del Destino) 02:15:59 – Patria Oppressa (Macbeth) 02:20:52 – Tacea La Notte (Il Trovatore) 02:24:32 – Dal Piu Remoto Esilio…O Dio Solo, Ed Odio Atroce (I Due Foscari) 02:29:27 – Auto-Da-Fe Chorus (Don Carlo)

Paróquia de Fátima acaba de se associar à Vigília de Oração pela Vítimas de Abusos Sexuais na Igreja, amanhã na Igreja Paroquial

Paróquia de Fátima acaba de se associar à iniciativa nacional de oração pelas vítimas de abusos sexuais na Igreja, que se realiza à mesma hora em várias cidades de Portugal Continental e Ilhas. Será amanhã, Quarta-Feira de Cinzas, dia 22, entre as 21:00 e as 22:00.

Em Fátima, a Vigília terá momentos de oração e de silêncio e decorrerá num lugar muito simbólico da Igreja em Portugal, a Igreja Paroquial, onde os Três Pastorinhos, Lúcia, Francisco e Jacinta, foram batizados.

Traga a sua vela!

Fátima, 21 de fevereiro de 2023, 23:00

Guterres exorta EUA e Rússia a retomarem acordo sobre armas nucleares | in RTP, 22-02-2023

Os Estados Unidos e a Rússia devem retomar sem demora a plena implementação do New START. O New START trouxe paz não só aos Estados Unidos e à Rússia, mas também a toda a comunidade internacional“, disse à imprensa Stéphane Dujarric, porta-voz do secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres.

De acordo com o porta-voz de Guterres, “um mundo sem controlo de armas nucleares é muito mais perigoso e instável, com consequências potencialmente catastróficas“, razão pela qual reiterou a necessidade de não poupar esforços para regressar ao diálogo.

É vital que o compromisso de alto nível entre as duas potências nucleares mais poderosas do mundo continue e é por isso que apelamos a um reatamento da plena implementação do Tratado New START por todas as partes“, disse Dujarric aos meios de comunicação social.

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A Vida Adorada de Dom Perdigote | Paulo Moreiras

Paulo Moreiras regressa ao género pícaro, em que é mestre, para nos oferecer uma obra-prima de rigor e divertimento que já fazia falta à nossa literatura. Sublime.

«A Vida Airada de Dom Perdigote» é um retrato muito divertido, passado no período histórico do domínio filipino e cujas aventuras e desgraças vão certamente cativar os leitores.

O livro já está disponível nas livrarias e em leyaonline.com

Vozes do Alentejo na Casa da Musica, Porto

Vozes do Alentejo na Casa da Musica, Porto 2015 | Vozes Solistas – Celina da Piedade, Paulo Ribeiro e Bernardo Espinho Grupo Coral e Etnográfico da Casa do Povo de Serpa. Acompanhados por: Antonio Bexiga – Viola do Alentejo a Viola Campaniça. Carlos Menezes – Contrabaixo Filipa Ribeiro – Percussões portuguesas Armando Carvalhêda – Voz Off Luis Filipe Gaspar – Fotografias projectadas João Paulo Nogueira – Som frente Nuno Rebocho – Som de palco Miguel Ramos/Tela Negra – Luzes Alex Gaspar / Uguru – Produção apoios: RDP Antena1, Associação Mutuaria Montepio, Casa da Musica e Câmara Municipal de Serpa. Realização – Jorge Meneses / zoomvideo

O que está a acontecer no Congo? | João Melo, 21 Fevereiro 2023 | in DN

Oleste do Congo Democrático é palco há trinta anos de um conflito alimentado por milícias rebeldes (atuam na região mais de uma centena de grupos armados), o que já causou mais de 10 milhões de mortos, além de um sem número de atrocidades de que os cidadãos são alvo todos os dias. A ONU destacou para a região uma missão de paz com cerca de 14 mil efetivos, a qual, entretanto, se tem mostrado absolutamente ineficaz.

O Papa Francisco esteve recentemente na região e, num dos seus encontros, esteve com alguns dos sobreviventes desse trágico conflito, alguns dos quais exibindo as marcas das sevícias de que foram alvo. O líder máximo da Igreja Católica não poupou nas palavras para acusar os interesses estrangeiros que tentam dividir o referido país, a fim de continuar a explorar criminosamente as suas enormes riquezas. “Há uma noção — que sai do inconsciente de tantas culturas e pessoas — que África deve ser explorada. Isso é terrível. A exploração política deu lugar a um ‘colonialismo económico’ e igualmente escravizador”, disse ele.

“O veneno da ganância manchou os diamantes [da RDC] com sangue”, afirmou o Papa Francisco, para depois fazer um apelo que deverá calar fundo no coração e na mente de todos: — “Parem de sufocar África: não é uma mina a ser explorada, nem uma terra a ser saqueada.” O Sumo Pontífice não tem dúvidas: o que se passa na República Democrática do Congo é “um genocídio esquecido”.

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Michelangelo di Lodovico Buonarroti Simoni | Rui Simplício

Michelangelo di Lodovico Buonarroti Simoni faleceu em Roma a 18 de fevereiro de 1564, mais conhecido simplesmente como Michelangelo ou Miguel Ângelo, foi um pintor, escultor, poeta, anatomista e arquiteto italiano, considerado um dos maiores criadores da história da arte do ocidente.

Desenvolveu o seu trabalho artístico por mais de setenta anos entre Florença e Roma, onde viveram os seus grandes mecenas, a família Medici de Florença, e vários papas romanos. Iniciou-se como aprendiz dos irmãos Davide e Domenico Ghirlandaio em Florença. Tendo o seu talento logo reconhecido, tornou-se um protegido dos Medici, para quem realizou várias obras. Depois fixou-se em Roma, onde deixou a maior parte de suas obras mais representativas. A sua carreira desenvolveu-se na transição do Renascimento para o maneirismo, e o seu estilo sintetizou influências da arte da Antiguidade clássica, do primeiro Renascimento, dos ideais do humanismo e do neoplatonismo, centrado na representação da figura humana e em especial no nu masculino, que retratou com enorme pujança.

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Preocupada com conflitos na Ucrânia, China convoca diálogo entre comunidade internacional

A China está “profundamente preocupada” com os conflitos na Ucrânia, que estão “escalando e até ficando fora de controle”, disse o ministro das Relações Exteriores, Qin Gang, em Pequim nesta terça-feira (21).

Tendo isso em vista, o país vai buscar “trabalhar com a comunidade internacional para promover o diálogo e as consultas, responder às preocupações dos envolvidos e buscar uma segurança comum”, discursou o ministro em uma conferência de segurança global.

Às vésperas do aniversário de um ano da invasão russa na Ucrânia, em 24 de fevereiro, Qin comunicou que a China vai “continuar promovendo negociações de paz”.

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Rússia suspende participação no tratado de desarmamento nuclear | in DN/AFP, 21 Fevereiro 2023

O Novo START, assinado pelo então presidente Barack Obama em 2010, restringiu a Rússia e os Estados Unidos a um máximo de 1.550 ogivas nucleares estratégicas implantadas cada um – uma redução de quase 30% em relação ao limite anterior estabelecido em 2002.

Vladimir Putin anunciou esta terça-feira que Moscovo vai suspender a sua participação no último tratado de controlo de armas entre as duas principais potências nucleares do mundo, a Rússia e os Estados Unidos.

Este anúncio deverá ser visto por analistas como uma grande tentativa de aumentar as apostas no confronto da Rússia com o Ocidente. “Tenho a anunciar que a Rússia está a suspender a sua participação no novo tratado START”, disse Putin no seu discurso sobre o Estado da Nação. “Não está a retirar-se do tratado, mas está a suspender a sua participação”, disse o presidente russo. “Ninguém deve ter a ilusão de que a paridade estratégica global pode ser violada”, disse Putin.

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Qual é a opinião dos europeus face à guerra? Primeiro as pessoas pensam com o coração, mas depois com os bolsos e com a boca | Sofia Marvão | in TVI, 20-02-2023

Há precisamente um ano, a agenda mediática deu lugar àquele que seria considerado o maior confronto militar na Europa desde a Segunda Guerra Mundial. “Uma operação militar especial na Ucrânia”, chamou-lhe o governo russo. Outros países foram mais diretos no termo utilizado: é uma invasão.

“Houve uma simpatia geral em relação à Ucrânia, essencialmente porque defendia os valores europeus e ocidentais”, observa o historiador António José Telo. Além disso, “era uma situação típica de um país grande que ataca o país pequeno”.

As forças de Volodymyr Zelensky acabariam por mostrar uma inesperada e eficaz capacidade de defesa, contrariando as previsões da Rússia. Numa primeira fase, a sua tática foi elogiada, sem que este tivesse logo em conta as consequências que o arrastamento do conflito lhe traria: uma gigante onda migratória, a crise alimentar, o aumento do preço dos combustíveis e a inflação.

