O líder do PSD “não serve para primeiro-ministro”, mas não deve demitir-se “se perder as eleições”, defende José Miguel Júdice. O comentador e antigo bastonário da Ordem dos Advogados deixa críticas ao programa do PSD em matéria fiscal e à “falta de energia” de Costa.
Foi ativista político. Esteve preso em Caxias depois do 25 de Abril e hoje, aos 72 anos, o antigo advogado que também já foi bastonário, deixou a toga e regressou ao comentário e à análise política.
Ouvindo os seus comentários semanais televisivos parece pessimista e desencantado. Concorda? Se eu não fosse um otimista não tinha o programa na televisão que tenho. Continuo a acreditar que se todos e cada um de nós fizer um bocadinho o país pode melhorar. E o país está muito melhor do que o país que conheci quando era jovem, quer antes do 25 de Abril quer depois. Mas há muita coisa para melhorar, há muita coisa que é inconcebível que esteja tão mal, mas tenho uma visão muito mais positiva. Só que há uma insatisfação – ou a parte juvenil que ainda não perdi -, uma insatisfação que está dentro de mim, portanto, contribuo com a minha crítica, sem dúvida, para tentar que as coisas possam melhorar. Talvez os meus netos se interessem – os meus filhos não se interessam assim tanto – e um dia, quando estiver nos últimos momentos da vida, eles digam “avô, olhe que o que fez na televisão teve alguma importância”. Se ouvir isso dos meus netos antes de morrer, já vou mais tranquilo.
Miyamoto Musashi e Sasaki Kojiro eram dois espadachins japoneses que se encontraram para um duelo final. Musashi fora escolhido para ganhar. Quando chegou foi rapidamente atacado por Kojiro, num movimento chamado Corte de Andorinha. No entanto, alguém de fora, antes de Kojiro atingir Musashi, desferiu-lhe um golpe sorrateiro que o matou. Os apoiantes de Kojiro indignaram-se, mas Musashi regressou ao seu barco e os organizadores recolheram o dinheiro das apostas. (História de um duelo no Japão sec XVII)
Os duelos são tão antigos como a humanidade e a nossa cultura, grega, assenta em duelos de deuses. Cada fação escolhia um deus/campeão e eles lutavam entre si. O vencedor matava o adversário e subjugava os seus apoiantes. Já existia a política espetáculo. O povo divertia-se, aplaudia o campeão, o imperador colocava-lhe uma coroa de louros e ia sentar-se, fortalecido, no trono! Ninguém lhe perguntava pelos atos do seu governo.
O que estamos a viver aqui em Portugal, como nos Estados Unidos, ou em França, ou no Brasil são adaptações viciadas do duelo e da política espetáculo. Agora, em vez da vitória ser a morte do adversário, (KO), foi criado o conceito de vitória por pontos. Esta tem várias vantagens, a menor é que os contendores derrotados podem ser reutilizados noutros espetáculos, a maior é que o organizador do duelo pode determinar o resultado, escolher o vencedor. Entretanto: o pagode entretém-se a discutir quem foi o vencedor e não vencedor de quê, ou porquê.
É esta a principal caraterística dos atuais duelos espetáculo: o empresário escolhe o vencedor e leva o povo a esquecer-se do que lhes propõem com a vitória! Os empresários são os patrões das televisões e as empresas clientes para a publicidade.
O resultado de qualquer debate é decidido por eles à partida e segundo as conveniências dos organizadores. O povo discute os vencedores nas tabernas, nos templos, nos barbeiros e até na rua!
Num duelo televisivo (político, de talentos, ou de orgias) o segredo está em dar uma aparência de seriedade à “coisa”. É o papel dos jurados, no momento do duelo e dos comentadores e dos figurantes que fazem o pretenso contraditório nos tempos a seguir, do off side.
“A educação deve ser um despertar para a filosofia, para a literatura, para a música, para as artes. É isso que preenche a vida. Esse é o seu verdadeiro papel.”
