TÓPICOS DA IMPRENSA | 06-12-2023 | VCS

História de By Sergio Goncalves and Andrei Khalip | REUTERS

1 – Presidente do PSD quer privatização total da companhia aérea TAP. Portugal lançará rapidamente a privatização total da companhia aérea TAP se o Partido Social Democrata (PSD) vencer as eleições antecipadas em Março e formar um novo governo, disse o líder do PSD, Luis Montenegro, à Reuters na terça-feira. A privatização já atraiu o interesse da Lufthansa , da Air France-KLM e do proprietário da British Airways, IAG.

2 – Lufthansa , Air France-KLM e British Airways – três (3) das maiores empresas mundiais de aviação. INTERESSADAS NA NOSSA TAP, com certeza porque vêem um grande potencial na empresa portuguesa/nossa – fundada por PORTUGAL há 80 anos.

ALGUÉM ME SABE EXPLICAR ESTA ÂNSIA DE PRIVATIZAÇÃO ? AJUDEM-ME A COMPREENDER !

Vítor Coelho da Silva

O Casal que dirige Isto! | Carlos Matos Gomes

O “Isto” é a política da superpotência que domina o mundo. Existe um casal que dirige essa política. Esse casal representa o “modelo de democracia” que apregoamos como a superioridade moral do Ocidente e representa e os princípios éticos que regem quem decide por nós, quem deve ser morto ou condenado à fome, quem deve ser eleito, vencido, banido ou premiado em cada momento. Ninguém votou neles. Mas são o poder!

Quando ouvirmos referir o Bem, a Liberdade, da Democracia, o Ocidente, a Ucrânia somos nós, Israel somos nós, convém saber quem são os atuais profetas de que Kissinger foi o sumo-sacerdote. Atualmente no posto de comando encontra-se um casal. Esse casal tem nome e currículo. É conveniente conhecê-lo, não para os erradicar — porque eles são o sistema — mas para sabermos que são venenosos e têm ramificações com nomes mais conhecidos, como Ursula Von Der Leyen, ou Borrel, ou Boris Johnson, ou o tipo que é secretário geral da NATO, e têm marionetas, como Zelenski e Netanyahou. Raramente aparecem nas TVs. Comecemos pela mulher:

Victoria Nuland, atualmente no governo do democrata Biden como subsecretária de Estado para assuntos políticos. De 1993 a 1996, durante a presidência de Bill Clinton, foi vice-diretora de assuntos da ex-União Soviética.

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Apoios de União Europeia e Estados Unidos à Ucrânia em risco | in Euronews

A desunião europeia pode custar à Ucrânia os cinquenta mil milhões de euros prometidos por Bruxelas para evitar o colapso da economia ucraniana. A falta de acordo entre os 27, com a Hungria de Viktor Orbán a liderar os contestatários, compromete a aprovação das ajudas a Kiev na próxima cimeira europeia e Moscovo aproveita para marcar posição.

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, sublinhou as dificuldades europeias para colocar dinheiro no poço sem fundo ucraniano, acrescentando que a Rússia conseguiu adaptar a economia às condições impostas pela operação militar em curso. A economia da Ucrânia está seriamente ameaçada.

Além da incerteza europeia, também a ajuda norte-americana está em risco. A Casa Branca já avisou o Congresso, controlado pela oposição, que caso não agisse rapidamente, o apoio financeiro e militar terminaria no fim do ano. Os Republicanos responderam para acusar a administração Biden de não ter uma estratégia clara para a Ucrânia nem para encontrar uma solução para o conflito.

A tese dos dois Estados  |  Um com chuva e outro sem chuva | por Carlos Matos Gomes

A proposta da ONU, aceite pela comunidade internacional, da coexistência de dois estados na Palestina, após a saída da Inglaterra do vespeiro ali criado após a II Guerra, com a conjugação de interesses do movimento sionista mundial, dos Estados Unidos e da União Soviética, um estado judeu e um estado com o remanescente de palestinianos, foi, desde o início, um logro do género de introduzir uma espécie infestante num dado território — eucaliptos, por exemplo — atribuir uma leira de terra como reserva indígena (carvalhos, ou sobreiros) — e esperar que ambas as culturas convivam em boa paz, que os infestantes respeitem os limites dos autóctones e estes se sintam muito agradados com a invasão. A comparação serve também para os peixes achigãs, vindos do Canadá e lançados nas barragens, que devoraram as espécies indígenas.

É com este conto para pobres de espirito que desde há sete décadas tem sido justificada violência de Israel, eles estão a defender o seu estado: invadindo. O tal estado democrático, o que em termos de interesses estratégicos, de violência e desrespeito pelos direitos dos outros nada vale. Curiosamente, têm sido os ditos estados democráticos — um regime particular desenvolvido na Europa e nas circunstâncias específicas que são conhecidas — que mais invasões têm efetuado nos dois últimos séculos.

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José Luís Carneiro promete ajudar famílias com crédito à habitação: “Terão uma dedução no IRS com os custos dos juros” | in LUSA

Em Santa Maria da Feira, José Luís Carneiro deixou uma promessa caso ganhe as eleições internas do PS e chegue a primeiro-ministro. 

José Luís Carneiro convicto de que vai ganhar as diretas e as legislativas.

“Os militantes estão aqui, estão a tomar consciência do que está em causa e eu estou convicto que vou ganhar as eleições dentro do PS e vou ganhar as eleições [legislativas]”,

01-12-2023 | “Marcelo antevê um cenário de ingovernabilidade após as eleições” | in CNN

Raquel Abecasis, comentadora da CNN Portugal, diz que o Presidente da República está a antecipar um cenário de ingovernabilidade pós-legislativas de março e que foi por isso, e não por uma questão económica, que fez questão que o orçamento fosse aprovado. A comentadora de política lembra que nos seis meses seguintes às eleições não pode haver novo ato eleitoral, pelo que Marcelo “quis salvaguardar que o próximo ano tivesse um Orçamento já aprovado e que não dependesse do que vai ser o resultado das eleições” de 10 de março.

GENERAL TO GENERAL | A potential peace is being negotiated in Ukraine by military leaders | SEYMOUR HERSH | 01-12-2023

Russian President Vladimir Putin meeting with General Valery Gerasimov at the headquarters of the Russian armed forces in Rostov-on-Don in October. / Photo by Kremlin Press Office/Anadolu via Getty Images.

It’s been a rough couple of months for President Joe Biden and his feckless foreign policy team. Israel is going its own way in its war against Hamas, with renewed bombing in Gaza, and the American public is bitterly divided, all of which is reflected in polls that continue to be unfavorable to the White House.  

Meanwhile, the president and his foreign policy aides have also been left on the outside as serious peace talks between Russia and Ukraine have rapidly gained momentum.

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Recordar a doutrina esquecida de J.F. Kennedy | Viriato Soromenho-Marques | in DN

É conhecida a frase de Saint-Just (1767-1794), a propósito de Luís XVI, sobre a impossibilidade de reinar mantendo a inocência. Nenhuma biografia de estadista pode ser abordada como se de uma hagiografia se tratasse. Isso é claramente válido também para o 35.º presidente dos EUA, John F. Kennedy (doravante JFK), assassinado há 60 anos em Dallas. Raros políticos, contudo, podem ser recordados pela grandeza, não pela santidade. É aí que reside o sentimento de perda ainda hoje provocado pela morte brutal de JFK. Essa perda acentua-se pelo estado desastroso em que se encontra hoje a democracia americana, simbolizado na grotesca alternativa presidencial entre Biden e Trump. Ainda mais inquietante, quando é revelado num relatório de uma comissão especializada do Congresso sobre A Postura Estratégica dos EUA, existir um consenso sobre a necessidade de responder aos desafios da perda do poder americano com uma corrida aos armamentos de todos os tipos. Esse documento prova o total esquecimento da doutrina de JFK para uma política internacional de grande potência numa época de armas nucleares. Esse esquecimento atinge o auge quando se afirma ser realista o objetivo de “assegurar a vitória [dos EUA] se a dissuasão falhar”.

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Os Devoristas de Novembro | Carlos Matos Gomes

O que comemora quem comemora o 25 de Novembro de 1975 em 2023 e quem o comemora e com que finalidade?

O 25 de Novembro tem o «Documento dos Nove» como carta constitucional. Constituiu o máximo denominador comum das forças que se opunham a uma revolução, no sentido de rutura com a hierarquia de valores num dado modo de produção,, de distribuição de riqueza e de representação política . O seu objetivo declarado foi o estabelecimento da Ordem e Liberdade. Ordem é uma palavra agregadora de militantes conservadores, avessos a mudanças, a não ser as do tempo. Tal como Liberdade, quando, como era o caso, surge associada ao perigo da ditadura comunista. Os conceitos de Ordem e a Liberdade na Quinta da Marinha, nos arredores de Lisboa e na Foz do Douro, são muito diferentes dos conceitos de Ordem e Liberdade no bairro de Chelas e da Quinta do Conde, na região de Lisboa, ou nos bairros das Fontaínhas, ou do Aleixo, no Porto.

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As quatro guerras dos EUA |  Daniel Vaz de Carvalho | 22-11-2023 | in Foicebook

James Howard Kunstler (autor e comentarista dos EUA sobre a crise energética, os subúrbios, as cidades, os efeitos de longo prazo das mudanças climáticas) escreve sobre “As 4 guerras dos EUA”:

A grande estratégia da China para dominar o cenário mundial, é atrapalhar os Estados Unidos em quatro guerras ao mesmo tempo. Como está funcionando até agora? Bem. A China quase não precisou levantar um dedo para conseguir isso. Nosso país organizou magistralmente seu colapso e queda.

Guerra nº 1: Não havia absolutamente nenhuma necessidade de começar a guerra na Ucrânia, não apenas sangrou a jovem população masculina ucraniana, mas também drenou nosso próprio exército de armas e munições. Após o colapso da União Soviética, a Ucrânia viveu como um remanso pobre na órbita da Rússia, não causando nenhum problema para ninguém além de si mesma, devido à corrupção – até que os EUA pressionaram para incluí-la na NATO. Nossos neoconservadores deixaram claro que o objetivo é bloquear e enfraquecer a Rússia. Essa política alarmou e exasperou os russos, que deixaram claro que a adesão à NATO não aconteceria.

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RISCOS PARA AS NOSSAS LIBERDADES | José Pacheco Pereira | 01.05.2016

Três riscos corre hoje a nossa liberdade:

  1. Primeiro, o risco de perdermos o controlo democrático sobre o nosso país. O risco de que o nosso voto valha menos ou não valha nada. O risco de ter um parlamento que não pode cumprir a sua mais nobre função: decidir sobre o orçamento dos portugueses. O risco de termos também nós, como os colonos americanos no taxation without representation, e fizeram uma revolução por causa disso. O risco de sermos governados de fora, por instituições de dúbio carácter democrático, que decidem sobre matérias de governo, em função de interesses que não são os interesses nacionais, e cujos custos o povo português paga.

2. Segundo, o risco de que o estado abuse dos seus poderes, como já o faz. Não só o estado tem hoje uma panóplia vastíssima de meios para nos controlar e vigiar, como os usa sem respeito pela autonomia, liberdade, identidade dos cidadãos.