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O FIM DA GUERRA NA UCRÂNIA | Carlos Branco | Opinião/ DN

(…) o que pode sugerir a existência de um acordo entre Washington e Moscovo, não só sobre a forma como devem decorrer os acontecimentos, mas também sobre o futuro do conflito. As conversações de alto nível em Ancara entre o diretor da CIA William Burns e o seu homólogo russo poderão ter servido esse propósito (…)

Comentários de altos funcionários da Administração Biden na Comunicação Social de referência sugerem-nos algumas pistas sobre o que poderá ser um possível fim da guerra na Ucrânia. Nessa linha, o Financial Times refere que o secretário de Defesa Lloyd Austin “foi bastante claro quando disse que temos uma janela de tempo reduzida para ajudar os ucranianos a preparar uma ofensiva.”

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A poesia como devoção aos deserdados da terra | Autor: Vera Lúcia de Oliveira | por Adelto Gonçalves

A poesia como devoção aos deserdados da terra
Novo livro de Vera Lúcia de Oliveira reúne poemas inéditos e outros já publicados, mas todos trazem a marca de um espírito franciscano  
Adelto Gonçalves (*)


I
            Professora universitária, ensaísta, crítica literária e poeta reconhecida no Brasil e na Itália, Vera Lúcia de Oliveira, paulista de Cândido Mota, acaba de lançar mais um livro que vai enriquecer a sua já vasta obra: Esses dias partidos (São Paulo, Editora Patuá, 2022), coletânea de poemas que vem dividida em duas partes – a primeira, “O tempo denso”, formada por poemas inéditos, escritos no período mais crítico da pandemia de coronavírus (covid-19), em 2020, quando a Itália foi o país mais atingido, depois da China, e viveu o confinamento absoluto; e a segunda, “Antologia poética”, com textos selecionados pela autora, que reúne poemas recolhidos de seis livros publicados entre 2004 e 2016 (Pássaros convulsos,Entre as junturas dos ossos, No coração da bocaA poesia é um estado de transe, O músculo amargo do mundo e Minha língua roça o mundo).

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Guerra, desinformação e democracia | Carlos Branco, Major-general e Investigador do IPRI-NOVA 17 Fevereiro 2023

Para além da verdade, também a democracia está a ser vítima desta guerra. A divergência de pensamento transformou-se em delito de opinião.

Tornou-se banal admitir que a verdade é a primeira vítima da guerra. Na maioria dos casos, é um reconhecimento pouco útil porque não ajuda a aumentar as defesas contra a mentira. Não nos coloca de sobreaviso. Não eleva os níveis de alerta. Isso aplica-se ao processo comunicacional relacionado com o conflito na Ucrânia, que nos envolveu nos últimos meses.

Passado quase um ano de hostilidades, é tempo de confrontarmos os factos com os discursos. Este exercício deve ser feito independentemente de convicções pessoais, ou do apoio que se dê a uma ou à outra fação. O facto de a esmagadora maioria da comunicação social estar do lado da causa ucraniana, por muito justa que seja, não legitima nem justifica a promoção sistemática de propaganda.

Qualquer declaração do Governo ucraniano, assim como de algumas outras fontes, como sejam os serviços secretos ingleses, transformados neste conflito em agência noticiosa, é automaticamente considerada uma verdade absoluta inquestionável, por mais ilógica e inverosímil que seja. Fica isenta de contraditório, averiguação e certificação.

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O que é ChatGPT e por que a sua utilização tem preocupado as escolas | Por Adriana Costa (A convite do De Rerum Natura)

segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

O ChatGPT é o mais recente sistema de chat gratuito, criado pela empresa norte americana OpenAI baseado em inteligência artificial. Lançado há pouco mais de dois meses, essa ferramenta tem preocupado a comunidade escolar e levantado uma série de discussões sobre a utilização desse tipo de tecnologia na educação.

O facto é, que o ChatGPT possibilita ao usuário a partir de uma simples solicitação, a redação de textos, planificações de atividades, resolução de problemas, criação roteiros, artigos e composições sobre os mais diversos conteúdos, e ainda respostas para variadas questões, em qualquer idioma e totalmente inéditos. 

Para exemplificar do que estamos a falar: se hipoteticamente um aluno desejar pesquisar sobre o século de Péricles no período da Grécia Antiga, o ChatGPT apresentar-lhe-á, em poucos segundos, um completo e inédito texto referente a temática solicitada. Se for professor, e deseja tirar proveito da ferramenta, poderá solicitar ao ChatGPT que apresente ideias de como estruturar uma aula sobre a temática em causa.

Esta facilidade disponibilizada nas redes em tão curto tempo, somada à celeridade com que penetra no tecido social, tem provocado debates importantes sobre como aprender e ensinar em tempos de Chatbots. 

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A democracia nasceu sexista: de Aristóteles à arena política de hoje | Temas e Debates, Grupo Bertrand Círculo

«O homem é capaz de determinar o que fazer. A mulher, cuja faculdade deliberativa
é inválida, não sabe resolver-se. O homem tem uma inclinação para dirigir. A mulher
acomoda-se à submissão. O homem é um animal político. A mulher, um animal
doméstico.»

Lisboa – 15 de fevereiro de 2023 – Aristóteles, Tomás de
Aquino e Jean-Jacques Rousseau. Três grandes
pensadores, uma longa história de preconceito. Em O
Poder das Mulheres, que a Temas e Debates publica a
3 de março, Giulia Sissa documenta as razões da não
inclusão das mulheres na atividade democrática,
traçando uma interessantíssima história cultural que
culmina no mundo democrático de hoje.


Do ponto de vista do liberalismo moderno, a democracia
antiga é profundamente antidemocrática. A mulher da
Antiguidade não era admitida ao direito de cidadania.
Considerada impotente, irracional e imprevisível, não tinha
lugar na arena política. A sua faculdade deliberativa, afirmava
Aristóteles, era «inválida».

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Maria do Rosário Pedreira vence Prémio do festival Correntes d’Escritas 2023

Lisboa, 15 de fevereiro de 2023

É com alegria e emoção que a Quetzal informa que
O Meu Corpo Humano – o regresso de uma das grandes vozes da poesia portuguesa – foi
hoje distinguido com o Prémio Literário Casino da Póvoa, como foi anunciado na sessão inaugural da edição do festival Correntes d’Escritas, na Póvoa de Varzim.
Ao fim de alguns anos de silêncio, Maria do Rosário Pedreira voltou à poesia com um
livro belíssimo, que se pode ler como uma aula ou um comentário de anatomia. A arquitetura de O Meu Corpo Humano liga cada uma das emoções, memórias e sensações a
uma parte do corpo ou a determinados órgãos: da cabeça aos rins e aos tornozelos, dos
olhos às mãos e ao coração, há uma relação entre as partes do nosso corpo – e o
sofrimento e a redenção que habitam a nossa vida, a nossa memória e as marcas que
deixamos ao passar.
Este ano, o Prémio Literário Casino da Póvoa, no valor de vinte mil euros, foi dedicado à poesia e contou com 11 finalistas.

Sobre a autora:
Maria do Rosário Pedreira nasceu em Lisboa em 1959. Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas na Faculdade
de Letras da Universidade de Lisboa. Depois de uma breve passagem pelo ensino, ingressou na carreira editorial, sendo
hoje editora de literatura portuguesa. Começou pela ficção juvenil com duas coleções adaptadas à televisão e que venderam cerca de um milhão de exemplares. Embora tenha publicado um romance e contos dispersos em revistas e antologias, é sobretudo conhecida como poeta, tendo publicado quatro livros, hoje coligidos na sua Poesia Reunida, publicada
pela Quetzal em 2012 e distinguida com o Prémio da Fundação Inês de Castro. Está traduzida em várias línguas e publicada em volumes independentes, revistas e antologias de diversos países. É ainda autora de letras para fado e canções, e
publicou uma biografia de Amália Rodrigues para crianças. Tem um blogue dedicado aos livros e à edição, Horas Extraordinárias, que mantém desde 2010. Escreve regularmente crónicas para a imprensa, algumas delas reunidas no livro Adeus,
Futuro, publicado pela Quetzal em 2021. No final de 2022, a Quetzal lançou Esse Fado Vaidoso, antologia da poesia que
mudou a voz dos portugueses através do fado, organizada com Aldina Duarte

Catarina Martins deixa liderança do Bloco de Esquerda: “Não vou andar por aí, sou daqui” | por João Diogo Correia, in Jornal Expresso

Coordenadora do Bloco justifica decisão com instabilidade da maioria absoluta. “É o fim de um ciclo”, diz

“É o momento para que a coordenação do Bloco seja assumida por outra pessoa” – o anúncio foi feito esta terça-feira de manhã por Catarina Martins. A coordenadora do Bloco justifica a decisão com a “instabilidade da maioria absoluta” que, entrentanto, se instalou e que mudou a estratégia do Bloco que há meses tinha decidido manter a liderança e só mudar depois das eleições europeias do próximo ano.