O filósofo francês Edgar Morin fala sobre um dos temas que o tornou uma influência mundial, a educação. Morin fala sobre a necessidade de estimular o questionamento das crianças, sobre reforma no ensino e sobre a importância da reflexão filosófica não tanto para que respostas sejam encontradas, mas para fomentar a investigação e a pluralidade de possíveis caminhos. Leia abaixo:
O senhor costuma comparar o nosso planeta a uma nave espacial, em que a economia, a ciência, a tecnologia e a política seriam os motores, que atualmente estão danificados. Qual o papel da educação nessa espaçonave? Ela teria a função de trazer a compreensão e fazer as ligações necessárias para esse sistema funcionar bem. Uso o verbo no condicional porque acho que ela ainda não desempenha esse papel. O problema é que nessa nave os relacionamentos são muito ruins. Desde o convívio entre pais e filhos, cheio de brigas, até as relações internacionais basta ver o número de guerras que temos. Por isso é preciso lutar para a melhoria dessas relações.
1. Costa esteve melhor, pois conhece os dossiers e tem experiência governativa desde 1995. Em três ocasiões foi incisivo: quando confrontou Rio com declarações suas sobre o salário mínimo, que Rio disse ser erro gravíssimo; quando desmentiu Rui Rio mostrando a manchete do Expresso de Setembro de 2015, por ocasião do que o PS faria caso nas eleições a direita fosse minoritária; quando desmascarou Rio relativamente ao que, no programa do PSD, é o ataque à classe média a respeito do fim do serviço tendencialmente gratuito do SNS e que Rio quer ver mais nas mãos dos privados;
2. Costa mostrou-se sereno e Rio sempre um pouco mais histérico. Com certa ironia, Costa desmontou falácias do líder do PSD, como por exemplo a que diz respeito à TAP. A TAP não foi nacionalizada, como disse Rio, a TAP foi (e bem) salva pelo Estado e a empresa Barraqueiro, uma vez que 50% da TAP ficou nas mais desses dois accionistas;
3. Costa foi claro a respeito do que será o seu futuro político caso não tenha maioria. Vincou por 4 vezes a ideia: “Eu não viro as costas a Portugal”.
Eu tinha dito que ia deixar de ver os debates, mas não podia deixar de ver o duelo entre os dois maiores animais políticos destas eleições.
Animais políticos no sentido em que um babuíno a a atirar fezes em todas as direcções também é um animal. É por causa de pessoas como o Dr. Cabeça de Geleia e o Dr. Chicão que vale a pena acompanhar política.
Antes do debate, a dúvida era saber se o Dr. Chicão ia conseguir recuperar os eleitores que sempre foram do CHEGA mas tinham vergonha de o dizer em voz alta. O Dr Cabeça de Geleia começou por desejar um bom ano. A 12 de Janeiro. Se isto não é escandaloso, não sei o que é.
O Dr. Cabeça de Geleia lembrou que se o CDS não tivesse deixado de falar sobre parasitas sociais o CHEGA não precisava de existir, assumindo que o seu papel é ser uma espécie de banda de covers do Dr. Paulo Portas vintage. Está ali a ocupar aquele nicho tão essencial para a nossa democracia que consiste em acusar pobres de serem chulos e mandriões.
Eu preciso de o dizer. Alheio como tenho estado, por opção pessoal, a comentar o período pré-eleitoral, tenho ainda assim de o dizer.
E vou dizê-lo, por muito que isso me prejudique (sei lá se prejudica).
As propostas que por aí se ouvem para reduzir o salário dos políticos – ministros, deputados, vereadores -, esses “malandros”, para além de serem uma espécie de epítome da demagogia política, são enganadoras e até perigosas.
É uma causa comum das esquerdas mais à esquerda e das direitas mais à direita: baixe-se o salário dos políticos, esses “malandros”.
Tenho de o dizer! À cautela, contudo, di-lo-ei utilizando o método socrático do questionamento, para desde logo tolher o passo ao sofismo inevitável que tudo pretende saber e sobre tudo perora, altissonante – escamoteando o quão complexo é o assunto.
Comprei ontem, dia 7 de Janeiro, o Expresso. Sou um leitor pouco frequente do Expresso, que se tornou um jornal de fação partidária em termos políticos nacionais, alinhado e acrítico em termos internacionais e culturalmente baloiçando entre o conservadorismo popular e o experimentalismo radical. Reconheço, no entanto, o papel importante do Expresso na formação de uma opinião pública e na liberdade de imprensa ao longo da nossa história recente.