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Para não se esquecerem de onde vimos…  Ponham lá nas paredes das sedes do PSD… 

 O que é que significava esta “visão social-democrata da vida económico -social“? 

a) Planificação e organização da economia com participação de todos os interessados, designadamente das classes trabalhadoras e tendo como objectivos: desenvolvimento económico acelerado; – satisfação das necessidades individuais e colectivas, com absoluta prioridade às condições de base da população (alimentação, habitação, educação, saúde e segurança social); – justa distribuição do rendimento nacional.

b) Predomínio do interesse público sobre os interesses privados, assegurando o controlo da vida económica pelo poder político (…).

c) Todo o sector público da economia deve ser democraticamente administrado (…) .

d) A liberdade de trabalho e de empresa e a propriedade privada serão sempre garantidas até onde constituírem instrumento da realização pessoal dos cidadãos e do desenvolvimento cultural e económico da sociedade, devendo ser objecto de uma justa programação e disciplina por parte dos órgãos representativos da comunidade política. (…)

f) Adopção de medidas de justiça social (salário mínimo nacional, frequente actualização deste salário e das pensões de reforma e sobrevivência, de acordo com as alterações sofridas pelos índices de custo de vida, reformulação do sistema de previdência e segurança social, sistema de imposto incidindo sobre a fortuna pessoal preferentemente ao rendimento de trabalho com vista à correcção das desigualdades).”

http://abrupto.blogspot.com/

Um “milagre económico”: a descrição da economia portuguesa pelo Nobel da Economia Paul Krugman. | in Jornal Expresso

“Portugal é uma espécie de milagre económico”, diz ao “Jornal de Negócios” Paul Krugman, economista norte-americano que venceu o Nobel em 2008. E como chegámos a este milagre? É “misterioso”

Portugal tem-se mantido forte a nível económico nestes últimos anos, estando melhor que a maioria dos países europeus, mas isso não significa que os problemas tenham acabado ou que esteja livre de riscos. Ainda assim, Paul Krugman, economista norte-americano e prémio Nobel da Economia em 2008, disse que “Portugal é uma espécie de milagre económico”, em entrevista ao “Jornal de Negócios”, publicada esta terça-feira.

Já na comparação com 2013 – ano em que disse que Portugal era um país pobre e com problemas estruturais -, Krugman indica que são “muito menos” os problemas hoje em dia.

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Sondagens: Quem está à frente nas eleições do PS e nas legislativas? | in SIC Notícias

Pedro Nuno Santos é o melhor candidato para vencer as eleições legislativas, segundo uma sondagem da Intercampus para o Jornal de Negócios (JN) e Correio da Manhã (CM), publicada esta terça-feira. A sondagem tem por base uma investigação que decorreu de 14 a 17 de novembro, já depois de António Costa se ter demitido e de Marcelo Rebelo de Sousa ter anunciado que o país iria para eleições antecipadas.

Eleições internas do PS

Segundo o barómetro da Intercampus, Pedro Nuno Santos deverá vencer José Luís Carneiro nas eleições diretas para a sucessão de António Costa para a liderança dos socialistas, marcadas para os dias 15 e 16 de dezembro, tornando-se assim o próximo líder do Partido Socialista (PS).

Pedro Nuno Santos regista 30% dos votos, enquanto que o seu opositor direto não chegaria à liderança do PS por ter menos quatro pontos percentuais, ou seja, 26% dos votos.

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Polarização política precisa de ser contrariada através da “cooperação e diálogo entre partidos” | in CNN Portugal

José Luís Carneiro marcou presença na CNN Internacional Summit focando-se no tema novas fronteiras. O ministro da Administração Interna e candidato à liderança do PS defende a necessidade de uma voz firme e ponderada na União Europeia e, em especial, de uma cooperação dos Estados-membros. Relativamente à política interna, José Luís Carneiro considera o orçamento de estado bom e ainda faz uma análise ao PRR.

“A ‘fonte de Belém’, para além de porta-voz do Presidente, passou a ser porta-voz da PGR, do primeiro-ministro e de um conselheiro de Estado”

O comentador da CNN Portugal Luís Paixão Martins analisou a mais recente tensão entre António Costa e Marcelo Rebelo de Sousa a propósito dos contornos da Operação Influencer, e destaca a figura oculta da “fonte de Belém”, que diz ter estado “muito ativa” nas últimas 48 horas.

Irmão de Marcelo responde a António Costa e diz que “falta de bom senso” é manter no Governo pessoas “quando já estão descredibilizadas”

Como militante do PS, António Rebelo de Sousa, assumiu por fim que apoiava José Luís Carneiro que “representa a terceira via entre o neoliberalismo conservador e o radicalismo de esquerda”.

António Rebelo de Sousa é irmão do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, mas também é militante socialista. Em declarações à rádio TSF, sábado à noite, no mesmo dia em que esteve reunida a comissão política do PS, António respondeu ao próprio secretário-geral do seu partido que acusou Marcelo de falta de “bom senso”.

“O que eu acho que é falta de bom senso é às vezes manterem-se certas pessoas no Governo quando elas já estão, de alguma forma, descredibilizadas junto da opinião pública e há um sentimento geral de que elas não devem continuar”, afirmou António Rebelo de Sousa, sem referir qualquer nome. No entanto, fica clara a sua discordância da conclusão do primeiro-ministro demissionário, António Costa. Disse ainda à TSF que isso é que era “falta de bom senso, sobretudo quando depois acaba por estar na origem de tudo aquilo que pode haver de pior em termos de evolução dos cenários políticos na vida política portuguesa”.

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PCP pede que se perca menos tempo “em tricas” e mais a responder aos problemas | in LUSA

Lisboa, 19 nov 2023 (Lusa) – O secretário-geral do PCP pediu hoje que se perca menos tempo “em tricas” institucionais e mais na resposta aos problemas da população, considerando “uma falácia” a ideia de que um Governo em gestão não pode agir.

Numa conferência de imprensa de apresentação das conclusões da reunião deste sábado do Comité Central do PCP, em Lisboa, Paulo Raimundo foi questionado sobre as palavras do primeiro-ministro, António Costa, que considerou que o Presidente da República teve falta de “bom senso” ao decidir dissolver o parlamento, considerando que foi uma opção “totalmente despropositada e desnecessária”.

Na resposta, o secretário-geral do PCP referiu que, apesar de o país estar numa crise política, a vida “das pessoas está em crise há muitos meses” e destacou que a decisão do Presidente da República está tomada e não suscita “nenhuma dúvida”.

“Talvez o melhor seja aproveitar este tempo que temos – ainda temos algum tempo – não para perder tempo em tricas, mas sim para perder tempo na resolução dos problemas das pessoas”, defendeu.

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José Luís Carneiro elogia “contas certas” de Fernando Medina

O candidato à liderança do PS José Luís Carneiro elogiou hoje o ministro das Finanças, Fernando Medina, pelas “contas certas” do país, salientando que as dívidas são para pagar.

José Luís Carneiro falava aos jornalistas à entrada para a Comissão Nacional do PS, no Parque das Nações, em Lisboa, ocasião em que destacou Fernando Medina, seu apoiante na corrida à liderança dos socialistas, depois de a agência de notação financeira Moody’s, na sexta-feira, ter subido o ‘rating’ de Portugal de ‘Baa2’ para ‘A3‘, com a perspetiva de positiva para estável.

“Quero felicitar o ministro das Finanças, porque a notação financeira do país é muito positiva e representa um sinal de confiança dos investidores no país.

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António Costa desmente Marcelo e deixa dois recados a Belém

Dois dias depois de o Presidente da República ter dito que António Costa lhe pediu para que se encontrasse com a Procuradora-geral da República, o primeiro-ministro demissionário veio agora desmentir Marcelo Rebelo de Sousa. E aproveitou para lançar uma farpa para Belém: “Em oito anos, nunca transmiti publicamente ou comentei publicamente aquilo que são as minhas conversas com o Presidente da República”. Aos jornalistas, durante a Comissão Nacional do PS, António Costa criticou ainda a escolha de Marcelo Rebelo de Sousa em marcar eleições legislativas, acusando o Presidente da República de falta de “bom senso”.

“O Chega não existe para governar, o Chega existe para contestar, para perturbar” (António Costa)

TROPEÇAR NA PRÓPRIA ESPADA | Viriato Soromenho Marques | in DN 18-11-23

Se no futuro alguém escrever a História de 2023, é provável que os atuais acontecimentos portugueses nem mereçam uma nota miudinha de rodapé. Pelo contrário, merece toda a atenção o apuro em que se encontram os EUA, o aliado central de Portugal e maior superpotência militar mundial.

Como sempre acontece com todas as grandes potências em declínio, ocorrem dois fenómenos simultâneos: a) existe uma crença e aposta na força militar, como se este instrumento fosse também um fim em si próprio; b) a incompreensão da supremacia da política sobre a coação das armas, acaba por desperdiçar os próprios sucessos militares, levando ao fracasso dos objetivos estratégicos visados.

Um exemplo contemporâneo da ilusão sobre as virtualidades do poderio militar, concebido como separado de uma política prudente e realista, foi a conduta alemã na II Guerra Mundial. Quanto mais sucessos as forças armadas germânicas obtinham (consideradas as tecnicamente mais competentes da II GM), mais Hitler delas exigia.

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Eles não têm perdão! | por Carlos Matos Gomes

O eles são os israelitas. Como já foram os nazis. Os israelitas, os seus chefes, tropas e indivíduos não têm perdão pelo genocídio que estão a cometer. Não é uma questão de julgamento moral, é uma conclusão racional. E não é minha, é de uma filósofa judia: Hanna Arendt.

Em «A condição humana» Arendt tece várias considerações na caraterização do perdão. Ela sustenta que o perdão, assim como a promessa, só possui realidade num contexto de pluralidade, uma vez que se baseiam em experiências que ninguém pode ter consigo mesmo e necessitam de outros. Ninguém se pode perdoar a si mesmo. Para Arendt, a descoberta do papel do perdão tal como o entendemos nas sociedades ocidentais deve-se a Jesus de Nazaré, e ela atribui mais importância ao facto dessa descoberta ter sido feita no âmbito da vida em comum das comunidades do que ao contexto religioso. A relevância atribuída por Jesus Cristo radicaria, segundo Arendt, na experiência política da vida comunitária e resultaria da necessidade e não da moral. Perdoar está associado ao facto de que na vida em comum a ofensa, ao contrário do crime e do mal voluntário, é uma ocorrência quotidiana, e para a vida social ser possível, para que a vida possa continuar e para se restabelecer a teia de relações, é necessário o perdão, desobrigando os homens daquilo que fizeram, desde que com a disposição para mudar de comportamento e recomeçar com uma nova atitude.

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EDITORIAL | Verdad y justicia en Portugal | El País

18-11-2023 | La acusación de la fiscalía que hizo dimitir a António Costa y cuya gravedad rebajó el juez debe aclararse cuanto antes.

El 7 de noviembre una operación judicial contra la corrupción provocó la caída del Gobierno socialista portugués, sustentado por una mayoría absoluta elegida hace menos de dos años. La Fiscalía —que en Portugal tiene una autonomía y unas competencias mayores que en España— ordenó 42 registros, detuvo a cinco personas e informó de que el Tribunal Supremo investigaría al primer ministro, António Costa, para esclarecer su papel en la aprobación de dos explotaciones de litio y un gigantesco centro de datos en Sines, la mayor zona portuaria del país, promovido por una empresa que había contratado como consultor a uno de sus mejores amigos. El primer ministro dimitió de inmediato y, días después, pidió perdón por haber nombrado jefe de gabinete a Vítor Escária, uno de los detenidos, que guardaba 75.800 euros en sobres en su despacho. El presidente de la República decidió convocar elecciones anticipadas el 10 de marzo.

La estabilidad política asociada desde 2015 a la figura de António Costa se hizo añicos.

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Os moderados  | os bagageiros e os vendedores de banha de cobra dos neoliberais

O moderado é o neoliberal que serve de bagageiro ao radical fascista e lhe vende a banha de cobra sem assustar a clientela.

Nos próximos tempos vamos ouvir falar muitas vezes de moderados e de radicais extremistas. Convém falarmos acerca das propriedades e dos êxitos dos moderados. Do contributo que deram à humanidade e que pretendem continuar a dar.

Vários livros ao longo dos tempos têm referido a “hora dos lobos” — Um, de Harald Jahner: A Alemanha depois da guerra. Um país em dissolução. Pessoas dispersas, desalojados, ocupantes, culpados. Pilha-se, rouba-se, inventam-se novas identidades. Outro, Alcateia, de Carlos de Oliveira.