O que mudou agora é a instabilidade da maioria absoluta“, disse a líder do Bloco que antevê a possibilidade do “fim de um ciclo político”, que justifica uma mudança de liderança no BE. A dirigente bloquista justificou o anúncio desta terça-feira com a necessidade de clarificação para dentro do próprio partido que vai começar a eleger os participantes da Convenção marcada para maio.

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London, London – Caetano e Gilberto Gil (Black Cab Session – Live London)

18/11/2015 | Se todo artista tem de ir aonde o povo está, em Londres eles vão de táxi. Mais precisamente nos tradicionais black cabs, aqueles carros pretos antigos que são uma marca da cidade inglesa. E se entram num black cab desses e saem tocando e cantando não é porque estão loucos ou subitamente inspirados, mas, sim, porque estão gravando mais um episódio do “Black Cab Session”. Recentemente, quem pegou um táxi desses foram Caetano Veloso e Gilberto Gil, quando estiverem pela Europa com os shows da turnê “Dois Amigos – Um Século de Música”. Explicando melhor, “Black Cab Sessions” é um projeto audiovisual na web que começou em 2007. A cada sessão um black cab da carona para um artista e o leva para passear pelas ruas londrinas. Enquanto está no carro, o “passageiro” canta uma música que é devidamente gravada e postada. Até hoje, já foram mais de 200 viagens!! Mais uma forma inusitada de vermos grande nomes da música tocando e cantando seus sucessos. Um simpático estúdio sobre rodas. Com Caetano e Gil não foi diferente. O black cab os pegou no hotel e partiu para o rolé. Adivinhem qual música os baianos cantaram?! Nada mais adequado que… “London, London”. O Gshow pegou carona e traz aqui a “Black Cab Session” com Caetano Veloso e Gilberto Gil!! Para pegar este táxi não precisa fazer sinal, nem usar aplicativo. Basta clicar e seguir viagem.

US blew up Nord Stream pipelines connecting Russia to Germany, journalist Seymour Hersh reports

09/02/2023

Pulitzer Prize-winning journalist Seymour Hersh reported the US government destroyed the Nord Stream pipelines that delivered Russian gas to Germany. The Biden administration approved the CIA operation, which used explosives and Navy divers, with help from NATO member Norway.

Read Seymour Hersh’s article: https://seymourhersh.substack.com/p/how-america-took-out-the-nord-stream

L’UKRAINE , le PIÈGE | ALAIN JUILLET reçoit JEAN DUFOURCQ.

27/01/2023 | 44 minutes

Dans cette nouvelle émission Alain Juillet et Claude Medori reçoivent l’amiral Jean Dufourcq pour faire le point sur l’Ukraine du point de vue de la réflexion stratégique et historique.

00:00 : Introduction 01:54 : Qu’est ce qu’un stratégiste ? 06:50 : La Russie est elle tombée dans le piège Ukrainien ? 19:24 : Une manipulation des masses à partir de l’idéologie 22:30 : Les intérêts américains avant ceux de l’Europe 24:31 : Une europe morcelée ? 28:54 : Une nouvelle guerre de l’information 32:00 : Le parallèle entre l’Ukraine et les Etats-Unis : la guerre de sécession 34:18 : Un début de négociation imposé par les Etats-Unis? 37:55 : La comparaison de la guerre d’Espagne et la guerre en Ukraine 41:06 : La conclusion d’Alain Juillet 43:33 : Nos réseaux sociaux

A propósito de manifestações e da vitória de Pirro | por Carlos Matos Gomes

Os governos europeus são hoje instrumentos das oligarquias americanas, sem excepção que se possa apontar. Em Inglaterra, que desde o governo Tatcher é o consulado geral dos EUA na Europa, está deliberadamente instalado o caos antes da imposição (natural) de uma nova ordem para criar uma sociedade que se antevê disfuncional como a dos EUA.

Porque vamos às manifestações? A pergunta coloca duas questões, uma de ação individual e imediata: pelo sentimento de estarmos a ser mal retribuídos, mal servidos, agredidos e logo exigimos aquilo a que entendemos ter direito! Outra de ordem geral, coletiva, de médio e longo prazo, de reflexão sobre as consequências do tudo e já na nossa sociedade. Em princípio todo o assalariado tem razões para se manifestar, mas os resultados não são idênticos para todos, os elementos que obtêm maior sucesso com as reivindicações são os pertencentes às corporações que prestam serviços de maior relevo social, técnicos de setores críticos. A satisfação destas corporações causa réplicas noutras, criando uma espiral do agravamento das desigualdades e causando a médio e longo prazo o enfraquecimento do Estado, que apesar das suas debilidades perante os poderes fáticos das oligarquias financeiras, ainda é o que resta aos cidadãos como local de expressar a sua vontade.

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A frente ucraniana está prestes a desmoronar? | Dmitry Orlov, escritor

Um grande desenvolvimento parece estar em andamento no lado ucraniano da lenta linha de frente. Há meses, a única razão pela qual os ucranianos conseguiram se defender contra os russos é porque seu acesso, via internet móvel, a dados de satélite da OTAN e informações analíticas tem permitido que seus sistemas de artilharia e foguetes alvejem com precisão equipamentos e tropas russas. Isso forçou os russos a agir rapidamente: rolar para uma posição, disparar uma salva contra o alvo ucraniano e fugir antes que sua posição pudesse ser alvejada. A torrente de dados é fornecido pelos terminais de internet via satélite Starlink de Elon Musk, cerca de 20.000 deles, espalhados por toda a linha de frente de 1.000 km. Como costuma acontecer, e como apontei no meu livro Shrinking the Technosphere de 2017, geralmente a forma de tecnologia mais eficiente e econômica é a contratecnologia:   dispositivos baratos, mas eficazes, que transformam tecnologia avançada e muito cara em um monte de lixo inútil. Isso é exatamente o que está acontecendo agora, graças aos esforços de jovens engenheiros e cientistas russos brilhantes que trabalham na fábrica militar de Sestroretsk.

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Um Ocidente Sequestrado? — Por quem? | Carlos Matos Gomes

Milan Kundera é um escritor estimulante, mais do que romancista ele é um pensador. Ele justifica a afirmação de Aristóteles de que se aprende mais sobre o homem e o mundo com a poesia, a ficção do que com os relatos históricos. Em 1983, um ano antes da edição do muito conhecido romance «A Insustentável Leveza do Ser», Kundera publicou o ensaio «Um Ocidente sequestrado — o rapto da Europa», que foi agora reeditado em Espanha e comentado para El País por Monika Zgustova, escritora e tradutora nascida na antiga Checoslováquia.

O texto de Monika Zgustova no El País é para mim um excelente ponto de partida para entrar no pensamento de uma elite eslava e germânica sobre a Europa e que ajuda a analisar a racionalidade ou a irracionalidade das decisões dos governos europeus nesta guerra da Ucrânia. Kundera é, como todos nós, ele e as circunstâncias. Ele é checo saíra do seu país por discordâncias políticas, na sequência da invasão da URSS. No artigo de 1983 ele polariza duas Europas, das duas capitais do cristianismo, Roma e Constantinopla. Haveria assim duas Europas, Moscovo e Paris (onde ele se exilou e Roma deixou de contar após a queda do império romano) e a tragédia europeia resultaria desta divisão e do facto de os habitantes do Oeste da Europa , a Europa Central (Polónia, Checoslováquia, Hungria) se terem visto de um dia para o outro surpreendidos por serem do Leste. E ainda que um sinal da identidade da Europa central seriam as revoltas que estes países organizarão contra os soviéticos na segunda metade do século XX: a revolta húngara de 1956, a Primavera de Praga de 1968 e as sublevações polacas que se sucediam uma ou mais vezes em cada década. Segundo Kundera terá sido o império russo que fez a Europa Central perdesse a sua identidade como território marcado pela tradição multicultural do Imperio Austro-húngaro. Kundera entendia que este Império foi uma grande oportunidade para criar um Estado forte no centro da Europa e que os austríacos estavam divididos entre seguir “o arrogante nacionalismo da grande Alemanha” e a sua própria missão centro-europeia; por isso não conseguiram construir um Estado federal de nações iguais. “O seu fracasso foi um fracasso para a Europa”. O Imperio Austro-húngaro dividiu-se em muitos pequenos países cuja fragilidade permitiu que primeiro Hitler e depois Estaline os subjugassem.

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O admirável mundo dos pastores | Carlos Matos Gomes

Tomemos à letra as afirmações das três religiões do Livro. Em todas elas o Deus é o Criador e todas têm um pastor, os judeus têm Moisés que trouxe da montanha os mandamentos, os Católicos têm Cristo e os muçulmanos Maomé. Para estas religiões a humanidade é o rebanho de um Senhor. É desta interpretação da humanidade que resultam todas as formas de domínio. Só muda a tecnologia.