Como considero essencial a existência de liberdade de imprensa e de informação entendi que devia ter esse pequeno gesto individual de solidariedade com o Expresso e o grupo Impresa no momento em que sofreram um ataque informático que colocou e coloca em causa a liberdade de informação. Compraria o Correio da Manhã se o ataque tivesse sido ao grupo Cofina.
É aqui que entram os princípios. Muitos órgãos de comunicação social, para não dizer todos, embarcaram numa euforia lucrativa com o acesso ao resultado da pirataria informática — um ataque cibernético — cometida pelo «Hacker» Rui Pinto — ataque que foi dirigido contra clubes de futebol, órgãos da administração pública, incluindo a justiça.
O primeiro debate de hoje foi entre o partido conhecido por defender os direitos dos animais e o partido que defende os direitos dos investidores bolsistas, que também são animais, mas com a diferença de que criam riqueza. Enquanto uma hiena não for capaz de investir em criptomoedas, é óbvio que vou estar do lado da IL.
O ambiente foi um dos principais temas do debate. O PAN apresentou a posição irracional de fazer alguma coisa para reverter as alterações climáticas. Teria maior apoio se fosse mais moderado. Ser totalmente contra as alterações climáticas é muito radical. Tem de ser mais centrista nesse assunto.
Felizmente estava lá o Dr. Cotrim Figueiredo, com a sua racionalidade, a afirmar que não se pode salvar o ambiente à custa da actividade económica. Há que ter noção das prioridades. Uma coisa é haver alterações climáticas, outra coisa é o Estado intervir para tratar desse problema. A IL não abdica dos seus princípios, intervenção estatal nunca. Se foi a mão humana a destruir o ambiente não deverá ser a mão humana a salvar o planeta. É só ver os índices de mercado e fazer uma análise SWOT do impacto da sobrevivência da Humanidade na economia.
Segundo o Dr. Cotrim Figueiredo, “enriquecer Portugal é uma boa política ambiental”. É verdade, sem tantos pobres a cheirar mal o ambiente fica melhor. O enriquecimento é o febreze da sociedade e não há melhor política ambiental do que baixar os impostos às pessoas para que elas possam investir em desodorizantes.
Brava, Aida!! Two days ago, I was trying to find you singing “Song to the Moon”. Today, you are gracing us with your incredible talent and singing this most beautiful of Dvorak arias. My heart is sad from the death of my mother-in-law, and your exquisite voice is expressing exactly how I feel. Thank you, thank you, Aida Garifullina, most beautiful voice in opera, for this gift today. The tears I needed to cry are flowing down my face. I am praying that you will be safe and that we may hear you for many, many years. God bless you always. [Cleopatra561]
Situada entre aproximadamente os séculos V e XV, a IDADE MÉDIA foi um tempo de alastramento do cristianismo e da vida cultural na Europa ocidental, sobretudo através do surgimento de mosteiros da Ordem dos Beneditinos. Seguidores de São Bento de Núrcia (480-547), os monges desta comunidade cristã, iniciadores do movimento monacal, foram os herdeiros da cultura latina e os depositários do essencial do saber do mundo antigo. Estão entre eles os criadores do enciclopedismo, com destaque para Santo Isidoro de Sevilha (570-636) que nos deixou “Etymologiae sive origines”, publicado oito séculos depois, em 1483. Durante este período, o estudo e o ensino transitaram dos mosteiros e conventos para as chamadas escolas catedrais, criadas por toda a Europa, estas que, por seu turno, foram os embriões das universidades nos centros urbanos mais importantes (Salermo, Bolonha, Paris, Oxford, Montpelier, Arezzo, Salamanca, Pádua, Orleães, Roma, Siena, Lisboa, entre muitas outras), privilegiando o ensino de disciplinas como teologia, gramática, retórica, dialéctica (lógica), aritmética, geometria, astronomia, direito, medicina e música.
