Born in Moscow, Natalia Osipova / Наталья Осипова began formal ballet training at the age of nine. From 1996 to 2004, she studied at the Moscow State Academy of Choreography (The Bolshoi Ballet Academy). From 1995 to 2004 she trained at the Moscow State Academy of Choreography and on graduating entered the corps of the Bolshoi Ballet, where she was promoted to principal in 2010. In 2011 she left the Bolshoi to join the Mikhailovsky Ballet as a principal.
Osipova has appeared as a guest artist with companies around the world. In March 2012 she became a principal of American Ballet Theatre, where she created the title role in Alexei Ratmansky’s The Firebird. Her awards include Golden Masks for her performances in In the Upper Room (2008) and La Sylphide (2009), Critics’ Circle National Dance Awards (Best Female Dancer, 2007, 2010 and 2014), Positano Dance Awards (Best Female Dancer, 2008 and 2011) and a Benois de la Danse Award (Best Female Dancer, 2008).
Commentaire. Spinoza nous disait que la joie est le sentiment d’un être de sentir son accomplissement, nous dirions, son fonctionnement et sa santé équilibrée.
La position de Spinoza nous parle beaucoup de ce qu’est la santé, dans ce qu’elle a de plus concret, à savoir son accomplissement. La maladie est-elle la manifestation d’un non accomplissement et d’un blocage ?
La vision de Dieu par Spinoza est en quelque sorte assez proche.
Finalement, santé et spiritualité sont très liées. La spiritualité n’étant pas une notion complexe, mais simplement un amour et un équilibre avec la nature.
Em O Gémeo de Ompanda – e as suas duas almas, Carlos Vale Ferraz convida-nos a fazer uma viagem épica com partida numa pequena localidade do sul de Angola
Com mestria, Carlos Vale Ferraz dá uma vez mais vida a personagens memoráveis em O Gémeo de Ompanda – e as suas duas almas. Um romance indispensável sobre a busca da identidade num mundo de diferenças, que decorre entre Portugal e Angola. O tempo dos missionários laicos portugueses em Angola e a Guerra Civil neste país africano servem de pano de fundo a uma história feita de escolhas. Nela, os protagonistas lutam não só contra os estigmas de duas sociedades, como também contra si próprios. O livro já se encontra em pré-venda e estará disponível nas livrarias a 25 de agosto. Conheça a obra nas palavras do próprio autor:
A Crimeia faz parte da Ucrânia. Assim o diz, de forma inequívoca, o Direito Internacional. Em 1991, quando ficaram definidas as fronteiras dos 15 países que constituíam a antiga União Soviética, nenhuma dúvida parece ter subsistido, mesmo para Moscovo, de que a Crimeia integrava a soberania da nova Ucrânia. Prova indireta desse reconhecimento é o facto de a cidade de Sebastopol, onde está sedeada a frota russa no Mar Negro, bem como a sua região adjacente, terem sido “alugadas” pela Ucrânia à Rússia, que, até 2014, pagava uma “renda” por essa presença. Só se é “inquilino” de uma propriedade alheia.
Em 2014, na imediata sequência dos conflitos internos ocorridos na Ucrânia, com a secessão de zonas russófonas do Donbass e dos novos equilíbrios que resultaram no governo central em Kiev – onde um indiscutível golpe de Estado, muito estimulado pelo ocidente, afastou um presidente pró-russo que antes havia sido legitimamente eleito – a Rússia avançou para a ocupação da Crimeia. Imagino que alguns possam argumentar com algumas “technicalities”, para contestar a factualidade do que acabo de afirmar, mas esta é a realidade política incontroversa para a generalidade da comunidade internacional.
Uma madrassa de colaboracionistas para formar “colaboradores”
O regresso. Os ideólogos do restauração do integrismo estão aí, agora atrás da máscara neoliberal. Em Portugal o neoliberalismo é o regresso ao poder absoluto dos senhores e das elites sobre a sociedade. É o miguelismo com telemóvel e a doutrina do sucesso. Há dias António Barreto, um destes adaptados a extremos direitos, fez uma exposição sobre a ideologia da velha ordem no que respeita à educação. Sobre os objetivos da educação na formatação ideológica das novas gerações. A pretexto da desideologização, da neutralidade, da higienização, da desinfeção da educação na escola publica (as escolas privadas podem vender os seus produtos ideológicos à vontade — existem para isso), propunha a ideologia do salazarismo, em resumo, a teses de que para quem é (os destinados ao trabalho assalariado e sem direitos) bacalhau basta.
A porta mais antiga do Reino Unido. Esta porta de carvalho pertence à Abadia de Westminster é a mais antiga e única porta anglo-saxônica da Grã-Bretanha. A porta está de pé há mais de 950 anos, remontando ao reinado de Eduardo, o Confessor, durante a década de 1050. A porta foi feita de um único carvalho do leste da Inglaterra nos tempos medievais. A peça de carvalho tem 5 tábuas principais, ligadas por tiras de ferro e vigas de madeira, e tem aproximadamente dois metros de altura. Há rumores de que vestígios de pele humana permanecem na porta, mas foi provado que era couro bovino: (acontece que muitos artefatos de madeira eram cobertos com couro para se conservar a qualidade da madeira e para ornamentação do ambiente).
A porta abre-se para a grande sala octogonal, onde os monges se reuniam todos os dias para orações no século XIII e hoje serve como local de armazenamento de importantes documentos religiosos.
Caros AA de La Salle, Antigos Professores, Antigos Funcionários e Amigos de La Salle
Vimos convocar-vos e convidar-vos para o Grande Encontro de AA do Colégio La Salle de Abrantes.
Será uma oportunidade para renovar amizades , tão profundamente gravadas nas nossas memórias.
Celebraremos também os valores de La Salle: A educação como elevador social – A solidariedade e respeito universal para com os povos de todas as culturas, de todas as confissões religiosas, de todos os traços humanos. Todos irmãos, todos necessitados. E continuaremos a reconhecer a modernidade do Senhor de La Salle no estabelecimento das escolas públicas e na implantação de uma nova dignidade para as crianças.
Com 70% dos alemães a exigirem a imediata reabertura de todas as relações comerciais com a Rússia, o grande mistério deste verão carregado de funestos prognósticos para o nosso futuro imediato é o de saber se o desaparecimento público de Ursula Von der Leyen se deve a férias, ou se está em curso uma mais que justa substituição da senhora adepta da guerra que destruirá a Europa.
Não foram precisos seis meses para reconhecer que a histeria odiosa escondia o aprofundamento da vassalidade da UE aos EUA e um mais que certo colapso económico, pelo que se até Outubro não se verificar um volte-face que reponha a normalidade das relações com a Rússia, a fome, o frio e a escuridão decretados pela UE contra a Europa terão resultados inimagináveis. Já vejo os ânimos muito serenados, mas custa muito manter a espinha quando a maioria frívola e manipulável uma vez mais deu mostras de quão voláteis são as pessoas.
O jornalista Leonardo Attuch entrevista o correspondente internacional Pepe Escobar sobre os fatos mais importantes da conjuntura internacional
0:00 Boas vindas 2:00 Pepe manda saudações de Samarcanda 6:00 Uzbequistão está no meio das novas rotas da seda 12:00 Haverá uma nova moeda russo-centro asiática, para passar ao largo do dólar. O trem do mundo multipolar já saiu da estação 13:00 Ucrânia é um peão no meio do jogo entre OTAN e Eurásia 18:00 Alemanha está saindo do estado de negação. Os seis pacotes e sanções estão destruindo a economia europeia 22:30 O establishment britânico está diretamente implicado na guerra contra a Rússia. Vai ganhar a Liz Truss porque um indiano não pode ser primeiro-ministro inglês 38:00 Pepe fala sobre Taiwan. Jamais a resposta chinesa seria agressiva. É uma reação calculada, no tempo deles e a longo prazo. O que os chineses farão é o ensaio do bloqueio total de Taiwan. Xi Jinping já colocou a sexta marcha 46:00 Parceria China-Rússia é de altíssimo nível também no campo militar 52:00 Europa está virando um grande Porto Rico 59:00 Vitória de Lula será um game changer para o Sul Global. Estamos assistindo à guerra entre o império e seus vassalos contra a Eurásia 1:04:00 O império está sofrendo duas humilhações: uma no Afeganistão e uma na Ucrânia 1:07:00 Lula é o único dirigente do Sul Global que tem perfil de líder aceito por todos 1:09:00 Prisão na cultura asiática é vista como um rito de passagem para a sabedoria. Prisão de Lula foi isso 1:28:00 Ucranianos podem provocar um desastre nuclear, que vai invadir a Europa 1:33:00 Brasil é visto como colônia por Rússia e China. Elites europeias foram compradas e doutrinada pelo império 1:43:00 Sim, o império pode ruir porque o tecido social está se rompendo nos EUA
O Corão não narra a vida de Issa de uma forma cronológica, nem a história da sua vida pode ser encontrada numa só passagem; em vez disso as referências à sua pessoa têm geralmente como objetivo ilustrar um determinado ensinamento.