Moderado é um título valioso nesta hora de lobos. O moderado é um género de canivete suíço da política ou um daqueles bonés americanos de basebol: one size fits all. Serve a todas as cabeças. Qual é a razão do sucesso dos moderados? O êxito dos moderados é que eles contribuem para a redução do ser humano à condição de animal doméstico, afável, obediente, crente no que lhe é fornecido como alimento espiritual pelos grandes meios de manipulação ao serviço dos poderes de facto, as grandes corporações e os seus clubes. É um ser acrítico e banal.

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Fernando Medina apoia José Luís Carneiro à liderança do PS

O ministro das Finanças, que falava aos jornalistas à margem da conferência anual da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF), disse ainda que apoia Carneiro por considerar que é o candidato que representa a moderna social-democracia e os valores europeístas.

O ministro das Finanças e militante socialista Fernando Medina disse esta sexta-feira que apoia José Luís Carneiro a secretário-geral do PS, considerando que “dá boas garantias da continuidade da política” do Governo de “contas certas” e estabilidade.

“José Luís Carneiro é o candidato que se apresenta com uma visão mais próxima da continuidade do atual executivo, com uma política de contas certas, de redução da dívida, que consistentemente tem partilhado desse objetivo e desígnio que considero da maior importância para país, sobretudo na fase de forte instabilidade internacional e política, ainda com taxas de juro muito elevadas e em que Portugal não pode vacilar na consistência relativamente à sua política financeira”, disse Medina.

O ministro das Finanças, que falava aos jornalistas à margem da conferência anual da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF), disse ainda que apoia Carneiro por considerar que é o candidato que representa a moderna social-democracia e os valores europeístas.

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Líder do Partido Socialista Europeu iliba António Costa e repreende a Justiça portuguesa | in ECO

António Costa era há muito apontado para um cargo europeu, mas essa hipótese parecia ter caído por terra quando se demitiu depois de ser visado numa investigação judicial, na sequência de um caso que envolve o seu “melhor amigo” e o chefe de gabinete. Porém, a hipótese continua em cima da mesa, pelo menos para os socialistas europeus. O secretário-geral do Partido Socialista Europeu (PSE) assegura que a reputação de Costa “permanece intacta”.

Giacomo Filibeck, secretário-geral do PSE, refere ao jornal Politico que o primeiro-ministro português tem “a reputação de um político honesto que coloca sempre acima de si a integridade das instituições”.

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Grande Entrevista | Augusto Santos Silva |15 nov. 2023

Augusto Santos Silva: “O Ministério Público pode determinar o tempo dos mandatos políticos”.

O presidente do Parlamento classifica ainda de “cinismo” os argumentos do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público e pediu desculpa ao autarca de Sines, por ter estado detido seis noites, acabando por sair em liberdade, sem sequer ser suspeito de corrupção.

Veja ou reveja aqui, na íntegra, a Grande Entrevista com Augusto Santos Silva.

https://www.rtp.pt/play/p11147/grande-entrevista

Fim do apoio ocidental pode dar à Rússia oportunidade para vencer guerra – Análise | in LUSA

O Institute for the Study of War (ISW), um centro de análise com sede nos Estados Unidos, explicou que a atual “guerra posicional” na Ucrânia “não se baseia numa paridade permanente na capacidade militar entre a Rússia e a Ucrânia, que continuará indefinidamente, independentemente do apoio ocidental a Kiev”.

“Resulta, pelo contrário, de limitações autoimpostas às tecnologias que o Ocidente tem estado disposto a fornecer à Ucrânia e de restrições à base industrial de defesa russa resultantes, em grande parte, da relutância do Presidente russo, Vladimir Putin, até agora, em comprometer totalmente a Rússia nesta guerra”, explicou este instituto na sua análise enviada em comunicado.

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Operação influencer: STJ deve esclarecer situação penal de Costa depressa e antes das eleições, diz Santos Silva | in LUSA

Lisboa, 15 nov 2023 (Lusa) – O presidente da Assembleia da República considerou hoje que o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) tem de esclarecer depressa, antes das eleições, a situação penal do primeiro-ministro, frisando que o caso abriu uma crise política.

“É um caso muitíssimo grave e é muito importante que se esclareça o mais depressa possível. Creio que temos o direito de pedir ao STJ que seja lesto na realização do inquérito”, declarou Augusto Santos Silva.

Esta posição foi defendida pelo ex-ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiro em entrevista à RTP3, depois de questionado sobre o processo judicial que conduziu à demissão de António Costa das funções de primeiro-ministro.

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Galamba e os princípios de Goebbels | por Carlos Matos Gomes

Luís Paixão Martins, um dos grandes especialistas portugueses em Comunicação política e empresarial, certamente um dos de maior sucesso, que recentemente publicou um livro sobre o que são as sondagens, desmontou uma frase feita, um soundbyte destinado a criar efeito planeado, que serve de muleta em todos os meios de comunicação: “João Galamba é um ativo tóxico do PS”. Pode ser lido no seu FB e compara o que a comunicação — televisões e centros de propaganda dos partidos — fizeram com a figura de Sócrates. Segue-se a minha prosa:

O facto da frase que considera João Galamba um ativo tóxico do PS ser repetida até à exaustão em todos os grandes meios de manipulação e pelos funcionários que neles propagam as mensagens dos seus patrões prova que estamos perante uma campanha orquestrada. As televisões são hoje igrejas universais do reino dos deuses e os seus funcionários — apresentadores e comentadores — são os pregadores, os missionários. Se entendermos a missão, o objeto do negócio dos meios de comunicação (o core business — para utilizar a linguagem da moda) como o de empresas de propaganda é muito fácil decifrar as suas mensagens e campanhas.

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José Luís Carneiro sugere que deixará passar governo minoritário do PSD: “Não será por mim que o Chega chega ao poder” | in Expresso

O candidato à liderança do PS que está já no terreno, José Luís Carneiro, atacou este domingo o seu opositor, Pedro Nuno Santos, amarrando-o aos partidos da esquerda anti-NATO, e às opções do Governo, de que Pedro Nuno se quer afastar

José Luís Carneiro começou a posicionar-se na sua candidatura à liderança do PS no polo oposto ao do seu adversário, Pedro Nuno Santos. Numa curta entrevista à TVI, quis amarrar Pedro Nuno Santos não só ao Governo de que fez parte como também ao Orçamento do Estado, que votou enquanto deputado no Parlamento.

“Pressuponho que o meu camarada Pedro Nuno Santos representará uma parte dessa herança (do Governo). Ele próprio fez parte do Governo e ele próprio aprovou o Orçamento do Estado. E, portanto, pressuponho que não tenha questões de ruptura com o que está na proposta de Orçamento do Estado”, disse.

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“Provavelmente não haverá um avanço profundo e bonito”: há um documento que contém confissões profundas do principal general ucraniano – que teme uma “armadilha”

Os riscos para a Ucrânia “são enormes”. A natureza da guerra está a mudar e o principal general ucraniano, Valerii Zaluzhnyi, alerta que chegámos “a uma nova fase” que pode rapidamente transformar-se “numa armadilha” e favorecer a Rússia. Num documento intitulado “Guerra Posicional Moderna e Como a Ganhar”, publicado pela revista Economist, o líder do exército ucraniano explica o impasse a que a guerra chegou e as cincos ações que são necessárias para recuperar o território ocupado pelo exército russo.

“Tal como na primeira guerra mundial, atingimos um nível tecnológico que nos coloca num impasse. Provavelmente não haverá um avanço profundo e bonito”, diz Zaluzhnyi na Economist.

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Guterres “expressou-se com grande sentido humanista na afirmação do direito internacional”, diz António Costa | in CNN

26 Outubro 2023

Depois de ter enviado uma mensagem de solidariedade a António Guterres, o primeiro-ministro voltou a defender o secretário-geral das Nações Unidas na tarde desta quinta-feira. António Costa reitera o “total apoio e solidariedade” para com Guterres, que, diz, se afirmou com “grande sentido humanista”. 

Hungria defende cooperação com a Rússia | in Euronews

Hungria vai continuar a cooperar com a Rússia em matéria energética, apesar dos bloqueios europeus impostos ao petróleo e gás russos. Foi o responsável diplomático húngaro, Péter Szijjártó, quem o declarou, numa cimeira na Bielorrússia, revelando até o que considera a receita do sucesso: tecnologia ocidental e combustíveis fósseis acessíveis.

“O sítio onde se compra energia nada tem a ver com política, nem implica uma posição política. É uma questão de realidade física. E, uma vez que a obrigação e responsabilidade do governo húngaro é garantir o abastecimento energético seguro do país, o que não é fisicamente possível sem os recursos russos, vamos continuar a cooperar de forma pragmática com a Rússia. Tal como muitos outros, só que não falam sobre isso”, salientou Péter Szijjártó, ministro dos Negócios Estrangeiros da Hungria.

Já o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, afirmou em Bruxelas que Budapeste tem “orgulho” em “manter aberta” a comunicação com Moscovo. Orbán defende que esta é a estratégia mais eficiente para tentar alcançar a paz.

ИЗКАЗВАНЕТО НА ПУТИН ЗА ВОЙНАТА | O DISCURSO DE PUTIN SOBRE A GUERRA

Russian President Vladimir Putin

“Nunca quis ter uma guerra e nunca comecei uma.” O que estamos fazendo não é guerra.

Lancei uma operação militar para salvar o meu povo dos neonazis que há anos matam pessoas pacíficas e inocentes, russos e não apenas russos na Ucrânia. Lancei uma operação militar para proteger o meu país das bases dos EUA e da NATO.

Lancei uma operação militar para travar a nova ordem mundial, porque essa ordem é contra a humanidade. Se eu tivesse começado uma guerra, então as coisas teriam que parecer diferente. Eu estou dizendo isso! A Rússia utilizará todas as armas e meios. Só se for atacado por um ataque nuclear e espero que não chegue ao ponto em que o mundo pague pelos Estados Unidos e pela Ucrânia.

Guerra nuclear significa o fim do mundo, e eu não quero isso.

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O ex-chanceler alemão Schröder explica porque as negociações entre a Rússia e a Ucrânia falharam | RT em 22 de outubro de 2023

EXTREMAMENTE INTERESSANTE !!! Confirma-se agora o que já se antevia. 

Gerhard Schröder comentou o curso das negociações de paz que Moscovo e Kiev mantiveram em março de 2022 e sublinhou que a delegação ucraniana “tinha que primeiro perguntar aos americanos tudo o que tinham falado”.

O antigo chanceler alemão Gerhard Schröder, no poder entre 1998 e 2005, afirma que os EUA não permitiram que a Ucrânia fizesse quaisquer compromissos com a Rússia e chegasse a um acordo de paz após o início da operação militar especial.

Numa  entrevista  publicada no sábado pelo jornal Berliner Zeitung, o ex-chanceler disse que “os únicos que poderiam regular a guerra em relação à Ucrânia são os americanos”.

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Marcelo saúda redução da dívida portuguesa: “Não é só uma mania europeia”, é “melhor para todos” | in LUSA

“Com a dívida pública muito mais baixa, vale a pena investir mais em Portugal”, reforçou o Presidente da República a partir da Bélgica.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, saudou esta quinta-feira a trajetória de redução da dívida pública portuguesa e defendeu que é melhor para todos, incluindo os portugueses, e “não é só uma mania europeia”.