Visto como o mais ilustre professor da Faculdade de Teologia da Universidade de Paris, o filósofo e alquimista dominicano alemão Albrecht von Bollstädt (1206-1280), o “Doctor Universalis”, é conhecido entre nós por Alberto, o Grande ou Alberto Magno e, também, por “Maître Aubert”, ou simplesmente “Maubert”. Lembrado como o maior filósofo e teólogo cristão da Idade Média, Alberto Magno foi também figura de grande prestígio no mundo da ciência do seu tempo, em domínios mais tarde incluídos na química e na mineralogia, que realizou na sua qualidade de alquimista. Após concluir os seus estudos em Pádua e em Paris, Alberto optou pela vida religiosa, ingressando na Ordem de São Domingos, em 1223, tendo chegado à dignidade de Bispo de Regensburgo (Ratisbona).
Tendo estudado o pensamento de Aristóteles e de Averróis, produziu uma das mais importantes sínteses da cultura medieval e defendeu a coexistência pacífica da ciência e da religião, tendo sido o primeiro a aplicar as ideias do fundador do Liceu de Atenas no pensamento cristão. Mas não se limitou a repetir a obra do “Estagirita” (Aristóteles nasceu em Estagira, antiga cidade da Macedónia, na Grécia). Procurou recriá-la com a sua própria experiência e as suas observações. No propósito de subordinar o aristotelismo à fé cristã, o Papa Gregório IX incumbiu Alberto Magno dessa árdua tarefa. Em resultado do seu trabalho, a física e a metafísica, a lógica, a ética, a psicologia e a política de Aristóteles passaram a fazer parte da escolástica.
All the gestures of children are graceful; the reign of distortion and unnatural attitudes commences with the introduction of the dancing master. – Sir Joshua Reynolds | SofiG (Tamara Černá) photography
ALBUM AVAILABLE HERE: http://smarturl.it/soundtrumpet In the year of Queen Elizabeth II’s Diamond Jubilee, Alison Balsom celebrates the heroic era of the Baroque trumpet in works by George Frideric Handel (1685-1759) and Henry Purcell (1658 or 1659-1695), whose anthems, odes, sinfonias and operas have provided the music for numerous royal celebrations from their own day to the present.
Joining forces with Trevor Pinnock, harpsichordist, conductor and pioneer of historical performance, and with the English Concert orchestra that he founded, Balsom demonstrates the versatility and expressive power of her valve-less instrument in original works and new arrangements. These include Purcell’s Sound the trumpet and Handel’s Eternal Source of light divine in duet with countertenor Iestyn Davies and Purcell’s The Plaint from The Fairy Queen in duet with soprano Lucy Crowe. Further repertoire includes suites from Purcell’s semi-operas King Arthur (1691) and The Fairy Queen (1692) in new arrangements by Balsom and Pinnock, Handel’s Water Piece in D Major HWV 341 and his Oboe Concerto No. 1 in B-flat Major HWV 301 transposed into C Major.
Alison Balsom is one of today’s most popular classical musicians. Having managed to break through to the mainstream without abandoning her musical integrity, she continues to draw ever-wider audiences for her performances and recordings of diverse repertoire.
MúsicaHandel: Ode for the Birthday of Queen Anne, HWV 74: I. Aria “Eternal Source of Light Divine” (Countertenor)
Artistas: Alison Balsom, Iestyn Davies, The English Concert, Trevor Pinnock
Num texto promovido por 31 personalidades, onde consta a assinatura do ex-dirigente comunista Carlos Brito, do capitão de abril Carlos Matos Gomes ou do ex-deputado do PS Pedro Bacelar de Vasconcelos, os signatários indicam que decidiram juntar-se para “promover o entendimento das forças de centro-esquerda e esquerda, visando constituir uma maioria parlamentar e um Governo que tenha como propósito a aplicação de medidas indispensáveis para a melhoria do bem-estar da população”.
Na petição, que visa criar uma “iniciativa de cidadãos” intitulada CORAGEM !, as 31 personalidades frisam que “esse entendimento deverá ser feito tendo como referência um compromisso programático, subscrito pelos partidos que se enquadram naquele espírito”, e deveria ter lugar “imediatamente após a realização das eleições de 30 de janeiro”, não estando “condicionado ao resultado obtido por cada partido”.