O Corão refere-se a Issa em quinze suras (capítulos) e em noventa e três (93) versos. Ele é designado nesta escritura de várias maneiras, como al-Masih (messias), nabi (profeta), rasul (mensageiro), Ibn Maryam (filho de Maria), min al-muiarraben (entre os que estão próximos de Deus), wadjih (digno de louvor neste mundo e no próximo), mubarak (abençoado) e Abd Allah (servo de Deus).
O que começou por ser uma reportagem dos jornalistas José Pedro Castanheira e Valdemar Cruz para o jornal Expresso (distinguida com o Grande Prémio Gazeta 2002, principal galardão de jornalismo concedido em Portugal) acabou num livro. “A Filha Rebelde”, obra editada pela Temas e Debates, em 2003, constitui o desenvolvimento dessa reportagem.
Trata-se da história de Ana Maria Palhota Silva Pais (1935 – 1990), conhecida pelo petit nom Annie, a filha única do último diretor da PIDE, o major Fernando Silva Pais, que dirigiu a polícia política do regime fascista durante os seus últimos doze anos (de 1962 a 1974), que se apaixonou pela revolução cubana, deixando-se envolver pelo clima de efervescência política e social vivido em Havana nos agitados anos 60.
Annie era uma mulher extremamente bonita, culta e com uma sólida formação, determinada, corajosa, que vivia com todas as facilidades e mordomias, e que abandonou todo o seu passado e estatuto, todas as suas referências familiares, todas as suas amizades, para, sob o fascínio da figura de Che Guevara, se entregar à revolução cubana com a qual se identificou.
Simone de Beauvoir (1908-1986) foi uma escritora francesa, filósofa existencialista, memorialista e feminista, considerada uma das maiores representantes do existencialismo na França. Manteve um longo e polêmico relacionamento amoroso com o filósofo Paul Sartre.
Simone Lucie Ernestine de Marie Bertrand de Beauvoir, conhecida como Simone de Beauvoir, nasceu em Paris, França, no dia 9 de janeiro de 1908. Filha de um advogado e leitor compulsivo, desde a adolescência já pensava em ser escritora.
Entre 1913 e 1925, estudou no Institute Adeline Désir, uma escola católica para meninas. Em 1925, Simone de Beauvoir ingressou no curso de matemática do Instituto Católico de Paris e no curso de literatura e línguas no Institute Saint-Marie.
Em seguida, Simone de Beauvoir estudou Filosofia na Universidade de Sorbonne, onde entrou em contato com outros jovens intelectuais como René Maheu e Jean-Paul Sartre, com quem manteve um longo e polêmico relacionamento. Em 1929 concluiu o curso de Filosofia.
Em 1931, com 23 anos, Simone de Beauvoir foi nomeada professora de Filosofia na Universidade de Marseille, onde permaneceu até 1932. Em seguida foi transferida para Ruen. Em 1943, retornou à Paris como professora de Filosofia do Lycée Molière.
Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre
Simone de Beauvoir manteve um relacionamento aberto e um compartilhamento intelectual com o também filósofo Jean-Paul Sartre por mais de 50 anos. Nunca chegaram a se casar ou a ter filhos.
French authors and philosophers Jean-Paul Sartre (1905 – 1980) and Simone de Beauvoir (1908 – 1986) in Sartre’s apartment on the Rue Bonaparte, Paris, France, circa 1964. (Photo by Gisele Freund/Photo Researchers History/Getty Images)Continuar a ler →
Dormi contigo toda a noite junto ao mar, na ilha. Eras doce e selvagem entre o prazer e o sono, entre o fogo e a água.
Os nossos sonos uniram-se talvez muito tarde no alto ou no fundo, em cima como ramos que um mesmo vento agita, em baixo como vermelhas raízes que se tocam.
0 teu sono separou-se talvez do meu e andava à minha procura pelo mar escuro como dantes, quando ainda não existias, quando sem te avistar naveguei a teu lado e os teus olhos buscavam o que agora — pão, vinho, amor e cólera — te dou às mãos cheias, porque tu és a taça que esperava os dons da minha vida.
(…) a falta de poder das Ordens Profissionais para fazer valer estes e outros direitos, como o do Direito de Autor completamente desrespeitado (…)
Sou de uma geração em que para se ter o diploma de Arquitecto, se frequentava durante seis longos anos (dentro da Escola) e um outro mais, de Estágio em atelier, um curso que para além de disciplinas comuns a Engenharias , se abordavam muitas outras áreas desde a Sociologia à História, da Teoria da Arquitetura aos diferentes conceitos de como encontrar soluções na cadeira de Projecto ou ao Planeamento e desenho do território.
Fui ganhando experiência em ateliers de vários arquitectos, fui funcionário público em equipa alargada para projectos de desenho urbano e de edifícios, trabalhei numa empresa de pre-fabricação em contacto directo com obra, dei aulas de projecto durante 10 anos em duas faculdades, constitui atelier e participei em numerosos concursos públicos de arquitectura, ganhando alguns e perdendo mais, investi em conhecimento ao longo de toda uma carreira profissional, colaborei com inúmeros colegas dentro e fora do País, integrei equipas no agora falada modalidade de concepção/ construção, continuo como sempre estive, empenhado na profissão que escolhi.
A neutralidade da Ucrânia teria evitado a guerra iniciada com uma invasão russa. Mas o presidente dos EUA, Joe Biden, e os submissos dirigentes da União Europeia e de praticamente todos os seus países membros preferiram, por razões ideológicas, deixar aberta a porta da NATO, mas sem proteger a Ucrânia. E agora alimentam mais e mais a continuação da guerra com o fornecimento de armas cada vez mais poderosas e sofisticadas.
O conceito de social-democracia tem mudado com o passar das décadas desde sua introdução. A diferença fundamental entre a social-democracia e outras formas de ideologia política, como o marxismo ortodoxo, é a crença na supremacia da ação política em contraste à supremacia da ação económica ou do determinismo económico-socioindustrial.[2][3]
Historicamente, os partidos sociais-democratas advogaram o socialismo de maneira estrita, a ser atingido através da luta de classes. No início do século XX, entretanto, vários partidos socialistas começaram a rejeitar a revolução e outras ideias tradicionais do marxismo como a luta de classes, e passaram a adquirir posições mais moderadas. Essas posições mais moderadas incluíram a crença de que o reformismo era uma maneira possível de atingir o socialismo. Dessa forma, a social-democracia moderna se desviou do socialismo científico, aproximando-se da ideia de um Estado de bem-estar social democrático, e incorporando elementos tanto do socialismo como do capitalismo. Os social-democratas tentam reformar o capitalismo democraticamente através de regulação estatal e da criação de programas que diminuem ou eliminem as injustiças sociais inerentes ao capitalismo, tais como Rendimento Social de Inserção (Portugal), Bolsa Família (Brasil) e Opportunity NYC. Esta abordagem difere significativamente do socialismo tradicional, que tem, como objetivo, substituir o sistema capitalista inteiramente por um novo sistema econômico caracterizado pela propriedade coletiva dos meios de produção pelos trabalhadores.