Ao longo dos tempos a tarefa de pastorear o rebanho foi executada por profetas com a atividade certificada, pregadores, missionários, papas, ayatolhas, rabinos e por atores que exerciam a pastorícia por conta própria, génios, feiticeiros, adivinhos, bruxos e bruxas, videntes que com maior ou menor êxito participaram na massificação e na crença de uma verdade e de um pensamento único. Estes pastores determinavam o comportamento do rebanho, as modas, o que comer e quando, nada de porco, jejum e abstinência às sextas, ou aos sábados, o comprimento das saias das mulheres, a barba dos homens, as cerimónias dos casamentos, dos funerais, os dias de trabalho, os animais sagrados e os de companhia, nada de cães, estabeleciam interditos e aconselhavam sobre saúde e higiene, lavar as mãos e o traseiro, por exemplo, regulavam os processo de exercer a justiça do Criador e de levar as almas para o paraíso, crucificar, queimar, apedrejar, até existia um manual do torturador para impor respeito ao rebanho.

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Padre António Vieira – n. 6 de fevereiro de 1608 – f. 18 de junho de 1697 | Carlos Esperança

Há 415 anos nasceu em Lisboa um dos mais altos paladinos da língua portuguesa. Padre jesuíta, falecido aos 89 anos, longevidade rara na época, permitida pela bula do papa Inocêncio XI, que o subtraiu à jurisdição da Inquisição, foi o grande vulto literário do século XVII e o expoente máximo da parenética portuguesa de todos os tempos.

Vieira fez do púlpito tribuna, onde defendeu os índios e combateu a escravatura. Os seus sermões são um património imperecível da inteligência, da cultura e da ética, num português cuja perfeição realçava a consistência do pensamento e atingia a culminância da perfeição.

O idioma teve nele o seu expoente máximo, e os índios o defensor corajoso e lúcido que redimiu a cumplicidade da sua Igreja. O estilista e humanista legou-nos um monumento de inigualável valor na forma como cinzelou a frases e esculpiu a língua nos sermões e cartas com que fez refulgir o idioma materno.

Lembrar Vieira é prestar homenagem à língua que nos une, ao património literário cuja influência foi notória no maior orador parlamentar desta segunda República, António de Almeida Santos, e na beleza dos textos do nosso mais genial ficcionista, Saramago.

Na herança de Camões e do padre António Vieira descobrimos os alicerces da língua que nos une e serve de ferramenta à plêiade de escritores que continuam a enriquecer o seu património literário.

Retirado do Facebook | Mural de Carlos Esperança

Carlos Esperança: “Todas as religiões são igualmente falsas e nocivas” | 12 de Fevereiro de 2014

Presidente da Associação Ateísta Portuguesa questiona ligação do Estado à Igreja Católica.

O presidente da Associação Ateísta Portuguesa já foi católico e ainda não conseguiu a anulação do batismo. No entanto, o que mais inquieta Carlos Esperança, de 71 anos, ex-professor primário e reformado de uma farmacêutica, são os laços entre o Estado e as religiões.

A religião continua a ser o ópio do povo?   

Não diria que é propriamente o ópio do povo, mas é frequentemente um detonador de ódios. Teria dúvidas em usar essa frase de Marx, mas também não a repudio, mesmo sem subscrever o marxismo.

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Jimmy Dore Brings ANTI-WAR Message To Fox News

• 02/02/2023 • #TheJimmyDoreShowIt’s rare to hear a genuine, full-throated anti-war message on American television, much less on Fox News, but Tucker Carlson’s audience heard that message loud and clear thanks to the latest appearance by Jimmy Dore. Jimmy called out the corruption, the warmongering, the deception and the profiteering as the U.S. military industrial complex and its lackeys in government and media push for war with China. Jimmy and Americans’ Comedian Kurt Metzger discuss why Tucker is the only broadcaster open to sharing Jimmy’s anti-war message with his audience.

Rússia sairá da guerra como vencedor militar e político | in mpr21

A Ucrânia perdeu a guerra. É algo óbvio desde o início, mas é bom que cada vez mais se rendam ao inevitável. Agora o jornal britânico The Guardian admite que o exército russo está preparado para uma ofensiva iminente em maior medida do que o ucraniano para a defesa. A moral das tropas ucranianas, assegura o jornal, está no chão e a taxa de suicídios é muito elevada (1).

O jornal alemão Die Welt também atira a toalha: “Até que ponto é realista uma vitória ucraniana? É quase impossível que a Ucrânia saia vitoriosa desta guerra”, reconhece o jornal (2). Para Zelensky, a vitória significa a reconquista de todos os territórios ocupados, incluindo a Crimeia. Mas nas circunstâncias atuais “isso é impossível. A Rússia ocupa atualmente cerca de 18% do território ucraniano. É mais provável que este valor aumente do que diminua no futuro”, conclui Die Welt.

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Paróquia de Fátima: «Semana dos Pastorinhos» em Fátima com momentos de oração, celebração, peregrinação e testemunho | por LeopolDina Reis Simões 

«Semana dos Pastorinhos» em Fátima com momentos de oração, celebração, peregrinação e testemunho

A Paróquia de Fátima, na diocese de Leiria-Fátima, prepara um programa especial para a “Semana dos Pastorinhos”, a que coincide com o dia litúrgico dos Santos Francisco e Jacinta Marto, celebrado a 20 de fevereiro.

No dia 13 de fevereiro, aniversário da morte da irmã Lúcia, às 15h30, será realizada uma visita guiada à Igreja Matriz de Fátima. No dia 14, às 15h30, também na Igreja Matriz, a celebração da Santa Unção para os doentes.

Peregrinação a Lisboa

Para o dia 15, quarta-feira, a Paróquia de Fátima está a preparar uma peregrinação de autocarro a Lisboa, aos lugares onde Santa Jacinta viveu os últimos dias da sua doença e onde faleceu: o Mosteiro das Clarissas à Estrela (o antigo Asilo) e o Hospital Dona Estefânia. Estão abertas as inscrições, que podem ser efetuadas no Cartório Paroquial ou na Sacristia da Igreja Matriz, até o autocarro estar completo. Será uma peregrinação de dia inteiro, com saída às 8h30 e chegada às 17h00 junto da Igreja Matriz de Fátima. Após a chegada, na Igreja Matriz, às 17h00 haverá a recitação do Rosário e às 18h00 a Eucaristia.

No dia 16, às 10h30, haverá uma visita aos Valinhos e às 17h00 um tempo de adoração na Igreja Matriz.

Padre Manuel Antunes e Mons. Luciano Guerra darão o seu testemunho

A 17 de fevereiro, às 12h00, será rezado o terço na Capelinha das Aparições, e às 15h30, no Salão Paroquial de Fátima, o padre Manuel Antunes, antigo assistente nacional do Movimento da Mensagem de Fátima, apresentará uma conferência sobre o tema “Sentido da Reparação na Mensagem de Nossa Senhora em Pontevedra”.

No dia 18 de fevereiro, sábado, às 16h, também no Salão Paroquial, monsenhor Luciano Guerra, antigo reitor do Santuário de Fátima, dará o seu testemunho sobre o Dia da Trasladação do Corpo da Irmã Lúcia para a Cova da Iria, a 19 de fevereiro de 2006.

No dia 19, às 11h, na Igreja Matriz, será celebrada a Eucaristia com a Cáritas Paroquial e o Apostolado da Oração. Às 14h30, na Paróquia de São Mamede, terá lugar a Assembleia Sinodal Vicarial (paróquias de Atouguia, Fátima, Santa Catarina da Serra e São Mamede). 

A 20 de fevereiro, data da morte de  Santa Jacinta Marto, será celebrada, na Igreja Matriz, a Eucaristia da Festa dos Santos Francisco e Jacinta Marto, às – 18h00, com a Catequese, antecedida da recitação do Rosário, às 17h00.

06 de fevereiro de 2023

Paróquia de Fátima

Free Julian Assange: Noam Chomsky, Dan Ellsberg & Jeremy Corbyn Lead Call at Belmarsh Tribunal

672 361 visualizações 23/01/2023 #DemocracyNow | Former British Labour leader Jeremy Corbyn, Pentagon Papers whistleblower Daniel Ellsberg, famed linguist and dissident Noam Chomsky and others gave testimony Friday at the Belmarsh Tribunal in Washington, D.C., calling on President Biden to drop charges against Julian Assange. The WikiLeaks founder has been languishing for close to four years in the harsh Belmarsh prison in London while appealing extradition to the United States. If convicted in the United States, Julian Assange could face up to 175 years in jail for violating the U.S. Espionage Act for publishing documents that exposed U.S. war crimes in Iraq and Afghanistan. Friday’s event was held at the National Press Club and co-chaired by Democracy Now! host Amy Goodman. We spend the hour featuring compelling excerpts from the proceedings.