“Os critérios para a construção desse entendimento seriam o reconhecimento da sua relevância política, a boa-fé das partes envolvidas e o compromisso programático subscrito por elas”, frisa o texto.
O Plano de Recuperação e Resiliência de #Portugal foi aprovado, por unanimidade, pela #UE, permitindo transformar o nosso país, garantir uma economia mais competitiva e uma sociedade com mais e melhor emprego, digno e com direitos.
Desenhos da Prisão foram publicados pela primeira vez pelas Edições «Avante!» em 1975 no quadro das iniciativas de recolha de fundos para o Partido Comunista Português. Foram executados de 1951 a 1959 nas cadeias da Penitenciária de Lisboa, onde Álvaro Cunhal passou sete anos de rigoroso isolamento e do Forte de Peniche, de onde se evadiu em 3 de Janeiro de 1960.Há muito esgotada – foi entretanto publicada em 1989 uma II série de desenhos -, de novo se coloca à disposição do público a colecção editada em 1975.
Depois de publicar, em 2018, Ele está no meio de nós (Curitiba, Kotter Editorial) e, em 2019, O Marceneiro: a última tentativa de Cristo (Maringá-PR, Editora Viseu), Silas Corrêa Leite (1952) acaba de lançar o romance Cavalos Selvagens, publicação que marca o início de uma parceria entre as editoras Letra Selvagem, de Taubaté-SP, e Kotter Editorial, de Curitiba-PR. Este romance, escrito há 15 anos, porém, não faz parte da projetada trilogia aberta pelas duas obras anteriores. Segundo o autor, o último livro da trilogia está praticamente concluído e deverá vir a público em 2023.
A nova obra do romancista e poeta, a exemplo das anteriores, pode ser definida como mística, ecumênica e religiosa, mas vai além, partindo do título inspirado numa canção dos roqueiros ingleses Keith Richards e Mick Jagger, em que a expressão “cavalos selvagens” pode ser apenas uma metáfora de tudo o que o ser humano é, como se lê em Hamlet, tragédia do poeta, dramaturgo e ator inglês William Shakespeare (1564-1616), escrita entre 1599 e 1601 e que explora temas como traição, vingança, incesto, corrupção e moralidade.
A Era dos Descobrimentos tornou Portugal num país poderoso. Outro país, Espanha, também se revelou influente. Um nome tornou-se numa referência, Fernão de Magalhães.
Ao longo da nossa história, com quase 900 anos, foram vários os momentos marcantes. No entanto, poucos momentos terão sido tão notáveis como a Era dos Descobrimentos.
Fernão de Magalhães (1480-1521)
Fernão de Magalhães foi um fidalgo da pequena nobreza, existindo diferentes versões que identificam locais de nascimento distintos. Uns defendem Trás-os-Montes, enquanto outros historiadores defendem que ele terá nascido no Porto.
Il paraît que c’était la journée, ou c’est la nuit de l’orgasme, je ne sais pas vraiment 🙃
J’ai fouillé chez mon héroïne la plus flamboyante , la plus sensuelle Amira, et voilà ce qu’elle écrit à son amoureux
MON AMOUR…
Je ne m’endormirai pas, ce soir, lovée au creux de toi ?
Ce lieu paradisiaque me fait furieusement fantasmer, tu le sais, depuis l’aube de Nous.
Tel ce symbole désuet de l’éternel féminin, victime consentante, me voici devenue, de mon plein gré, ta Juliette Drouet, indéfectiblement fidèle à son séducteur de Victor.
Um partido eurofederalista, progressista, ecologista e pragmático com um projeto de futuro para Portugal
–Porque acreditamos numa sociedade mais aberta, inclusiva, justa, solidária, assente na dignidade da pessoa humana e na defesa da paz.
–Porque defendemos a Constituição Portuguesa, o Estado de Direito, o respeito pelos direitos e liberdades fundamentais e a igualdade de oportunidades.
–Porque almejamos um desenvolvimento social e económico democrático plural e responsável.