Todos os dias os encontro. Evito-os. Às vezes sou obrigado a escutá-los, a dialogar com eles. Já não me confrangem. Contam-me vitórias. Querem vencer, querem, convencidos, convencer. Vençam lá, à vontade. Sobretudo, vençam sem me chatear.
Mas também os aturo por escrito. No livro, no jornal. Romancistas, poetas, ensaístas, críticos (de cinema, meu Deus, de cinema!). Será que voltaram os polígrafos? Voltaram, pois, e em força.
Convencidos da vida há-os, afinal, por toda a parte, em todos (e por todos) os meios. Eles estão convictos da sua excelência, da excelência das suas obras e manobras (as obras justificam as manobras), de que podem ser, se ainda não são, os melhores, os mais em vista.
Praticam, uns com os outros, nada de genuinamente indecente: apenas um espelhismo lisonjeador. Além de espectadores, o convencido precisa de irmãos-em-convencimento. Isolado, através de quem poderia continuar a convencer-se, a propagar-se?
(…) No corre-que-corre, o convencido da vida não é um vaidoso à toa. Ele é o vaidoso que quer extrair da sua vaidade, que nunca é gratuita, todo o rendimento possível. Nos negócios, na política, no jornalismo, nas letras, nas artes. É tão capaz de aceitar uma condecoração como de rejeitá-la. Depende do que, na circunstância, ele julgar que lhe será mais útil.
Para quem o sabe observar, para quem tem a pachorra de lhe seguir a trajectória, o convencido da vida farta-se de cometer «gaffes». Não importa: o caminho é em frente e para cima. A pior das «gaffes», além daquelas, apenas formais, que decorrem da sua ignorância de certos sinais ou etiquetas de casta, de classe, e que o inculcam como um arrivista, um «parvenu», a pior das «gaffes» é o convencido da vida julgar-se mais hábil manobrador do que qualquer outro.
Daí que não seja tão raro como isso ver um convencido da vida fazer plof e descer, liquidado, para as profundas. Se tiver raça, pôr-se-á, imediatamente, a «refaire surface». Cá chegado, ei-lo a retomar, metamorfoseado ou não, o seu propósito de se convencer da vida – da sua, claro – para de novo ser, com toda a plenitude, o convencido da vida que, afinal… sempre foi.
Alexandre O’Neill, in “Uma Coisa em Forma de Assim”
Estarei nos risos das crianças quando têm fome e as chamam para jantar.
«Não sei para onde vou mãe (…). Andarei por ai no escuro. Estarei em toda a parte. para onde quer que olhem. Onde houver uma luta para que os famintos possam comer, estarei lá. Onde houver um policia a espancar uma pessoa, estarei lá. Estarei nos gritos das pessoas que enlouquecem. Estarei nos risos das crianças quando têm fome e as chamam para jantar. E quando as pessoas comerem aquilo que cultivam e viverem nas casas que constroem, também lá estarei.»
Galileo di Vincenzo Bonaulti de Galilei, mais conhecido como Galileu Galilei (Pisa, 15 de fevereiro de 1564 — Florença, 8 de janeiro de 1642), foi um astrônomo, físico e engenheiro florentino, às vezes descrito como polímata.[2] Com frequência é referenciado como “pai da astronomia observacional”,[3] “pai da física moderna”,[4][5] “pai do método científico“[6] e “pai da ciência moderna“.[7]
A defesa de Galileu do heliocentrismo e do copernicanismo foi controversa durante sua vida, quando a maioria adotava modelos geocêntricos, como o sistema ticônico.[8] Ele encontrou a oposição de astrônomos, que duvidavam do heliocentrismo por conta da ausência da observação de uma paralaxe estelar.[8] O assunto foi investigado pela Inquisição Romana em 1615, que concluiu que o heliocentrismo era “tolo e absurdo em filosofia e formalmente herético, pois contradiz explicitamente em muitos lugares o sentido da Sagrada Escritura”.[8][9][10]
Mais tarde, Galileu defendeu suas opiniões no Diálogo sobre os Dois Principais Sistemas Mundiais (1632), que parecia atacar o papa Urbano VIII e, assim, alienou-o dos jesuítas, que até então o haviam apoiado.[8] Foi julgado pela Inquisição, considerado “veementemente suspeito de heresia” e forçado a se retratar, e passou o resto de sua vida em prisão domiciliar.[11][12] Enquanto estava preso, escreveu a obra Duas Novas Ciências, na qual resumiu o trabalho feito, cerca de quarenta anos antes, nas duas ciências atualmente designadas cinemática e força dos materiais.[13]
Bernini (1598-1680) foi um escultor, arquiteto e pintor italiano, um dos pioneiros da arte barroca. Foi o maior escultor do século XVII, autor das grandes colunas da Praça de São Pedro, e do baldaquino, cúpula sustentada por colunas retorcidas que estão sobre o Altar Maior da Basílica de São Pedro no Vaticano.
Gian Lorenzo Bernini nasceu em Nápoles, Itália, no dia 7 de dezembro de 1598. Filho do escultor Pietro Bernini aprendeu no atelier do pai a arte de esculpir.
Ainda criança, mudou-se com a família para Roma, onde o pai iria realizar a decoração da Capela Paulina da Basílica de Santa Maria Maggiore.
Nos séculos XVI e XVII, Roma foi marcada por grandes obras, em capelas, altares, monumentos funerais e por elementos decorativos que invadiram os edifícios religiosos, o que permitiu o artista mostrar seu talento de forma precoce.
Primeiras obras de Bernini
Em 1616, Bernini já mostrava seu talento com a obra “Enéas, Anquises e Ascânio” fugindo de Tróia, ainda sob a influência de seu pai.
We have become accustomed to believing that thought and practice are separate compartments of life. Whoever thinks the world does not make the world and vice versa. But, there was a time when the sages, eventually called scientists or artists, circulated in different fields of culture. Mathematics, physics, architecture, painting, sculpture were the raw material of thought and action. The industrial revolution brought down the idea of Renaissance knowledge and, since the 19th century, specialization has been gaining strength.
A Família Rothschild é uma família judia, com origem em Hamburgo, Alemanha, que estabeleceu uma dinastia bancária na Europa.
Prosperou no fim do século XVIII, e chegou a ultrapassar as mais poderosas famílias bancárias rivais da época, como a família Baring e a família Berenberg.
Acredita-se que quando a família estava no seu auge, no século XIX, possuía a maior fortuna privada no mundo — assim como a mais larga fortuna da Idade Moderna. Acredita-se que a fortuna subsequentemente diminuiu, pois foi dividida entre centenas de descendentes. Hoje, os negócios da família Rothschild estão numa escala muito menor que no século XIX, embora estejam envolvidos em diversos campos, incluindo: mineração, bancos, energia, agricultura mista, vinho e instituições de caridade.
Mayer Amschel Rothschild, fundador da dinastia
Os Rothschild participaram dos negócios mais dinâmicos durante a Revolução Industrial,[1] em especial a indústria têxtil, que florescia. As tecelagens mecanizadas da Inglaterra produziam tecidos de qualidade em grande quantidade.
Passaram a negociar também essa mercadoria. O comércio do algodão oriundo da América do Norte para as tecelagens na Grã-Bretanha permitiu que a Casa Rothschild criasse vínculos através do Atlântico, com a florescente economia estadunidense.