John Mearsheimer | THE US CREATES CONFLICT FOR THE WORLD

02/02/2023 | John Joseph Mearsheimer is an American political scientist and international relations scholar, who belongs to the realist school of thought. He is the R. Wendell Harrison Distinguished Service Professor at the University of Chicago. He has been described as the most influential realist of his generation.

Silêncio! Silêncio! Silêncio! | Leonardo Haberkorn, jornalista e académico uruguaio

O jornalista e académico uruguaio Leonardo Haberkorn, desistiu de continuar a dar aulas do curso de “Comunicação” na Universidade ORT de Montevideu, através desta carta que comoveu o mundo da Educação:

“Depois de muitos anos como professor universitário, hoje dei aula na faculdade pela última vez. Estou cansado de lutar contra telemóveis, WhatsApp e Facebook. Eles venceram-me. Eu desisto. Eu atiro a toalha ao chão. Cansei-me de falar de assuntos pelos quais eu sou apaixonado, para rapazes e raparigas que não conseguem tirar os olhos de um telemóvel que não pára de receber selfies.

É verdade que nem todos são assim, mas há cada vez mais a ficar assim. Até há três ou quatro anos, o apelo para deixar o telemóvel de lado por 90 minutos – nem que fosse só para não ser desrespeitoso – ainda teve algum efeito. Já não o está a ter. Pode ser que seja eu que me tenha desgastado demais neste combate, ou que esteja a fazer algo de errado.

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O Elogio do Otimismo | Carlos Matos Gomes

Os telejornais e os grandes órgãos de comunicação portugueses e europeus em geral despejam sobre os seus clientes vagas sucessivas de manifestações de organizações de trabalhadores e patronais. São professores, enfermeiros, agricultores, ferroviários, aviadores, médicos, polícias, uns em greve, outros em manifestações. Os temas mais comuns são, além dos habituais aumentos salariais, as contagens de tempo para a reforma (Portugal) e outros a contestação do aumento da idade da reforma (França).

Esta agitação social é apresentada pelos «simplícios» da comunicação social como reveladora de mal-estar contra os governos. Na verdade, estas manifestações revelam um grande otimismo (um inconsciente otimismo) e um generoso apoio às políticas dos governos europeus. Estas manifestações querem dizer que os seus promotores e figurantes acreditam que vivemos tempos de normalidade (da normalidade do pós-segunda guerra), mas não, vivemos tempos de loucura e de suicídio! Esse mundo está a morrer às mãos dos que dirigem a UE e dos que em vez de se manifestarem contra a corrida para o abismo para saltar sem paraquedas andam a manifestarem-se pelo que não haverá.

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Pode um ateu ser admirador do Papa Francisco? | Carlos Esperança

Pope Francis gestures to the crowd as he arrives on November 6, 2013for his general audience in St.-Peter’s square at the Vatican.PINTO/AFP/Getty Images

Parafraseando o Papa, prefiro um católico humanista a um ateu malformado. Prefiro os que defendem os direitos humanos aos que os atropelam, as religiões que defendem a paz às que praticam terrorismo, os líderes que denunciam a exploração dos países africanos, aos que procuram pela força das armas submetê-los, os que levam uma mensagem de paz aos que trazem uma encomenda de armamento.

Francisco está no Congo, onde forças do Estado Islâmico (EI) assassinam e estropiam os cristãos, católicos e protestantes. Já denunciou a apropriação dos seus recursos por países ricos e a violência sectária que atinge o País.

Francisco é um homem corajoso e bom. A crença do idealista e o materialismo do ateu não nos separam, une-nos igual desejo da paz, harmonia e justiça social. Agora que Bento 16 morreu, já debilitado de saúde, passou a ser o único Papa, o Papa a quem este ateu tem a honra de homenagear e desejar sucesso na viagem corajosa ao Congo depois de a Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR) ter estado à beira de um novo cisma.

A luta entre Bento XVI e Francisco foi a ponta do iceberg que emergiu após o funesto e longo pontificado de JP2, que os corifeus da direita reacionária incensaram, e da continuidade do papa B16, muito mais inteligente e arguto, que o temor da Cúria fez abdicar da tiara sem renunciar às crenças.

O cardeal guineense Robert Sarah, que JP2 nomeou arcebispo aos 34 anos, um clérigo profundamente reacionário, foi apoiado pela ala mais retrógrada dos cardeais para ser o primeiro papa negro, mas um discreto jesuíta atravessou-se nos seus desígnios.

Quem vê a Igreja católica sul-americana, com bispos progressistas, em contraste com o clero espanhol, italiano, húngaro, polaco, austríaco ou francês, percebe que não há só a luta pelo poder, mas um confronto ideológico que passa pela sociedade, onde se jogam posições geoestratégicas e a consolidação da direita neoliberal e fascistoide, que domina os EUA e grassa em numerosos países europeus.

Francisco foi a pomba caída no ninho de falcões que povoavam o Vaticano, e viram o poder esvaziado e as suas posições reacionárias postas em xeque.

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É oficial: estamos em guerra | Miguel Sousa Tavares in Expresso

Ao prestar-se a enviar os Leopard para a Ucrânia — e, logo depois, os F-16 e o mais que Zelensky exigir, até às armas nucleares —, António Costa não pode deixar de estar consciente da contribuição, ainda que relativamente pequena, que Portugal está a dar para a escalada da guerra e a sua continuação sem fim à vista. Assim, é hipócrita queixar-se mais da guerra: podia era meditar no exemplo do seu amigo Lula da Silva, que, solicitado a enviar também tanques para Zelensky, ofereceu-se antes para fazer parte de um grupo para mediar a paz.

« (…) O envio dos tanques Leopard para a Ucrânia representa uma mudança essencial e a dois níveis no papel dos países neutros, embora amigos ou aliados da Ucrânia. Por um lado, não se trata mais de enviar armas para ajudar Kiev a defender-se da invasão russa e a evitar que, como nos contam para adormecermos, depois da Ucrânia, Moscovo venha por aí fora até à foz do Tejo, mas sim de armas ofensivas que permitam a Kiev assegurar a tal vitória que, segundo o secretário da Defesa norte-americano, é o objectivo final da guerra e garantirá que nunca mais a Rússia se atreva a aventuras semelhantes, ainda que provocada. E, por outro lado, não sendo uma decisão colectiva, tomada no âmbito da NATO (o que implicaria o desencadear da Terceira Guerra Mundial), significa apenas uma decisão unilateral de cada país, tomada por vontade própria.

Assim sendo, e juntando os nossos quatro leopardozinhos — dos 37 que temos e dos 12 operacionais — ao contingente de 120 já garantidos a Zelensky, o que Portugal está na iminência de consumar, para todos os efeitos legais e políticos, é uma declaração de guerra à Rússia, através do seu envolvimento directo no conflito. E a seguir aos Leopard, irão talvez os F-16, que Zelensky logo tratou de pedir mal obteve os tanques, naquelas suas emissões televisivas matinais onde todos os dias reclama novas armas que, mais tarde ou mais cedo, lhe são dadas.

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DESABAFOS | Tiago Salazar

A montra das redes sociais permite à grande mole, que não tem acesso à escrita e vox pública (jornais, revistas, livros…), a divulgação das suas dores, revoltas, triunfos, egos, alergias e alegrias. Escrever é uma forma de terapia como dar peidos ao vento, dançar ou dar murros e pontapés num saco ou colchão. Não requer nenhuma espécie de dom ou vocação. Quem relê o que escreve (sem plágio, imitação ou recurso ao pensamento alheio), mesmo de forma atabalhoada, deve rever-se.

É aqui que está a honestidade intelectual. O facto de ter livros publicados e de me conotarem com um escritor (amador), só me obriga a uma maior responsabilidade. Parto do princípio de que vou ser lido com mais atenção (ou maior exigência). A escrita sai como me chegam os pensamentos (e as emoções que nascem dos pensamentos ou os antecedem). Para vir aqui partilhar escritos como este tenho um fundamento: uma vontade de mobilizar o(s) leitor(es) a reler, a guardar, a partilhar, a debater o tema de fundo. Para hoje, o tema de fundo é a mania dos portugueses de viverem acima das possibilidades.

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Quem Ganhará o Futuro? | João Gomes

Demora muito tempo para se perceberem que as classificações, as estatísticas passadas e as previsões futuras da atividade económica das nações ao redor do mundo, projetadas por instituições ocidentais, principalmente como o FMI, o BCE e outras, estão contaminadas e, em alguns casos, são fraudulentas, para dar a impressão errada aos leitores. Isso não é diferente de como o Facebook, as pesquisa do Google, do YouTube, ou o que emite o governo dos EUA e principalmente todos os canais de média, que também projetam as notícias fortemente tendenciosas para adequar as agendas das pessoas que controlam essas instituições.