–Porque lutamos pela defesa do meio ambiente, pela preservação da natureza e por um futuro mais sustentável.
–Porque ambicionamos um país que faça parte na construção de uma Europa mais unida, mais democrática, mais inclusiva e mais solidária.
Afirmamos como nossos princípios:
– Basear a nossa ação com base nos valores da liberdade, da igualdade de oportunidades, da solidariedade e da justiça.
– Advogar uma sociedade aberta à diversidade, à iniciativa, à inovação e ao progresso.
– Defender uma maior participação dos cidadãos e da sua capacidade de tomar decisões políticas informadas, de serem capazes de influenciar a política além das eleições e de exercerem os seus direitos democráticos em democracias vibrantes, resistentes e plurais.
Umas semanas mais tarde, continuo boquiaberta com este verso da Nenny: “Safoda a porta, vou pela window”. Diz tanta coisa.
Umas semanas antes, um pedaço antes, eu não conhecia a Nenny. Estava à procura de uma pessoa nascida já nos anos 2000 para os 25 Filhos da Madrugada, alguém que pudesse trazer as coisas que vieram nestes anos e que são específicas desta geração.
Nenny nasceu já depois da queda das Torres Gémeas, aquele tempo em que o mundo mudou de lugar. Nasceu num bairro apelidado de problemático, o Vialonga, nos arredores de Lisboa, e emigrou com a mãe em 2014, primeiro para França, depois para o Luxemburgo. Continua a viver entre o Vialonga e o Luxemburgo, apesar dos milhões de visualizações no YouTube. Na sua fala incorpora o crioulo, o calão, o inglês, o português, encarna uma nova Lisboa, grande Lisboa, mixada, que celebra a negritude. As suas letras têm um lado áspero e bruto da paisagem urbana. Traduzem desigualdade social, exprimem ansiedade. É de origem cabo-verdiana, tem 18 anos, é a mais jovem destes 25. Algures, esta rapper que não é só rapper, porque dizer rapper não chega, esta artista compreendeu que tinha de se safar. Safoda a porta, vou pela window.
Um Documentário sobre os Passos de Martinho Lutero para estabelecer a Reforma Protestante. Neste filme Gláucia Rosane te conduz, na Alemanha, pelas Principais Cidades que marcaram a História da Reforma. A Vida completa de Lutero: Seu Nascimento, Sua Universidade, A Igreja, Os 5 Solas, As 95 Teses, A Tradução da Bíblia, Sua Biblioteca, Katharina Von Bora, Sua Casa, Sua Morte e muito mais. Aqui estão as verdades estabelecidas a partir da Reforma e um pequeno resumo sobre a vida dos Pré-Reformistas até Lutero: Wycliffe, John Huss, Lutero, Comenius e Zinzendorf.
L’amour peut-il naître d’une relation charnelle ? Ou au contraire, n’est-il envisageable que dans la contemplation de la beauté de l’âme ? Le débat est ouvert depuis 2500 ans… et même au-delà. N’hésitez pas à vous l’approprier car vous êtes tous concernés.
Ballet star Wayne Sleep spent over a decade performing in front of some of Britain’s biggest audiences, but never had a thrill like when he worked with Princess Diana to surprise her husband, Prince Charles, with a special performance in 1985.
Apesar da língua partilhada, dos laços de sangue e de um fundo histórico-cultural comum de mais de três séculos, as relações entre Portugal e o Brasil têm sido reconhecidamente permeadas por um sentimento de estranheza ou desconforto mútuo, mesmo quando no plano estatal – sobretudo em períodos de coincidência ideológica e política dos regimes que os governam – se registam avanços em termos de acordos e tratados celebrados em diversas áreas.
Esse estranho estranhamento opera como fator inibitório do aprofundamento das relações, que estão aquém da intensidade registada noutros casos de relacionamento entre a ex-potência colonial e as ex-colónias, designadamente a Inglaterra com os Estados Unidos e a Espanha com os países latino-americanos.