Os Rothschilds já possuíam uma grande fortuna antes das Guerras Napoleônicas (1803–1815).[2] Em uma oportunidade, a rede de mensageiros da família, espalhada pela Europa, permitiu que Nathan de Rothschild recebesse em Londres notícia da vitória de Wellington na batalha de Waterloo com um dia de antecedência, a chegada dos mensageiros oficiais do governo britânico.[3]
Rockefeller revolucionou a indústria do petróleo. Em 1870, fundou a Standard Oil Company e a comandou agressivamente até sua aposentadoria oficial em 1897.[1] A Standard Oil começou com uma parceria em Ohio de John com seu irmão, William Rockefeller, Henry Flagler, Jabez Bostwick, o químico Samuel Andrews e Stephen V. Harkness. Como a importância do querosene e da gasolina estava em alta, a riqueza de Rockefeller cresceu e ele se tornou o homem mais rico do mundo e o primeiro americano a ter mais de um bilhão de dólares. Em 1937, sua fortuna foi avaliada em US$ 1,4 bilhão.[a 1] Ajustando sua fortuna da época à inflação (1937–2020), o valor é o equivalente a US$ 25,2 bilhões de dólares atuais. Porém, caso a comparação seja em relação ao PIB americano de 1937, no valor de US$ 78 bilhões, Rockefeller é considerado o homem mais rico da história, acumulado fortuna de aproximadamente, 1,96% do PIB americano, com cerca de US$ 418 bilhões de dólares atualizados em 2019.[2][3][4][5][6]
Uma figura central e polarizadora, quer na política interna, quer na política internacional desde os anos 60, foi firme na sua política de não-alinhamento em relação às superpotências, acompanhado pelo apoio a numerosos movimentos de libertação do terceiro mundo após a descolonização, incluindo, o mais controverso, o apoio económico e vocal a vários governos do Terceiro Mundo. Palme foi o primeiro chefe de governo ocidental a visitar Cuba após sua revolução, fazendo um discurso em Santiago elogiando os revolucionários contemporâneos cubanos e cambojanos.
Palme tornou-se conhecido como um dos maiores exemplos da Social-Democracia Escandinava, tendo levado mais longe que qualquer outro político a ideia de conciliar uma economia de mercado com um estado social. Durante o seu governo, a Suécia gozou de uma forte economia e dos níveis de assistência social mais altos no mundo. Ficou ainda conhecido como forte opositor do Apartheid e da Guerra do Vietnam, o que lhe causou graves conflitos com Washington.[2]
there are worse things than being alone but it often takes decades to realize this and most often when you do it’s too late and there’s nothing worse than too late.
Nascido como filho ilegítimo de um notário, Piero da Vinci, e de uma camponesa, Caterina, em Vinci, na região da Florença, foi educado no ateliê do renomado pintor florentino, Verrocchio. Passou a maior parte do início de sua vida profissional a serviço de Ludovico Sforza (Ludovico il Moro), em Milão; trabalhou posteriormente em Veneza, Roma e Bolonha, e passou seus últimos dias na França, numa casa que lhe foi presenteada pelo rei Francisco I. Leonardo era, como até hoje, conhecido principalmente como pintor.[7] Duas de suas obras, a Mona Lisa[2] e A Última Ceia,[2] estão entre as pinturas mais famosas, mais reproduzidas e mais parodiadas de todos os tempos, e sua fama se compara apenas à Criação de Adão, de Michelangelo.[6] O desenho do Homem Vitruviano, feito por Leonardo, também é tido como um ícone cultural,[8] e foi reproduzido por todas as partes, desde o euro até camisetas. Cerca de quinze de suas pinturas sobreviveram até os dias de hoje; o número pequeno se deve às suas experiências constantes — e frequentemente desastrosas — com novas técnicas, além de sua procrastinação crônica.[nb 2] Ainda assim, estas poucas obras, juntamente com seus cadernos de anotações — que contêm desenhos, diagramas científicos, e seus pensamentos sobre a natureza da pintura — formam uma contribuição às futuras gerações de artistas que só pode ser rivalizada à de seu contemporâneo, Michelangelo.[nb 3]
Nascido em uma família de judeus alemães, mudou-se para a Suíça ainda jovem e iniciou seus estudos na Escola Politécnica de Zurique. Após dois anos procurando emprego, obteve um cargo no escritório de patentes suíço enquanto ingressava no curso de doutorado da Universidade de Zurique. Em 1905, publicou uma série de artigos acadêmicos revolucionários. Uma de suas obras era o desenvolvimento da teoria da relatividade especial. Percebeu, no entanto, que o princípio da relatividade também poderia ser estendido para campos gravitacionais, e com a sua posterior teoria da gravitação, de 1916, publicou um artigo sobre a teoria da relatividade geral. Enquanto acumulava cargos em universidades e instituições, continuou a lidar com problemas da mecânica estatística e teoria quântica, o que levou às suas explicações sobre a teoria das partículas e o movimento browniano. Também investigou as propriedades térmicas da luz, o que lançou as bases da teoria dos fótons. Em 1917, aplicou a teoria da relatividade geral para modelar a estrutura do universo como um todo. Suas obras renderam-lhe o status de celebridade mundial enquanto tornava-se uma nova figura na história da humanidade, recebendo prêmios internacionais e sendo convidado de chefes de estado e autoridades.
“J’ai atteint le summum du succès dans le monde des affaires. Dans les yeux des autres, ma vie est une réussite.
Cependant, mis à part le travail, j’ai eu peu de joie.
En fin de compte, la richesse n’est qu’un fait auquel je me suis habitué.
En ce moment, allongé sur mon lit d’hôpital, et me rappelant toute ma vie, je me rends compte que toute la reconnaissance et la richesse dans laquelle j’ai pris tant de fierté, a pâli et est devenue insignifiante face à la mort imminente.
O grande objetivo desta medida passa por acabar com a dependência energética da Rússia.
O Chanceler alemão, Olaf Scholz, insiste na construção de um gasoduto de Portugal para a Europa Central.
O grande objetivo desta medida passa por acabar com a dependência energética da Rússia.
Esta quinta-feira, em conferência de imprensa, Olaf Scholz defendeu a construção de um gasoduto que chegaria à Europa Central atravessando Portugal e Espanha, de modo a reduzir a necessidade de importação de gás russo.
Segundo o Chanceler alemão, a medida beneficiaria a Europa, que atravessa atualmente uma crise energética.
Para o próprio, o gasoduto é fundamental para restabelecer a estabilidade energética no velho continente.
Scholz revelou também que já iniciou contactos com os líderes de Portugal, Espanha, França e da Comissão Europeia, para lhes fazer chegar a sua vontade em fazer avançar o projeto.
A verdade é o que queremos acreditar. E é a verdade que os clientes querem.
A verdade sobre os ataques à central nuclear de Zaporizhia, na Ucrânia.
A verdade oficial para clientes já convertidos é a de que a central, situada em território ocupado pelas Forças Russas está a ser bombardeada pelas forças Russas;
A verdade oficial para quem quer ficar de bem com a sua consciência e para isso necessita de acreditar é a de que o Ocidente (os EUA, ea NATO) não sabem quem ataca, se os russos atiram sobre si próprios, em operações de falsa bandeira, como defendeu um general português vindo da NATO, na TVI. Ou se serão, de facto os ucranianos.
O busilis das verdades dos EUA e da NATO (acolitadas pela ONU, que remédio) é que é muito difícil de acreditar que um sistema de observação por satélite tão eficaz e rigoroso que permite aos EUA matar o lider da Al-Qeda – al-Zawahiri – na varanda sua casa, num prédio indistinto da confusa cidade que é Cabul, disparando um míssil tão certeiro que poupou a pobre família do homem, não consiga saber com certeza quem dispara misseis contra a central nuclear, ainda para mais com as armas que lhe forneceu!.
Pois é nesta elevada competencia em rastrear movimentos de um homem e atingi-lo na varanda da sua casa, em Cabul e na elevada incompetencia em saber quem dispara há dias armas pesadas em direção a uma central nuclear que os “amigos de Zelenski” querem que os pobres de espirito, nós, acreditemos.
Em conclusão, biblica, é mais fácil um camaelo passar pelo fundo de uma agulha que um rico ir para o Céu. Ou, é mais fácil aos americanos descobrirem um homem à varanda de casa em Kabul do que uma bateria de mísseis e artilharia pesada na Ucrânia!