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Marcelo Rebelo de Sousa | Conflito em Israel: “Ganha-se com o silêncio mais do que com o falar publicamente”

O Senhor Presidente falou bem. Esta afirmação é válida para todos os políticos, que deveriam conversar mais uns com os outros para encontrar soluções, e não para fomentar conflitos, com o péssimo hábito que existe de falarem constantemente criticando-se uns aos outros e fazendo “jogos de coreografia e berraria” que só agravam conflitos e adiam a resolução dos problemas. É feio e mau o que fazem diariamente à vista de todos e para todos. Calem-se e conversem, pensem no País. | (vcs), 19-10-2023

Versão portuguesa de A Nova Arte da Guerra  |  tocar corneta e não desafinar | por Carlos Matos Gomes

Tenho ouvido com surpresa alguns militares de altas patentes comentarem os atuais conflitos, o da Ucrânia e agora o de Israel. Os e as tudólogos e tudólogas apresentam horóscopos. São artistas convidados por razões conhecidas das direções editorais dos meios de comunicação para convencer os clientes mais vulneráveis intelectualmente e não merecem um olhar. Pelo seu lado, os militares são (eram?) tomados como analistas racionais e metódicos. É nesta perceção que assenta a sua credibilidade e que me custa vê-los desbaratar.

A maioria dos militares convidados pronunciam-se sobre a manobra das forças, os armamentos e tomam notória posição a favor dos regimes da Ucrânia e de Israel, replicando as posições da NATO e dos Estados Unidos. O chocante dessas apresentações não é a tomada de partido, é ela não ser assumida e comunicada, como FB faz, indicando que a mensagem tem origem num meio sob controlo da Rússia. Mas, mais surpreendente, são os maus tratos que eles dão aos princípios da guerra, à relação entre a manobra tática e a organização das forças que as realizam e ainda da história das batalhas.

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As Palavras Não São Inocentes | por Carlos Matos Gomes

Guerra e Terrorismo — A propaganda de Israel e dos seus aliados (cúmplices) desenvolveram um dicionário específico para apresentar a situação em Gaza. Os porta-vozes de Israel e dos Estados Unidos foram treinados para o utilizar e difundir. Estão a fazê-lo e a servirem-no em doses maciças.

Israel está em guerra com o Hamas, garantem. É falso, o estado de Israel está em guerra com os palestinianos desde 1948, o Hamas foi criado em 1987. É um conhecimento de cultura geral. Sem investigação muito aprofundada é fácil saber que ocupação da Palestina foi e está a ser conduzida pelos judeus herdeiros dos movimentos terroristas desde os anos trinta do século vinte, quando começaram a lutar contra os ingleses, que tinham mandato da Sociedade da Nações de protetorado na Palestina desde o final da I Grande Guerra e que se manteve até ao final da II Guerra Mundial, quando os ingleses entregaram formalmente a Palestina à ONU, recém criada e aos Estados Unidos e à URSS para a condução prática do imbróglio do que fazer com os judeus sobreviventes do Holocausto. Esses movimentos lutaram através da imposição do terror para expulsar os palestinianos das suas terras e casas, sem olhar a meios.

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Fotografias raras mostram como era a Palestina antes do nascimento de Israel | in Público

Ana Marques Maia 17 de Outubro de 2023

As fotografias históricas que compõem esta fotogaleria levantam o véu sobre a história do território antes da ratificação da “solução de dois estados” da ONU.

“Uma terra sem povo para um povo sem uma terra.” O slogan foi repetido à exaustão, ao longo do século XX, pelo movimento sionista e pelos apoiantes do sionismo para mobilizar a imigração judaica para a Palestina. As fotografias do arquivo do Library of Congress Eric and Edith Matson, tiradas entre 1898 e 1946 e fornecidas ao P3 pelo Palestine Photo Project, contam, no entanto, uma história diferente. A Palestina era, no século XIX e XX, antes do nascimento do Estado de Israel, em 1948, um território habitado por centenas de milhares de pessoas e vivia, segundo a Enciclopédia Britannica, “um renascimento árabe”. 

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POIS É! | Francisco Seixas da Costa

A causa ucraniana vive, desde o início do conflito, numa insuperável contradição: os democratas e amantes da liberdade que a apoiam sentem o desconforto de encontrarem, do mesmo lado da barricada, gente que, em tudo o resto, está nos antípodas das suas opções cívicas e políticas.

Retirado do Facebook | Mural de Francisco Seixas da Costa

6 Outubro 2023

A QUEDA DAS MÁSCARAS | por HUGO DIONÍSIO

27 de Setembro de 2023

Ele entrou, em passo inseguro de quem está marcado pelo peso da História…. Poderia ser confundido com Biden, na forma como se arrastou pela sala e pela forma como dormiu na sessão. Mas estava no Canadá! Contudo, tal como fariam com Biden, a sala de pé, em uníssono, aplaudiu o subitamente célebre “convidado”. 

Cada um dos 338 presentes, na Câmara baixa (Casa dos Comuns) do Parlamento, vigorosamente aplaudiu, assumindo a responsabilidade pelo peso histórico que a situação, em si, exigia. O momento era irrepetível, especial, único na sua essência. Afinal, desde há mais de 78 anos, que uma figura com a identidade política em questão, era recebida em apoteose, num qualquer Parlamento. O aplauso eufórico a um combatente da 2ª grande guerra, com 98 anos, era em si uma oportunidade única. Já não restam muitos, e da qualidade do homenageado, ainda menos. Nunca se sabe se mais alguma vez, aqueles 338 “diligentes” parlamentares, voltarão a ter tal oportunidade.

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Fernando Medina tem a 7ª maior descida de dívida do mundo | in Expresso

Entre 2022 e 2024, o endividamento cai 25,6 pontos do PIB. Melhor na Europa só a Grécia,

Fernando Medina vai chegar ao final do próximo ano como um dos campeões da redução da dívida pública a nível mundial. Se atingir a meta de 98,9% do PIB fixada no Orçamento do Estado (OE), será uma descida de 25,6 pontos percentuais em três anos que apenas são ultrapassados por seis países a nível mundial, segundo cálculos do Expresso a partir das estatísticas publicadas esta semana pelo Fundo Monetário Internacional. Uma descida que tem sido destacada pelas agências de rating — em particular a Fitch — e que tem ajudado a manter controlados os juros da dívida a 10 anos. Neste momento, Portugal paga 3,435%, 0,7 pontos acima da dívida alemã, enquanto espanhóis e italianos pagam, respetivamente, 3,812% e 4,656%.

ARÁBIA SAUDITA SEGUE RÚSSIA E CHINA | QUER ONU A VOTAR CESSAR-FOGO E FIM DO BLOQUEIO A GAZA | 14 Outubro 2023, DN

Conflito entre Israel e o Hamas já fez milhares de mortos de ambos os lados. Acompanhe aqui as informações mais recentes sobre o que se passa no conflito no Médio Oriente. ​​​​​​

14 Outubro 2023 — DN | Lusa

A Arábia Saudita pediu hoje à China que pressione o Conselho de Segurança das Nações Unidas a votar uma resolução de cessar-fogo e se levante “o cerco” à Faixa de Gaza, intensamente bombardeada por Israel e à beira de uma catástrofe humanitária.

O ministro dos Negócios Estrangeiros saudita, Faisal bin Farhan, transmitiu este pedido ao seu homólogo chinês, Wang Yi, através de um telefonema, informou a agência oficial de notícias saudita SPA. A China é membro permanente do Conselho de Segurança.

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Pela reintrodução do Princípio da Incerteza nos parlamentos | por Carlos Matos Gomes

O princípio da incerteza é um dos aspetos mais conhecidos da física do século XX. Foi formulado pelo físico alemão Werner Heisenberg, em 1927 e tem sido muito utilizado para exemplificar a diferença entre a mecânica quântica das teorias físicas clássicas. Nesta, quando conhecemos as condições iniciais, conseguimos determinar o movimento e a posição dos corpos ao fim de um certo espaço de tempo, enquanto, segundo o princípio da incerteza da física quântica, não podemos medir a posição e o momentum de uma partícula com total precisão e quanto mais preciso for o conhecimento de um dos valores, menos sabemos do outro.

Ainda que o princípio da incerteza tenha a sua validade restrita ao nível da física, ao inserir valores como indeterminação e probabilidade no campo da análise de fenómenos físicos podemos aproveitá-lo para o estudo dos comportamentos das sociedades. Existe uma aceitação muito generalizada de que a História da humanidade tem um devir e uma racionalidade.

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Marcelo no IDL: “Situação desoladora” nos partidos e no Estado | in Expresso

“Chegou-se ao ponto de para fazer o PRR o Estado ter que recorrer a um gestor privado”. Faltam gabinetes de estudos e produção de pensamento, também nos partidos, alerta o Presidente da República, numa entrevista a Manuel Monteiro para a nova revista do IDL. Marcelo resume o ar dos tempos: “O que interessa é a sensação imediata”

“Os partidos deixaram de ter gabinetes (de estudo) internos e o Estado deixou de ter gabinetes de planeamento ativos”, lamenta o Presidente da República, que classifica a situação de produção de pensamento nos partidos de “desoladora”.

O pai político do 25 de Novembro foi Mário Soares | por António Campos, in Facebook

A ignorância política da Ana Gomes.

O pai político do 25 de Novembro foi Mário Soares.

Em Março de 1975 Mário Soares demite-se de Ministro dos Negócios Estrangeiros do governo presidido por Vasco Gonçalves. Em junho numa das maiores manifestações após o 25 de Abril, na Fonte Luminosa, Mário Soares denunciou o ataque político á Liberdade conquistada no 25 de Abril pelo PCP.

No verão 24 jornalistas são demitidos do Diário de Notícias pelo Saramago com quem tive uma violenta discussão.

No Verão surge o grupo dos nove no exército comandados pelo Melo Antunes, em dissidência com os ataques às liberdades conquistadas no 25 de Abril.

Em meados de Novembro há o cerco à Assembleia da República.

Passados poucos dias é nomeado Vasco Lourenço para o comando da região militar de Lisboa.

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“O veto no Conselho de Segurança precisa acabar”, propõe Ramos Horta | por Jamil Chade

José Ramos-Horta surpreendeu quando, em setembro, subiu ao púlpito da ONU e levou um discurso de esperança. Para ele, o país que preside, o Timor-Leste, é a prova que anos de conflitos podem ser substituídos por um exemplo de convivência.

Em entrevista exclusiva ao Portal Vozes, o vencedor do Prêmio Nobel da Paz e atual chefe de estado do único país de língua portuguesa da Ásia conversou sobre o futuro da ONU, a ruptura de confiança entre as potências e o papel que o Brasil pode desempenhar na construção de um novo multilateralismo.

Mas, acima de tudo, ele propõe o fim do poder de veto para os membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU. Só a ampliação do órgão não será suficiente.

Para ele, a fratura entre as grandes potências é, hoje, muito profunda. “O Conselho de Segurança é quase irrelevante”, alertou.  

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A realidade dos interesses e a hipocrisia do moralismo de conveniência — Palestina | por Carlos Matos Gomes

O que está a acontecer na Palestina é apenas mais um episódio sangrento do processo que teve início com a criação do Estado de Israel e que prosseguirá até este ser um Estado sentinela, habitado por eleitos que se reclamam da superioridade de raça e religião, com uma só história, um só deus. O primeiro massacre desta longa história de violência é, se me recordo, o que ficou conhecido por Deir Yassin, de 1948, ainda antes do fim do mandato britânico, quando milícias sionistas massacraram cerca de 150 refugiados palestinianos desarmados. O mais conhecido dos massacres talvez seja o de Sabra e Chatila, em 1982, no Líbano. Este recente “episódio” terá, de particular, a conjuntura internacional com a emergência de novos poderes mundiais, de redistribuição de fontes de energia, de moedas de troca, da multiplicação de focos de instabilidade em várias partes do globo que obrigam as grandes potências a dividir forças e a abrir “janelas de oportunidade” a potências regionais.

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25 de Novembro e rigor histórico | José Pacheco Pereira

“O 25 de Abril foi uma data fundadora que acabou com 48 anos de ditadura, e com três guerras coloniais, em Angola, Moçambique e Guiné. Foi um acontecimento de dimensão mundial. O 25 de Novembro foi uma data correctora, comparável à derrota do golpe de 11 de Março, que teve o mesmo papel.”