A história que aprendemos na escola é que o nosso país começou por ser um condado pertencente a Castela, o Condado Portucalense, governado por D. Henrique, pai de D. Afonso Henriques, que viria a ser o primeiro Rei de Portugal. Mas se recuarmos uns séculos, há muito ainda por contar. Portugal começou por ser a Lusitânia, que depois foi anexada pelos Romanos. Após alguns séculos de domínio Romano, a zona que hoje corresponde a Portugal foi invadida por tribos germânicas, os Suevos e os Visigodos.
A Última Aula do Professor Fernando Branco, Distinguished Professor do Instituto Superior Técnico (IST), irá realizar-se no próximo dia 16 de Dezembro, às 18h00, no Grande Auditório do Centro de Congressos do Departamento de Engenharia Civil, Arquitectura e Georrecursos do IST.
Nesta cerimónia assistir-se-á ainda ao lançamento do livro “A Última Aula – 50 Anos a Resolver Problemas de Engenharia”, editado pela IST Press.
Em cumprimento das novas regras do estado de calamidade, a organização informa:
• À entrada do Grande Auditório será requerida a apresentação do Certificado de Vacinação Digital Covid da União Europeia (ou teste negativo: teste rápido de antigénio até 48 horas antes, ou teste PCR até 72 horas antes) e indicação de contactos pessoais para posterior controlo/aviso de eventual infecção (formulário em https://lnkd.in/dAwMrAjk).
• O uso de máscara durante a sessão é igualmente obrigatório. Quem estiver interessado na compra do livro poderá fazê-lo no local, mediante pagamento por cartão. Para mais informações sobre o livro, visite: https://lnkd.in/dk3K6yXu Esperamos por si.
“A EVIDÊNCIA A FAVORDAS VACINAS É TÃO AVASSALADORA QUE A COMUNIDADE CIENTÍFICA ACHOUQUE OS ANTIVACINAS ACABARIAM POR SE CALAR. O QUE NÃO SE PREVIU É QUE A VERDADE NÃO INTERESSA NADA”
Quase no final da conversa, Joana Lobo Antunes haveria de confessar que o seu primeiro instinto foi recusar dar esta entrevista. No entanto, tinha acabado de dizer a várias cientistas do sexo feminino que, mesmo se estivessem assoberbadas, deviam aceitar falar com jornalistas. Afinal, ainda são precisas mais investigadoras na esfera pública, até para motivar as jovens aspirantes. Além de dar aulas de Comunicação de Ciência na Universidade Nova de Lisboa, Joana Lobo Antunes é também coordenadora da área de Comunicação, Imagem e Marketing do Instituto Superior Técnico. O programa radiofónico 90 Segundos de Ciência (Antena 1), do qual é cocriadora, conquistou o Prémio Gulbenkian de Conhecimento de 2019. Filha do escritor António Lobo Antunes, revela que a influência do avô paterno, João Alfredo Lobo Antunes, foi determinante na sua paixão pela Ciência, que a levou a doutorar-se em Química. Aos 47 anos, a ainda fundadora da Rede de Comunicação de Ciência e Tecnologia de Portugal explica como se pode combater a desinformação, admite as dificuldades de dialogar com quem nega evidências científicas e aponta os principais erros de comunicação cometidos durante a pandemia. Sempre sem o jargão científico, do qual ajuda os cientistas a libertar-se.
O estoicismo foi uma escola de Filosofia que, apesar de ter surgido há mais de 2.000 anos, apresenta ensinamentos valiosos e incrivelmente atuais para quem busca uma vida com mais Resiliência e Serenidade. Os Estoicos ficaram conhecidos como aqueles capazes de suportar as maiores adversidades da vida com total Serenidade.
Part of Dance Umbrella Festival 2021 | 21-23 October, Sadler’s Wells, London Dimitris Papaioannou returns to Dance Umbrella for the third time following his sold-out debut in 2016 and 2018’s sold-out and Olivier-nominated production The Great Tamer. Summoning an entirely distinctive universe once more for his latest work, Transverse Orientation is co-commissioned by Dance Umbrella and Sadler’s Wells. A true master of visual spectacle, the Greek artist explores existential themes, mining mythology and art history to conjure vivid and often humorous imagery. Taking inspiration from the natural behaviour of moths to seek light, Transverse Orientation follows the human compulsion to find meaning on the journey of life.