Retirado do Facebook | Mural de Carlos Matos Gomes
Antes de ir desta para melhor, vou dar com a língua nos dentes e lavar roupa suja. Com a faca e o queijo na mão, com uma perna às costas e de olhos fechados, vou sacudir a água do capote. Ainda tirei o cavalinho da chuva, tentei riscar este assunto do mapa, mas eu sou uma troca-tintas, uma vira casacas e vou voltar à vaca fria.
Andava eu a brincar aqui com os meus botões, a chorar sobre o leite derramado, com bicho carpinteiro e macaquinhos na cabeça, quando decidi procurar uma agulha no palheiro. Eu sei, eu não bato bem da bola, mas sentia-me pior que uma lesma e tinha uma pedra no sapato. O problema é que andava a bater com a cabeça nas paredes há algum tempo, com um aperto no coração e uma enorme vontade de arrancar cabelos. Passei muitos dias com cara de caso e com a cabeça nas nuvens como uma barata tonta.
Num artigo publicado em 2010, o antigo diplomata singapurense Kishore Mahbubani alertava-nos para o que diferencia, em assuntos de segurança, a cultura ocidental, leia-se norte-americana e europeia, da asiática. A primeira baseia-se em aspetos ideológicos e morais, enquanto a segunda no pragmatismo, e, consequentemente, no compromisso. Mahbubani defendia serem as decisões assentes no primado da ideologia e não no pragmatismo que tornam, muitas vezes, as abordagens ocidentais ineficazes e/ou contraproducentes.
Não terá sido por acaso que as duas guerras mundiais tiveram o seu epicentro no espaço europeu. A maioria dos decisores asiáticos prefere concentrar-se nos resultados. Isso explica, segundo Mahbubani, que as políticas europeias maniqueístas, baseadas em preconceitos ideológicos, obrigando a escolher e a tomar partido, têm-se revelado, infelizmente, pouco subtis e de reduzido efeito.
O argumento de Mahbubani pode ser testado empiricamente nos acontecimentos em curso na Ucrânia. A sua validade é por demais evidente nas escolhas que conduziram à eclosão da guerra – a obstinação do Ocidente em não respeitar durante três décadas as reiteradas preocupações securitárias da Rússia (de Gorbatchov até Putin, passando por Yeltsin), e insistir em trazer a Ucrânia para a NATO, que continua a reiterar (veja-se o conceito estratégico recentemente aprovado na cimeira de Madrid), mesmo depois dos acontecimentos na Geórgia, em agosto de 2008.
Um compromisso com a Rússia, tornando a Ucrânia num Estado geopoliticamente neutral, teria sido uma solução suportável e teria impedido a guerra. O mesmo se aplica aos acontecimentos que se seguiram a 24 de fevereiro de 2022.
Nas planuras ucranianas, que os soldados hitlerianos calcaram até serem parados, cercados, derrotados e humilhados já nas margens do Volga, trava-se hoje uma guerra civil, entre os nacionalistas ucranianos de Kiev, apoiados pelo chamado agora Ocidente alargado, e os independentistas do Donbass, ucranianos russófonos, apoiados pela Rússia.
Como se chegou aqui parece hoje tudo muito claro.
Quando o general secretário de estado da defesa americano declarou urbi et orbi que o objectivo dos EUA era quebrarem a espinha dorsal da resistência russa, que querendo ou não, se havia metido naquela armadilha, as dúvidas desvaneceram-se.
Face ao acelerar da globalização e consequente acréscimo do poderio chinês condicionar a Rússia, para os americanos, era o passo essencial para tornar as fronteiras terrestres da China, na imensidão asiática, altamente vulneráveis.
Começa a ser evidente que os neoconservadores norte-americanos conseguiram impor na Europa, através de uma guerra de informação sem precedentes, uma vertigem bélica e anti-russa, cujas consequências levará tempo a avaliar. É, no entanto, possível identificar os sinais do que vem por aí.
Derrotados. Não se sabe ainda quem ganhará esta guerra (se é que alguém a ganhará, para além da indústria do armamento), mas já se sabe quem mais perde com ela. São o povo ucraniano e os restantes povos europeus. A Ucrânia em ruínas e os milhões de refugiados e a descida da cotação do euro são os sinais mais claros da derrota.
Nas sete décadas que se seguiram à destruição causada pela Segunda Guerra Mundial, a Europa, então designada como ocidental, reergueu-se. Liderada por governantes de alto nível intelectual e apoiada pelos EUA em sua cruzada para travar o comunismo, a Europa Ocidental conseguiu impor-se como uma região de paz e de desenvolvimento, ainda que muito deste fosse à custa do capital colonial que acumulara durante séculos. Bastou uma guerra fantasma – travada na Europa, mas não protagonizada pela Europa e nem sequer no interesse dos europeus – para pôr tudo isto a perder.
“É simplesmente desmoralizante. Ver e ouvir os serviços de notícias das três ou quatro estações de televisão é pena capital. A banalidade reina. O lugar-comum impera. A linguagem é automática. A preguiça é virtude. O tosco é arte. A brutalidade passa por emoção. A vulgaridade é sinal de verdade. A boçalidade é prova do que é genuíno. A submissão ao poder e aos partidos é democracia. A falta de cultura e de inteligência é isenção profissional.
Os serviços de notícias de uma hora ou hora e meia, às vezes duas, quase únicos no mundo, são assim porque não se pode gastar dinheiro, não se quer ou não sabe trabalhar na redacção, porque não há quem estude nem quem pense. Os alinhamentos são idênticos de canal para canal.
Quem marca a agenda dos noticiários são os partidos, os ministros e os treinadores de futebol. Quem estabelece os horários são as conferências de imprensa, as inaugurações, as visitas de ministros e os jogadores de futebol.
Os directos excitantes, sem matéria de excitação, são a jóia de qualquer serviço. Por tudo e nada, sai um directo. Figurão no aeroporto, comboio atrasado, treinador de futebol maldisposto, incêndio numa floresta, assassinato de criança e acidente com camião: sai um directo, com jornalista aprendiz a falar como se estivesse no meio da guerra civil, a fim de dar emoção e fazer humano.
Jornalistas em directo gaguejam palavreado sobre qualquer assunto: importante e humano é o directo, não editado, não pensado, não trabalhado, inculto, mal dito, mal soletrado, mal organizado, inútil, vago e vazio, mas sempre dito de um só fôlego para dar emoção! Repetem-se quilómetros de filme e horas de conversa tosca sobre incêndios de florestas e futebol. É o reino da preguiça e da estupidez.
É absoluto o desprezo por tudo quanto é estrangeiro, a não ser que haja muitos mortos e algum terrorismo pelo caminho. As questões políticas internacionais quase não existem ou são despejadas no fim. Outras, incluindo científicas e artísticas, são esquecidas. Quase não há comentadores isentos, ou especialistas competentes, mas há partidários fixos e políticos no activo, autarcas, deputados, o que for, incluindo políticos na reserva, políticos na espera e candidatos a qualquer coisa! Cultura? Será o ministro da dita. Ciência? Vai ser o secretário de Estado respectivo. Arte? Um director-geral chega.
Repetem-se as cenas pungentes, com lágrima de mãe, choro de criança, esgares de pai e tremores de voz de toda a gente. Não há respeito pela privacidade. Não há decoro nem pudor. Tudo em nome da informação em directo. Tudo supostamente por uma informação humanizada, quando o que se faz é puramente selvagem e predador. Assassinatos de familiares, raptos de crianças e mulheres, infanticídios, uxoricídios e outros homicídios ocupam horas de serviços.
A falta de critério profissional, inteligente e culto é proverbial. Qualquer tema importante, assunto de relevo ou notícia interessante pode ser interrompido por um treinador que fala, um jogador que chega, um futebolista que rosna ou um adepto que divaga.
Procuram-se presidentes e ministros nos corredores dos palácios, à entrada de tascas, à saída de reuniões e à porta de inaugurações. Dá-se a palavra passivamente a tudo quanto parece ter poder, ministro de preferência, responsável partidário a seguir. Os partidos fazem as notícias, quase as lêem e comentam-nas. Um pequeno partido de menos de 10% comanda canais e serviços de notícias.