25 de Novembro e rigor histórico
Quem foi derrotado no 25 de Novembro? Há dois derrotados: a 25, claramente a extrema-esquerda militar; a 26, todos os que queriam usar a derrota do dia anterior para proibir o PCP.

Um militar na Presidência? Gouveia e Melo em primeiro na sondagem SIC/Expresso

Henrique Gouveia e Melo é o nome preferido dos portugueses para ser o próximo Presidente da República. De acordo com a sondagem do ICS/ISCTE para a SIC e Expresso, o Almirante é o mais popular entre o eleitorado de direita e à esquerda só é ultrapassado por António Costa.

António Costa sugere um PRR permanente e reformas para tornar a UE num “grande edifício institucional” | in LUSA

O primeiro-ministro propôs esta sexta-feira reformas para tornar a União Europeia (UE) como um “grande edifício institucional”, onde todos participam usando “os espaços que desejam usar”, visando evitar bloqueios, e sugeriu um “Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) permanente” para enfrentar crises.

Em declarações aos jornalistas no final de uma cimeira europeia informal, realizada na cidade espanhola de Granada e focada em reformas institucionais para preparar a UE para desafios como o do alargamento e das migrações, o chefe de Governo indicou ter proposto aos seus homólogos a visão de uma União como “um grande edifício institucional”, no qual os países “só utilizam alguns dos espaços que desejam verdadeiramente usar”.

Certo é que, para “estruturar o futuro da União, todos têm de participar” no projeto europeu, acrescentou.

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5 de Outubro | Dia da Proclamação da República em Portugal em 1910

1143 — Realiza-se em Zamora (Leão) a conferência de mesmo nome, pela qual é reconhecida pelo rei Afonso VII de Leão e Castela a independência de Portugal.

Aguarela de Alfredo Roque Gameiro, pintor Minderico, natural de Minde, Concelho de Alcanena, Portugal

𝖮𝖲 𝖬𝖤𝖭𝖲𝖠𝖦𝖤𝖨𝖱𝖮𝖲 𝖣𝖠 𝖯𝖱𝖮𝖯𝖠𝖦𝖠𝖭𝖣𝖠 𝖳𝖮𝖱𝖯𝖤 | 𝙊𝙨 𝙘𝙖𝙩𝙖𝙫𝙚𝙣𝙩𝙤𝙨 𝙙𝙤 𝘾𝙤𝙢𝙚𝙣𝙩á𝙧𝙞𝙤 | 𝖯𝗈𝗋 𝖢𝖺𝗋𝗅𝗈𝗌 𝖡𝗋𝖺𝗇𝖼𝗈 (𝖬𝖺𝗃𝗈𝗋-𝖦𝖾𝗇𝖾𝗋𝖺𝗅) 

A «operação especial» levada a cabo pela Rússia na Ucrânia tem captado a atenção internacional e, em particular, a europeia. Desde a primeira hora que considero ser a solução diplomática o caminho para a paz. Contudo, uma máquina de propaganda bem oleada tem passado a ideia de que era possível uma vitória ucraniana rápida e fácil, o que não coincide com os factos. Apesar desta realidade ser cada vez mais incontornável, os mensageiros dessa propaganda, que repetiram e amplificaram a vitória ucraniana como certa dizendo tudo e o seu contrário, contribuíram para a manipulação da opinião pública que, no momento presente, é confrontada com o falhanço da estratégia de Biden e com a necessidade de uma solução política.

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Nem Descobrimentos nem Expansão | Pedro Lains | in Diário de Notícias | 29 Abril 2018

29 Abril 2018 | MUSEU DA HISTÓRIA DE PORTUGAL 

Nem Descobrimentos nem Expansão: aquilo que é preciso é um Museu da História de Portugal. E um museu em que primeiro se pensem os conteúdos e só depois o edifício.

Muitos países tiveram passados grandiosos. Apenas alguns exemplos próximos de nós servem. A Dinamarca já foi um império, a Turquia, o centro do Império Otomano e, claro, a Grã-Bretanha, que já foi o maior império que o mundo alguma vez conheceu. Portugal teve três impérios, cuja história é muito importante e o público sabe isso, porque sente o seu reflexo. Mas é preciso ir mais longe.

Quem estuda um aspecto específico da história da Expansão cedo reconhece que o mundo lá fora dá atenção a dois ou três aspectos e a pouco mais. Certo que Vasco da Gama e António Vieira são figuras de craveira mundial. Mas já muito poucos saberão quem foi Pedro Nunes ou o nónio. Dizer isto é reconhecer que o país é grande, mas à sua dimensão.

Então, será preciso um museu para mostrar quem foi Pedro Nunes? A pergunta pode ser respondida com uma outra: precisamos de um museu do Império Otomano ou da Expansão dinamarquesa? Precisamos de um museu do Império Britânico?

Pedir um museu da Expansão é pormo-nos exactamente ao nível dos que no passado tanto vangloriaram os Descobrimentos.

Os governos da monarquia liberal do século XIX, da República e do Estado Novo usaram os impérios como forma de se justificar perante os cidadãos. Seguramente foi o Estado Novo que mais o fez, com a Exposição do Mundo Português, em 1940, ou as comemorações henriquinas, em 1960. Queremos continuar nessa senda? A discussão do nome de um museu sobre este tema esconde esta questão. Faz o mesmo apenas mudando o nome.

O país precisa de um museu da História de Portugal. Um museu da presença no território que hoje é Portugal dos povos antigos, do Império Romano, das gentes muçulmanas, da reconquista cristã, da formação do Estado medieval e, claro, dos Descobrimentos e da Expansão. Precisa de um museu que mostre e explique a união dinástica com Espanha, a Restauração, o absolutismo, o liberalismo, a República, o Estado Novo, a democracia e o que somos hoje.

Um museu que mostre as origens diversas de um país diverso num mundo diverso, de Viriato a Marco Paulo. Um museu de um período específico da história do país, escolhido por razões enraizadas num passado menos aberto, empobrece o país – e o próprio período que deveria enaltecer. E não seria alargando o âmbito do tema que o projecto melhoraria, pois do que não precisamos mesmo é de ver a história do país – e do mundo – através do binóculo da Expansão.

A teoria desta coisa tem uma tradução prática. Nunca haverá peças suficientes para um museu dos Descobrimentos ou da Expansão. Não há um número suficiente de objectos por aí espalhados à espera de serem reunidos. Não é uma triste realidade, é a realidade. Não há vestígios de uma única nau; o número de instrumentos de navegação é escasso; não há um espólio de Bartolomeu Dias, de Vasco da Gama ou de Pedro Nunes. Há cartas, documentos, pinturas e outras coisas, que faria sentido reunir. E há objectos que podem representar os mundos a que os navegadores e os comerciantes chegaram. Mas tudo isso não encherá um museu. Um museu da Expansão seria sempre um museu com mais ideias do que objectos, em que a ausência de materiais seria compensada por ideias, textos, conceitos. O mesmo não se aplica ao todo milenar que é a história de Portugal.

Todas as boas ideias já foram inventadas. Uma nação que já foi grande territorialmente, que já foi uma grande potência europeia, e que hoje é grande por aquilo que sabe fazer, a Dinamarca, tem o seu Museu de História Nacional. Exemplar, aliás. Com um museu da História de Portugal podíamos compreender os vários tempos históricos das pessoas e dos povos que viveram neste canto de Europa, e colocar os Descobrimentos e a Expansão no contexto nacional e internacional apropriado. Mas primeiro os conteúdos e depois o edifício, já que o país – sobretudo, Lisboa – já tem um número suficiente de obras de regime vazias, algumas feitas de propósito para serem “museus”.

Por decisão pessoal, o autor do texto não escreve segundo o novo Acordo Ortográfico

Pedro Lains in Diário de Notícias


SUGESTÃO

PARQUE TEMÁTICO | História de Portugal de 1143 a 2023, com Figuras de Cera e Efeitos Especiais

Este Museu incluiria os Descobrimentos e a Revolução do 25 de Abril.

Imaginemos, por exemplo, a Partida de Vasco da Gama com a sua armada saindo do cais de Belém a caminho da India. Que cena poderemos imaginar recorrendo à tecnologia de efeitos especiais!

Vítor Coelho da Silva, 26-09-2023

https://dasculturas.com/category/museu-dos-descobrimentos/

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A QUEDA DAS MÁSCARAS | Hugo Dionísio 

Ele entrou, em passo inseguro de quem está marcado pelo peso da História…. Poderia ser confundido com Biden, na forma como se arrastou pela sala e pela forma como dormiu na sessão. Mas estava no Canadá! Contudo, tal como fariam com Biden, a sala de pé, em uníssono, aplaudiu o subitamente célebre “convidado”. 

Cada um dos 338 presentes, na Câmara baixa (Casa dos Comuns) do Parlamento, vigorosamente aplaudiu, assumindo a responsabilidade pelo peso histórico que a situação, em si, exigia. O momento era irrepetível, especial, único na sua essência. Afinal, desde há mais de 78 anos, que uma figura com a identidade política em questão, era recebida em apoteose, num qualquer Parlamento. O aplauso eufórico a um combatente da 2ª grande guerra, com 98 anos, era em si uma oportunidade única. Já não restam muitos, e da qualidade do homenageado, ainda menos. Nunca se sabe se mais alguma vez, aqueles 338 “diligentes” parlamentares, voltarão a ter tal oportunidade.

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Maiores desafios em Portugal? Dívida e fraca produtividade, diz Bruxelas | in LUSA | 20.09.23

A Comissão Europeia apontou hoje a elevada dívida pública e privada e a fraca produtividade como maiores desafios macroeconómicos da economia portuguesa, salientando a “forte combinação de reformas e investimentos” prevista no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

A posição consta de uma informação hoje divulgada pelo executivo comunitário num capítulo sobre o país no âmbito do segundo relatório anual sobre a execução do Mecanismo de Recuperação e Resiliência, o instrumento para reformas e investimentos de 800 mil milhões de euros em toda a UE, dos quais 22,2 mil milhões dizem respeito a Portugal.

Guerra na Ucrânia | ONU afirma que conflito “mina” união mundial

New York, September 17, 2023

António Guterres diz que a guerra na Ucrânia é um dos factores que está a minar a capacidade do mundo se unir. O secretário-geral das Nações Unidas afirma que o conflito atrasa os desafios actuais como as alterações climáticas ou a inteligência artificial. 

Marcelo | Decisão do BCE é “dor de cabeça para governos” e “favorece radicalismos” | in DN.pt

O Presidente da República considerou que a decisão do BCE de subir novamente as taxas de juro “é uma dor de cabeça para todos os governos” e que no plano político favorece os radicalismos e populismos.

Em declarações aos jornalistas à entrada do Centro Canadiano de Arquitetura, em Montreal, durante a sua visita oficial ao Canadá, Marcelo Rebelo de Sousa defendeu que falta na mensagem do Banco Central Europeu (BCE) “um sinal de esperança” e qualificou a sua posição como “muito rígida”.

Segundo o chefe de Estado, “isto é penalizador para todos os governos, todos os governos”, e “o Governo português tem feito o que pode em termos de ajudas sociais neste colete de forças, mas sempre com o BCE a dizer em geral aos governos para fazerem menos de ajudas sociais”.

O Presidente da República apontou a linha seguida pelo BCE como “um colete de forças europeu” que “é uma dor de cabeça para todos os governos e para todos os cidadãos europeus”.

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Quanto vale a União Europeia? Vale mais ou menos que Israel? Ou que o Japão? Ou que a Coreia do Sul? Ou que Taiwan? | por Carlos Matos Gomes

Estas são as minhas interrogações depois de ler o que saiu na comunicação social a propósito do discurso do estado da União Europeia apresentado pela presidente da respetiva comissão!