Recentemente usei algum tempo e esforço para perceber a economia da Rússia e descobrir como é que esse país, não só está a lutar contra o poder coletivo de todas as nações ocidentais mais alguns não-ocidentais (por exemplo, o Japão), sendo que a economia da Rússia é menos de um vigésimo do coletivo ocidental e a guerra moderna é altamente dependente da economia, industrial, base de recursos e detalhes científicos das partes envolvidas. No papel, o ocidente coletivo tem mais de vinte vezes a economia, e uma alta capacidade financeira, social e industrial. A Rússia tem sido frequentemente descrita de forma desprezível como um país que é pouco mais do que uma nação que tem fontes de energia, governado por um ditador déspota.

Se a previsão económica e os cálculos da base industrial estiverem corretos, então, considerando o ataque a todas as frentes, militares, económicos e tudo mais, dirigido contra a Rússia pelos EUA/OTAN, então a Rússia deveria ter sido desmembrada, cortada e devorada um mês após o início das hostilidades. Mas, pelo que parece, o ocidente coletivo está falhando redondamente. Isto é um forte indício de que a projeção ocidental da maioria dos dados, incluindo a economia, é fraudulenta e tem vindo a desinformar as pessoas sobre os factos e a enganá-las no caminho.

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Vadim Kopyl | Cultura lusófona perde um grande amigo na Rússia | por Adelto Gonçalves

Morre em São Petersburgo o professor Vadim Kopyl, diretor do Centro Lusófono Camões, que coordenou a publicação de obras de vários autores portugueses e brasileiros.

I
Vítima de uma bronquite, faleceu, dia 30 de janeiro de 2023, o professor Vadim Kopyl Alekseevich (1941-2023), doutor em Filologia Românica e diretor do Centro Lusófono Camões, da Universidade Estatal Pedagógica Hertzen, de São Petersburgo, entidade voltada para o ensino da Língua Portuguesa e que tem publicado vários livros de autores portugueses e brasileiros em russo. As obras facilitam o aprendizado tanto de alunos russos como de lusófonos, pois trazem uma página em português seguida de outra com o mesmo texto em russo. 
            Criado por empenho do professor Kopyl, o Centro Lusófono Camões foi inaugurado a 16 de junho de 1999, em ato prestigiado pelo embaixador de Portugal, José Luís Gomes, e pela embaixadora do Brasil, Teresa Maria Machado Quintella, e passou a funcionar dentro do campus da Universidade Hertzen, que é formado por vários palácios adaptados às necessidades de ensino, no centro histórico de São Petersburgo.

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O HOMEM QUE SALVOU O MUNDO – Stanislav Petrov | Viriato Soromenho Marques | Opinião/DN

Quase duas gerações depois do fim da guerra-fria, eis-nos de regresso a uma escalada bélica que tem como limite a sombria possibilidade de uma hecatombe nuclear.

Num artigo recente no Financial Times, John Tornhill analisava o debate que está a ser travado nos EUA para dar mais tempo aos decisores que sejam confrontados com um aviso, eventualmente falso, de ataque com mísseis balísticos, de modo a evitar o risco de uma guerra por acidente. Tornhill recordou, a propósito, a decisão do tenente-coronel soviético Stanislav Petrov (1939-2017), que em 26 de setembro de 1983 terá evitado a morte violenta de centenas de milhões de pessoas.

Em 1983 as tensões entre o Ocidente, liderado pelos EUA do vigoroso Reagan, e a URSS do debilitado Yuri Andropov estavam num pico de tensão alarmante.

Como se não bastasse a corrida aos armamentos na Europa – a chamada crise dos euromísseis – a 1 de setembro o voo 007 das Korean Air Lines, depois de ter violado o espaço aéreo soviético, acabou por ser abatido pela aviação de Moscovo. Os erros de navegação do avião civil e a precipitação do piloto do SU-15 transformaram um incidente menor numa tragédia em que pereceram 269 pessoas.

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ESPINOSA E LEIBNIZ | António Borges Coelho

Nas livrarias a 31 de janeiro

ESPINOSA E LEIBNIZ chega na próxima semana às livrarias, editado pela Caminho. Recorde-se que o Historiador António Borges Coelho recebeu recentemente o Prémio Rodrigues Sampaio, da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto.

Sobre o livro
Os filósofos movimentam-se no mundo dos conceitos e das doutrinas. «Complexo de doutrinas universais.» É deste modo que Leibniz caracteriza a Filosofia. Olha as coisas do ângulo da Eternidade e do Todo. E dessas alturas como cantou Lucrécio, como que se apagam o tempo, a mudança, o particular. Certamente também o tempo e a mudança são categorias filosóficas mas despidas já da carga terrena dos acontecimentos, despidos da multiplicidade nunca inteiramente classificável do concreto.
Desculpem-me se abro demasiadamente a porta do concreto, se não consigo, preso pelos singulares da História, passar o umbral da visão subspecie aeternitatis de que falava Espinosa (de seus nomes, Baruch, Beneditus, Bento de Espinosa, Bento de Spinosa, B. de S.), para quem «a liberdade da Filosofia […] não pode ser abolida sem se abolir ao mesmo tempo a paz do Estado e a própria Piedade».

LANÇAMENTO | Livro homenageia sociólogo Henrique Rattner | Autor: Jair Rattner | por Adelto Gonçalves

Obra reconstitui a trajetória de um ex-professor da Universidade de São Paulo que se destacou no estudo da comunidade judaica

SÃO PAULO – Para assinalar a passagem do centenário de nascimento do sociólogo Henrique Rattner (1923-2011), o jornalista Jair Rattner (1960), seu filho, acaba de lançar o livro Sob as asas da fala e da escrita: histórias da vida de Henrique Rattner (Lisboa, edição de autor, 2023), obra que reconstitui a trajetória de um intelectual que marcou sua atuação como professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP). A cerimônia de lançamento está marcada para o dia 5 de fevereiro, domingo, às 15 horas, no Plenário (salão de reuniões da diretoria), no primeiro andar, no Clube Hebraica, localizado à Rua Hungria, 1000, no bairro de Pinheiros, em São Paulo-SP.
            O lançamento da obra coincide com o dia do nascimento do professor e deverá atrair não só alunos e ex-alunos da USP como jornalistas e intelectuais de todo o País.  Escrito em estilo memorialístico, o livro reconstitui a trajetória de vida do professor, que, nascido em Viena em meio a uma comunidade judaica, imigrou para o Brasil em 1951 e, com muito esforço, chegou ao título de livre-docente na FFLCH/USP, ao mesmo tempo em que atuava como pesquisador e dava aulas de Sociologia na Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio  Vargas (FGV), sem deixar de trabalhar, de 1955 a 1967 , no Lar das Crianças, instituição da Congregação Israelita Paulista.

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Poema | Ercília Pollice

O encontro foi marcado numa cafeteria qualquer …

Eu entrei  como alguém que não quer nada, levemente interessada …

Mas seu olhar profundo e seu sorriso quente, me fizeram derreter. Preciso ir, já é hora …

Não se vá agora, tirei a tarde pra ti. Carreguei você  comigo, um amigo …

Eu querendo que visse o meu direito, mas você queria e perscrutava o avesso.

E dessa tarde pra frente, sempre estive transparente pra você.

Ninguém nunca me olhou como você me olha

Ninguém nunca me amou como você me ama,

Ninguém sabe o meu jeito de ser, como você.

E, desde então,

Ninguém mais teve graça …

Só vejo graça em você.

Ercília Pollice

Great arias by Mozart, Léhar, Strauss, Offenbach, Lecocq and Kálmán | Cyrille Dubois & Annette Dasch

Listen to some of the most beloved overtures and arias from famous operas and operettas by Mozart, Léhar, Strauss, Offenbach, Lecocq and Kálmán. This 2017 concert in Paris had the audience literally dancing in the aisles! Featuring the Orchestre de Paris under the baton of Thomas Hengelbrock and vocal performances by soprano Annette Dasch and tenor Cyrille Dubois.

00:00 Intro 00:16 Wolfgang Amadeus Mozart, Overture From the opera “Le nozze di Figaro” 05:24 Franz Léhar, Lippen schweigen From the operetta “Die lustige Witwe” Cyrille Dubois | Tenor Annette Dasch | Soprano 09:51 Johann Strauss, Overture From the operetta “Die Fledermaus” 18:29 Jacques Offenbach, Ballet des mouches: Galop From the operetta “Orpheus in the Underworld” 20:48 Jacques Offenbach, Cest le ciel qui menvoie… ce nest qu’un rêve From the operetta “La belle Hélène” Cyrille Dubois | Tenor Annette Dasch | Soprano 26:41 Jacques Offenbach, Galop infernal From the operetta “Orpheus in the Underworld” 29:10 Charles Lecocq, Ô Paris, gai séjour de plaisir From the operetta “Les cent vierges” Annette Dasch | Soprano 33:47 Johann Strauss, Csárdás From the opera “Ritter Pázmán” 39:03 Emmerich Kálmán, Heut’ Nacht hab’ ich geträumt von dir Form the operetta “Das Veilchen vom Monmartre” Cyrille Dubois | Tenor 41:54 Emmerich Kálmán, Lieber Schatz… Sag ja, mein Lieb, sag ja from the operetta “Gräfin Mariza” Cyrille Dubois | Tenor Annette Dasch | Soprano

Jornada Mundial da Juventude | Câmara de Lisboa

“É muito importante que todos os contribuintes e os munícipes estejam estejam informados”, diz vice-presidente, que explicou os investimentos na JMJ e divulgou 1ª imagem do altar-palco.

O vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Filipe Anacoreta Correia, explicou esta quarta-feira o plano de investimentos da autarquia para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ 2023) e apresentou aos jornalistas a primeira imagem do altar-palco onde o Papa Francisco vai presidir às celebrações finais do evento — uma obra que tem estado envolvida em polémica depois de ter vindo a público a informação de que vai custar 4,2 milhões de euros.  “É muito importante que todos os contribuintes e todos os munícipes estejam a acompanhar, estejam conscientes, estejam informados”, disse o autarca, que procurou esclarecer quais as responsabilidades de cada entidade envolvida na organização do evento.

“Até 2022 não havia nada escrito, nada definido sobre o que era o contributo de cada entidade. Em 2022, depois de um processo de conversações, estabelecemos as bases daquilo que nos é pedido”, acrescentou Anacoreta Correia. “Julgo que a primeira questão é percebermos qual é o papel da CML.”

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À minha mãe | poema de Maria Isabel Fidalgo

Sempre do chão me levantaste

e nas tuas mãos de oração

o terço por mim tanto gastaste

ó minha rosa de linho e de brancura!

Deste-me asas de tule e eu voei

libelinha das brisas inseguras

nos recantos dos frutos e do mar.

Chamo por ti no silêncio desta bruma

e o teu sorriso vem ainda quente

no silêncio do ventre inicial.

Peço-te o aperto dos teus braços

e tu as asas abres das Alturas

  • não chego lá, mãe!

Então, por um milagre qualquer

que desconheço,

me tomas do chão

nas tuas mãos de berço.

————————————–

Mif | Antes de mim um verso, Poética Edições

Correntes d’Escritas 2023: a Festa do Livro está de volta à Póvoa de Varzim

CORRENTES D’ESCRITAS 2023: A FESTA DO LIVRO ESTÁ DE VOLTA À PÓVOA DE VARZIM
23 Janeiro, 2023
O Município da Póvoa de Varzim vai promover, entre os dias 14 e 18 de fevereiro, a 24.ª edição do Correntes d’Escritas. O evento foi hoje apresentado pelo Presidente da Câmara Municipal, no Salão Nobre dos Paços do Concelho.
Aires Pereira revelou que o Correntes d’Escritas vai trazer à Póvoa de Varzim cerca de uma centena de escritores de 15 nacionalidades e diferentes geografias de línguas hispânicas e portuguesas, sendo 18 os escritores que se estreiam aqui pela primeira vez.De 15 a 18 de fevereiro, serão realizadas 10 mesas na Sala Principal do Cine-Teatro Garrett e no dia 20 teremos mais uma, no Instituto Cervantes, em Lisboa. Todas as mesas têm como tema versos de poemas de Ana Luísa Amaral, uma das presenças assíduas do Encontro que nos deixou, precocemente, no final do ano passado.Nesta edição será ainda homenageado Manuel Rui, a quem é dedicada a 22.ª edição da Revista Correntes d’Escritas. O escritor angolano, de 81 anos, é presença assídua e figura incontornável do encontro desde a sua génese. O lançamento da revista decorrerá, como habitualmente, na Cerimónia de Abertura, a 15 de fevereiro, no Casino da Póvoa, onde é feito o anúncio dos vencedores dos quatro prémios literários. Neste mesmo dia, no Cine-Teatro Garrett, terá lugar a Conferência de Abertura, que será proferida por Manuel Sobrinho Simões, professor catedrático e diretor do Departamento de Patologia e Oncologia da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, subordinada ao tema “Ciência e Cultura”.De entre os 37 lançamentos de livros, destaque para as edições municipais D’ Escritas 1 Dia II, que resulta da residência realizada por 16 autores em diferentes espaços da nossa cidade em 2020, e Casa Vazia, resultante da experiência de 8 autores, em confinamento, em 2021.Uma vez mais, o Município fará questão que as Correntes Itinerantes percorram várias freguesias do nosso concelho e também marquem presença nas nossas escolas.Desde 2000 que o Correntes d’Escritas se assume como a verdadeira festa do livro, democratizando o acesso à cultura através da participação livre em todas as iniciativas que integram o programa, quer seja nas Mesas, nos lançamentos de livros, nas conversas, nas exposições, no cinema ou nos espetáculos musicais.

https://www.cm-pvarzim.pt/territorio/povoa-cultural/pelouro-cultural/areas-de-accao/correntes-d-escritas/correntes-descritas-2023/dossie-de-comunicacao/

Uma viagem ao plano extraterrestre – Silas Corrêa Leite | por Adelto Gonçalves

Romance infantojuvenil de Silas Corrêa Leite conta a aventura de um jovem marginalizado no mundo da ficção científica

                                                      I
            Em nova experiência no gênero romance infantojuvenil,  Silas Corrêa Leite (1952) apresenta A Coisa: muito além do coração selvagem da vida (São Paulo, Editora Cajuína, 2021), que conta a trajetória de um adolescente revoltado com a difícil vida que leva numa das zonas periféricas da grande cidade de São Paulo e procura fugir de casa para embrenhar-se no mundo. Abandonado pelos pais, decide largar-se sozinho a pé, com seu skate, pela Serra do Mar em busca das praias do Litoral paulista.
            E, assim, passa a viver uma vida de andarilho e a sobreviver do que a floresta lhe podia oferecer como alimento, ou seja, água, peixes, frutas e animais silvestres, até que, um dia, acaba por descobrir, no meio da mata, um objeto enorme não identificado, a que passa a chamar de A Coisa, ou seja, um aparelho estranho que soltava sons igualmente inidentificáveis, ou seja, provavelmente um veículo extraterrestre.

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Giselle – Diana Vishneva, Mathieu Ganio

For me here, she isn’t a ballerina playing the role of Giselle, she is Giselle!


Paweł Cisowski

What I really love about this performance is the fact Diana Vishneva is still looking so young, so good technically, but at the same time she brings to this role such kind of maturity incomparable to any other ballerinas… That’s why I am always so touched when we can admire ballerinas at her best as an artist, when you look at them and you don’t think about all difficult variations, attitudes, but you enjoy the real character.

For me here, she isn’t a ballerina playing the role of Giselle, she is Giselle! And I really love to see the growth of such a big talent she certainly has been since far 1994 year when performed and won Prix de Lausanne. I miss her so much in this role and I am more than conviced that even nowadays she could manage to perform it with same passion and technically so strong as we can see here.

Adam: Giselle (The Royal Ballet)

Giselle remains one of the most popular Romantic ballets of all time. The story brings together an engaging mix of human passions, supernatural forces, and the transcendent power of self-sacrificing love. The production by Sir Peter Wright catches the atmosphere of this great Romantic ballet, especially in the perfection of its White Act, with ghostly maidens drifting through the forest in spectacular patterns — one of the most famous of any scenes for the corps de ballet. Giselle dances with lightness and fragility, giving the impression of floating through the mist. This is one of The Royal Ballet’s most loved and admired productions, faithful to the spirit of the 1841 original yet always fresh at each revival.

This performance features former Bolshoi star and now Royal Ballet principal Natalia Osipova in a breath-taking interpretation of the title role. Giselle: Natalia Osipova Albrecht: Carlos Acosta Orchestra of the Royal Opera House Choreography Marius Petipa after Jean Coralli and Jules Perrot Conductor Boris Gruzin Recorded live at the Royal Opera House, January 2014

Rússia lamenta “hipocrisia” da UE após críticas a Lavrov | in SIC Notícias

História de Lusa

Em causa estão as críticas do chefe da diplomacia europeia, Josep Borrell, ao ministro das Relações Externas da Rússia.

O Ministério das Relações Externas da Rússia lamentou este sábado a “hipocrisia” da União Europeia, após críticas a Lavrov por declarações “antissemitas”.

O chefe da diplomacia europeia, Josep Borrell, criticou o ministro das Relações Externas da Rússia, Sergey Lavrov, que afirmou que a União Europeia formou uma “coligação” ocidental para “resolver a questão russa“, de maneira semelhante à “solução final” de Adolf Hitler para exterminar os judeus.

Borrell disse que estas afirmações somam-se “aos comentários antissemitas proferidos pelo ministro Lavrov“.