A concepção do pluralismo é de uma total indigência: se uma notícia for comentada por cinco ou seis representantes dos partidos, há pluralismo! O mesmo pode repetir-se três ou quatro vezes no mesmo serviço de notícias! É o pluralismo dos *papagaios no seu melhor!
Uma consolação: nisto, governos e partidos parecem-se uns com os outros. Como os canais de televisão.
Responsável da Amnistia Internacional em Kiev demite-se criticando organização
(clicar no URL em baixo)
O relatório, divulgado na quinta-feira, alertava que as forças ucranianas colocam em perigo a população civil quando estabelecem bases militares em zonas residenciais e lançam ataques a partir de áreas habitadas por civis.
As forças ucranianas põem civis em perigo quando montam bases e operam sistemas de armas “em zonas habitadas por civis, incluindo em escolas e hospitais, para repelir a invasão russa que começou em fevereiro”, refere a organização no documento, acrescentando que essas táticas violam o direito internacional e tornam zonas civis em objetivos militares contra os quais os russos retaliam.
As capitais ocidentais estão cada vez mais alarmadas com o aprofundamento da cooperação económica entre o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdoğan, e Vladimir Putin, alertando para o risco crescente de que o Estado membro da NATO possa ser atingido por retaliação punitiva se ajudar a Rússia a evitar sanções.
Seis funcionários ocidentais disseram ao Financial Times que estavam preocupados com a promessa feita na sexta-feira pelos líderes turcos e russos de expandir sua cooperação em comércio e energia após uma reunião de quatro horas em Sochi.
Um funcionário da UE disse que o bloco de 27 membros está monitorando a cooperação turco-russa “cada vez mais de perto”, expressando preocupação de que a Turquia esteja “cada vez mais” se tornando uma plataforma para o comércio com a Rússia.
Outro descreveu o comportamento da Turquia em relação à Rússia como “muito oportunista”, acrescentando: “Estamos tentando fazer com que os turcos prestem atenção às nossas preocupações”.
O Conselho Português para a Paz e Cooperação assinala os 77 anos dos bombardeamentos de Hiroxima e Nagasáqui
– É urgente a assinatura e ratificação do Tratado de Proibição de Armas Nucleares
Em agosto de 1945 – a Segunda Guerra Mundial terminara na Europa, formalmente, apenas há três meses –, o mundo era confrontado com um ato inumano e inesperado. Sem aviso prévio, no dia 6, os Estados Unidos da América (EUA) lançavam sobre a cidade japonesa de Hiroxima uma bomba atómica, e três dias depois, outra sobre a cidade de Nagasáqui. À época, essas cidades eram desprovidas de importância militar, e o Japão encontrava-se em processo de capitulação.
Não é tanto simpatia pela Rússia – não tenho saudades. É mais dúvidas quanto ao acerto das políticas que vêm sendo seguidas contra ela.
Querer “isolar” a Rússia, que é um continente riquíssimo em todo o tipo de matérias-primas e de onde nos vinha até agora energia barata, ainda por cima com países como a China, a Índia, a África do Sul ou até o Brasil contrários a essa posição, parece-me que não faz muito sentido e vai contra os interesses dos europeus.
A política externa, ao contrário do que alguns nos querem fazer crer, não se deve orientar só por “valores” – caminho direto para o confronto -, mas antes de mais pela defesa bem ponderada de quais são ou não são os nossos reais interesses. Ignorar isso e morder a isca dos “valores”, pode levar-nos, como já está a levar, a subordinar os nossos interesses aos dos outros.
Como já se percebeu, quem ganha com a guerra da Ucrânia e com as políticas europeias que vêm sendo seguidas são os Estados Unidos e a China. Não é, certamente, como também já se viu, a Europa. Portanto…
A Europa Ocidental tem apenas mais 20 a 30 anos de democracia; depois disso deslizará sem motor e sem leme sob o mar envolvente da ditadura (…) Willy Brandt, chanceler da República Federal da Alemanha, 1974
Willy Brandt, polémico mas suficientemente lúcido para não fechar pontes em plena guerra fria, era um estadista, espécie entretanto desaparecida como os dinossauros. Governou nos tempos em que se pensava existir uma coisa chamada «social-democracia», que durante as últimas décadas também «deslizou sem motor e sem leme» para a selvajaria neoliberal, a ditadura da economia sobre a política, passo decisivo para a extinção da democracia – como estamos a perceber.
Brandt não era um bruxo; limitou-se a reflectir sobre perspectivas a médio prazo com base na percepção, leitura objectiva das realidades, experiência e intuição que não lhe faltavam porque era um praticante de política, actividade que é um direito geral de cidadania entretanto «promovida» a uma espécie de «ciência oculta» actualmente apenas ao alcance de uma seita de predestinados com capacidade para governar, dominada pela arrogância, a frieza desumana, a irresponsabilidade e a mediocridade, particularidades afinal essenciais num regime autoritário.
As palavras do antigo chanceler alemão, proferidas pouco antes de deixar o cargo, projectam-se na actualidade de maneira tão evidente como inquietante. Acertam em cheio no «deslizamento» da Europa para a ditadura política, completando-se assim o cenário aberto pelo totalitarismo da economia (ditadura do mercado), embora mantendo aparências formais em matéria de direitos cívicos, entretanto ferozmente vigiados e combatidos passo-a-passo por meios antidemocráticos.
Das moscas do mercado é uma frase-título do livro «Assim Falava Zaratustra», de Friedrich Nietzsche. “Das moscas do mercado”: “Foge, meu amigo, para a solidão! Vejo-te ensurdecido pelo ruído dos grandes homens e picado pelos ferrões dos pequenos”.
Parece-me uma apreciação adequada ao tempo que vivemos. Os ditos grandes homens, e grandes mulheres, aqueles que determinam a nossa vida venderam-nos um conjunto de felicidades futuras se os apoiássemos na guerra contra a Rússia. O diabolizado presidente da Federação Russa, que invadira a pacífica e ordeira Ucrânia, governada por um quase santo revelado nas televisões locais. Havia que repor a ordem e punir o agressor. Nós, as moscas, éramos convocados para a gesta dos grandes homens e mulheres.
Nietzsche tinha uma opinião sobre os grandes homens e mulheres que governavam o mundo quando chega o momento de verificar o balanço entre promessas e realizações:
“Tornaram-se todos outra vez devotos; estão a rezar, estão doidos!” (…) E, de facto, todos aqueles homens superiores, os dois reis, o Papa aposentado, o maligno enfeitiçador, o mendigo voluntário, o viajante sombra, o velho vaticinador, o consciencioso do espírito e o homem mais feio, estavam de joelhos, todos como crianças ou velhinhas piedosas, e adoravam o burro. E, nesse preciso momento, o homem mais feio começou a gorgolejar e a bufar como se algo inexprimível dele quisesse sair; mas quando, realmente, conseguiu chegar a articular palavras, eis que surdiu uma estranha e devota ladainha para glorificação do adorado e incensado burro. Ora, essa ladainha rezava assim: “Ámen! Louvor, honra, sabedoria, gratidão, recompensa e força ao nosso Deus, de eternidade em eternidade!” Ao que o burro, porém, zurrou: “Hi-han!”
Os grandes homens e mulheres de hoje não parecem muito distintos do retrato que dele fez Nietzsche e zurram, até gritarem: Salve-se quem puder!
Terá sido suicídio ou crime? – interroga o inspetor. A dra. Nikki Alexander (protagonista na série Silent Witness) afirma que a vítima estava em estado terminal devido ao abuso de drogas, mas a sua morte foi induzida. A análise revelou que estava viciada em neoliberalismo e atlantismo, de que não se conseguiu libertar.
Daniel Vaz de Carvalho
Vassalagem total da UE.
1 – UE, propaganda e distopia
Na UE o que salta à vista desde logo é a incompetência, a ineficácia dos seus dirigentes. Mas não só. Pelos media proliferam comentadores cuja nulidade é aflitiva, autênticos moinhos de palavras, repetem-se exaustivamente sobre os mesmos temas, incapazes de se debruçarem sobre as causas.