A resposta da presidente da Comissão Europeia fintou-me. Respondeu com promessas de salvação baseada em desejos, em crenças, em fé à minha boa vontade de entender o que ia nas cabeças das altas instâncias da União. o Discurso, o que li e ouvi dele, recordou-me o texto do capataz da propriedade de aristocratas franceses, à patroa: a propriedade está a arder, mas tudo vai bem, europeus. Tout va bien, madame la marquise.

Mas, ao contrário da carta do administrador da propriedade à marquesa a comunicar o desastre, é, neste caso, a Madame da União Europeia que afirma aos súbditos que tudo vai bem, embora a propriedade esteja a arder.

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ONU | crise na habitação mina confiança dos jovens no sistema político | Volker Türk, Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos | in Lusa

“Acabar com o problema dos sem-abrigo e garantir Habitação a Preços Acessíveis estão firmemente integrados nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. São também um imperativo dos direitos humanos” | Crise na habitação faz com que jovens não confiem nos políticos | © Foto de Ev na Unsplash |

11 de setembro de 2023

Sessão de abertura da 54.ª sessão do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, que decorre até 13 de outubro em Genebra, Suíça.


O alto comissário das Nações Unidas para os direitos humanos advertiu esta segunda-feira (11 de setembro de 2023) que a “aparente indiferença” dos dirigentes políticos relativamente à crise no acesso à habitação, “especialmente evidente em grande parte do mundo industrializado”, mina a confiança dos jovens nos políticos.

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Carlos Moedas considera que falta a Portugal “audácia para fazer coisas” | in LUSA

O presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, considera que falta a Portugal “audácia para fazer coisas” e “não ter medo de fazer coisas”, referiu na Universidade de verão do Instituto +Liberdade, em Fátima.

“Aquilo que falta muito no nosso país é a audácia para fazer coisas, não ter medo de fazer coisas, de dizer coisas, não ter medo dos outros, não ter medo da hierarquia e não ter medo do sistema que está à nossa volta”, afirmou o autarca do PSD, em Fátima, no concelho de Ourém, distrito de Santarém.

Carlos Moedas exemplificou com a ideia de Lisboa ser a capital da inovação e trazer para a capital a Fábrica dos Unicórnios, “ideia que até foi ridicularizada” por alguns. “Atraímos 12 unicórnios. Tínhamos sete em Portugal. Por que é que vieram? Porque alguém, e uma equipa, tiveram a audácia de não ter medo de os ir buscar”, frisou.

O autarca defendeu que a liderança política moderna deve assentar em três pilares, aqueles que também o regem: impacto, intimidade e inspiração.

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Vítor Constâncio alerta para risco de estagflação na zona euro | in Lusa

O ex-vice-governador do BCE Vítor Constâncio prevê que a zona euro está próxima de uma recessão e alerta para o risco de uma estagflação, considerando que colocaria a instituição liderada por Christine Lagarde em dificuldades.

“A desaceleração nas maiores economias europeias tem vindo a acentuar-se, apontando que “no primeiro semestre, oito países tiveram crescimento negativo em relação a 2022 e nove, comparando com o primeiro trimestre”

HPA – HABITAÇÃO DE PREÇOS ACESSÍVEIS | reflexão/sugestão | Resposta do PCP

Caro amigo

Registámos o conjunto de ideias e sugestões avançadas, contudo queremos sublinhar 3 aspectos:

1) Sem prejuízo do papel das Câmaras Municipais sublinhamos que de acordo com a Constituição da República Portuguesa cabe ao Estado ter o papel nuclear de assegurar o direito de todos viverem numa habitação condigna. De facto só o Estado está em condições de se assumir como grande promotor público de habitação intervindo no mercado de arrendamento com rendas compatíveis com o rendimento disponível das famílias.

2)  A emergência de por fim à lei dos despejos/Cristas e limitar o valor das rendas

3) Impor à banca que o aumento contínuo das taxas de juro (impostas pelo BCE) sejam suportadas pelos bancos que continuam a acumular lucros fabulosos

Por último queremos crer que o problema da diferença de opinião entre as diversas forças políticas reside nos interesses de classe que cada um defende, ora PS, PSD, CDS,CH e IL partilham e suportam interesses comuns ou seja os grandes e poderosos, a especulação imobiliária em confronto com a maioria que é classe trabalhadora.

Com os melhores cumprimentos,

O Gabinete Técnico do Secretariado do Comité Central

 08/09/2023

Reflexão dominical | Sobre “diálogos” políticos

Verificamos que são constantes as críticas que os Partidos fazem às leis e decisões que os Governos implementam. É normal, é democrático, está previsto na Constituição a liberdade de opinar e criticar. Mas sempre que, e concretizando, os Partidos criticam e mesmo votam contra leis de quem está no Governo, deveria ser, ao menos moralmente obrigatório, apresentar medidas corretivas e/ou mesmo leis inteiramente diferentes.

E damos um exemplo recente: a atual Maioria do Parlamento votou e aprovou a chamada Lei “Mais Habitação”. Todos os Partidos votaram contra. Mas ainda hoje não nos deram a conhecer as suas propostas de decretos-lei que contrapropõem. Falam, gritam, estridentemente botam discursos com “palavras” feitas contra o que foi aprovado. Mas raramente dizem como fariam e/ou apresentam alternativas claras e completas.

Está mal, meus senhores. É anti-democrático na forma e no conteúdo e na atuação. E dão uma prova declarada de “má-fé”.

As estridências discursivas são ridículas. E hipócritas quando não são acompanhadas de imediato com soluções alternativas bem explícitas.

Ganhem maneiras, minhas senhoras e meus senhores Políticos. Sejam simplesmente democratas. E respeitem o Povo que vos elege.

Vítor Coelho da Silva | 03-09-2023

Vaclav Klaus defende que a guerra na Ucrânia resulta das divisões entre Ocidente e Rússia | in Lusa, Henrique Botequilha

Cascais, Lisboa, 02 set 2023 (Lusa) – O ex-presidente checo Vaclav Klaus defende que a guerra na Ucrânia resulta das divisões entre Ocidente e Rússia, que levaram o líder do Kremlin, Vladimir Putin, a cometer um “erro trágico” com consequências para “anos e anos”.

Em entrevista à Lusa, o antigo político checo sustentou que o conflito não começou em 2022 com a invasão russa, mas remonta a acontecimentos anteriores e a “um confronto entre o Ocidente e a Rússia” de que a Ucrânia é vítima e um instrumento e “provavelmente não o merecia”.

“É uma pena que o Ocidente tenha escolhido a Ucrânia como o lugar para demonstrar a divisão com a Rússia, para demonstrar os seus ​​​​​​​pontos fortes”, afirmou Klaus, à margem das Conferências do Estoril, organizadas pela Nova SBE em Carcavelos (Cascais), onde foi orador.

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Marcelo Rebelo Sousa diz que a “russofobia” é “estúpida” | in ECO

Marcelo Rebelo de Sousa disse que nunca alimentou a “russofobia”, referindo que é um “disparate total” aquilo a que se assistiu quanto à marginalização da história e cultura russa. A intervenção, transmitida pela RTP3, foi feita na universidade de Verão do PSD em Castelo de Vide, Portalegre.

“Independentemente daquilo que se pense sobre a guerra, é um disparate total aquilo a que se assistiu”, de não se tocar mais compositores russos, não se passar mais filmes russos, de toda a história russa ser esquecida e de toda a cultura russa ser omitida, defendeu Marcelo.

“Isso é uma coisa sem senso, e quem pensa assim, quem reage assim, perde boa parte da sua razão quando defende a causa que quer defender. É uma forma estúpida de defender uma causa, que é realmente uma ofensa à inteligência e uma ofensa àquilo que deve ser a nossa visão do mundo”.

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26 de agosto de 55 AC | Júlio César invade a Grã-Bretanha. | in Presente de Grego

É a primeira de duas invasões cesarianas da Grã-Bretanha. Mas César não conseguirá, apesar das vitórias, torná-la província: terá de lidar com as revoltas na Gália continental. Somente Cláudio reduzirá a Grã-Bretanha a uma província real. César, Cláudio e mais tarde os normandos de Guilherme, o Conquistador, serão os únicos invasores bem-sucedidos da Ilha Britânica. E tanto os romanos como os normandos moldarão a cultura inglesa: embora o inglês seja uma língua germânica, a contribuição do latim e do francês será decisiva.

Há algum tempo, alguns professores de inglês tentaram reconstruir a língua inglesa original removendo qualquer contribuição do latim. O resultado foi algo extremamente distorcido do inglês tal como o conhecemos, não apenas no vocabulário, mas também na gramática e na estrutura. Sem mencionar que o primeiro grande herói britânico, Arthur, foi um comandante romano (possivelmente Aurélio Ambrósio) que derrubou os saxões. No entanto, as expedições de César à Grã-Bretanha impressionaram os contemporâneos. Naquela época, era como ir à lua.

Até Catulo, que nunca foi gentil com César, o chama de Magno naquela ocasião.

A Grã-Bretanha era uma ilha remota e selvagem, se você tivesse dito a um contemporâneo de César que aquela ilha se tornaria o centro do maior império da história, ele teria rido na sua cara.

Retirado do Facebook | Mural de Presente de Grego

A importância dos BRICS | António Filipe | in Jornal Expresso

O acrónimo BRICS, composto a partir das iniciais do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, passará a partir do início de 2024, com a fórmula BRICS +, a integrar a Argentina, o Irão, a Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos, a Etiópia e o Egipto como novos membros.

Para além disso, como é sabido, algumas dezenas de outros países pretendem vir a integrar esta plataforma informal de cooperação à escala mundial.

A importância dos BRICS não tem a ver com a natureza dos regimes políticos ou dos sistemas económicos dos países que integram o grupo e que são muito diversos. E não é a pertença aos BRICS ou a ausência dela que vai alterar esse estado de coisas. Há todo um mundo que separa o Brasil da Arábia Saudita em matéria de respeito pelos direitos das mulheres, assim como não há comparação entre a orientação política e ideológica do Partido Comunista que dirige o Estado Chinês e do partido de direita que governa a Índia. A questão não é essa e não é essa a lógica dos BRICS.

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Macron alerta para risco de enfraquecimento da Europa e Ocidente | in LUSA

“Precisamos de ser lúcidos, sem sermos excessivamente pessimistas”, defendeu Macron. E perguntamos nós (eu) »»»»»» e que tal convidar a Federação Russa a fazer parte da Europa? Custa-vos assim tanto ser inteligentes e convidar o País que nos libertou do nazismo em 1945? Lembra-se do que dizia constantemente o grande Charles De Gaulle, que combateu também o nazismo com toda a coragem e firmeza? Ou já esqueceu? EUROPA DO ATLÂNTICO AOS URAIS, mais uma vez, bolas!

O Presidente francês, Emmanuel Macron, alertou hoje para o “risco de enfraquecimento” da Europa e do Ocidente no atual contexto internacional com a emergência de “novas grandes potências”.

Num discurso perante os embaixadores franceses reunidos em Paris, Macron reconheceu que o contexto internacional endureceu e “está a tornar-se mais complicado”.

O novo contexto “corre o risco de enfraquecer o Ocidente e a nossa Europa em particular”, afirmou, citado pela agência francesa AFP.

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Martin Luther King, Jr.’s “I Have A Dream” Speech | History | 28 de Agosto 1963

Seis décadas depois, o movimento pelos direitos civis continua em vigor face aos sucessos casos de brutalidade policial contra afroamericanos e às tentativas dos conservadores para minar a participação eleitoral da população negra.

A manifestação teve início com uma série ativistas e políticos nas escadas do Memorial Abraham Lincoln, o mesmo loca onde Luther King proferiu as suas aclamadas palavras em 28 de agosto de 1963, para logo passar por parte da capital norte-americana.

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A BATALHA QUE AÍ VEM – QUEM PERDEU A UCRÂNIA? | James W. Carden | The American Conservative

The Coming Battle: ‘Who Lost Ukraine?’