Em resposta, a Rússia acusou este sábado Borrell de liderar um exercício de “hipocrisia“, recordando as declarações do chefe da diplomacia da UE, que dividiu o mundo entre “um jardim de flores“, habitado por 1.000 milhões de europeus, e “uma selva que avança sobre este“, referindo-se a Moscovo.

Estas declarações foram realizadas por Borrell em 2022 e mereceram a crítica de países como os Emirados Árabes Unidos.

Scholz e Macron pedem um fortalecimento da “soberania” da União Europeia | História de Lusa | in ECO.pt

O Presidente francês, Emmanuel Macron, e o chanceler alemão, Olaf Scholz, apelaram hoje ao fortalecimento da “soberania” da União Europeia e da sua capacidade para moldar a ordem internacional, posição defendida na véspera de um Conselho de Ministros franco-alemão.

A UE enfrenta um desafio essencial de “garantir que a Europa se torne ainda mais soberana e tenha capacidades geopolíticas para moldar a ordem internacional”, referiram os dois governantes no diário Frankfurter Allgemeine Zeitung, antes do 60.º aniversário do Tratado do Eliseu, que será celebrado no domingo com um programa que inclui um conselho de ministros conjunto.

Para Macron e Scholz, a Europa deve investir mais nas suas Forças Armadas e na sua indústria de armamento. “As melhores capacidades europeias e um pilar europeu mais forte dentro da NATO também nos tornam um parceiro mais forte no Atlântico e nos Estados Unidos – mais bem equipados, mais eficientes e mais poderosos”, apontaram.

O tratado com o nome do palácio presidencial francês foi assinado em 22 de janeiro de 1963, em Paris, pelos então chefe de Estado da França, Charles de Gaulle (1890-1970), e de Governo da Alemanha Ocidental, o chanceler Konrad Adenauer (1876-1967). O acordo, considerado como um exemplo de reconciliação entre antigos inimigos, estabeleceu mecanismos de consulta e cooperação em política externa, integração económica e militar, e intercâmbio de formação de estudantes.

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Era tão bom governar sem povo | por Francisco Louçã in Jornal Expresso, 20-01-2023

Dois do poemas mais conhecidos de Bertolt Brecht, que de algum modo resumem as agruras da sua vida, foram dedicados a governantes em momentos cruciais da história. Um deles, da década de 1930, parodia os discursos do governo nazi, abrindo com os seguintes versos: “Todos os dias os ministros dizem ao povo/ Como é difícil governar. Sem os ministros/ O trigo cresceria para baixo em vez de crescer para cima”, e sabem como continua. O outro foi escrito duas décadas depois, a propósito da repressão do governo estalinista contra a revolta popular que começou em Berlim-Leste, concluindo que “O povo perdeu a confiança do governo/ E só à custa de esforços redobrados/ Poderá recuperá-la. Mas não seria/ Mais simples para o governo/ Dissolver o povo/ E eleger outro?”. Nos dois casos e em circunstâncias diferentes, os poemas respondem a tiranias. No entanto, há nesta poesia um outro traço comum, para além da sátira do discurso justificativo da prepotência, que é a desconstrução da distância. Em política, e muito atento, Brecht obrava de modo contrário ao que propunha em teatro: no primeiro caso queria denunciar e destruir a opressão baseada na distância do poder, no outro queria criar distância para evitar a identificação alienada dos espetadores com quem representava uma peça que não constituía a realidade. A realidade é suja, o teatro queria ser épico; uma engana, o outro mostra.

O processo de ocultação e de justificação narcísica pelos governantes, em todo o caso, não é uma particularidade da tirania que Brecht combatia nos dois casos. Sob formas variadas, é a própria essência da ocupação do espaço público pelo discurso do poder, ou do seu investimento na criação de um senso comum conformista. A política económica portuguesa e europeia é um exemplo transparente desse modo de dominar.

Masoquismo

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O mundo fragmentado caminha como sonâmbulo para a III Guerra Mundial | Pepe Escobar

As auto-proclamadas “elites” de Davos têm medo. Estão assustadas. Nas reuniões desta semana do Fórum Económico Mundial, o articulador-mor Klaus Schwab – exibindo a sua marca registada de vilão estilo Bond – insistiu reiteradamente acerca de um imperativo categórico: precisamos de “Cooperação num Mundo Fragmentado“.

Se bem que o seu diagnóstico da “mais crítica fragmentação” em que o mundo está agora afundado seja previsivelmente sombrio, Herr Schwab sustenta que “o espírito de Davos é positivo” e que, no final, todos nós poderemos viver felizes numa “economia verde sustentável”.

O que Davos tem conseguido nesta semana é inundar a opinião pública com novos mantras. Há o “O Novo Sistema” que, considerando o fracasso abjeto do Great Reset (Grande Reinicialização), agora assemelha-se a uma atualização apressada do – avariado – sistema operativo atual.

Davos precisa de novo hardware, novas capacidades de programação, até mesmo de um novo vírus. Mas por enquanto tudo o que está disponível é uma “poli-crise”: ou, na linguagem de Davos, um “cluster de riscos globais relacionados com efeitos combinados”.

Em linguagem simples: uma tempestade perfeita

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POEMA DE MARIA EUGÉNIA CUNHAL, DEDICADA A SEU IRMÃO, ÁLVARO CUNHAL

QUANDO VIERES

Encontrarás tudo como quando partiste.

A mãe bordará a um canto da sala

Apenas os cabelos mais brancos

E o olhar mais cansado.

O pai fumará o cigarro depois do jantar

E lerá o jornal.

Quando vieres

Só não encontrarás aquela menina de saias curtas

E cabelos entrançados

Que deixaste um dia.

Mas os meus filhos brincarão nos teus joelhos

Como se te tivessem sempre conhecido.

Quando vieres

nenhum de nós dirá nada

mas a mãe largará o bordado

o pai largará o jornal

as crianças os brinquedos

e abriremos para ti os nossos corações.

Pois quando tu vieres

Não és só tu que vens

É todo um mundo novo que despontará lá fora

Quando vieres.

Maria Eugénia Cunhal, in “Silêncio de Vidro”

Música | Origem do nome das notas

O nome das notas (dó, ré, mi, fá, sol, lá, si) tem a sua origem na música coral medieval. Foi Guido d’Arezzo (992-1050), um monge italiano, que criou este sistema de nomear as notas musicais – o chamado sistema de solmização. Seis das sílabas foram tiradas das primeiras seis frases do texto de um hino a São João Batista, em que cada frase era cantada um grau acima na escala. As frases iniciais do texto, escrito por Paolo Diacono, eram:

Ut queant laxis,

Resonare fibris,

Mira gestorum,

Famuli tuorum,

Solve polluti,

Labii reatum.

Sancte Ioannes

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Os Leopardos de Davos | por Carlos Matos Gomes

O Ocidente reuniu-se em Davos para decidir a emprego dos Carros de Combate (tanks) Leopardo na Ucrânia. O título parece cabalístico, mas não encontrei melhor para resumir o atual estado da guerra que está a decorrer na Ucrânia. Ler as entrelinhas da imprensa internacional ajuda a perceber.

O jornal Le Monde de 18 de Janeiro publicava: “No Forum económico de Davos o fim da mundialização (globalização) está na cabeça de todos. A guerra comercial entre a China e os Estados –Unidos assim como a corrida às subvenções estatais para manter ou recuperar as fábricas (reindustrialização) serão os temas principais da reunião. (Protecionismo liderado pelos Estados Unidos). A mundialização morreu, a livre troca morreu, reconheceu o patrão do fabricante de chips TSMC diante do presidente Biden, e dos patrões da Apple, AMD ou Nvidia, alguns dos seus principais clientes. Biden, ao intensificar a guerra comercial contra a China desencadeada por Trump deu o golpe de misericórdia na globalização, interditando as exportações de tecnologia para a China e despejando torrentes de subsídios do Estado (liberal?) para atrair empresas de regresso à América depois da moda da deslocalização”.

Em conclusão, a verdadeira guerra trava-se entre os Estados Unidos e a China, que já tem um PIB superior. A globalização foi um estratagema para os Estados Unidos imporem a sua supremacia e durou enquanto lhes conveio. Os crentes no neoliberalismo vão ter de se reconverter, virar casacas e cantar loas e salmos ao protecionismo. As Business Scholl, que funcionaram como madrassas do neoliberalismo vão passar a estudar Marx e Keynes, do antecedente proscritos.

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Beethoven | 9ª Sinfonia | Ode a Alegria | Hino oficial da União Européia

Ode à Alegria é uma das canções mais populares do piano. Tornou-se mesmo o hino oficial da União Européia porque celebra a fraternidade e a unidade. Originalmente inspirado no poema de Friedrich Von Schiller An die Freude, escrito em 1785, a quarta parte da Nona Sinfonia de Ludwig Van Beethoven, transformou o poema em música em 1824.