A UE entrou no campo da distopia, a utopia negativa, deixou de representar os interesses dos seus países, deixou-se arrastar pela arrogância belicista do que mais negativo veio do outro lado do Atlântico: os neocons, que forjaram uma “ameaça russa”, nova versão da “ameaça russa” do tempo da União Soviética. Neste contexto, a NATO quer que os países dediquem 2% do PIB para o orçamento militar. Mau vai quando o orçamento militar é maior que o da cultura, em Portugal 0,25% da despesa da Administração Central.
Que ameaça representava a Rússia quando nos finais de 2021, propôs um tratado de segurança coletiva aos países ocidentais, dada a expansão da NATO – ao contrário do acordado com Gorbatchov – e o intenso rearmamento da Ucrânia para prosseguir o conflito contra os independentistas antifascistas do Donbass e a Crimeia?
Fracasso na guerra contra a Rússia pode acelerar um longo declínio. Mas com ele vêm arrogância e ambições irreais. E há perigo à frente – porque os impérios não se admitem nem como espaços subalternos, nem em relações igualitárias.
O que os ocidentais designam por Ocidente ou civilização ocidental é um espaço geopolítico que emergiu no século XVI e se expandiu continuamente até ao século XX. Na véspera da Primeira Guerra Mundial, cerca de 90% do globo terrestre era ocidental ou dominado pelo Ocidente: Europa, Rússia, as Américas, África, Oceânia e boa parte da Ásia (com parciais excepções do Japão e da China).
A partir de então, o Ocidente começou a contrair: primeiro com a revolução Russa de 1917 e a emergência do bloco soviético, depois, a partir de meados do século, com os movimentos de descolonização. O espaço terrestre (e logo depois, o extraterrestre) passou a ser um campo de intensa disputa.
Entretanto, o que os ocidentais entendiam por Ocidente foi-se modificando. Começara por ser cristianismo, colonialismo, passando a capitalismo e imperialismo, para se ir metamorfoseando em democracia, direitos humanos, descolonização, auto-determinação, “relações internacionais baseadas em regras” – tornando sempre claro que as regras eram estabelecidas pelo Ocidente e apenas se cumpriam quando servissem os interesses deste – e, finalmente, em globalização.
Mandar umas bojardas num concerto é um tónico para contas e egos. Nada de mal. Haja liberdade de expressão.
A bojarda é apenas um adereço de palco. O público bate palmas, alivia-se de gases e ri-se. O artista sai em ombros escoltado pelos seguranças privados das claques das SAD da bola. Malta fina.
O número é de excelente e seguro efeito. O Putin que vá para a mãe dele.
O chato é que há uma guerra de resultados conhecidos. A realidade é a son of a bitch. (existe tradução automática para quem quiser).
Qual é a realidade: O Putin ganha! E quem se meteu com ele sabia isso desde o início. As maiores empresas mundiais como sabiam disso nunca tiveram lucros tão assombrosos como os do primeiro semestre deste ano, devido à guerra. Até as empresas portuguesas foram ao pote.
Porque sabiam e sabem o resultado da guerra as grandes empresas do mundo, os conferencistas do Forum de Davos, os sócios do Clube de Bildberg, o G-7, o G-20, o Vaticano, a NATO, a Casa Branca, Wall Street, o Bank of America, tiveram enormes lucros. A esses ninguém os manda àquela parte! São o sistema.
A análise da guerra na Ucrânia fornece pistas muito interessantes sobre o estado do pensamento ocidental no século XXI.
Um deles é a persistência (resiliência) da raiz do pensamento grego de que somos herdeiros. O recurso, consciente ou não a essa raiz é particularmente evidente nos defensores da estratégia dos Estados Unidos e da crença de que por detrás dela se encontra a defesa de valores morais — ditos ocidentais — para a impor e justificar.
O pensamento grego aliou a filosofia e a teologia por razões apologéticas e, como estamos a ver todos os dias, ainda hoje essa aliança é eficaz como argumento de propaganda.
Um dos movimentos mais importantes na história do pensamento cristão chama-se “apologético” e os movimentos que o promovem funcionam como ratoeiras. O truque argumentativo reside em dar ao adversário um crédito baseado no pressuposto de que as suas ideias são, em última análise, as mesmas do inimigo e em levá-lo a acreditar na existência de verdades comuns. É uma concessão que funciona como isco e que ainda funciona em certos setores da comunicação e demagogia.
Goethe permaneceu em reclusão durante meses para estudar a Ética e, a partir daí, passou por um processo de transformação.
“Na Ética de Spinoza encontrei apaziguamento para minhas paixões; pareceu-me que se abria ante meus olhos uma visão ampla e livre sobre o mundo físico e moral.
A imagem deste mundo é transitória; desejaria ocupar-me somente das coisas duradouras e conseguir a eternidade para meu espírito, de acordo com a doutrina de Spinoza”.
Johann Wolfgang von Goethe (alemão:Frankfurt am Main, 28 de agosto de 1749 — Weimar, 22 de março de 1832) foi um polímata, autor e estadista alemão do Sacro Império Romano-Germânico que também fez incursões pelo campo da ciência natural. Como escritor, Goethe foi uma das mais importantes figuras da literatura alemã e do Romantismo europeu, nos finais do século XVIII e inícios do século XIX.
Florbela Espanca (Vila Viçosa, 8 de dezembro de 1894 — Matosinhos, 8 de dezembro de 1930), batizada como Flor Bela Lobo, e que opta por se autonomear Florbela d’Alma da Conceição Espanca, foi uma poeta portuguesa. A sua vida, de apenas 36 anos, foi plena, embora tumultuosa, inquieta e cheia de sofrimentos íntimos, que a autora soube transformar em poesia da mais alta qualidade, carregada de erotização, feminilidade e panteísmo. Há uma biblioteca com o seu nome em Matosinhos.
Esperamos que estejas em vésperas de férias e de partida para algum lugar muito fresco!
Este verão tão quente que estamos a sentir está a tornar ainda mais evidente que não podemos deixar que o nosso Governo, e os Governos de todos os países europeus, continuem a ignorar o quão urgente é agir perante as alterações climáticas.
O DiEM25 tem um plano para a transição verde que é possível concretizar, a partir de amanhã, com a atual legislação europeia, e esta é uma das principais razões pelas quais gostávamos que te juntasses a nós nas próximas ações que vamos organizar a partir de Setembro. Não temos tempo a perder!
I Para comemorar o 40º aniversário de sua estreia literária, o poeta Iacyr Anderson Freitas (1963) acaba de lançar Os campos calcinados (São Paulo, Faria e Silva Editora, 2022), que reúne toda a sua produção lírica escrita após o seu livro anterior, Estação dasClínicas (2016), além de poemas que até então figuravam apenas em periódicos nacionais e estrangeiros. A exemplo de obras anteriores, os poemas do novo livro trazem a cáustica ironia e o sentimento de perda que são características marcantes do seu itinerário literário. < /span> Dividida em cinco partes bem distintas – “O cerol no ouvido”, “Menos café que cicuta”, “Perder um país”, “Este mínimo infinito: breviário” e “Limão Capeta” –, a obra traz peças que fundem o pictórico com o sonoro, expressando o sentimento do poeta em imagens que valem por si mesmas. O poema “A derradeira”, que consta da terceira parte, é um bom exemplo disso: “a manhã curvou seus sinos aos escolhidos / : tu estavas dormindo / veio silenciosa / brindar os passantes / com a última rosa / branca enorme esplendorosa / a última / a d erradeira rosa / a manhã curvou seus sinos / sobre o sono dos vencidos / era domingo / adeus vida que não veio / vento que acende os aceiros / adeus amores de outrora / vela que se queimou no vime dos veleiros / : a manhã devora / a última rosa”. A imagem que se desprende da frase “a vida que não veio”, de certo modo, repete-se em “Abaixo, no lugar de rancor, use a palavra amor”, poema que consta da primeira parte, pois traz o mesmo sentimento que evoca um poema de Manuel Bandeira (1886-1968), “Pneumotórax”, que fala de “uma vida inteira que podia ter sido e que não foi”. Segue o poema: “nada como um rancor não correspondido / no lugar da dor / o olvido / nenhum remorso / nenhum ódio ressentido / nenhuma palavra / como navalha / no ouvido / somente o vazio o vazio infinito / do que não foi / vivido”.