À medida que se torna cada vez mais difícil negar o que está a acontecer no campo de batalha na Ucrânia – uma guerra opressiva com centenas de milhares de vítimas- os meios de comunicação social continuam a apresentar uma imagem da guerra destinada a manter o apoio do público, caso o seu entusiasmo por esta última aventura americana no exterior comece a diminuir face às longas e difíceis realidades realidades.

Em junho, o Atlantic publicou uma reportagem de capa de Anne Applebaum e Jeffery Goldberg que afirmava que “O futuro do mundo democrático será determinado pela capacidade dos militares ucranianos de romper o impasse com a Rússia e empurrar o país para trás – talvez até mesmo para fora da Crimeia.”

Em 12 de julho, o colunista de opinião do New York Times, Nicolas Kristof, informou o(s) seu(s) leitor(es) que “Os ucranianos estão se sacrificando por nós. São eles que nos fazem um favor, ao degradarem os militares russos e ao reduzirem o risco de uma guerra na Europa que custaria a vida das nossas tropas.”

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Presidente da República promulga dois Decretos da Assembleia da República e veta um terceiro Decreto | 21 de agosto de 2023

– O Presidente da República promulgou o Decreto que define os objetivos, prioridades e orientações da política criminal para o biénio de 2023-2025, em cumprimento da Lei n.º 17/2006, de 23 de maio, que aprova a Lei-Quadro da Política Criminal.

– Tendo presente a emergência da crise habitacional, que afeta, sobretudo, jovens e famílias mais vulneráveis, e começa a afetar a classe média e a necessidade do aumento da oferta de imóveis para habitação, o Presidente da República promulgou o decreto da Assembleia da República autorizando o Governo a simplificar, significativamente, os procedimentos urbanísticos e de ordenamento do território. Porém, o Presidente da República não deixará de ter presente, na futura apreciação do Decreto-Lei autorizado, a necessidade de compatibilização entre a simplificação urbanística e outros valores a preservar, como é a segurança e qualidade das edificações, a responsabilização dos intervenientes no processo de construção e o importante papel da Administração Local em matéria de habitação e de ordenamento do território. O Presidente da República espera, ainda, que o Governo, se possível, aproveite o ensejo para ponderar a reunião num único diploma de toda a legislação dispersa (imensa e, em alguns casos, contraditória), eliminando contradições e normas obsoletas e melhorando a acessibilidade da legislação do setor, num passo fundamental para a desejável simplificação urbanística. Assim, prefigurando algo que aponte para um Código da Edificação.

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General Raul Luís Cunha | Uma Razão para o apoio dos EUA à Ucrânia

Qual é uma das razões porque os EUA estão a enviar tanto armamento para a Ucrânia?  Seguramente não se trata de caridade cristã.  O que acontece simplesmente é que três grandes multinacionais americanas compraram a Zelensky 17 milhões de hectares das férteis terras negras da Ucrânia. 

Essas multinacionais são a Cargill, a Du Pont e a Monsanto (que embora formalmente seja uma empresa germano-australiana, tem capital americano).  Cerca de cinco por cento das terras agrícolas da Ucrânia também foram compradas pela China.

Para se ter uma ideia aproximada de a quanto correspondem 17 milhões de hectares, basta pensar que toda a Itália tem 16,7 milhões de hectares de terras agrícolas.  Ou seja, aquelas três empresas americanas compraram mais terras agrícolas aráveis na Ucrânia do que as existentes na Itália.

E quem são os acionistas dessas três empresas?  Sempre os mesmos: Vanguard, Blackrock, Blackstone.  Ou seja, as mesmas 3 empresas financeiras que controlam quase todos os bancos do mundo, bem como todas as grandes empresas de armamento do globo.  Ou seja, têm sempre os sus lucros garantidos.

Por isso mesmo, já no período que antecedeu a eclosão da guerra na Ucrânia, houve um forte aumento dos preços das rações (Cargill e Du Pont) e dos fertilizantes (Monsanto-Bayer) – isto porque foram informadas sobre tudo o que se iria passar.

Os meios de comunicação social do ocidente divulgam e fazem a propaganda da guerra, obviamente – pois pertencem às mesmas Vanguard, Blackrock e Blackstone.  E Biden quer prosseguir a guerra – porque, também obviamente, foi eleito por essa mesma poderosa tríade.

Retirado do Facebook | Mural de Raul Luís Cunha

Raul Luís Cunha | As posições dos comentadores militares sobre o conflito na Ucrânia

Aproveitando e copiando uma grande parte do notável texto, em resposta aos dislates do coronel DFA, pelo meu amigo MGen Carlos Branco (a quem pedi autorização para o efeito) e após introduzir as necessárias alterações para o referir à minha pessoa e acrescentar algo da minha lavra, especialmente o adjectivar que me é característico, produzi o artigo que se segue e que mais uma vez importa salientar – só foi possível graças ao extraordinário talento do meu Camarada:

“As posições dos comentadores militares sobre o conflito na Ucrânia podem ser, em termos genéricos, divididas em dois grupos, cujos fundamentos reflectem, curiosamente, as suas experiências profissionais. De um lado estão os que estiveram na guerra e, do outro, os que não estiveram (ter passado pela ex-Jugoslávia, quando já não havia guerra, ou mesmo no Afeganistão, mas sem sair do alojamento, não conta como guerra). As vivências pessoais parecem afectar o modo como se percepcionam os acontecimentos. Se é que é possível enquadrar a posição dos indefectíveis apologistas do Zelensky, ela é mais característica do segundo grupo.

É infantil reduzir o presente conflito ucraniano a uma conveniente fórmula maniqueísta e despojá-lo da complexidade que ele encerra. Os bons contra os maus; de um lado, os invadidos, do outro, os invasores. Será, talvez, uma mensagem forte para efeitos de Comunicação Estratégica, porque é simples e fácil de ser apreendida, mas não é útil para ajudar a compreender um conflito complexo.

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Lula da Silva vai iniciar “campanha global contra a desigualdade” | in LUSA

O Presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou hoje que vai iniciar “uma campanha global contra a desigualdade”, depois de ter falado com o Papa Francisco, com quem se reuniu há um mês no Vaticano.

“Eu agora vou começar uma campanha, já falei com o Papa, com o Conselho Mundial de Igrejas, vou começar uma campanha global contra a desigualdade”, afirmou o líder progressista num evento com sindicalistas, na zona metropolitana de São Paulo.

Lula da Silva, de 77 anos, afirmou que “é necessário acabar com a desigualdade no mundo”.

“Há gente à procura de espaço para viver na Lua e há gente que não tem espaço para viver na Terra. Precisamos cuidar o nosso povo, aqui, no nosso planeta, na nossa casa”, defendeu.

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Aos 100 anos, Henry Kissinger regressa a Pequim e é recebido pelo Presidente chinês Xi Jinping

Kissinger, que foi assessor de Segurança Nacional e secretário de Estado de Richard Nixon (1969-1974) e Gerald Ford (1974-1977), visitou secretamente Pequim, em julho de 1971, para preparar o estabelecimento de relações diplomáticas e abrir caminho para a histórica visita de Nixon à China, em 1972.

O Presidente chinês, Xi Jinping, recebeu esta quinta-feira o ex-secretário de Estado norte-americano Henry Kissinger, em Pequim, informou a televisão estatal CCTV, sem dar mais detalhes.

Kissinger, que celebrou recentemente o 100.º aniversário, foi o arquiteto da reaproximação histórica entre a China e os Estados Unidos, na década de 1970.

A reunião ocorre numa altura em que a relação bilateral atravessa o pior momento, desde o seu estabelecimento, em 1979, face a uma prolongada guerra comercial e diferendos em torno da soberania do Mar do Sul da China, o estatuto de Taiwan ou questões de Direitos Humanos.

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UCRÂNIA | Emb. Seixas da Costa, in Observador, 15 de Junho de 2022

«A Ucrânia está ainda muito longe de poder vir a ser um membro da UE e, mais do que isso, não é ainda claro que tenha condições para o poder vir a ser um dia. É impopular dizer isto? Talvez, mas eu digo.» – Emb. Seixas da Costa, in Observador, 15 de Junho de 2022.

Há uns tempos, no início deste conflito, chamámos a atenção para a pobreza e atraso extremos da Ucrânia – o país mais pobre da Europa – e para o facto de os indicadores económicos e de desenvolvimento social do país só encontrarem termo de comparação em países africanos. O estranho, ou nem tanto, é que na Ucrânia – outrora o centro da indústria aeroespacial, das tecnologias de computação, da investigação médica de ponta, da indústria de construção naval e metalurgia da era soviética – o tempo tenha parado em 1991 e que aquele país imenso que foi até 1980 a 5ª economia europeia em termos brutos, estar hoje 40 anos atrasado em relação à Europa ocidental. Desde a independência, o país perdeu 6 milhões de habitantes para a emigração, metade dos quais procuraram refúgio na Rússia.

Para lá das três dezenas de capítulos e das 88.000 páginas de cerradas exigências para o cumprimento das condições, o país é o inferno do trabalho infantil, da indústria da pedofilia, das barrigas de aluguer, do tráfico de carne branca, da desistência escolar e das 200.000 crianças deficientes reduzidas a esconsos pútridos ali chamados orfanatos; o Estado mais negligente da Europa, o mais pobre e violento apontado até 2020 por todos os relatórios da UNICEF, da Human Rights Watch, da Organização Internacional do Trabalho e outros centos de agências internacionais e ONG’s.

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Vladimir Vladimirovitch Putin

O que os EUA pensam que, se o mundo cair numa terceira guerra mundial, essa guerra será com tanques e caças? Eles estão mentindo cruelmente! Se houver uma terceira guerra mundial no mundo, será com armas nucleares. Eu não queria iniciar uma operação militar, mas eles não me deixaram outra escolha, não quero uma terceira guerra mundial e espero que eles não me provoquem e novamente façam com que a Rússia não tenha outra escolha.

Se fecho os olhos para muitas coisas, é porque penso no bem deste planeta e de todos os seres vivos. Os EUA, a OTAN sempre quiseram tornar tudo deles e todos os países serem seus escravos, mas isso não pode durar para sempre e nem todos os países serão seus escravos.

Eles sempre ameaçaram países, atacaram se alguém não concordasse com eles. A diferença entre a Rússia e a América é que a Rússia sempre luta para salvar nações e países, não por causa de democracias fictícias.

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“A História mostrou que EUA e China não podem arcar com o custo de se tratarem como oponentes”: o pedido de Kissinger a Pequim

©TVI NotíciasHenry Kissinger (Getty)

Palavras sábias, diria o meu Avô Materno, Manuel Achega.

O antigo secretário de Estado norte-americano, Henry Kissinger, pediu esta quarta-feira, em Pequim, que China e Estados Unidos “eliminem mal-entendidos e coexistam pacificamente”, durante um encontro com o ministro da Defesa chinês, Li Shangfu.

Segundo um comunicado emitido pelo ministério da Defesa chinês, Kissinger afirmou que, no mundo atual, coexistem desafios e oportunidades, e que Pequim e Washington devem “evitar a confrontação”.

O veterano político norte-americano disse esperar que as duas potências façam o seu melhor para alcançar resultados positivos no desenvolvimento da relação bilateral, de forma a salvaguardar a paz e a estabilidade mundiais.

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A DESGRAÇA EUROPEIA ESTÁ MUITO BEM DESCRITA POR VLADIMIR PUTIN

LER e REFLECTIR e CONCORDAR com DESGOSTO | Publicado em 16 de julho de 2023

Putin, sobre os líderes europeus: “Se os EUA dissessem que querem enforcá-los, eles apenas perguntariam se podem fazê-lo com cordas feitas domesticamente”

Na mesma entrevista, o presidente afirmou que os políticos europeus “perderam o gene da independência”, referindo-se à sua passividade quando se trata de investigar a sabotagem do Nord Stream.

Os políticos europeus são totalmente subservientes a Washington e farão tudo o que os americanos lhes disserem, diz o presidente russo, Vladimir Putin. É o que afirma uma entrevista ao canal de televisão Rossiya 1, cujo fragmento foi transmitido este domingo.

“Às vezes penso que eles fazem tudo o que lhes mandam do oceano. Se amanhã lhes dissessem: ‘Decidimos enforcá-los todos’, eles abaixariam os olhos e, maravilhados com sua audácia, fariam apenas uma pergunta: “Pode ser feito com cordas? De fabricação nacional?’, disse Putin.

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GUERRA, DESINFORMAÇÃO E DEMOCRACIA | do Major-General Carlos Branco

A propósito do silêncio obscurantista da (des) Comunicação (anti) Social acerca da visita OFICIAL do Presidente de Cuba a Portugal, relembra-se o artigo do Major-general Carlos Branco de Fev de 2023, mais atual que nunca.
“A manipulação informativa turva a cognição e impede que se percepcione a realidade com clareza. Inibe a clarividência e impossibilita-nos irremediavelmente de compreender o outro.
O raciocínio reduz-se a um corrupio de preconceitos.”
“…. quando informação e manipulação se misturam num pântano de insalubridade é clara a conclusão: a democracia está moribunda…. “
“Para além da verdade, também a democracia está a ser vítima desta guerra. A divergência de pensamento transformou-se em delito de opinião”.

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Carlos Branco/Major-General, Carlos Fino, Carlos Matos Gomes e Rodrigo de Sousa e Castro

Tributo simples a quatro portugueses notáveis. Caro leitor, se pretender seguir com a objectividade necessária a Intervenção Militar Especial na Ucrânia, leiam os quatro atentamente. Sem desprimor para outros militares, jornalistas e demais interessados no tema, e que também tanto se esforçam para entender e claramente explicar.

Olhar e compreender AS CAUSAS, não olhemos “apenas e só” para as consequências.

Que a paz e a concórdia voltem em breve. Europa do Atlântico aos Urais. Como dizia o General De GAULLE.

Carta de Habitação: Moedas dececionado com chumbo – e escreveu a Costa | in Idealista

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML) disse ser “uma grande deceção” o chumbo pelos partidos da oposição da autarquia da proposta de consulta pública da Carta Municipal de Habitação (CMH), tendo garantido, no entanto, continuar aberto ao diálogo. Carlos Moedas revelou ainda que escreveu uma missiva ao primeiro-ministro António Costa para o sensibilizar para a importância da cidade ter uma CMH.

“Nestes momentos era importante estarmos unidos e acima dos partidos e lutas partidárias. É com muita tristeza e é uma grande deceção que a CMH que tínhamos proposto para consulta pública tenha sido chumbada pela oposição”, disse o autarca, em declarações aos jornalistas à margem da entrega de 64 chaves do Programa Renda Acessível, em Entrecampos.

Carlos Moedas lembrou a importância do documento para a cidade, frisando que não pode ter “estados de alma”, e garantiu que irá “continuar a dialogar com a oposição”.

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Santos Silva avisa Governo: atenção aos jovens e às políticas públicas | in Expresso

É preciso “ultrapassar estrangulamentos”, nas “políticas orientadas para a juventude mas também no conjunto das políticas públicas”. Augusto Santos Silva alerta que “salto na generalização da educação” implica conseguir “reter talento”

Alguns dos problemas essenciais que o país enfrenta – a começar pelo “estrangulamento” no acesso ao mercado de habitação – têm a juventude no centro e é urgente atuar em várias frentes. O aviso é de Augusto Santos Silva, ex-ministro de António Costa e hoje Presidente do Parlamento, que este sábado falou para uma plateia de jovens no 38º aniversário do Conselho Nacional da Juventude.

“É muito importante que esse trabalho se faça, não só no que diz respeito às políticas especificamente orientadas para a juventude, mas também ao conjunto das políticas públicas porque alguns dos problemas essenciais que enfrentamos e que temos de resolver têm a juventude e os jovens no centro”, alertou Santos Silva, apontando “quatro questões decisivas para o futuro próximo do país”.

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ROBERT F. KENNEDY JR., SOBRINHO DO ASSASSINADO PR DOS EUA EM 1963, JOHN KENNEDY:«MATAMOS 300 MIL UCRANIANOS»

O candidato à nomeação democrata para as eleições presidenciais norte-americanas de 2024 disse numa entrevista que Washington está a “SACRIFICAR O POVO UCRANIANO”.

Em conversa com o apresentador da Fox News, Sean Hannity, o membro da família Kennedy voltou a ser muito crítico do papel dos Estados Unidos no conflito na Ucrânia, e até relacionou a atitude da Administração do Presidente Joe Biden em relação a esta questão com a sua decisão de ser candidato presidencial.

“A razão pela qual estou concorrendo é que não gosto do que Joe Biden está fazendo com este país [Ucrânia]”, disse Kennedy Jr. nesta segunda-feira (8). em frente à televisão americana.

O democrata explicou que os EUA só estão apoiando a Ucrânia porque o confronto de Kiev com Moscou avança sua própria agenda geopolítica, algo semelhante ao que o pensador Noam Chomsky havia dito. em entrevista ao New Statesman na semana passada assegurando que Washington prossegue os seus próprios interesses no país europeu.

“O que estamos fazendo na Ucrânia não é bom para o povo ucraniano.

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Chefe da espionagem russa confirma telefonema com diretor da CIA em que discutiram “o que fazer com a Ucrânia” | Foto de Sergei Naryshkin© TVI Notícias

O diretor do serviço de inteligência externa da Rússia, Sergei Naryshkin, confirmou esta quarta-feira que falou ao telefone com o seu homólogo americano, William Burns, da CIA. Na chamada, que aconteceu no final de junho, discutiram a rebelião do chefe mercenário russo Yevgeny Prigozhin.

Sergei Naryshkin disse à agência russa TASS que Bill Burns quis falar sobre “os eventos de 24 de junho”. Mas na maior parte da ligação, que durou cerca de uma hora, “consideraram e discutiram o que fazer com a Ucrânia”.

A CIA recusou-se a comentar estas declarações. Mas o New York Times e o Wall Street Journal já tinham noticiado que em 30 de junho Burns ligou para Naryshkin para assegurar ao Kremlin que os Estados Unidos não tiveram nenhum papel na revolta do Grupo Wagner.

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Ucrânia: PCP diz que Portugal deve obrigar intervenientes a encontrarem solução | in LUSA

Seia, Guarda, 08 jul 2023 (Lusa) – O secretário-geral do Partido Comunista Português (PCP), Paulo Raimundo, defendeu hoje que Portugal deve pressionar os intervenientes na guerra da Ucrânia a sentarem-se à mesa e a encontrarem uma solução, ao invés de continuar a instigar o conflito.

“O que nós precisamos é que o Estado português, até cumprindo a Constituição, se empenhe, com todos os meios que tiver, para obrigar os intervenientes na guerra a encontrarem uma solução”, referiu.

No final de um comício que decorreu esta tarde em São Romão, no concelho de Seia, o líder do PCP sublinhou aos jornalistas que Portugal deveria “investir tudo” na procura da paz, ao invés de instigar à guerra.

“Deveria pressionar para termos os intervenientes da guerra, a Rússia, a NATO, a União Europeia, sentados à mesa para encontrarem uma solução do conflito”, acrescentou.

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A guerra na Ucrânia e o fim do estado social europeu | Carlos Matos Gomes

Quem se submete aceita a lei do senhor. Os atuais dirigentes da União Europeia optaram por se integrarem na estratégia dos EUA e submeterem-se à sua ordem. Essa submissão não é apenas de ordem militar, é antes de tudo de ordem civilizacional.

A substituição do modelo social europeu do Estado de Bem-Estar teve inicio com Tatcher e os ingleses estiveram sempre na condução desse processo até ao Brexit e agora como os agentes dos EUA na condução das posições europeias quanto à guerra que aqueles travam com a Rússia na Ucrânia.

A destruição do estado social e sua substituição pelo individualismo neoliberal está em curso em toda a Europa com o ataque aos grandes sistemas públicos. Os primeiros alvos têm sido os serviços nacionais de saúde de cada Estado, seguir-se-ão os sistemas de previdência e segurança social e a escola pública.

Os ingleses sempre à frente. A Inglaterra assumiu a missão de fazer da Europa um Estado complementar e vassalo dos Estados Unidos. Isso significa não só a integração da Europa no sistema militar dos EUA, através da NATO, mas a importação do modelo económico e social do neoliberalismo reinante nos EUA.

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Felipe González defiende que gobierne la lista más votada para evitar el bloqueo político

El expresidente del Gobierno, Felipe González, ha irrumpido de lleno en el debate sobre los pactos electorales posicionándose a favor de seguir la fórmula de la lista más votada. El modelo que demanda Alberto Núñez Feijóo, para no tener que depender de Vox, y que rechaza Pedro Sánchez al considerar que el 23-J se vota un proyecto del PP con los de Santiago Abascal o del PSOE con la plataforma de Yolanda Díaz. Para Felipe González, sin embargo, la tendencia a romper los “pactos de centralidad” tiene como resultado que “el país se debilita, se polariza, pierde fuerza y credibilidad tanto interna como internacionalmente”. Este es el escenario en el que estamos ahora, lamenta, para pedir que “busquemos soluciones en las que la lista más votada sea aceptable cuando no haya otra opción. ¿Qué pedimos a cambio de permitir gobernar? No pedir nada. Si no pides nada, tendrán que llegar a acuerdos en cada proyecto de ley y en el presupuesto”.

Esta es la reflexión que el expresidente socialista lanza en el prólogo del monográfico de Nueva Revista, editada por UNIR en colaboración con la Fundación Felipe González, y que lleva por título Pactos. González propone la fórmula de la lista más votada como mal menor ante el hipotético bloqueo político que impide explorar otros grandes acuerdos entre PSOE y PP que tilda como “pactos de centralidad”.

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Moscovo não fechou as portas ao Ocidente: “são eles que não estão interessados em negociar a paz”, garante chefe da diplomacia russa | História de Hélder Gomes 

No final da entrevista, Lavrov sugeriu: “Não assuste os seus telespectadores. Ou, então, assuste com os líderes ocidentais, não com os russos.”

Em entrevista à RTP, Serguei Lavrov justificou a invasão da Ucrânia como “a forma justa de reagir às atitudes nojentas dos neonazis instalados em Kiev, com o apoio dos EUA”. O ministro sugeriu ainda que quem está assustado com uma eventual guerra nuclear deve “recear mais pelos seus próprios governos”. E assegurou: “Não estamos a procurar confrontos, mas nunca nos deixaremos ofender”

O ministro russo dos Negócios Estrangeiros acusa o Ocidente de não estar interessado nas negociações de paz e sugere que quem está assustado com uma eventual guerra nuclear deve preocupar-se com os seus líderes. Em entrevista ao correspondente da RTP em Moscovo, Serguei Lavrov repetiu a retórica que tem vindo a ser utilizada pelo Kremlin para justificar a invasão da Ucrânia e disse que o massacre de Bucha foi “uma das encenações mais cínicas que conhecemos”.

Ao longo dos 50 minutos da entrevista, transmitida esta sexta-feira, o chefe da diplomacia russa repisou algumas das ideias há muito consolidadas na linha oficial de Moscovo. “Não fechamos as portas ao Ocidente. São eles que procuram isolar-se de nós”, acusou, descrevendo o Presidente da Ucrânia como “uma figura que não tem a mínima autonomia”. “Dizem-lhe o que deve fazer, traçam-lhe uma linha de conduta e, seguindo essa linha, ele, claro, improvisa, dependendo do estado das coisas em cada dia concreto. De facto, não faz sentido conversar com ele”, afirmou, referindo-se a Volodymyr Zelensky.

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