A guerra na Ucrânia é o ápice de um projeto de 30 anos do movimento neoconservador americano. O governo Biden está repleto dos mesmos neocons que defenderam as guerras de escolha dos EUA na Sérvia (1999), Afeganistão (2001), Iraque (2003), Síria (2011), Líbia (2011), e que tanto fizeram para provocar a Rússia a invadir a Ucrânia. O histórico dos neoconservadores é de um desastre absoluto, mesmo assim Biden formou sua equipe com neoconservadores. Como resultado, Biden está levando a Ucrânia, os EUA e a União Europeia a mais um desastre geopolítico. Se a Europa tiver alguma visão própria, ela se separará desses desastres da política externa dos EUA.
O movimento neocon surgiu na década de 1970 em torno de um grupo de intelectuais de atuação pública, vários dos quais foram influenciados pelo cientista político da Universidade de Chicago, Leo Strauss, e pelo classicista da Universidade de Yale, Donald Kagan. Os líderes neoconservadores incluíam Norman Podhoretz, Irving Kristol, Paul Wolfowitz, Robert Kagan (filho de Donald), Frederick Kagan (filho de Donald), Victoria Nuland (esposa de Robert), Elliott Cohen, Elliott Abrams e Kimberley Allen Kagan (esposa de Frederick).
I Com o seu arguto olhar feminino e feminista, característica já marcante em suas obras anteriores, a romancista e contista Eltânia André volta a premiar seus leitores com um novo livro, desta vez, de contos, e minicontos ou microcontos: Corpos luminosos (São Paulo, Editora Urutau, 2022), que reúne 29 peças em que a autora se mostra conhecedora das variadas técnicas da escrita, como o monólogo interior e o fluxo de consciência, exercitando o realismo, especialmente o interior, que procura ressaltar os conflitos da alma. E tudo feito com singular liberdade criadora. No texto de apresentação que escreveu para esta obra, o experiente romancista e contista Whisner Fraga, diz, com percuciência, que a prosa de Eltânia é densa, urdida para apanhar o leitor no contrapé. “Com diversas referências da mitologia, da literatura, da filosofia, da música, de outras artes, estes textos cativam pelo lirismo e pela abrangência de temas e situações”, ressalta.
A verdade é que, sem nunca o ter encontrado, conheci James Caan à minha maneira e fiquei mesmo amigo dele. E gosto de dar uma palavra aos amigos, quando eles dão aquele passo em direcção ao infinito ou, sei lá, abismo, talvez vazio.
Fui à Mansão e não estava lá James Caan. A Mansão é a de Hugh Heffner e tinha tudo o que fez a tépida e insuportável felicidade de James Caan, o actor que agora morreu e lá viveu. Entrei. Uma orquestra de jazz tocava ao ar livre do alto dessa colina de Mulholland Drive. E o que vi tanto me enterneceria a mim como ao mais pálido e animalista sequaz do PAN: havia um vendaval de playmates – camonianas ninfas, claro –, mas também havia esquilos, macacos, tucanos, papagaios, pavões brancos e flamingos cor-de-rosa, ainda mais bonitos do que os meus flamingos do Lobito. Havia outras feras e centenas de coelhos, lots of rabbits.
As playmates levaram-nos depois para o celestial aconchego de uma sauna escavada na rocha. Olhei e nem James Caan, nem Jack Nicholson se escondiam nas caves pré-históricas, que a perversa mente de Heffner, pai da Playboy, construiu.
As últimas semanas da guerra têm sido marcadas pelos avanços das tropas russas na Ucrânia, nomeadamente no Donbass, obrigando à retirada dos militares ucranianos, que começam agora a contra-atacar e tentar reconquistar as cidades que ficaram nas mãos dos russos – Kherson, Mykolaiv ou Zaporizhzhia. Mas os especialistas militares não perspetivam um bom desfecho para a Ucrânia, que enfrenta uma tarefa quase “impossível” no terreno.
Nestes quase cinco meses de guerra, parece já evidente que “a Ucrânia tem sido mais eficaz em ações defensivas do que em ações ofensivas”, começa por apontar o major-general Agostinho Costa. É certo que o exército ucraniano já conduziu algumas ações ofensivas – como ocorreu em Kharkiv, há cerca de um mês, quando conseguiram empurrar os russos para a fronteira – mas há algumas limitações do ponto de vista militar que impedem uma “ofensiva geral”, acrescenta o também vice-presidente da EuroDefense.
El partido Svoboda (Libertad) se convierte en un mediador entre los grupos empresariales-políticos y los militantes
Ahora podemos observar la aparición de un nuevo punto de la inestabilidad política y tensión en las fronteras de la UE. Es Ucrania. Es desconocido cuál será el resultado de los acontecimientos que hoy se desarrollan aquí, pero se puede decir con seguridad que en este país los partidos y movimientos de extrema derecha finalmente se han legitimado. Esto significa que en el mapa mundial de la infraestructura de los terroristas y radicales va a ser el nuevo punto de control.
23 de Julho, realiza-se na Escola Secundária Luís de Camões (Antigo Liceu Camões) o 4º Forum Liberdade e Pensamento Crítico. Eu participarei com Ricardo Pais Mamede no Painel moderado por David Zink com o título “Encruzilhadas da Guerra e da Paz”. Deixo aqui o link para os possíveis interessados e também o desdobrável do Programa. | CARLOS MATOS GOMES
O IV Fórum Liberdade e Pensamento Crítico vai, à semelhança de anos anteriores, proporcionar um dia onde se contemplam exposições temáticas e de pintura, decorrem debates e atividades culturais que incluem um concerto de encerramento, antecedido por momentos de dança, teatro e poesia.
Estarão presentes associações cívicas e culturais com mostras gastronómicas, livros e outros produtos. O tema geral do Fórum é Informação e Desinformação, tema transversal aos debates. Pretende-se fomentar uma reflexão conjunta sobre a verdade e a ética em confronto com a falsidade, as notícias falsas, manipuladas; a verdade que colide com os interesses do poder político e que é sonegada; a verdade como ameaça pela confrontação entre interesses e valores, a manipulação da opinião pública e os jogos de poder.
As sessões serão dinamizadas por convidados e moderadas pelos organizadores, em formato de debate informal.
A Comissão Europeia concordou com os membros do Parlamento Europeu não só abrandando, como também contestando a transição verde. A taxonomia tornou-se negra – o gás e a energia nuclear são agora oficialmente rotulados como “verdes”.
No DiEM25 advertimos o público de que a energia nuclear é um ponto de partida para as armas nucleares, e que é pouco fiável, cara, perigosa e lenta de instalar; enquanto o gás é finito, destrutivo, e contribui para o problema que a Comissão afirma querer resolver.
Colocámos coletivamente muito trabalho e recursos na nossa campanha Don’t Paint It Green, que possibilitava assinar a nossa petição, tweetar ao Presidente da Comissão, enviar um e-mail ao seu MPE, entre outras iniciativas. E não ficámos por aí. Os nossos camaradas estiveram à frente do Parlamento Europeu vestidos com fatos de proteção e com um barril nuclear para exprimir a nossa preocupação e a afirmar em voz alta: Derrubem a oligarquia !
NO ENTANTO, isto não é o anúncio do fim. Valorizamos definitivamente todos os teus esforços para nos ajudar e não desistiremos. O DiEM25 vai apoiar qualquer tipo de ação legal contra esta taxonomia negra, e vamos estar presentes nas ruas e em espaços online para nos opormos a esta charada. vamos enviar mais notícias sobre este assunto em breve.